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Air France tem prejuízo 66% maior no 1º tri, de 630 milhões de euros


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03/05/2013 08h53 - UOL Economia

 

A Air France-KLM enfrentou um prejuízo líquido 66,2% maior no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2012. O resultado ficou negativo em 630 milhões de euros nos três meses, e a piora foi influenciada pela base de comparação maior do ano passado.

 

A aérea registrou, entretanto, receita líquida de 5,72 bilhões de euros, ou seja, crescimento de 1,3% em 12 meses. De janeiro a março, viajaram 0,8% mais passageiros com a francesa, com uma taxa de ocupação 0,5 ponto percentual maior, em 82,1%. O transporte de carga, porém, continuou enfraquecido, com tráfego 6,9% menor.

 

Mas, ao contrário de outras do setor, a Air France conseguir enxugar a estrutura de custos. Os gastos com querosene de aviação caíram 0,8%, para 1,67 bilhão de euros, enquanto as tarifas em aeroportos ficaram 1,8% menores, em 426 milhões de euros. Entre as despesas que tiveram alta, aparece o leasing, 3,6% mais caro, em 233 milhões de euros.

 

O resultado operacional terminou negativo em 530 milhões de euros, mas foi melhor do que os 611 milhões de euros de prejuízo antes de juros e impostos apresentados no primeiro trimestre de 2012.

 

Mas a base de comparação com 2012 ficou bem forte por conta da venda de subsidiárias, que garantiu 98 milhões de euros, e também de equipamentos, que geraram 3 milhões de euros. Além disso, uma marcação a mercado do valor justo de certos ativos garantiu ganhos de 220 milhões de euros de janeiro a março do ano passado. Em igual período de 2013, essa cifra ficou em apenas 43 milhões de euros.

 

Com isso, o prejuízo antes da tributação já era maior em 87,3%, chegado a 603 milhões de euros. Créditos fiscais em 28 milhões de euros no período ? contra provisões para o pagamento de tributos em 19 milhões de euros um ano antes ? salvaram o balanço de uma piora ainda maior.

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Por isso que a Tam cortou os 2 voos no GIG. Se pra AF as coisas não estão faceis, imagina pra Latam

 

 

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Parece que so Ryanair e Lh ainda estão no azul,todas as demais com prejuízos,imaginem a nossa pequenina,Latam

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Parece que so Ryanair e Lh ainda estão no azul,todas as demais com prejuízos,imaginem a nossa pequenina,Latam

A Lufthansa reportou ontem um prejuízo operacional de 359 milhões de euros no 1Q2013.

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Tens razão, A345:

 

Lufthansa Has First-Quarter Loss on Reorganization Costs

 

By Richard Weiss - May 2, 2013 6:03 AM GMT-0300

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Deutsche Lufthansa AG (LHA), Europe’s second-largest airline, said it’s confident of reaching its full-year earnings targets as a savings plan starts to take hold and after the carrier averted more strikes with a pay accord.

The company predicted higher operating profit and sales for this year, after reporting a first-quarter loss of 359 million euros, unchanged from a year earlier. Lufthansa rose as much as 5.8 percent, the most in six months, after the carrier reached the agreement with workers yesterday on pay. Markets were closed in Germany on May 1 because of a public holiday.

Enlarge image

A Deutsche Lufthansa AG company logo stands on display at Frankfurt airport in Frankfurt. Photographer: Ralph Orlowski/Bloomberg

“The agreement with the unions is a positive surprise as we feared a longer lasting dispute,” said Jochen Rothenbacher, an analyst at Equinet in Frankfurt. “The conditions should be acceptable for Lufthansa, as the annualized pay rise is in the region of CPI growth.” He raised his recommendation to “hold” from “reduce” today.

Chief Executive Officer Christoph Franz is seeking to wring more savings from the company with a plan that includes eliminating 3,500 jobs and transferring all continental traffic outside its main hubs to its Germanwings low-cost brand. The airline plans to lower costs and increase sales to lift operating profit to a record 2.3 billion euros by 2015,

Lufthansa’s passenger airline reduced its first-quarter operating loss by 15 percent to 363 million euros, while the cargo, maintenance, and catering units posted higher profit, the company said in a statement today.

