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  1. Staff Writer May 7, 2020 6:12pm Delta Air Lines and LATAM Airlines Group and its affiliates have signed a trans-American Joint Venture Agreement that, once regulatory approvals where required are granted, will combine the carriers’ highly complementary route networks between North and South America, providing customers with a seamless travel experience and industry-leading connectivity. “Late last year, we set out to build the leading strategic alliance in Latin America together with LATAM, and while the industry landscape has changed, our commitment to this joint venture is as strong as ever,” said Delta CEO Ed Bastian. “Even as our carriers contend with the impact of COVID-19 on our business and take steps to protect the safety of our customers and employees, we are also building the airline alliance we know they’ll want to fly in the future.” “While we remain focused on navigating the COVID-19 crisis and protecting the safety and well-being of our passengers and employees, we also have to look to the future to ensure the best possible customer experience and support the long-term sustainability of the group,” said Roberto Alvo, CEO, LATAM Airlines Group. “Our bilateral strategic alliance with Delta remains a priority and we firmly believe that it still promises to offer customers the leading travel experience and connectivity in the Americas.” Since September 2019, Delta and LATAM have achieved various milestones in their framework agreement with customer benefits including: Codeshare agreements between Delta and LATAM’s affiliates in Peru, Ecuador, Colombia and Brazil that allow customers to purchase flights and access onward destinations in their respective networks and will be expanded to cover long-haul flights between the United States/Canada and South America, as well as regional flights. Delta and LATAM’s affiliates in Chile and Argentina also plan to sign codeshare agreements in the coming weeks. Frequent flyer benefits: Delta SkyMiles members can earn and use miles on LATAM flights, while LATAM Pass members can earn and use miles on Delta flights across their respective networks. Reciprocal top tier loyalty recognition is expected to be available during June 2020. Smoother connections at hub airports: Customers can easily connect between Delta and LATAM flights in hub airports where the carriers have collocated, including Terminal 4 at John F. Kennedy International Airport (New York City) and Terminal 3 at São Paulo’s Guarulhos Airport. Mutual lounge access: Eligible LATAM customers can access the Delta Sky Club in New York-JFK and eligible Delta customers can access LATAM’s lounge in Bogota/BOG. Expanded reciprocal lounge access at airports throughout the Americas is planned for June 2020. For more information, visit delta.com/us/en/airline-partners/latam or latam.com/en_us/about-us/latam-delta-alliance/
  2. Iniciativa garante que nenhum estado brasileiro fique sem ligação aérea 27/03/2020 Nesta sexta-feira (27), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) recebeu os últimos ajustes de malha aérea das empresas Gol, Azul e Latam. Além das capitais dos 26 estados e o Distrito Federal, outras 19 cidades do país serão atendidas. Os voos terão início neste sábado (28) e estão previstos até o final de abril, distribuídos em frequências semanais com: 723 voos no Sudeste, 153 na região Nordeste, 155 voos no Sul, 135 no Centro-oeste e 75 voos para a região Norte. A distribuição dos voos atende a preocupação do Governo Federal de manter uma malha que continue integrando o País, com ajustes para que nenhum estado fique sem pelo menos uma ligação aérea. Com a redução drástica de voos em março, em decorrência da pandemia do Coronavírus, havia o risco de uma paralisação total do serviço. A malha emergencial é 91,61% menor do que a originalmente prevista pelas empresas para o período. Considerando a programação de Gol, Azul e Latam, a queda é de 56,06% das localidades atendidas, passando de 106 para 46. O número de voos semanais passou de 14.781 para 1.241. O Diretor-Presidente da ANAC, Juliano Noman, reforça a importância da medida para a manutenção do transporte aéreo: “A aviação de vários países está parando por completo. O que estamos fazendo no Brasil é porque sabemos que o serviço aéreo é essencial para ajudar o País a superar esse cenário sem precedentes, permitindo o deslocamento de materiais, profissionais de saúde e das pessoas que ainda precisam viajar”. Também participam da ação o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), do Ministério da Economia, e o Ministério da Infraestrutura, que tem buscado junto aos governos estaduais apoio para a iniciativa. Voos por empresa Juntas as empresas aéreas operarão 1.241 voos semanais, sendo 483 voos da Latam, 405 voos da Azul e 353 voos da Gol. Veja no mapa abaixo a distribuição por região e aqui os aeroportos atendidos por cada empresa (clique para acessar). https://www.anac.gov.br/noticias/2020/malha-aerea-essencial-comeca-no-sabado-28
