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  1. Estou abrindo esse tópico para postar fotos do dia a dia em Viracopos, fotos de minha autoria das varias vezes que dei um pulo la no aeroporto para spottear. Espero que gostem. Começando com algumas fotos da movimentação entre Setembro e 05/11/2019 04/11/2019 05/11/2019
  2. A mídia da RMC resolveu cair matando em cima da Azul devido aos altos preços e isso é bom. Tarifas altas espantam passageiros Preço caro cobrado pela Azul, no Aeroporto de Viracopos, faz compensar ida até São Paulo para viajar por outra companhia Os altos valores praticados pela Azul Linhas Aéreas na comercialização de bilhetes no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, se comparados aos das companhias que operam em Congonhas e Cumbica, são motivo de indignação de passageiros da Região Metropolitana de Campinas (RMC) há mais de um ano. O vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC e prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (MDB), reforça o coro dos descontentes com a diferença de preços. Reis revela que em 2018, os chefes do Executivo da região cobraram explicações de um superintendente da Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o terminal. "Na oportunidade, nos foi esclarecido que Viracopos não tem interferência nisso. O problema é o monopólio da Azul", comentou. "Posteriormente, buscamos por meio da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp) agendar uma reunião com o José Mario Caprioli, presidente executivo da Azul. Até hoje, não se concretizou", completou. A intenção do encontro era sensibilizar a companhia aérea de que um custo final menor seria mais acessível e, consequentemente, poderia gerar aumento na demanda de passageiros. No caso, ampliando o faturamento. Como o cenário permanece o mesmo do ano passado, nas palavras de Reis, a população da RMC segue sendo "penalizada" há muito tempo. O assunto será retomado no próximo encontro do colegiado, que acontece nesta terça, em Campinas. De acordo com o vice-presidente do Conselho da RMC, Viracopos dispõe de estrutura fantástica, que propicia conforto aos seus passageiros. Contudo, a diferença de valores, que em diversos casos é considerável — ainda mais no momento de crise que o País atravessa —, obriga muitas pessoas a realizar o deslocamento para embarcar por Congonhas ou Cumbica — e ainda assim ecomizar na viagem aérea. No último dia 31, durante o Fórum RAC 2019, evento idealizado e organizado pelo Grupo RAC, que debateu os desafios e oportunidades para os setores de transporte e logística no Estado de São Paulo, Reis questionou o diretor de operações da Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Oliveira Mota, sobre o assunto. O executivo revelou que a concessionária já trabalha para quebrar o controle da Azul, trazendo novas companhias. "Estamos até oferecendo incentivos: abrindo mão de receitas", destacou, na ocasião, sobre as negociações já abertas com outras empresas do setor. A Azul Linhas Aéreas informou, em nota, que "os preços praticados na comercialização de seus bilhetes variam de acordo com alguns fatores importantes, como trecho, sazonalidade, compra antecipada, disponibilidade de assentos, entre outros. Além disso, a companhia ressalta que as altas do dólar e do combustível também são elementos que influenciam nos valores das passagens". A Azul não informou por que não se reuniu com o Conselho de Desenvolvimento da RMC. Mais caro Na tarde da última sexta-feira, a Azul Linhas Áreas registrava, segundo seu próprio site, bilhetes cerca de 17% mais caros no voo da companhia com partida de Viracopos, se comparado ao do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, com destino ao Aeroporto Internacional de Salvador, na capital baiana. Essa diferença foi constatada numa simulação de compra de uma passagem só de ida para a próxima sexta-feira, ou seja, uma semana depois. Para quem adquiriu o bilhete e vai partir de Guarulhos, houve uma economia de R$ 136,32. No caso, o passageiro pagou R$ 707,86. Quem optou por sair de Campinas desembolsou R$ 844,18. Ambas as operações dão direito ao viajante levar uma bagagem de até 23 kg. Outra opção com partida de Guarulhos, o voo da companhia Latam para a mesma data e destino custava R$ 591,96, também com a taxa de embarque. Nesta comparação, o voo com saída de Viracopos ficou R$ 252,22 mais caro. A diferença é mais gritante nos voos internacionais. Uma viagem pela Azul com uma escala