Union Agreement

The company settled with unions yesterday on pay improvements of ground staff and employees at other departments, avoiding more strikes that have hobbled the airline in past weeks.

“We took another step towards our target of sustainable earnings improvements in the first quarter,” Chief Financial Officer Simone Menne said in a statement today.“Nearly all the group companies improved their result.”

The airline rose as much as 88 cents to 15.95 euros in Frankfurt, the most since the end of October. Lufthansa has advanced 13 percent this year, valuing the company at about 7.2 billion euros.

The Cologne-based company expects to spend 7 billion euros on fuel this year, 200 million less than previously predicted. Spot prices for European jet fuel have declined 13 percent this year. The company’s share of premium revenue on long-haul flights dropped 3.3 percentage points to 51.6 percent in the quarter.

Fuel Cost

“The reduced guidance for fuel costs is a positive, as is the agreement with Ver.di union yesterday,” said Ruxandra Haradau-Doeser, an analyst at Kepler Capital Markets in Frankfurt. “The market will feel comfortable with 2013 earnings expectations, while we will have to carefully watch to what extend long-haul yields continue to be diluted from the larger proportion of economy class seats.”

Lufthansa had costs of 64 million euros tied to the efficiency program in the quarter, and expects the full-year number to be at about the same level of last year, which stood at 160 million euros.

Analysts expect Lufthansa’s full-year operating profit to almost double this year from the 524 million euros earned in 2012, data collected by Bloomberg show. For the first quarter, the analysts had predicted a loss of 323 million euros.

The carrier said it will add less capacity on long-haul flights than previously planned, while its offerings on short- haul services will be reduced less than planned. In total, capacity will rise 1 percent this year, unchanged from a March 14 forecast.

Lufthansa adjusted last year’s earnings to account for the way it books employee benefits. Sales in the first quarter were little changed at 6.63 billion euros, in line with estimates.

Lufthansa is still negotiating a wage accord with pilots, whose union Vereinigung Cockpit, representing some 5,500 cockpit staff, said it demands an improved offer by May 13.

Air France-KLM (AF), the largest carrier in the region, will report first-quarter earnings tomorrow, with British Airway’s parent IAG SA (IAG) following May 10.

To contact the reporter on this story: Richard Weiss in Frankfurt at rweiss5@bloomberg.net

To contact the editor responsible for this story: Benedikt Kammel at bkammel@bloomberg.net

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Lufthansa “Conhecemos bem Efromovich. É de confiança”

 

Göttz Ahmelmann, Lufthansa

D.R.

13/04/2013 | 00:00 | Dinheiro Vivo

2012 foi um ano complicado para a Lufthansa. Mesmo com lucros, os resultados operacionais caíram 36,1%, pressionados pela subida dos preços do combustível e por problemas de rentabilidade em operações como a Lufthansa Italia, que acabaria por fechar. Antes de o ano fechar, todos os projetos de expansão na Europa foram reavaliados ou fechados. E, pelo meio, caiu também o interesse na TAP, que chegou a estar na agenda.

“Queremos pôr a casa em ordem antes de voltarmos a olhar para estes dossiers. Não foi nada específico contra a TAP, mas uma orientação geral. Há um limite para o que uma companhia pode digerir.” Göttz Ahmelmann, hoje vice-presidente para as operações na Europa, esteve até 2013 diretamente envolvido nas parcerias internacionais da companhia. Em Hong Kong, aonde a Lufthansa levou vários jornalistas para conhecer o novo Boeing 747-8, o tópico principal de conversa era o mercado asiático, mas Ahmelmann garante que a América Latina também é estratégica. E aqui entra Germán Efromovich. O brasileiro-colombiano falhou a privatização em dezembro - faltaram as garantias bancárias - mas o grupo Synergy já admitiu repetir a oferta em 2013.

Na conversa com o Dinheiro Vivo, Ahmelmann admite que a Avianca pode ser uma triangulação interessante para a TAP, via Star Alliance: “Claro que gostaríamos de ter um membro [a Avianca] a investir noutro membro da aliança.”

