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Jaguar01

A-4M da Marinha do Brasil

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AF-1C Falcão biplace realiza primeiro voo

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AF-1C_falcao_MB.jpgO AF-1C N-1022 voa somente no prime, em Gavião Peixoto (SP). (Imagem: DAerM)

No último dia 20 de janeiro, e a partir das instalações da Embraer Defesa & Segurança de Gavião Peixoto, unidade de Defesa do grupo, realizou seu primeiro voo-teste o modelo blipace AF-1C modernizado pela EDS em conjunto com empresas israelenses.

O Falcão de dois assentos deverá se unir à campanha de ensaios com o modelo monaplace já entregue, avançando o programa dos protótipos mesmo apesar dos óbices registrados pela EDS e pela Marinha do Brasil com relação aos repasses de verbas por parte do Governo Federal.

N-1022_antes.jpgO N-1022 antes da modernização tinha essa aparência (Imagem: Roberto Caiafa)

Esses aviões dispõem de aviônica digital atualizada compatível com NVG, novos computadores de missão, radar talhado para missões ar-mar e ar-ar, e empregarão novas armas produzidas no Brasil, entre elas a versão lançada do ar do MANSUP e o míssil MAR-1 antiradiação, capaz de “cegar” navios inimigos atingindo suas antenas eletrônicas.

Apesar de não ocorrer a troca de motor, o atual em uso está sendo revisado em Israel para a condição de novo. O aparelho conta com novo sistema elétrico, hidráulico, ar-condicionado e piloto automático, uma avançada suíte de comunicações para emprego em ambiente naval.

Espera-se a entrega desses dois aparelhos modernizados ainda em 2016, para que o treinamento dos aviadores navais possa ser iniciado no novo modelo.

Roberto Caiafa

Fonte: DAerM

Via: http://tecnodefesa.com.br/af-1c-falcao-biplace-realiza-primeiro-voo/

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Meus prezados
Marinha reduz número de jatos AF-1 Skyhawk modernizados pela Embraer
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AF-1 N-1011, primeiro modernizado pela Embraer que caiu no mar em 26 de julho de 2016

O Jane’s noticiou que a Força Aeronaval da Marinha do Brasil receberá seis caças McDonnell Douglas Skyhawk modernizados (três AF-1B monopostos e três AF-1C bipostos), em vez de nove AF-1Bs e três AF-1Cs como originalmente planejado em abril de 2009 em contrato com a Embraer.
O movimento é devido ao orçamento restritivo do Brasil, a sua decisão de eliminar seu porta-aviões São Paulo (A12) e sua esperança de preservar a capacidade de operar aeronaves embarcadas.
Um AF-1C deve ser entregue nas próximas semanas e um AF-1B será entregue em agosto, informou a Marinha ao Jane’s. O primeiro AF-1B foi entregue em maio de 2015 e o segundo em abril de 2016, mas a última aeronave caiu no mar em 26 de julho de 2016.
Modernização
No dia 11 de maio de 2011, a Marinha do Brasil (MB) aprovou a implementação de melhorias no programa de modernização das aeronaves AF-1/1A para alterar a concepção das novas aeronaves AF-1B/C. O contrato original foi celebrado em em abril de 2009.
Naquela época, a Embraer não possuía condições técnicas e nem conhecimento da aeronave AF-1/1A para precificar, dentro do prazo disponível, algumas melhorias na interface entre os sistemas modernizados e os que permaneceriam na aeronave.
Com o passar do tempo, a Embraer foi adquirindo experiência no projeto e, submeteu a arquitetura aviônica da aeronave modernizada à MB.
O Setor Operativo, com a corroboração do Setor de Material, solicitou a incorporação de equipamentos novos e modificações em alguns sistemas, a fim de aumentar a capacidade operativa das aeronaves AF-1/1A e, com isso, viabilizar o seu emprego em operações combinadas.
Fonte: site Poder Aéreo 21 FEV 2018

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Srs, sem qualquer intenção de menosprezar, mas qual a real capacidade operacional da marinha com esses A-4? Eles realmente servem pra alguma coisa, ainda mais sem um porta-aviões? 6 aeronaves antigas, mesmo que modernizadas, estao muito longe do estado da arte e sem um porta- avioes me parecem mais um capricho da Marinha pra poder falar que tem avioes do que qq outra coisa... Acredito que o pouco que se pode fazer com esses avioes poderia facilmente ser suprido pela FAB com seus proprios avioes... Sou leigo no assunto e gostaria realmente entender....