saindo de Campinas para Fort Lauderdale, na Flórida, nos Estados Unidos, custava R$ 3.486,97. Já pela Avianca, também com uma escala, partindo de Guarulhos, R$ 2.394,46, ou seja, quase 68% (R$ 1.092,51) a menos. Companhias é que definem as tarifas Consultada sobre a situação, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) frisou, em nota, que a Azul Linhas Aéreas não é membro da entidade criada em 2012, com a missão de estimular o hábito de voar no Brasil. Sobre a composição do preço dos bilhetes, esclareceu que não há nada fixo. "Os valores das passagens são definidos por cada companhia aérea utilizando sistemas dinâmicos de precificação, ferramentas captam as muitas possíveis variáveis do mercado”, detalha o texto. Na prática, de acordo com a Abear, as tarifas oscilam também devido a relação entre os níveis de oferta e demanda. A instituição recomenda que os consumidores que buscam viajar de avião pelos preços mais econômicos possíveis, planejem suas viagens, comprando os bilhetes com antecedência e aproveitem promoções, entre outros. Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não retornou o contato até o fechamento da edição. Novas aéreas ajudariam o mercado Para o presidente da Associação das Agências de Viagens do Interior do Estado de São Paulo (Aviesp), Marcos Antônio Carvalho Lucas, seria saudável para todo o mercado que novas companhias aéreas passem a operar em Viracopos. “Quanto maior a concorrência, a tendência é termos preços menores e serviços melhores”, pondera. Marcos Lucas cita Congonhas como exemplo. “Havia uma grande discussão lá por conta da alta nos preços da ponte aérea após a saída da Avianca Brasil. Em abril, as tarifas chegaram a ter uma alta de 69%, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp)”, recorda. “Apenas um dia após a Azul anunciar a sua entrada na rota, os preços caíram 42%”, relembra. O presidente da Aviesp assegura que quando não há concorrência, todo mundo perde. Marcos Lucas garante que a Aviesp não tem como interferir junto a Azul, mas que batalha para melhorar as condições do mercado em todas as suas vertentes. “A Aviesp também acompanha a atuação do órgão regulador (Anac), que em diversos momentos se mostra lenta nas intervenções para fazer valer os direitos do consumidor, especialmente quando da inexecução de serviços concedidos”, encerra. Ônibus é uma das opções de deslocamento Muitos moradores da RMC que fogem das altas tarifas aéreas praticadas pela Azul em Viracopos preferem não dirigir até a Capital ou Guarulhos. Por essa razão, tanto quanto para evitar possíveis gastos com estacionamento, acabam optando por viajar com a viação LiraBus, que faz o serviço de transporte para os aeroportos dessas cidades durante a madrugada, manhã, tarde e noite. A empresa, segundo dados do seu site oficial, realiza 20 viagens diárias, nos dias úteis, de Campinas para o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. Desse total, duas são diretas, com partida da rodoviária, e outras 18 fazem parada no ponto da empresa na Avenida Francisco Glicério, nº 431, próximo ao Largo do Pará, no Centro. A demanda é alta também aos sábados, domingos e feriados, quando o número de viagens cai para 16. Já para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a viação oferta nove viagens diárias, nos dias úteis, todas com parada no Largo do Pará. Aos sábados, domingos e feriados, são oito viagens. Para ambos os destinos, a LiraBus estima duas horas como tempo de viagem e cobra passagens em torno de R$ 40. Na manhã da última sexta-feira, duas amigas que aguardavam um dos ônibus da empresa para ir até Congonhas, de onde embarcariam para o Rio de Janeiro, reforçaram que viajar por Viracopos é “muito” mais caro. Ambas foram para a capital carioca para passar o final de semana, onde iriam curtir a despedida de solteira de uma colega em comum. Vivian Queiroz, engenheira civil de 28 anos, que mora na Vila Brandina, comentou que após pesquisa em sites de viagem, constatou que optando pelo aeroporto paulistano conseguiria economizar até R$ 300. Julia Zink, educadora física de 29 anos, moradora do Guanabara, pontuou que outros convidados que também são de Campinas fizeram a mesma opção. “Vamos nos encontrar todos em Congonhas. Aqui o bilhete aéreo é sempre mais caro. Viracopos tem ótima estrutura, mas o valor das passagens da Azul não compensa”, afirmou. As jovens revelaram que os bilhetes aéreos foram adquiridos com, no mínimo, dois meses de antecedência