  3. Latam registra dívida de US$ 8,91 bilhões, alta de 2,2% em 2019 Arthur Oliveira 18 horas atrás Latam registra dívida líquida de US$ 8,91 bilhões, alta de 2,2% em 2019 O Grupo Latam Airlines registrou uma dívida liquida US$ 8,91 bilhões. O montante representa um aumento de 2,2% em relação ao resultado no final do ano passado. O nível de endividamento da Latam chega a 4 vezes mais o valor do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês). No ano de 2019, o índice foi 3,9 vezes o valor. No resultado do quarto trimestre da empresa de linhas aéreas a dívida líquida atingiu R$ 7,2 bilhões, o que representa uma baixa de 3,9% em relação ao semestre anterior. No mesma comparação, o nível de alavancagem da Latam caiu caiu de 4,2 vezes para 4 vezes o Ebitda. A companhia resgatou US$ 262 milhões restantes do valor da principal das notas em circulação não garantidas Latam 2020, no último trimestre de 2019. A medida representa a redução de dos vencimentos da dívida de 2020 para cerca de US$ 1 bilhão. O saldo de caixa e equivalentes de caixa ficou em US$ 1,46 bilhão, valor 3,9% maior. Latam faz acordos para reduzir endividamento A companhia aérea vem tentando diminuir o nível de endividamento desde a fusão dos portfólios das empresas chilena LAN e da brasileira TAM. Para isso, ela apresentou alguns projetos para reduzir o valor da dívida. Nesse processo, a Latam fechou um acordo com a Delta Air Lines. A companhia americana adquiriu 20% da companhia por US$ 1,9 bilhão. Em troca, a empresa se comprometeu a assumir o pagamento de 14 aeronaves da Airbus 350 da Latam, com custo de US$ 2 bilhões. A Delta também assumiu a responsabilidade de arcar com os custos da implementação da parceria. No mesmo caminho, os núcleos da Latam na Colômbia, no Peru e no Equador fecharam acordos compartilhamentos de viagens aéreas. Ainda aguardando regulações, a subsidiária brasileira comunicou que começará a operar ainda neste semestre. É esperado que a sede chilena anuncie a medida ainda neste semestre. Em outro projeto, a Latam decidiu deixar a Oneworld no início de maio deste ano. A empresa começará a fazer acordos bilaterais com os membros do grupo. A Oneworld reuni entre as principais companhias: British Airways; Cathay Pacific; Finnair; Iberia; Japan Airlines; Malaysia Airlines; Qantas; Qatar Airways; Royal Jordanian; S7 Airlines; SriLankan Airlines. Fonte:https://www.sunoresearch.com.br/noticias/latam-divida-liquida-alta/amp/
  4. LATAM AIRLINES ADMITE INTERESSE EM ABRIR ROTA LISBOA-RIO DE JANEIRO Por Inês de Matos a 4 de Fevereiro de 2020 as 12:37 A LATAM Airlines está a estudar a abertura de novas rotas em Portugal, com Cinthia Louza, sales manager da LATAM Airlines para Portugal e Espanha, a admitir que a companhia pode vir a abrir uma nova operação entre a capital portuguesa e a cidade brasileira do Rio de Janeiro. “Pode haver novidades em abril, que é quando são divulgadas as novas rotas. Vamos ver, mas a ocupação do voo de São Paulo é bem alta e a rentabilidade é a melhor da Europa, isso pode levar a que, em breve, se coloque outro avião em Lisboa para operar para o Rio de Janeiro”, admitiu a responsável esta terça-feira, 4 de fevereiro, durante uma conferência de imprensa, em Lisboa. De acordo com Cinthia Louza, “os números justificam” a abertura de uma nova rota para Lisboa, que poderia até ser servida pelo B767, o avião que a companhia aérea utilizava na rota entre Lisboa e São Paulo e que foi substituído esta terça-feira por um A350 de nova geração e com maior capacidade. “Os números justificam, nem que seja com um avião menor, poderia até ficar o A350 na rota de São Paulo e o 767 na do Rio de Janeiro”, acrescentou a sales manager da LATAM Airlines para Portugal e Espanha, explicando que, além de turismo, o Rio de Janeiro tem também muito tráfego corporativo, motivos que justificam a abertura dessa ligação. Além do Rio de Janeiro, Cinthia Louza diz que a abertura de outra ligação desde o Nordeste, a exemplo de Salvador, na Bahia, também é uma possibilidade, ainda que mais difícil, já que a ‘alimentação’ dos voos seria mais complicada apenas com Portugal, motivo pelo qual, explicou, será mais provável que a LATAM Airlines venha a abrir uma rota para Salvador desde Madrid. “Penso que o Rio de Janeiro é mais possível, o Nordeste será mais complicado porque mesmo que seja um Lisboa-Salvador, dependemos da ‘alimentação’ da concorrência, não pode ser um voo só de Portugal, precisamos de uma porta de entrada da Europa para o Nordeste. Por isso, provavelmente, se se abrir um voo do Nordeste, talvez seja à partida de Madrid, porque existem outras companhias aéreas que facilitam a ‘alimentação dos voos’”, explicou. Em Portugal, a LATAM Airlines poderá ter