Nos últimos meses foi avançada a hipótese de o governo português poder abrir o capital a mais do que um parceiro ou dispersar parte do capital em bolsa, mas nem mesmo assim os alemães estão interessados. “Não faz parte da nossa estratégia assumir posições minoritárias”, diz Ahmelmann, que garante que já não acompanha de perto a privatização - “li pelos jornais que tinha sido interrompida”. Quando lhe pergunto sobre as dúvidas colocadas pelo governo português quanto à capacidade financeira da Synergy, já tem mais certezas. “A nossa parceria com a Avianca já tem dois anos e já me encontrei por várias vezes com Germán Efromovich Não temos nenhuma razão de queixa da Avianca. Temos uma relação de confiança. E ele é uma pessoa de confiança.”

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Esses gráficos explicam bastante coisa do por que as legacies européias patinam enquanto que as mais novas ganham dinheiro:

 

Dados interessantes do custo trabalhistas nas companhias aéreas européias.

 

Custo trabalhista em relação ao faturamento (%)

LP1.PNG

 

Custo trabalhista por empregado

LP2.PNG

 

Tonelada avaliada/km (ATK)

LP3.PNG

 

Custo trabalhista por ATK

LP4.PNG

 

Faturamento por empregado

LP5.PNG

 

Lucro operacional por empregado

LP6.PNG

 

Reparem que a SAS fica sempre na lanterninha dos piores indicadores, junto com Iberia e Air France-KLM.

E a melhor eficiência de custos não vem da Ryanair e sim da Wizz Air, enquanto entre as full services a Turkish é líder.

 

Fonte: http://centreforavia...rankings-104204

 

E mais infos em aqui. Lembrando que:

- As européias não dispõem de mecanismos como o Chapter Eleven dos EUA;

- Muitas são estatais e estão proibidas de receberem novos aportes do Estado;

- Perspectivas de crescimento são pequenas, e a tábua da salvação que era o mercado long-haul, vem sendo dominado pelo quarteto TK/EY/EK/QR.

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Cade os sábios do fórum que criticam a Latam e Gol como estudo de causa de como se perder dinheiro?

 

Será que posso me incluir no roll dos sábios :uhm: Vejamos os números oficiais do AF-KL Group:

 

http://www.airfrance..._Q1_2013_VA.pdf

 

Como demonstrou o colega A345, através dos gráficos, o principal problema das legacies é o custo trabalhista, são mais de 100 mil funcionários na AF-KL. Num total de despesas de 6.251 (milhões de euros),as despesas com pessoal foram de 1.892 (30,27%), enquanto que o combustível foi de 1,667 (26,67%).

 

LH, AF, KL, TP, etc.....são bastantes eficientes em obter ótimos LFs no long haul, mas não nos vôos domésticos/intra-europeus onde a concorrência com LCCs é acirrada.

 

Não querendo mudar de foco, mas tentando entender o aperto que as grandes estão passando, quem nunca viu os números da Ryanair (FR), vale a pena perder um tempinho:

 

http://www.ryanair.c...q3_2013_doc.pdf

 

Últimos dados do 3º Trim. que para nós seria o 4º Trim. (a contabilização na Inglaterra é de abril a março ano seguinte)

 

...................................................RYANAIR..................................GOL

..............................................Euros.......Reais............................Reais

Receita passageiros..............748,7......2.018,0........................1.873,7

Outras receitas......................220,1.........593,3...........................245,8

Total......................................968,8......2.611,3........................2.119,5

 

Despesas

Pessoal....................................99,8.........269,0....10,7%.............388,5......15,7%

Depreciação............................79,1.........213,2.....8,5%..............147,5........6,0%

Combustíveis.........................414,8......1.118,1....44,4%.............933,5......37,7%

Manutenção.............................28,6..........77,1.......3,0%.............167,0.......6,7%

Leasings..................................24,5...........66,0......2,6%.............166,4.......6,7%

Tarifas navegação.................104,8.........282,5.....11,2%............136,4.......5,5%