da data da viagem. A assessoria de imprensa da LiraBus informou, em nota, que nos primeiros sete meses de 2019, registrou média diária de mais de mil passageiros transportados de Campinas para o Aeroporto de Cumbica. Para Congonhas, a quantidade foi sempre superior à 250 passageiros. Fonte: https://correio.rac.com.br/_conteudo/2019/08/campinas_e_rmc/857380-tarifas-altas-espantam-passageiros.html Postado na pagina do facebook do jornal Correio Popular Editorial Viracopos e o preço salgado das passagens Quando o empresário David Neelemann, de perfil arrojado e instinto empreendedor, escolheu Viracopos para a base das operações da recém-criada Azul Linhas Aéreas, muita gente torceu o nariz. Era plenamente conhecido o potencial do aeroporto campineiro, estrategicamente localizado, com navegabilidade aérea de excelênçia e infraestrutura competitiva, incluindo as pistas para pousos e decolagens. Mas havia, de parte de investidores públicos e privados e lideranças políticas, uma certa desconfiança com um terminal no Interior e não na Capital. A Azul acaba de completar dez anos de operações e Viracopos tem ostentado, semestre a semestre, conquistas nacionais e internacionais de satisfação, em rankings que exaltam uma série de indicadores na prestação de serviços. O aeroporto passou a ser referência, ampliou o seu leque de destinos e abriu-se, definitivamente, ao mercado estrangeiro. Dentro daquele contexto, os principais beneficiários foram justamente o campineiro e os usuários da região metropolitana (não se pode esquecer também daqueles que vêm do Interior paulista), que podiam, finalmente, evitar os desgastantes deslocamentos até São Paulo. Esse público passou a ser atendido por um terminal estratégico, permitindo voos regionais para várias partes do País e conexões importantes com capitais brasileiras. Mas um dado passou a manchar esta história de sucesso. E ela está sendo contada em reportagem do Correio na edição de hoje. Valores abusivos de tarifas, cobrados pela Azul, passaram a intimidar os passageiros, mesmo com os seguidos recordes de movimentação. Com preço salgado, os usuários locais notaram que embarcar em São Paulo (Guarulhos ou Congonhas) é opção rentável, mesmo com o deslocamento à Capital. O Correio mapeou o preço das passagens e constatou diferenças para a mesma data de embarque, horário e destino, em situação contraditória com o esforço da sociedade civil regional que não só abraçou a Azul como pressionou as autoridades do setor a dar condições plenas de operação à companhia, incluindo este jornal no papel de curador das informações de caráter comunitário. As tarifas abusivas têm, ainda, mobilizado lideranças políticas, como os prefeitos da RMC. Em várias oportunidades o tema foi objeto de preocupação no colegiado e voltará à agenda em reunião na próxima terça-feira. O debate extrapola os interesses comerciais da empresa. É assunto de utilidade pública. Cabe à Azul olhar com lupa a questão, em nome do prestígio e do sucesso que alcançou com o apoio de milhões de fiéis usuários.
  3. O lado internacional do pier B foi inaugurado na segunda feira dia 3, porem só esta funcionando uma ponte de embarque, agora temos 3 ativas. Viracopos inaugura nova estrutura para desembarque de passageiros internacionais Re-check in é para pessoas que desembarcam de fora do Brasil e seguem para conexões nacionais. Portões e salas de embarque também foram inaugurados. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), inaugurou uma nova área para passageiros internacionais. De acordo com a Aeroportos Brasil, que administra a estrutura, o re-check in é para pessoas que desembarcam de fora do Brasil e seguem para conexões nacionais. A estrutura, inaugurada na segunda-feira (3), funciona da seguinte forma: ao invés de pegar a mala e seguir ao balcão da companhia para o novo voo, o passageiro retira a bagagem em uma esteira, coloca em outra no mesmo local e já recebe o cartão de embarque da conexão, em um balcão de atendimento específico para essas pessoas. Além disso, Viracopos também inaugurou um novo portão de embarque e desembarque internacional, além de quatro novas salas de embarque. O fluxo de passageiros internacionais no primeiro quadrimestre em Viracopos registrou aumento em relação ao ano passado - quando a concessionária já havia registrado o melhor índice da história. De acordo com o balanço, foram 267,7 mil pessoas com partidas ou chegadas de outro países, contra 208,1 mil nos quatro primeiros meses de 2018. Foi o recorde de Viracopos no período desde o início da concessão. Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2019/06/06/viracopos-inaugura-nova-estrutura-para-desembarque-de-passageiros-internacionais.ghtml
