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Gol completa seis anos de operação.


Guest JAMPA

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Pouca gente certamente acreditou que o projeto de um empresário do setor de transporte rodoviário fosse dar tão certo em tão pouco tempo. Ainda mais em um negócio conhecido pela dificuldade em conseguir números azuis. Pois hoje, seis anos após sua chegada ao mercado de aviação comercial, a Gol Linhas Aéreas fez muita gente engolir as previsões catastróficas a seu respeito.

 

A empresa aérea de baixo custo fez aniversário na última segunda-feira, dia 15. Nesse período, a Gol provocou uma reviravolta no transporte aéreo do país. Antes privilégio de pessoas de classes mais abastadas e empresas, viajar de avião virou rotina para muita gente mais pobre. Afinal, como já se diz há anos, nossa gigantesca nação com suas estradas esburacadas, é o cenário perfeito para a aviação.

 

Praticando tarifas agressivas e trabalhando com custos baixíssimos, a empresa trouxe para seus aviões 5 milhões de pessoas que nunca haviam voado. O uso extensivo da internet como canal de vendas e de serviços simples e objetivos permitiu a oferta de bilhetes mais acessíveis.

 

Para completar, uma frota padronizada de aeronaves novas – todos Boeing 737 das versões -300, -400, -700 e -800 – possibilitou reduzir ainda mais os gastos com treinamento e manutenção.

 

O resultado é que, apenas 72 meses depois de decolar pela primeira vez, hoje a Gol realiza 600 vôos diários para 55 destinos com uma frota de 65 aviões e ocupação média de 74%. E já está presente em sete cidades da América Latina.

 

O impacto da sua entrada no mercado foi tamanho que duas históricas companhias aéreas brasileiras, as maiores das últimas décadas, praticamente sucumbiram ao mesmo tempo em que ela crescia vertiginosamente. A Vasp perdeu a licença de vôo e recebeu intervenção do governo, e a gigante Varig acabou leiloada e hoje tenta recuperar o espaço perdido para a Gol e a TAM.

 

Até mesmo essa última, uma empresa sólida, reconhecida pela excelência de seus serviços, viu-se pressionada a reduzir custos para combater a novata. Mas, claro, nem tudo foi sonho para a Gol.

 

O final de setembro de 2006 ficará marcado para sempre na história da empresa. O absurdo acidente com o 737-800, que se chocou com um Legacy por uma seqüência de erros inaceitáveis e tirou as vidas de 155 pessoas, transformou-se na maior tragédia aérea brasileira.

 

Como ficou claro desde o início que a fatalidade teve como vítima absoluta o avião da Gol, os vôos da empresa não tiveram a tradicional queda de ocupação, sinal que a opinião pública soube reconhecer a inocência da companhia no caso.

 

No entanto, há críticos que acham que a fase áurea da empresa acabará aos poucos. Com o passar dos anos, os custos deverão crescer a medida que a frota envelhece e os funcionários acumularem mais tempo de casa, dizem alguns observadores. Outros acreditam que a Gol terá de, cedo ou tarde, incorporar outros modelos de aviões já que a tendência é se internacionalizar. Acabaria aí a vantagem da padronização.

 

É verdade que o sistema de baixo custo da Gol não é novidade – Southwest, nos Estados Unidos e Easyjet, na Europa, estão há mais tempo utilizando essa estratégia, com bons resultados. Mas é como pisar em ovos: basta um momento de distração para se perder o equilíbrio. Empresas como elas precisam estar sempre de olho nos custos, correndo o risco de tornar verdadeiro um velho ditado do setor que diz que “se você quer se tornar milionário, basta ser um bilionário e comprar uma companhia aérea”.

 

Fonte:airway online

 

JAMPA

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No entanto, há críticos que acham que a fase áurea da empresa acabará aos poucos. Com o passar dos anos, os custos deverão crescer a medida que a frota envelhece e os funcionários acumularem mais tempo de casa
que besteira. basta encarar o exemplo da Southwest, q já está no mercado há por volta de 3 décadas e acho q mesmo na fase tenebrosa da aviacao americana foi lucrativa. acho q o futuro da gol pode estar na internacionalizacao, mas nao nessa internacionalizacao q a imprensa acha q é; eles devem estar achando q a gol pra se manter tem de começar a voar para a Europa, Ásia, Marte e tudo o mais; o objetivo da gol é expandir-se na américa latina, e isso está bem explicadinho no site dele. acho q antes de ela ter de começar a voar para tanto lugar fora do continente, ela primeiro ia obviamente atender ca-da aeroporto do méxico à argentina, se tornar uma LCC latino-americana. e com tanto potencial de crescimento, mercados inexplorados, é um passo que vai ocupar bastante tempo da Gol nos próximos anos.

 

Acabaria aí a vantagem da padronização.

 

ahn? mim falar mesma língua? será q eles nao conhecem uma companhia chamada EasyJet? ou uma chamada JetBlue? fora q com uma frota de 737 e 777/787 vc já cobre bastante coisa e nao sofre mto pela 'despadronizacao'.

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alem disso nao se pode esquecer da Emirates. e caso a gol tenha de recorrer a uma outra aeronave, acho q nao vai sair pedindo todos os tipos de avioes existentes no mercado; acho q ela vai recorrer a apenas um tipo de aeronave. e sabendo o q o constantino tem falado nos ultimos anos, talvez seja o 777 ou 787; e eu nao creio q uma frota de 737 e 787/777 nao seja extremamente lucrativa, cada parte da frota complementando a outra.

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todos Boeing 737 das versões -300, -400, -700 e -800

 

 

Mas hein??? 737-400 na GOL??

Essa imprensa sempre tem que dar uma bola fora...

 

E quem diria que essa história toda do Mr. Baby começou com pau de arara em Minas... :cutuca:

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Postei essa matéria, pois não é só Avião Revue que é ignorante neste aspecto, está aqui um ótimo exemplo, sempre quando entro nesse site dou boas gargalhadas...

 

JAMPA

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