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NAT6, adquirir cultura aeronáutica seja de asa fixa ou rotativa não se faz de uma hora por outra, ao desativar o esquadrão de asa fixa da marinha em decorrência da ausência de aeronaves , a doutrina de emprego a formação de recursos humanos seja toda perdida. Se no futuro uma outra aeronave for adquirida pela Marinha até que tudo seja reestabelecido demorará anos.

As Forças armadas são uma coisa só em termos de Lei Penal mas possuem diferenças gritantes entre elas, simplesmente utilizar a FAB para cumprir a missão de outra Força não é tão fácil assim, existem doutrinas de emprego das FFAA e delimita exatamente o que cada um faz.

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Caro Cmt Eduardo,

 

Entendi essa questao e faz todo sentido. Mas apenas por curiosidade,. Qual a capacidade real da aviacao de asa fixa da marinha comparada com outras forças de paises vizinhos e considerando toda a extensao de nossa costa?

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Srs, sem qualquer intenção de menosprezar, mas qual a real capacidade operacional da marinha com esses A-4? Eles realmente servem pra alguma coisa, ainda mais sem um porta-aviões? 6 aeronaves antigas, mesmo que modernizadas, estao muito longe do estado da arte e sem um porta- avioes me parecem mais um capricho da Marinha pra poder falar que tem avioes do que qq outra coisa... Acredito que o pouco que se pode fazer com esses avioes poderia facilmente ser suprido pela FAB com seus proprios avioes... Sou leigo no assunto e gostaria realmente entender....

Prezado NAT6

Os A-4 tiveram importante papel no Vietnam, como aeronaves de apoio aéreo aproximado. Creio que tal função seria muito bem executada junto aos fuzileiros navais brasileiros.

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Meus prezados
Marinha do Brasil recebe quarto jato AF-1 modernizado pela Embraer
Recebimento-do-AF-1B-N-1008-na-Embraer.j
Recebimento do AF-1B N-1008 na Embraer

 

No dia 23 de agosto, Dia da Aviação Naval, foi finalizada a fase de aceitação da aeronave modernizada AF-1B N-1008, encerrando mais uma etapa do contrato de modernização dos AF-1B/C.
Em 29 de agosto, a aeronave foi transferida ao setor operativo, aumentando a capacidade de inteligência e defesa aérea da Força Naval e possibilitando a demonstração de incremento da Base Industrial de Defesa, por meio da empresa Embraer Defesa e Segurança.
A empresa desenvolveu tecnologia nacional para integração de sistemas embarcados para combate e criou integralmente o software embarcado de missão das aeronaves modernizadas (Operational Flight Program), o que permite maior independência nacional.
O AF-1B N-1008 modernizado poderá ser utilizado em operações de inteligência, uma vez que apresentou evolução no quesito furtividade, por receber pintura que reduz a identificação visual.
Todas as aeronaves modernizadas receberam o radar israelense EL/M 2032, que possui os seguintes modos de operação: ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, e tem como principal tarefa detectar e rastrear alvos aéreos e de superfície, além de fornecer medida de distância ar-solo para o subsistema de pontaria de armas.
O radar, no sub-modo TWS (Tracking While Scan), possui capacidade de localizar e rastrear automaticamente 64 alvos, simultaneamente, marítimos ou terrestres. No modo SAR (Abertura Sintética), é possível fazer o mapeamento terrestre em operações de esclarecimento (reconhecimento).
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Radar Elta-2032

 