  4. Grupo faz proposta para ter controle de Viracopos A Zurich Airport e a gestora brasileira IG4 Capital protocolaram ontem uma proposta de capitalização para ter o controle do Aeroporto de Viracopos - em recuperação judicial desde maio. No documento, ao qual o ‘Estado’ teve acesso, o consórcio formado pelas duas empresas se compromete a aportar entre R$ 150 milhões e R$ 400 milhões no aeroporto, que enfrenta um processo de extinção da concessão. A proposta prevê a conversão das dívidas de Viracopos em participação acionária. Ou seja, os credores passariam a ser cotistas de um fundo de investimento em participações (FIP), que seria gerido pela IG4. O mesmo ocorreria com os atuais controladores do aeroporto (Triunfo Participações e Investimentos e UTC), que converteriam suas ações em cotas desse fundo, que sócio do aeroporto. A capitalização, no entanto, depende de um processo de due diligencie para levantar a real situação da concessionária que administra o aeroporto. Apenas depois dessa auditoria seria possível avaliar qual o montante necessário para o aporte de recursos. Nesse processo, os atuais acionistas poderiam acompanhar o aumento de capital ou diluir sua participação no aeroporto. Nas duas opções, entretanto, eles não participariam da governança da empresa. O modelo proposto para Viracopos é igual ao usado na recuperação da CAB Ambiental - empresa de saneamento básico que era controlada pela Galvão Engenharia. Credores, como Bradesco e Votorantim, aceitaram converter a dívida que tinham a receber em participação acionária de um fundo, que passou a ser sócio da Iguá Saneamento. O antigo controlador também tem cotas desse fundo. No caso de Viracopos, o que muda é a dimensão do negócio, bem maior que o no caso da CAB Ambiental. Além disso, o maior credor do aeroporto é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) junto com Banco do Brasil, Bradesco e Itaú. Desde o início do ano, quando IG4 e Zurich demonstração interesse por Viracopos, várias conversas já foram feitas com o governo e credores. A proposta atual depende, da realização do due diligencie. Apenas depois disso é que as negociações de fato ocorreriam com credores, acionistas e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que tem um processo de caducidade aberto contra o aeroporto, que está inadimplente com a União. A empresa tem uma dívida de R$ 2,9 bilhões, sendo 93% em empréstimos e financiamentos, mais R$ 211 milhões de outorgas em atraso. Procurada, a concessionária que administra o aeroporto, afirmou que as "condições apresentadas na Carta de Intenções serão avaliadas pela empresa e seus acionistas, em conjunto com os assessores jurídicos e financeiros, não havendo no momento nenhum posicionamento sobre o tema". Destacou ainda que para aceitar a proposta, "deverá haver consentimento dos acionistas e credores, dentre os quais os bancos financiadores e a ANAC, dentro do processo de recuperação judicial". Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2018/11/campinas_e_rmc/613440-grupo-faz-proposta-para-ter-controle-de-viracopos.html# Tomara que agora vai
  5. Dona do AliExpress negocia Viracopos para criar centro de distribuição Gigante asiática quer adquirir concessão e elevar operações com cargas 6.set.2018 às 2h00 Julio Wiziack BRASÍLIA Em uma grave crise financeira e sem um projeto viável, o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), pode virar um centro de distribuição da chinesa Alibaba -- dona dos sites de compras AliExpress (varejo) e Alibaba (atacado). A gigante asiática do comércio eletrônico está representada no Brasil pela Global Logistic Properties, que negocia com os sócios do aeroporto. Os valores da operação não foram revelados mas, segundo pessoas que participaram das conversas, houve uma entrega de proposta que prioriza o tráfego dos aviões da própria companhia chinesa. Desde 2012, Viracopos é administrado pela Aeroportos Brasil, concessionária controlada por empresas privadas —UTC, Triunfo e Egis—, que tem a estatal Infraero como sócia (49% de participação). Os chineses querem adquirir o controle da concessão e pretendem desenvolver um projeto com mais recursos para a movimentação de cargas e menos para o tráfego de passageiros