ainda interesse a abertura de ligações entre o Porto e São Paulo, uma vez que, referiu ainda Cinthia Louza, seria possível “apanhar o tráfego das empresas do Norte e até do Norte de Espanha”, e não está descartada a abertura de um segundo voo diário para Lisboa, ainda que, para isso, a companhia precise de ter uma maior disponibilidade de aviões, nomeadamente A350. “Para isso precisamos de outro A350 ou então acabamos misturando os aviões e temos uma inconsistência de produto que se critica na concorrência e que nós também tivemos em alguns momentos e isso não é bom para os passageiros de business, porque estes são passageiros fiéis”, acrescentou, revelando, no entanto, que a LATAM Airlines conta já com oito destes aparelhos e espera o nono para breve, devendo receber mais até 2021. https://www.publituris.pt/2020/02/04/latam-airlines-admite-interesse-em-abrir-rota-lisboa-rio-de-janeiro/
  5. 12/02/2020 Por Rodrigo Vieira A Latam Airlines aumentará sazonalmente o número de voos diretos que faz entre São Paulo e Barcelona. Hoje com um voo diário, o serviço terá nove voos semanais entre 4 e 29 de julho. Quartas e sábados serão os dias com o acréscimo. A aeronave utilizada é um Boeing 767-300ER para 221 passageiros. A Latam é a única companhia que presta o serviço direto entre São Paulo e a capital da Catalunha. https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2020/02/latam-aumenta-volume-de-voos-para-barcelona-em-julho_171090.html
  6. 04-02-2020 A LATAM passou a operar os voos Lisboa – São Paulo com um A350, que tem mais 44% de lugares que a aeronave anterior, uma aposta que decorre do sucesso da rota, a mais rentável da companhia na Europa, afirmou hoje Cinthia Louza, sales manager para Portugal e Espanha. O primeiro voo da LATAM para Lisboa com um A350 chegou esta manhã à capital portuguesa. O avião, com 309 lugares em económica e 30 em executiva, tem mais 101 lugares que o B767 que antes operava a ligação e tem o dobro da capacidade para carga. As taxas de ocupação acima de 85% desde o lançamento da rota motivaram a mudança de aeronave, afirmou Cinthia Louza num encontro com jornalistas hoje em Lisboa. Além de possibilitar o transporte de mais passageiros, a utilização do A350 também vai permitir à LATAM reduzir os custos de operação. “As emissões de gases com efeito de estufa, assim como os custos de operação, são até 25% inferiores em relação a outros aviões de porte semelhante”, segundo um comunicado. O Grupo LATAM, formado pela integração da brasileira TAM na chilena LAN, começou a voar entre Lisboa e São Paulo em Setembro de 2018, com cinco voos por semana, passando a voo diário em Setembro do ano passado. Em 2019, a companhia transportou 14.807 passageiros entre Lisboa e São Paulo, somando receitas de 7,5 milhões de euros, avançou Cinthia Louza, indicando que 30% dos clientes foram viajantes de negócios. O Brasil é a principal origem de passageiros dos voos da LATAM para Lisboa. 93% dos lugares são vendidos no Brasil e cerca de metade desses passageiros tem Portugal como destino final, enquanto os restantes vão para diversos destinos europeus. Da Europa, que representa 7% da ocupação dos voos, 48% dos passageiros tem São Paulo como destino final, 42% vai para o resto do Brasil e os restantes 9% vão para outros destinos na América do Sul, acrescentou a sales manager da companhia. Com a mudança de avião, a LATAM tornou-se a primeira companhia a operar voos para Portugal durante todo o ano com um A350, embora tenha previsto durante cerca de duas semanas no Verão alternar a operação entre A350 e B767, por uma questão de organização de slots em Lisboa, explicou Cinthia Louza. No início de todos os anos, a companhia analisa várias possibilidades de reforço de frequências ou abertura de novos destinos. Para Portugal, sem revelar nenhum plano em concreto, Cinthia Louza destacou possibilidades como um voo Porto – São Paulo, uma nova rota para o Nordeste ou um Lisboa – Rio de Janeiro, sendo esta última opção a mais provável, por incluir tráfego de lazer e negócios. Além de Lisboa, as outras rotas da LATAM na Europa são Madrid, Barcelona, Paris, Londres, Frankfurt e Milão. A companhia tem actualmente 8 aviões A350 na sua frota, tendo previsto chegar aos 12 em 2021. A LATAM vai deixar a aliança oneworld no dia 1 de Maio e, segundo Cinthia Louza, não tem previsto entrar em qualquer outra aliança. A estratégia passa por fazer acordos bilaterais com várias companhias (ver também: LATAM deixa oneworld no dia 1 de Maio). http://www.presstur.com/empresas---negocios/aviacao/latam-ja-voa-com-a350-para-lisboa-a-sua-rota-mais-rentavel-na-europa/ Se essa é a melhor rota pra Europa, imagina as outras. E esses números..... 2019 JJ GRU-LIS 58.600 pagos LIS-GRU 55.101 total 113.701 LF médio 84,7% 7% de 113.701 = 7.959 Se 7.5 milhões foi o faturamento em Portugal / 14.807 = 506.52 euros foi a média, (por perna?)