Tarifas aeroporto/handling.....137,1.........369,5....14,7%............139,9........5,6%

Marketing/outros......................45,5.........122,6.......4,9%............397,8......16,1%

Total.......................................934,2......2.518,0....100,0%........2.356,2....100,0%

 

Resultado operacional.............34,6..........93,3...........................(357,6)

 

Result. Financ. Líquido...........(15,3)......(41,2)...........................(128,0)

 

Impostos...................................(1,2).........(3,2)..............................38,4

 

Lucro/Prejuízo Líquido..............18,1........48,8............................(447,1)

 

 

Notas:

Em 31 dez 2012 a Ryanair tinha 305 B737-800 configurados para 189 pass e 8.500 funcionários.

Transportou nesse trimestre 17,3 milhões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$116,60 ou 43,28 euros. O Load factor da FR é de 84%. Interessante que devido ao aumento de 24% no preço dos combustíveis, as tarifas foram reajustadas em 8% e não caiu LF reduziu capacidade, pelo contrário.....

 

A Gol tinha 147 aviões e 17.700 funcionários.

Transportou no trimestre 9,3 mihões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$201,21 ou 74,65 euros.

 

E porque raios esse cara está comparando G3 com FR :th_banghead: Primeiro porque são duas LCCs, e se eu fosse comparar AF-KL com FR ficaria muito mais gritante a diferença na estrutura de custos....

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Será que posso me incluir no roll dos sábios :uhm: Vejamos os números oficiais do AF-KL Group:

 

http://www.airfrance..._Q1_2013_VA.pdf

 

Como demonstrou o colega A345, através dos gráficos, o principal problema das legacies é o custo trabalhista, são mais de 100 mil funcionários na AF-KL. Num total de despesas de 6.251 (milhões de euros),as despesas com pessoal foram de 1.892 (30,27%), enquanto que o combustível foi de 1,667 (26,67%).

 

LH, AF, KL, TP, etc.....são bastantes eficientes em obter ótimos LFs no long haul, mas não nos vôos domésticos/intra-europeus onde a concorrência com LCCs é acirrada.

 

Não querendo mudar de foco, mas tentando entender o aperto que as grandes estão passando, quem nunca viu os números da Ryanair (FR), vale a pena perder um tempinho:

 

http://www.ryanair.c...q3_2013_doc.pdf

 

Últimos dados do 3º Trim. que para nós seria o 4º Trim. (a contabilização na Inglaterra é de abril a março ano seguinte)

 

...................................................RYANAIR..................................GOL

..............................................Euros.......Reais............................Reais

Receita passageiros..............748,7......2.018,0........................1.873,7

Outras receitas......................220,1.........593,3...........................245,8

Total......................................968,8......2.611,3........................2.119,5

 

Despesas

Pessoal....................................99,8.........269,0....10,7%.............388,5......15,7%

Depreciação............................79,1.........213,2.....8,5%..............147,5........6,0%

Combustíveis.........................414,8......1.118,1....44,4%.............933,5......37,7%

Manutenção.............................28,6..........77,1.......3,0%.............167,0.......6,7%

Leasings..................................24,5...........66,0......2,6%.............166,4.......6,7%

Tarifas navegação.................104,8.........282,5.....11,2%............136,4.......5,5%

Tarifas aeroporto/handling.....137,1.........369,5....14,7%............139,9........5,6%

Marketing/outros......................45,5.........122,6.......4,9%............397,8......16,1%

Total.......................................934,2......2.518,0....100,0%........2.356,2....100,0%

 

Resultado operacional.............34,6..........93,3...........................(357,6)

 

Result. Financ. Líquido...........(15,3)......(41,2)...........................(128,0)

 

Impostos...................................(1,2).........(3,2)..............................38,4

 

Lucro/Prejuízo Líquido..............18,1........48,8............................(447,1)

 

 

Notas:

Em 31 dez 2012 a Ryanair tinha 305 B737-800 configurados para 189 pass e 8.500 funcionários.

Transportou nesse trimestre 17,3 milhões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$116,60 ou 43,28 euros. O Load factor da FR é de 84%. Interessante que devido ao aumento de 24% no preço dos combustíveis, as tarifas foram reajustadas em 8% e não caiu LF reduziu capacidade, pelo contrário.....