Com a incorporação do Porta Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” e seu Radar 3D 997, será possível realizar a vetoração das aeronaves decolando a partir de terra, para conduzir operações de guerra naval em apoio à Força Naval. Será igualmente possível realizar ações de defesa aeroespacial, ativa e passiva, da Força Naval ou de Fuzileiros Navais, garantindo um nível de proteção e ações em oposição à ameaça aérea inimiga.
Ao verificar a obsolescência dos sistemas de combate das suas aeronaves de asa fixa e objetivando fomentar a indústria nacional, a Marinha celebrou em 2009, contrato exclusivo com a Embraer Defesa e Segurança, escolhida para ser a Primer Contractor para a modernização de suas aeronaves de asa fixa.
Desde então, a Embraer iniciou projetos mediante requisitos diferentes daquelas aeronaves que operam apenas a partir de terra. O projeto de modernização objetivou atender a requisitos de um avião que operasse com capacidade de alinhamento do sistema inercial sob plataforma móvel e que precisasse operar em ambiente com alta emissividade eletromagnética. Estas características são um marco no contrato que elevam o know how em projetos, tanto para a Marinha do Brasil quanto para a Embraer.
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Recebimento do AF-1B N-1008 no Esquadrão VF-1

Fonte: Marinha do Brasil via site Poder Aéreo 3 set 2018

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Meus prezados
Marinha do Brasil incrementa expertise em ações de Guerra Eletrônica em testes dos AF-1B/C Modernizados
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1° Esquadrão de aviões de Receptação e Ataque, 1° Esquadrão de Helicópteros A e Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1ª

Em 21 de setembro, em um esforço conjunto e coordenado pelo Grupo de Fiscalização e Recebimento de aeronaves AF-1/1A, Centro de Guerra Eletrônica da Marinha (CGEM), 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino (HS-1) e 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), com o apoio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate, a Marinha do Brasil realizou uma inédita Ação de Guerra Eletrônica nas instalações do Complexo Aeronaval, em São Pedro da Aldeia.
Essa atividade consistiu na coleta dos parâmetros reais de emissões, em todos os modos de transmissão, do novo Radar instalado nas aeronaves modernizadas AF-1B/C. As emissões foram recebidas, identificadas e armazenadas pela aeronave SH-16 (Esquadrão HS-1), que possui capacidade de Inteligência Eletrônica.
Os dados serão analisados minuciosamente pelo CGEM, responsável em prover a biblioteca de guerra eletrônica dos meios no âmbito da Marinha do Brasil (MB). O objetivo primário desse Ensaio em Solo foi permitir o desenvolvimento de uma Biblioteca de Guerra Eletrônica (Biblioteca de Ameaças) necessária para ser carregada nas aeronaves AF-1B/C, as quais realizarão, em breve, um Ensaio em Voo visando à validação final do novo Sistema Radar Warning Receiver (RWR).
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Militar do 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino analisa dados do ensaio - Foto: MB

Oportunamente, serão realizados exercícios com o AH-15B (Super Cougar), incrementando de forma contínua as capacidades de guerra eletrônica da MB.
O resultado desse evento representa um incremento do Poder Naval, com o acréscimo nas capacidades do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” e sua Ala Aérea embarcada, e aumento nas capacidades operacionais do AF-1B/C, permitindo a participação mais eficaz em diversas operações.
Fonte: portal Nomar via Defesanet 1 out 2018

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Datena voa a bordo de um caça-bombardeiro Skyhawk AF-1C (modernizado) da Marinha do Brasil

Edited by jambock

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Diretoria de Aeronáutica da Marinha e Embraer realizam reunião sobre Programa de Modernização dos AF-1/1A
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Aeronave AF-1B N-1013 da Marinha do Brasil em fase final de Modernização na empresa Embraer

 