  7. Ligação da Latam terá escala mensal no país vizinho, que teme endosso à soberania britânica das ilhas 18.nov.2019 às 2h00 SÃO PAULO Igor Gielow O governo argentino pediu que nenhuma autoridade federal brasileira comentasse ou prestigiasse o lançamento de novo voo ligando São Paulo às ilhas Falklands, conhecidas no país vizinho como Malvinas. O motivo é o temor de uma crise política decorrente do estabelecimento da rota, que terá duas escalas mensais, uma de ida e outra volta, na cidade argentina de Córdoba. Ele será feito pela chileno-brasileira Latam e começa a operar na próxima quarta (20) com um Boeing 767-300ER. O pedido, informal, chegou por meio de canais diplomáticos e foi aceito pelo Itamaraty. A preocupação de Buenos Aires é que a eventual presença de políticos em eventos relacionados à inauguração do serviço passasse a impressão de que o Brasil endossa a soberania do Reino Unido sobre as ilhas. O Brasil reconhece o pleito argentino sobre o arquipélago e chama as ilhas de Malvinas. As Falklands foram objeto de uma guerra entre argentinos e britânicos, em 1982. Em decadência política, a ditadura argentina liderada pelo general Leopoldo Galtieri invadiu o arquipélago. A então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher decidiu enviar uma força naval para retomar o território, o que conseguiu 74 dias depois da invasão. Como resultado, morreram 649 argentinos, 255 britânicos e três ilhéus. A ditadura argentina entrou em colapso a seguir. Pessoas que acompanharam o caso na diplomacia brasileira dizem que não havia nenhuma perspectiva de tal endosso de políticos ao lançamento ou ao voo em si, o que mostra o quão sensível ainda é a questão das Falklands no vizinho, em especial neste momento —o governo de Mauricio Macri foi derrotado nas urnas pelo peronista Alberto Fernández em outubro. Ao responder ao cumprimento britânico pela vitória, o futuro presidente iniciou seu texto dizendo que não renunciaria ao desejo de governar as ilhas. A questão é que a rota, na prática, é uma ligação disfarçada entre a Argentina e as ilhas. Não é algo inédito: a Latam opera desde 1999 um voo semelhante, que sai de Punta Arenas (Chile) e faz a mesma escala dupla mensal na argentina Río Gallegos. À época, houve uma chuva de críticas sobre o que seria um reconhecimento indireto de que as ilhas são britânicas. As Falklands foram incorporadas ao Império Britânico em 1833, e são hoje um território ultramarino de Londres. E o são por opção de 99,8% de seus cerca de 3.400 habitantes, segundo plebiscito realizado sobre o tema em 2013. A reivindicação argentina vem do fato de que, antes de 1833, o país foi um dos que disputou a colonização das ilhas —o primeiro assentamento local foi francês, em 1764. A inauguração da rota paulistana foi duramente criticada, especialmente por políticos peronistas como Rosana Bertone, a governadora da Província da Terra do Fogo. O voo inaugurado em 1999 e o novo foram estabelecidos em governos de oposição ao peronismo —Carlos Menem antes e Macri agora—, mas os governos peronistas dominados pela família Kirchner entre eles nada fizeram para suspendê-los. Desde 2016, já sob Macri, a Argentina e o Reino Unido vinham tomando medidas de confiança mútua sobre as ilhas. No fim de outubro deste ano, Londres devolveu a pequena estátua de Nossa Senhora de Luján, tomada dos soldados invasores argentinos que levaram a imagem da padroeira de seu país para as ilhas em 1982. O papa Francisco, que é argentino e próximo do peronismo, abençoou o objeto no Vaticano. Além da questão histórica, há interesses econômicos. A prospecção de petróleo no entorno das Falklands está travada devido ao fato de a Argentina reivindicar também as águas territoriais da região. Hoje, as ilhas são autossuficientes. Têm um Produto Interno Bruto anual equivalente a R$ 540 milhões, oriundos da pesca, da lã de suas 500 mil ovelhas e do turismo, mas o petróleo é o que chama atenção: as reservas sob o mar estão estimadas em 1 bilhão de barris —hoje o Brasil todo tem 12 vezes isso. O voo da Latam sairá duas vezes por mês de São Paulo, uma delas com escala em Córdoba, rumo ao aeródromo de Mount Pleasant. O lugar abriga os mais avançados caças do Hemisfério Sul, usualmente operando quatro modelos Eurofighter Typhoon. https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/argentina-pede-discricao-ao-brasil-sobre-voo-sp-malvinas.shtml
  8. Comunicado da LATAM A LATAM Airlines Brasil informa que está suspensa a operação da rota Vitória-Fortaleza a partir de 1º de outubro de 2019. Os passageiros afetados pelas suspensões já estão sendo informados para que possam reprogramar os seus itinerários. A LATAM reforça que segue atenta às necessidades dos clientes para iniciar, ampliar ou adequar as suas operações, e os voos são constantemente avaliados conforme a demanda de cada região. Vitória e região continuam contando com acesso direto à capital cearense por meio de conexões em São Paulo/Guarulhos e Brasília. Matéria completa http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/folha-viagem/2019/07/19/exclusivo-vitoria-perdera-voo-direto-para-fortaleza-da-latam-a-partir-de-outubr/