 

A Gol tinha 147 aviões e 17.700 funcionários.

Transportou no trimestre 9,3 mihões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$201,21 ou 74,65 euros.

 

E porque raios esse cara está comparando G3 com FR :th_banghead: Primeiro porque são duas LCCs, e se eu fosse comparar AF-KL com FR ficaria muito mais gritante a diferença na estrutura de custos....

 

 

Sapiência em pessoa Parabéns!

Deveria trabalhar no setor financeiro das empresas! Afinal, tudo muito fácil!

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Será que posso me incluir no roll dos sábios :uhm:/> Vejamos os números oficiais do AF-KL Group:

 

http://www.airfrance..._Q1_2013_VA.pdf

 

Como demonstrou o colega A345, através dos gráficos, o principal problema das legacies é o custo trabalhista, são mais de 100 mil funcionários na AF-KL. Num total de despesas de 6.251 (milhões de euros),as despesas com pessoal foram de 1.892 (30,27%), enquanto que o combustível foi de 1,667 (26,67%).

 

LH, AF, KL, TP, etc.....são bastantes eficientes em obter ótimos LFs no long haul, mas não nos vôos domésticos/intra-europeus onde a concorrência com LCCs é acirrada.

 

Não querendo mudar de foco, mas tentando entender o aperto que as grandes estão passando, quem nunca viu os números da Ryanair (FR), vale a pena perder um tempinho:

 

http://www.ryanair.c...q3_2013_doc.pdf

 

Últimos dados do 3º Trim. que para nós seria o 4º Trim. (a contabilização na Inglaterra é de abril a março ano seguinte)

 

...................................................RYANAIR..................................GOL

..............................................Euros.......Reais............................Reais

Receita passageiros..............748,7......2.018,0........................1.873,7

Outras receitas......................220,1.........593,3...........................245,8

Total......................................968,8......2.611,3........................2.119,5

 

Despesas

Pessoal....................................99,8.........269,0....10,7%.............388,5......15,7%

Depreciação............................79,1.........213,2.....8,5%..............147,5........6,0%

Combustíveis.........................414,8......1.118,1....44,4%.............933,5......37,7%

Manutenção.............................28,6..........77,1.......3,0%.............167,0.......6,7%

Leasings..................................24,5...........66,0......2,6%.............166,4.......6,7%

Tarifas navegação.................104,8.........282,5.....11,2%............136,4.......5,5%

Tarifas aeroporto/handling.....137,1.........369,5....14,7%............139,9........5,6%

Marketing/outros......................45,5.........122,6.......4,9%............397,8......16,1%

Total.......................................934,2......2.518,0....100,0%........2.356,2....100,0%

 

Resultado operacional.............34,6..........93,3...........................(357,6)

 

Result. Financ. Líquido...........(15,3)......(41,2)...........................(128,0)

 

Impostos...................................(1,2).........(3,2)..............................38,4

 

Lucro/Prejuízo Líquido..............18,1........48,8............................(447,1)

 

 

Notas:

Em 31 dez 2012 a Ryanair tinha 305 B737-800 configurados para 189 pass e 8.500 funcionários.

Transportou nesse trimestre 17,3 milhões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$116,60 ou 43,28 euros. O Load factor da FR é de 84%. Interessante que devido ao aumento de 24% no preço dos combustíveis, as tarifas foram reajustadas em 8% e não caiu LF reduziu capacidade, pelo contrário.....

 

A Gol tinha 147 aviões e 17.700 funcionários.

Transportou no trimestre 9,3 mihões de passageiros, o que dá um tíquete médio de R$201,21 ou 74,65 euros.

 

E porque raios esse cara está comparando G3 com FR :th_banghead:/> Primeiro porque são duas LCCs, e se eu fosse comparar AF-KL com FR ficaria muito mais gritante a diferença na estrutura de custos....

como eu disse, gol e LATAM, não só a GOL, porque os sábios aqui tem solução para o problema das duas.