No dia 16 de janeiro, foi realizada uma reunião da Diretoria de Aeronáutica da Marinha com a Embraer.
Na ocasião, foi apresentado o andamento do programa de modernização e realizada visita à linha de montagem das aeronaves na unidade fabril da Embraer Defesa e Segurança, em Gavião Peixoto–SP.
Os AF-1 Falcão (ex-A-4KU Skyhawk II do Kuwait) estão recebendo, além de um glass cockpit e vários outros equipamentos modernos, o radar israelense EL/M 2032, que possui os modos de operação. Ele pode fazer busca ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, e tem como principal tarefa detectar e rastrear alvos aéreos e de superfície, além de fornecer medida de distância ar-solo para o subsistema de pontaria de armas.
O radar, no sub-modo TWS (Tracking While Scan), possui capacidade de localizar e rastrear automaticamente 64 alvos, simultaneamente, marítimos ou terrestres. No modo SAR (Abertura Sintética), é possível fazer o mapeamento terrestre em operações de esclarecimento (reconhecimento).
A Força Aeronaval da Marinha do Brasil vai operar apenas seis caças McDonnell Douglas Skyhawk modernizados (três AF-1B monopostos e três AF-1C bipostos), em vez de nove AF-1Bs e três AF-1Cs como originalmente planejado em abril de 2009 em contrato com a Embraer. A redução foi necessária por falta de verbas.
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Novo glass cockpit do AF-1

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Radar Elta-2032

 

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AF-1B Falcão modernizado na CRUZEX 2018
Fonte: site Poder Aéreo 28 jan 2019

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Quando terminar o processo de modernização, os A4 já estarão obsoletos.

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Estágio atual do programa de modernização do A-4 Skyhawk da Marinha do Brasil
AF-1B_003.jpg

No último dia 28 de Março, o caça AF-1 N-1004 (Falcão 04) pousou na Embraer Defesa e Segurança, em Gavião Peixoto, para entrar no programa de modernização. O caça, da versão monoplace, será a última a ser modernizada, tendo sua entrega prevista para Novembro de 2020.
Ao todo, o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) terá em seu inventário 6 aeronaves modernizadas, sendo quatro AF-1B (monoplace) e dois AF-1C (biplace), que vão contribuir para manter a doutrina de aviação de asa-fixa e aumentar a disponibilidade do Esquadrão VF-1 em proveito da Esquadra.
Após o processo de modernização, a aeronave propicia ao piloto de caça da Marinha uma maior consciência situacional e familiaridade com a operação de sistemas de uma aeronave moderna, condição imprescindível no cenário de combate atual.
Abaixo, confira quantos, quais e quando serão entregues os caças AF-1 B/C:
AF-1 modernizado para AF-1B
AF-1B_Cruzex_02.jpg

N-1001: Entregue modernizado em Maio de 2015. Encontra-se em reparo na Embraer após o acidente de 26/08/2016. (Previsão de finalização do reparo em Agosto 2019).
N-1004: Entregue à Embraer para modernização (Previsão entrega em Novembro 2020).
N-1008: Entregue Modernizado em Agosto 2018.
N-1013: Em modernização na Embraer (Previsão de entrega em Julho 2019).
AF-1A modernizado para AF-1C
AF-1C_Cruzex_01.jpg

N-1021: Em modernização na Embraer (Previsão de entrega em Dezembro 2019).
N-1022: Entregue modernizado em Abril 2018.
AF-1 modernizado para AF-1B perdido em acidente
AF-1M.jpg

N-1011: Entregue modernizado em Abril 2016, sofreu perda total em decorrência do acidente de 26/08/2016.
Fonte: Guilherme Wiltgen para Defesa Aero & Naval 14 abr 2019

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Meus prezados

No dia 28 de março de 2019 o AF-1 N-1004 pousou no aeródromo de Gavião Peixoto/SP onde será modernizado para o padrão AF-1B pela Embraer Defesa e Segurança.

O N-1004 será o último A-4KU a ser modernizado.

O plano original era modernizar doze aeronaves, mas devido a redução do orçamento, apenas sete aeronaves serão de fato modernizadas ao padrão AF-1B/C, lembrando que o AF-1B N-1011 foi perdido em acidente em 26 julho de 2016.

Serão modernizados para AF-1b os N-1001, 1004, 1008 e 1013 e para AF-1C os N-1021 e 1022.

Fonte: revista Força Aérea jun 2019

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