  9. SÃO PAULO Joana Cunha O presidente da Latam, Jerome Cadier, disse que está preocupado com a reputação do setor aéreo no Brasil. A crise de imagem emergiu na esteira da recuperação judicial da Avianca, que virou alvo de disputa entre as três maiores empresas aéreas brasileiras, interessadas em adquirir o que sobrou da empresa, aeronaves e funcionários, mas principalmente os slots (autorizações para pousos e decolagens) em Congonhas, para voar o rentável trecho RioSP. Em entrevista à Folha na semana passada, o presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que Latam e Gol se uniram para acabar com a Avianca e impedir a entrada da Azul na ponte aérea. São declarações que Rodgerson não pode provar, segundo Cadier, e maculam a imagem de um setor que deve sempre inspirar segurança. "Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras", diz Cadier. O que o sr. achou das mais recentes declarações do presidente da Azul, de que a Latam e a Gol se uniram para provocar o fim da Avianca? Uma inversão da realidade. O que de fato aconteceu: em dezembro se decreta a recuperação judicial da Avianca e em março a Azul faz uma proposta de um leilão em que só ela, e nenhuma outra companhia, poderia participar. Semanas depois, a Elliott, principal credor da Avianca, negocia com a Latam e com a Gol uma outra forma de leilão, do qual a Azul também poderia participar. Mas ela não seria a única, teria de concorrer com Gol e Latam. Essa proposta alternativa é apresentada pela Avianca, aprovada pela assembleia de credores. Mas a Azul fez tudo o possível para barrar essa solução. Ela faz outra proposta, de novo uma proposta em que só ela pode participar e os outros não podem concorrer, surpreendentemente elevando preço. Para mim, a Azul quer levar a Avianca sem pagar. Como levar sem pagar? Esse discurso de que a Azul não consegue participar da ponte aérea porque duas empresas [Latam e Gol] não deixam é uma cortina de fumaça. É óbvio que todo o mundo quer mais concorrência. Eu entendo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] e o consumidor queiram mais concorrência em tudo, não só na ponte aérea. O que o John [Rodgerson] esconde é: ele já tem 13 slots em Congonhas. A Avianca tem 21 slots em Congonhas. Desses, ela usava 13 para operar na ponte aérea. Mas ele afirma que precisa desses 13 slots lá para fazer voos para os hubs da Azul, não? Então a discussão não é de ponte aérea. A discussão é de conexão com os hubs. Por que ele está alegando que quer entrar na ponte aérea? Isso ele já pode fazer hoje. Mas ele não pode querer ter as duas coisas: conectar com os hubs e também competir na ponte aérea? O objetivo dele é levar os slots pagando o mínimo possível. Sem concorrência. [se a Avianca acabar], existe uma regra de distribuição de slots [igualmente para todas as empresas]. Mas ele quer que a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] ou o Cade mude as regras de distribuição. Porque ele não quer participar do leilão, que é caro. Mas a Anac tem dito que precisa respeitar as regras atuais de distribuição de slots. Não tem de cumprir a lei? Ele quer que mude a lei. Ele está tentando montar essa cortina de fumaça, dar argumento de que a concorrência não deixa ele operar na ponte aérea. Ele já pode. Mas, se ele coloca os 13 slots dele na ponte aérea, ele fica sem a conexão dos hubs? O maior hub dele é Viracopos, em Campinas. Ele quer a ponte aérea, mas ele prefere usar os slots de Congonhas para conectar voos de Confins ou de Porto Alegre etc. Mas, se o passageiro vem de Porto Alegre para Congonhas, você acha que depois ele viaja para a ponte aérea? Não precisa. Ele pode usar Viracopos. O passageiro pode fazer Porto Alegre a Viracopos e depois Viracopos para o Rio. Isso é a cortina de fumaça? Que ele defenda os interesses da Azul. Mas sem acusar e mentir. Sem acusar as outras companhias como se tivesse duopólio ou alguma combinação, como se a gente tivesse feito a proposta da Elliott. Ele inverte o argumento. Ele fala que foram a Latam e a Gol que fizeram uma proposta na assembleia de credores. A Elliott liga para a Latam e fala que quer que a gente participe do leilão nessa condição em que eu divido. "Vocês estariam interessados?" Imagina que eu vou falar: "Não, obrigado, vou deixar a Azul porque ela está preocupada com os empregos". É óbvio que eu, defendendo os interesses da Latam, vou querer os slots. Quero conectar mais cidades e ter mais voos. Vocês também vão contratar funcionários da Avianca? A gente já contratou. Mais do que ele está falando que contratou e vai contratar. Nós já contratamos 320 tripulantes da Avianca. Já estão voando. Já temos dois aviões liberados pelo juiz em abril. Ele [Azul] parou de transportar passageiro [da Avianca] no evento do leilão. Ele está preocupado com o setor, mas para de transportar passageiros da Avianca? E somos nós que estamos forçando para a Avianca quebrar? Até agora transportamos 30 mil passageiros. De graça. Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras. Para o setor aéreo, que precisa estar ligado à ideia de segurança, uma crise de credibilidade pesa mais? Ele pode defender os interesses da Azul. Mas que não minta nem faça acusações que não pode defender. Essas acusações que ele está fazendo não se sustentam. Vai ter de provar. Onde a gente tem uma ação que force a quebra da Avianca? É um momento em que o setor passa por uma crise brutal, com prejuízo acumulado das quatro companhias juntas no ano passado de R$ 1,9 bilhão, com uma das companhias falindo. Eu confio em que os órgãos reguladores Anac e Cade entendam o que tem por trás do posicionamento da Azul. Não tem evidência nenhuma. É um momento muito frustrante pelo comportamento. A Azul lidera em voos regionais, para aeroportos menores, sem a concorrência de vocês. E eles dizem que vocês são bem-vindos para ir competir nessas rotas. Por que não vão? A demanda lá é limitada? A Latam tem a restrição do tamanho dos aviões. Tem aeroportos em que eu não consigo pousar [com aeronaves muito grandes que compõem a frota da Latam]. A não ser que eu tenha aviões menores. Por que eles estão sozinhos nessas rotas hoje? Porque ele comprou a concorrente deles [em 2012]. A Trip foi comprada por eles, que se dizem próconcorrência, mas compraram o competidor. Hoje eu não entro [nas rotas regionais] ou porque eu não tenho um avião que cabe ou porque não tem demanda. Aí passa de uma situação em que alguém está ganhando e tendo operação sustentável para duas empresas terem uma operação não sustentável. Por isso ele tem o monopólio virtual hoje em muitas das rotas que ele opera. Em 70% das rotas que ele opera, ele está sozinho. Vocês também discordavam no tema da abertura do setor ao capital estrangeiro? Ele é contra. Por quê? Porque não quer concorrência. Se ele tem essa posição de que quer concorrência, por que é contra capital estrangeiro? E ele era tão contra que conseguiu influenciar para que a regra virasse: "Pode aprovar o capital estrangeiro, mas tem de voar 5% das rotas regionais". [Em abril, comissão mista do Congresso incluiu mudanças na medida provisória de abertura do mercado ao capital estrangeiro]. A quem interessa isso? Isso torna mais difícil a entrada de qualquer companhia de fora. Eles saíram da Abear, associação do setor. Como avaliaram isso? A Abear nunca tratou de temas comerciais. Isso, sim, seria cartel. Slot de Congonhas é um tema que nunca foi tratado. Ele está brigando por causa do leilão da Avianca, que é um tema comercial, e sai da Abear . Ela trata de questões relacionadas à segurança de voo, se pode ou não operar com brigada de incêndio, roteiro de navegação. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/acusacoes-da-azul-sao-mentiras-que-levam-setor-aereo-ao-descredito-diz-presidente-da-latam.shtml
  10. La CEO de Latam confirmó que si no se resuelve el conflicto podría dejar de volar a Miami 6 de julio de 2019 • 16:20 El conflicto aeronáutico que ayer terminó con miles de pasajeros varados y malhumorados tiene su epicentro en una estrategia de Latam Argentina. "Trabajamos desde el mes de enero en este proyecto que se llama Interchange. Si no sale, lamentablemente nos vamos a ver obligados a dejar de volar a Miami. Si eso sucede, se perderá la mano de obra argentina", dice Rosario Altgelt, CEO de la filial local de Latam, que, telefónicamente, habló con LA NACION. Ads by El mercado está movido. Ninguna empresa las tiene consigo en la Argentina. A las cuestiones gremiales, la baja del consumo y la devaluación, se le sumó Interchange. -¿Cómo lo definiría? -Tiene que ver con poder intercambiar matrículas de aviones Boeing 767, que son los que operamos a Miami, con otros países donde Latam opera. -¿Por qué ahora? -La urgencia tiene que ver con que Estados Unidos ha cambiado ciertas reglas para los aviones que entran al país. Y estos aviones que nosotros tenemos no cumplen con esas reglas, por requisitos de navegación. -¿Qué requisitos? -Principalmente comunicación y navegación. La mejor manera que tenemos de poder seguir operando a Miami es hacer una inversión importante en aviones 767, mucho más nuevos de los que hoy vuelan, y que sean regionales. -¿Qué tan nuevos son? -Los actuales tienen alrededor de 22 años; los nuevos, entre 10 y 12 años de antigüedad. Tienen cabinas muy renovadas porque hay un proyecto de inversión en cabinas. Para nosotros es muy importante y lo que requerimos es que podamos matricular en la Argentina aviones de matrícula chilena, para ser operados por Latam Argentina, bajo el certificado de explotador de Latam Argentina, con tripulantes argentinos, mecánicos argentinos y despachantes argentinas. Lo único que cambia es la matrícula del avión. -Ustedes explican que ya no se puede tener un avión parado todo el día en Miami. Ahora