É tão simples, para que as empresas parem de dar prejuízo é só por Embraer e chamar alguns aqui (que não é seu caso).

Os caras da LH/AF/TAM/GOL não sabem 5% dos sábios daqui.

Com certeza a LAGUNA vai contratar todo o STAFF administrativo do CR.

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03/05/2013 08h53 - UOL Economia

 

A Air France-KLM enfrentou um prejuízo líquido 66,2% maior no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2012. O resultado ficou negativo em 630 milhões de euros nos três meses, e a piora foi influenciada pela base de comparação maior do ano passado.

 

A aérea registrou, entretanto, receita líquida de 5,72 bilhões de euros, ou seja, crescimento de 1,3% em 12 meses. De janeiro a março, viajaram 0,8% mais passageiros com a francesa, com uma taxa de ocupação 0,5 ponto percentual maior, em 82,1%. O transporte de carga, porém, continuou enfraquecido, com tráfego 6,9% menor.

 

Mas, ao contrário de outras do setor, a Air France conseguir enxugar a estrutura de custos. Os gastos com querosene de aviação caíram 0,8%, para 1,67 bilhão de euros, enquanto as tarifas em aeroportos ficaram 1,8% menores, em 426 milhões de euros. Entre as despesas que tiveram alta, aparece o leasing, 3,6% mais caro, em 233 milhões de euros.

 

O resultado operacional terminou negativo em 530 milhões de euros, mas foi melhor do que os 611 milhões de euros de prejuízo antes de juros e impostos apresentados no primeiro trimestre de 2012.

 

Mas a base de comparação com 2012 ficou bem forte por conta da venda de subsidiárias, que garantiu 98 milhões de euros, e também de equipamentos, que geraram 3 milhões de euros. Além disso, uma marcação a mercado do valor justo de certos ativos garantiu ganhos de 220 milhões de euros de janeiro a março do ano passado. Em igual período de 2013, essa cifra ficou em apenas 43 milhões de euros.

 

Com isso, o prejuízo antes da tributação já era maior em 87,3%, chegado a 603 milhões de euros. Créditos fiscais em 28 milhões de euros no período ? contra provisões para o pagamento de tributos em 19 milhões de euros um ano antes ? salvaram o balanço de uma piora ainda maior.

 

Esse texto está péssimo e muito contraditório. O título então nem se fala ... vejam:

 

" ... A Air France-KLM enfrentou um prejuízo líquido 66,2% maior no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2012. O resultado ficou negativo em 630 milhões de euros nos três meses, e a piora foi influenciada pela base de comparação maior do ano passado... "

 

Desde quando base de comparação pode influenciar resultados ??? :suicide_anim:

 

" ... A aérea registrou, entretanto, receita líquida de 5,72 bilhões de euros, ou seja, crescimento de 1,3% em 12 meses. De janeiro a março, viajaram 0,8% mais passageiros com a francesa, com uma taxa de ocupação 0,5 ponto percentual maior, em 82,1%. O transporte de carga, porém, continuou enfraquecido, com tráfego 6,9% menor.

 

Mas, ao contrário de outras do setor, a Air France conseguir enxugar a estrutura de custos. Os gastos com querosene de aviação caíram 0,8%, para 1,67 bilhão de euros, enquanto as tarifas em aeroportos ficaram 1,8% menores, em 426 milhões de euros. Entre as despesas que tiveram alta, aparece o leasing, 3,6% mais caro, em 233 milhões de euros.

 

O resultado operacional terminou negativo em 530 milhões de euros, mas foi melhor do que os 611 milhões de euros de prejuízo antes de juros e impostos apresentados no primeiro trimestre de 2012 ... "

 

Aqui é o que interessa .... a empresa melhorou a estrutura de custos apesar de ainda não ser suficiente para reverter o prejuízo operacional. A operação de pax melhorou porém a crise européia continuou penalizando a empresa pois não gerou demanda suficiente para rentabilizar a operação como um todo. O custo de leasing deve ter aumentado em função da renovação da frota, que é fundamental para a redução do custo com QAV.