que segue em declínio desde a privatização. O Alibaba chegou ao Brasil, em 2014, com o site de compras AliExpress, voltado ao varejo, e com o Alibaba.com, para compras no atacado. No ano passado, o Brasil chegou a ser o quarto maior mercado do grupo com cerca de 2,5 milhões de clientes. Recentemente, em viagem ao Brasil, Jack Ma, controlador da Alibaba, afirmou publicamente que estudava formas de ter um escritório no país para fomentar, além da venda de artigos produzidos na China, investimentos em logística e a oferta de crédito. Mas os chineses não estão sozinhos na disputa. O fundo de investimentos IG4, em conjunto com a operadora aeroportuária Zürich, propôs aos atuais acionistas um pagamento de R$ 500 milhões, quitar as outorgas em atraso, e converter em ações a dívida de R$ 2,6 bilhões com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O banco concentra 90% da dívida do aeroporto --que totaliza R$ 2,9 bilhões. O restante R$ 300 milhões) seria assumido pelos compradores. A concessionária CCR, que pertence à Camargo Corrêa, também está interessada. O grupo já controla a concessão do aeroporto de Confins (MG), que hoje concorre no transporte de cargas com Viracopos, e está interessado em arrematar os blocos de aeroportos liderados por Recife (PE) e Vitória (ES) que devem ser leiloados até o final deste ano. Com os aeroportos a serem arrematados, Viracopos também funcionaria como ponto de conexão para voos no Nordeste e Sudeste. Para concretizar esse plano, o grupo planeja construir um linha própria de trem passando pela rodovia dos Bandeirantes —administrada pela CCR— e que liga o aeroporto de Viracopos a São Paulo. Segundo pessoas que acompanharam as conversas com a CCR, a ideia é captar com essa malha ferroviária o excedente de passageiros de Guarulhos que hoje vão para o aeroporto do Galeão (RJ) como destino final ou para fazer conexões com o Nordeste. A concessionária aposta nesses projetos porque, segundo o Ministério das Cidades, há diversas obras de mobilidade urbana nas cidades escolhidas pela CCR para investimentos. Viracopos faz parte de um grupo de aeroportos privatizados pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2011 e que previram o pagamento de cerca de R$ 24 bilhões em outorgas para a União. O cálculo dos lances iniciais levou em consideração um cenário econômico em expansão com demanda de passageiros e cargas mais que suficiente para bancar as outorgas. O grupo que arrematou Viracopos ofereceu pagar R$ R$ 3,8 bilhões com um ágio de quase 160%. Naquele momento, as projeções indicavam que, já em 2016, quando a fase de investimentos estaria concluída, haveria 17,9 milhões de passageiros e um a movimentação de carga de chegaria a 409 mil toneladas. Logo no início, a empresa enfrentou dificuldades de caixa e teve multas por atraso nas obras de ampliação. O novo terminal foi inaugurado em 11 de novembro de 2014 sem estivesse totalmente pronto. Três dias depois o então presidente da UTC, Ricardo Pessoa, foi preso pela Polícia Federal. Alvo da operação Lava Jato, Pessoa foi o principal idealizador do projeto de Viracopos junto com a Triunfo. Em 2016, quando as obras foram concluídas e enfrentando severas restrições financeiras, Viracopos transportou 9,3 milhões de passageiros --52% do que tinha sido projetado pelo governo-- e movimentou 166 mil toneladas de cargas --41% do projetado. Em julho de 2017, a UTC‚ entrou com pedido de recuperação judicial e muitas das responsabilidades financeiras da construtora em Viracopos foram assumidas pela sócia Triunfo --que também foi se deteriorando. Diante disso, a concessionária de Viracopos pediu para a Agência Nacional de Aviação (Anac) a devolução da concessão para a União. A agência negou e abriu um processo para cassar a concessão. O caso foi parar no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que, no início de maio, negou o pedido. Com esse cenário, a concessionária de Viracopos entrou com um pedido de recuperação judicial e agora todo o processo está paralisado à espera de um plano financeiro que ateste a viabilidade do aeroporto. Em outra frente, a Anac tenta, via judicial, minar a recuperação e cassar a concessão que seria leiloada novamente. Consultadas, IG4, Global Logistic Properties e CCR não quiseram comentar https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/09/dona-do-aliexpress-negocia-viracopos-para-criar-centro-de-distribuicao.shtml
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