bien, American, por caso, lo puede hacer. Manda un avión de Miami a Buenos Aires y lo deja todo el día acá. -Lo que pasa es que American manda un avión a Ezeiza que está asociado a un pool de aeronaves que la empresa tiene en Estados Unidos. Es un avión más de muchos. Nosotros, en la Argentina, tenemos solo dos aviones que lo único que hacen es ir y venir de Miami. -¿Ese esquema ya no se sostiene más? -No, es necesario conectarlo a una red que lo vuelva mucho más flexible. Por ejemplo, ante una contingencia en el avión de Miami, American puede mandar otro. Cuando lográs hacer este intercambio de matrícula, en promedio, los aviones llegan a volar 16 horas en vez de 9. Es una enorme diferencia de rentabilidad. -¿Qué expectativa tienen? -Hemos hecho un trabajo enorme con las autoridades, con todos los gremios y con nuestros empleados. -¿Y cómo fue la recepción? -Nuestros empleados quieren el proyecto. Hacemos reuniones en todos los niveles y la gente pregunta '¿cuándo sale Interchange?'. Y lo hacen porque saben que la ruta a Miami corre riesgo. -¿Se podría cancelar? -Sí. Nuestra gente la defiende porque está defendiendo su trabajo. -Los pilotos de Latam le pidieron a sus colegas del gremio que les autoricen esta modalidad, además de reclamar cierta independencia... -Un grupo de pilotos fue el que hizo escuchar su voz. Lo que le están pidiendo al gremio, simplemente, es que los escuchen. Le repito, para nosotros este proyecto es vital. -¿Qué pasaría si no sale? -A partir del primero de enero, nuestros aviones matriculados en la Argentina no podrán entrar a Estados Unidos. Por lo tanto, nos veríamos obligados a tomar la terrible decisión de cancelar la ruta. Y si esa ruta la deja de volar un equipo argentino, el trabajo se pierde, porque no hay un operador en el país que tenga aviones para reemplazarlos. Esa frecuencia se la llevaría una empresa americana. -¿Es posible que se forme un gremio de empresa como pasó en Flybondi y en Norwegian? -Nosotros creemos en Interchange. Yo no promuevo una fractura gremial de ese tipo. A mí me parece que los pilotos le están pidiendo al gremio que los escuchen. -Si se autoriza, ¿podrían sumarse otros destinos? -La industria aeronáutica de la Argentina tiene enormes posibilidades por delante y cuando se la mira hacia el futuro, sólo se ve crecimiento. Lo que tenemos que ver en esta industria es si a esa expansión la va a tomar una empresa argentina, con empleos argentinos, o alguna empresa europea o americana. -¿Y qué se necesita? -Para canalizar la demanda hay que sentarse con los gremios, las empresas públicas y las privadas, y hablar sobre cómo lo haríamos. Hay que dar pequeños pasos. -¿Qué le diría a Pablo Biró si se lo encuentra ahora en un café? -Tengo relación con él y la verdad es que me he juntado un montón de veces a hablar. Y de hecho he hablado de este proyecto; es natural dialogar con Pablo. Estos días estamos hablando menos porque, obviamente, se notan la resistencia y las diferencias que tenemos. Pero tengo relación con todos los gremios aeronáuticos. Nosotros sabemos que nuestros empleados están agremiados y eligen a sus representantes. Tenemos que seguir trabajando. -¿Es optimista? -Sí. Porque sólo falta que los organismos de control aéreo de la Argentina y de Chile firmen el acuerdo para la revisión conjunta de los aviones. Lo demás está autorizado por el Código Aeronáutico. Por: Diego Cabot https://www.lanacion.com.ar/economia/la-ceo-latam-confirmo-si-no-se-nid2265332
  11. https://www.aeroin.net/latam-ira-tornar-diario-seu-voo-para-lisboa/ A LATAM Airlines Brasil informou que, a partir de 27 de outubro, passa operar o seu voo São Paulo-Lisboa diariamente. Até a data, a companhia opera a rota cinco vezes por semana. Esta é uma rota que se mostrou promissora desde o início, exatamente como imaginávamos, e queremos ainda mais oportunidades para crescer neste mercado, diz Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil. O voo para Portugal é nosso oitavo destino entre Brasil e Europa e buscamos aumentar a frequência de empresas nacionais para Lisboa, oferecendo cada vez mais possibilidades para o brasileiros que querem visitar a capital portuguesa, completa. O voo LA8146 está programado para decolar do aeroporto de São Paulo/Guarulhos às 17h35* às quartas e sábados e pousar em Lisboa às 6h35* dos dias seguintes, em uma viagem com 10 horas de duração. O voo de volta, LA8147, está programado para decolar de Lisboa às 8h35* às quintas e domingos e pousar em São Paulo/Guarulhos às 16h15* dos mesmos dias, em uma viagem com 10 horas e 40 minutos de duração. A rota é operada por um Boeing 767, que acomoda 191 clientes em classe Econômica e 30 em Premium Business. Lisboa é a capital portuguesa e a maior cidade de Portugal, localizada no estuário do rio Tejo, na costa atlântica europeia. É a capital mais ocidental da Europa, conhecida por suas riquezas históricas e culturais, atraindo turistas de todo o mundo para a sua região e arredores.