 

" ... Mas a base de comparação com 2012 ficou bem forte por conta da venda de subsidiárias, que garantiu 98 milhões de euros, e também de equipamentos, que geraram 3 milhões de euros. Além disso, uma marcação a mercado do valor justo de certos ativos garantiu ganhos de 220 milhões de euros de janeiro a março do ano passado. Em igual período de 2013, essa cifra ficou em apenas 43 milhões de euros.

 

Com isso, o prejuízo antes da tributação já era maior em 87,3%, chegado a 603 milhões de euros. Créditos fiscais em 28 milhões de euros no período ? contra provisões para o pagamento de tributos em 19 milhões de euros um ano antes ? salvaram o balanço de uma piora ainda maior...."

 

O reporter não soube explicar de forma clara e correta o efeito de eventos não operacionais no resultado, principalmente o efeito dos eventos "não caixa", que possuem apenas efeitos contábeis e nada influenciam na saúde financeira do negócio pois não aumentam e nem reduzem a posição de caixa da empresa .... ... está muito mal escrito e o camarada não entende bulufas do que escreveu. No final do dia, uma notícia que deveria ser "A Air France apresenta melhora operacional no primeiro tri de 2013 se comparado com o mesmo período de 2012" virou "A Air France-KLM enfrentou um prejuízo líquido 66,2% maior no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2012".

 

Abs

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o Embraer é o santo milagreiro......das causas impossíveis...

 

Não se trata disso, de perder dinheiro com esta ou aquela aeronave. As legacy europeias enfrentam uma concorrência acirradas das lowcost, dos trens... E nos voos internacionais longos, eles enfrentam a concorrência de novos players como a Emirates (que não tá aí pra brincadeira com seus 90 A380 ligando Europa e Asia), da Turkish e de outras. Além disso, há outros fatores como os custos trabalhistas. Enfim, a equação deve ser bem mais complexa do que simplesmente a frota. Não, os EJets não são santos milagreiros, nem os A320, nem os B737, nem os B787...

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Postado 04 de maio de 2013 - 20:29

 

Interessante a relacao G3 x FR... A irlandesa tem o dobro da frota da Laranjinha com metade dos funcionarios dela

 

Alem disso outro fator que chama atenção é a linha de manuntenção com uma frota FR qs o dobro da gol tem metade do custo.

Sera que na Inglaterra eles fazem custo por caixa. a diferença é muito grande...

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Postado 04 de maio de 2013 - 20:29

 

Interessante a relacao G3 x FR... A irlandesa tem o dobro da frota da Laranjinha com metade dos funcionarios dela

 

Alem disso outro fator que chama atenção é a linha de manuntenção com uma frota FR qs o dobro da gol tem metade do custo.

Sera que na Inglaterra eles fazem custo por caixa. a diferença é muito grande...

Ai entram o custo Brasil,burocracia,salários miseráveis que a Rayanair paga aos seus comissários e assim vai

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leelatim

 

Mas é manutenção.Acho difícil um Eng Aeronautico/Mecanico ganhar bem menos que no Brasil fora isso entra a parte de overhaul maintenance, checks engine.

Comissarios não esta nessa conta.

 

Sera que os contratos FR são tão mais vantajosos do que o da GOL afinal é o dobro da frota e o avião é o mesmo.... e o custo é a metade. Impressionante so vendo a forma de contabilização na FR.

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Pois é, acho que melhor comparação para a GOL seria a Easyjet que opera em aeroportos "tradicionais"..

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Pois é, acho que melhor comparação para a GOL seria a Easyjet que opera em aeroportos "tradicionais"..

Até comecei a olhar mas a Easyjet é muita humilhação, load factor de 90,5% em mar/13 e 86,7% em abr/13, dos 214 Airbus que ela operava em 2012, 148 são próprios, deu lucro de 255 milhões de libras (R$840 milhões)....de parecido com a com a nossa laranja, só tem o esquema de pintura....

 

http://corporate.eas...aspx?sc_lang=en

 

http://corporate.easyjet.com/investors/monthly-traffic-statistics/2013/april.aspx?sc_lang=en

 

http://corporate.eas...report-2012.pdf

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