  12. Por Anderson Masetto 27/05/2019 Em contrapartida ao acordo de redução do ICMS sobre o combustível de aviação, firmado com o Governo do Estado de Ceará inicialmente em maio de 2018, a Latam anuncia mais cinco voos diários para Fortaleza. Eles serão operados a partir de agosto de 2019, com foco no mercado doméstico brasileiro e na ampliação do volume de chegadas e partidas no Aeroporto Pinto Martins. O incremento ampliará de 20 para 25 frequências diárias a operação regular da companhia no estado. “Os cinco novos voos diários celebram o segundo ano deste acordo que tem permitido o crescimento sustentável das nossas operações no Ceará. Sempre é bom lembrar que o combustível de aviação no Brasil é um dos mais caros do mundo. Medidas competitivas como a redução do ICMS são exemplos a serem seguidos por todos os interessados no desenvolvimento do transporte aéreo nacional”, afirmou Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil. A companhia não está incluindo novas rotas, mas ampliando a oferta em Brasília, Teresina, Belém, Salvador e São Luís Aumento de 18 para 26 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Brasília, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Teresina, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Belém, em aeronaves Airbus A321; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Salvador, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 11 para 15 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-São Luís, em aeronaves Airbus A320. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/com-cinco-novos-voos-latam-amplia-oferta-no-ceara/
  13. POR THAYANA ALVARENGA 8 · MAR · 2019 A Latam Airlines informou que a partir de 1 de julho vai suspender suas operações entre São Paulo e Rosário, na Argentina. De acordo com a companhia, a decisão está vinculada ao contexto econômico atual, o impacto da desvalorização do peso argentino e a demanda de passageiros nesta rota. O trecho era operado desde janeiro de 2014 e facilitava aos brasileiros visitarem a cidade, que fica na província de Santa Fé e é a terceira maior da Argentina. Os clientes que foram impactados com a mudança poderão realizar alterações de data ou solicitar o reembolso do valor pago. A decisão da companhia se soma às baixa da Azul Linhas Aéreas, que suspendeu a rota de Porto Alegre a Rosário. http://www.melhoresdestinos.com.br/latam-suspensao-rota-sao-paulo-rosario.html
  14. Em cumprimento à decisão proferida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE"), no Ato de Concentração n. 08012.009497/2010-84, e à decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile ("TDLC"), na Resolução n. 37/2011 do TDLC (em conjunto, as "Resoluções") , LATAM Airlines Group S.A. ("LATAM") informa que permutará até 04 (quatro) slots de aterrisagem e até 04 (quatro) slots de decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro, localizado na Cidade de Guarulhos, Estado de Sao Paulo, Brasil ("GRU") (adiante referida "Permuta"), obedecidas ao menos as seguintes condições: Somente serão permutados slots em GRU com empresas (a) interessadas em utilizá-los em vôos diretos, sem escala ou conexão ("non-stop") na rota São Paulo – Santiago – São Paulo; e (b) com as quais LATAM não tenha qualquer vínculo societário ou de outra natureza que lhe permita exercício de influência relevante. As empresas interesadas na Permuta deverão solicitá-la por escrito à LATAM, indicando os horários de sua preferência. Os slots entregues por LATAM em virtude da Permuta poderão ter uma diferença máxima de 30 (trinta) minutos do horário indicado pelas empresas interessadas em suas respectivas solicitações. Os slots permutados somente poderão ser utilizados pela empresa que os adquirir para operar a rota São Paulo – Santiago – São Paulo em vôos non-stop. Eventual descumprimento deste requisito, ou de outros aspectos relativos à legislação aplicável, poderá importar na reversão da Permuta. A Permuta não poderá envolver qualquer tipo de remuneração ou compensação em favor de LATAM.
  15. Quando a gente acha que já viu de tudo... Menino foge de casa, burla esquema de segurança e embarca em avião em São José dos Pinhais João Carlos Frigério | Publicado em 17 de abril de 2019 | 16h01 Um menino de 12 anos viveu uma história digna de um filme de aventura. O menino morador do Boqueirão em Curitiba bolou um plano mirabolante que quase deu certo. Nesta segunda-feira (15) o menino que queria fugir de casa por estar levando bronca dos pais, havia tirado nota vermelha na escola. Com medo dos pais verem as notas ruins, o menino fez uma falsa assinatura dos pais no boletim e entregou na escola que estuda, como se os pais tivessem visto o boletim. O problema que quando ele entregou foi descoberto e acabou suspenso. Após conseguir sair da escola devido a suspensão, o menino foi até o Aeroporto Afonso Pena. Aproveitando a desatenção de funcionários do aeroporto, o menino conseguiu passar pelo esquema de segurança que dá acesso aos salões de embarque e se infiltrou em meio a uma família com 3 crianças onde conseguiu embarcar em no vôo 3012 da Latam com destino a São Paulo sem que ninguém percebesse. Ele conseguiu chegar sem documentos e sem passagem em São Paulo no início da noite desta segunda-feira onde foi descoberto. Se você acha que o destino dele era esse está enganado. Escrito em sua mão estavam os destinos Espanha e Paris, porém a aventura ousada acabou na noite segunda-feira. A empresa aérea providenciou o retorno em segurança do menino. Nota oficial LATAM A LATAM Airlines Brasil informa que está apurando o ocorrido. A companhia ressalta que esteve em contato tanto com as autoridades quanto com os responsáveis do menor, e prestou assistência para o seu retorno imediato de Congonhas a Curitiba no mesmo dia (15 de abril). https://massanews.com/blogs/policial/plantao-190/menino-foge-de-casa-burla-esquema-de-seguranca-e-embarca-em-aviao-em-sao-jose-dos-pinhais-D8Pyk.html
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