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Lisboa – SP é a rota nº1 da TAP em volume de receitas


Jopeg

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Caros Amigos,

 

Para entender melhor o tópico:

http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=10280

 

Deixo aqui alguns números da TAP

 

In Presstur:

 

Para cerca de 1,3 mil milhões em 2006

 

TAP aumentou receitas de passagens em 23,7% com melhoria da tarifa média em 15,1%

 

Presstur 01-02-2007 (08h22)

 

Os proveitos de passagens da TAP aumentaram 23,7% no ano passado, por um aumento do número de passageiros em 8% e uma subida da tarifa média em 15,1%, gerada por uma melhoria do mix tarifário, na qual teve peso importante a integração na Star Alliance, e um incremento do peso da actividade de longo curso, com as rotas de África e do Brasil a serem as que mais cresceram — revelou ontem o director da companhia no mercado português, Carlos Paneiro.

Num encontro com jornalistas que teve lugar na Feira de Turismo de Madrid (Fitur), Carlos Paneiro avançou que as receitas de passagens da TAP ascenderam no ano passado a cerca de 1,3 mil milhões de euros.

Carlos Paneiro explicou o crescimento dos proveitos muito acima do aumento do número de passageiros por três factores, um dos quais a integração na Star Alliance, que, disse, gerou um maior número de clientes empresariais que utilizam tarifas mais elevadas.

O segundo factor apontado pelo executivo foi um aumento médio do yield, (indicador que mede a receita que a companhia obtém por passageiro x quilómetro percorrido), tendo em conta que o crescimento da receita de passagens em 23,7% compara com o aumento da procura 15,7%, como a companhia já tinha avançado.

O terceiro foi o maior peso das rotas de longo curso, que por passageiro têm valores mais elevados, embora o que o passageiro paga por quilómetro percorrido (yield) seja normalmente menor.

Carlos Paneiro destacou designadamente o aumento das receitas da TAP nas rotas de África, afirmando: "Fala-se muito que a TAP está muito focada no Brasil, mas o mercado que mais cresceu foi África", especialmente pela evolução da linha de Luanda.

No ano passado, indicou, as rotas europeias representaram 41,8% das receitas, o Brasil, com um crescimento em 40,6% passou para 29% e África subiu para 13,1%.

De acordo com estes dados, as rotas europeias terão gerado cerca de 540 milhões de receitas de passagens, as do Brasil, cerca de 377 milhões, e as de África, cerca de 170 milhões.

Por mercados onde as receitas foram obtidas, Carlos Paneiro referiu que Portugal, que já chegou a representar mais de 50% destes proveitos, no ano passado significou cerca de 33% (cerca de 430 milhões de euros).

“O mercado português cresceu, mas no estrangeiro cresceu ainda mais”, comentou Carlos Paneiro.

De acordo com estes dados, a companhia terá obtido cerca de 870 milhões de euros em vendas no estrangeiro, o que faz dela uma das maiores exportadoras portuguesas, como aliás já tinha avançado ao PressTUR o administrador Luiz Mór (clique aqui para ver “TAP é uma das maiores exportadoras portuguesas 68% da sua receita vem do estrangeiro”).

Carlos Paneiro avançou na mesma ocasião que o mercado brasileiro representou no ano passado 14,6% do total de vendas da TAP, ou seja, tendo em conta o valor do total de passagens, cerca de 190 milhões de euros.

Quanto à evolução do número de passageiros em 2006, em que a companhia também estabeleceu um novo recorde, com 6,89 milhões, Carlos Paneiro indicou que para África a companhia transportou mais 12,8% de passageiros, para cerca de 337 mil, enquanto para o Brasil foram mais 18,9%, para 837 mil, mas percentualmente o maior crescimento foi nos voos de Caracas, com um aumento em 33%.

As rotas europeias, onde tem o maior volume de passageiros, o crescimento foi de 8,5%, para cerca de 3,8 milhões, mas em valores absolutos foi neste segmento que teve o maior incremento, tendo transportado mais 307 mil passageiros que em 2005.

Carlos Paneiro destacou que neste caso “o crescimento é muito influenciado pelas linhas de longo curso (para o Brasil e África) e não apenas pelo ponto a ponto”.

Outro indicador de desempenho destacado pelo executivo foi o coeficiente de ocupação dos voos, que mede a eficiência comercial da transportadora, e que subiu de 72,3% em 2005 para 72,8% em 2006, quando a companhia aumentou a capacidade disponível em 14,9%

Nas linhas do Brasil, o load factor médio foi de 82,1%, atingindo níveis mais elevados nos voos de São Paulo e do Rio de Janeiro, do que nos do nordeste (Salvador, Recife, Natal e Fortaleza).

O load factor para África aumentou de 73% em 2005 para 75,8% em 2006.

 

TOP 10 de 2006 (1)

 

Lisboa – São Paulo é a rota nº1 da TAP em volume de receitas

 

Presstur 01-02-2007 (08h20)

 

Os voos de Lisboa e Porto para São Paulo são os que mais receita geraram para a TAP em 2006, com um montante de 86 milhões de euros, seguidos de perto pelas ligações entre a capital portuguesa e Luanda, com 83 milhões.

O TOP 10 das rotas da TAP pelo volume de receitas foi revelado ontem pelo director da companhia no mercado português, Carlos Paneiro, que avançou que em conjunto representam 46% dos proveitos de passagens da TAP.

Este TOP 10 é naturalmente dominado pelos voos de longo curso, de maior tarifa, e designadamente pelo Brasil, que é o mercado com maior peso na operação.

Das dez rotas indicadas, cinco são do Brasil, com o Rio Janeiro a figurar na terceira posição, Salvador na quinta, Fortaleza na oitava e Recife na décima.

As excepções à preponderância dos longo cursos são os voos de Paris, Londres e Funchal, que são os que têm a liderança em número de passageiros.

 

TOP 10 em Volume de Receitas

 

Lisboa - São Paulo: 86 milhões de euros

Lisboa - Luanda: 83 milhões

Lisboa - Rio de Janeiro: 73 milhões

Lisboa - Paris: 58,5 milhões

Lisboa - Salvador: 56,4 milhões:

Lisboa - Londres: 54,8 milhões

Lisboa - Nova Iorque: 51,6 milhões

Lisboa - Fortaleza: 44,2 milhões

Lisboa - Funchal: 43, 9 milhões

Lisboa - Recife: 41,5 milhões

 

TOP 10 de 2006 (2)

 

Paris é a rota nº 1 da TAP em passageiros

Lisboa – Funchal é a maior linha em tráfego

 

Presstur 01-02-2007 (08h17)

 

Paris é a primeira capital da TAP em número de passageiros transportados, com um mais de 660 mil passageiros em 2006 nas ligações com Lisboa e com o Porto, mas por rotas individualizadas é o Lisboa – Funchal que conserva a liderança das rotas da TAP em número de passageiros transportados.

Ao invés do TOP 10 das rotas da TAP por receitas, dominado pelos voos de longo curso, o ranking das dez maiores rotas em número de passageiros é exclusivamente ocupado pelas linhas do médio curso europeu, incluindo os domésticos, destacando-se as ligações com França e, depois, com Espanha.

Outra particularidade deste ranking é que inclui uma rota de e para o Aeroporto do Porto, o Porto – Paris, com 215 mil passageiros.

Estas dez rotas representaram 44% do total de passageiros transportados pela TAP em 2006, indicou Carlos Paneiro, que frisou que os totais indicados incluem clientes que fizeram conexões em Lisboa e no Porto para outros destinos.

 

TOP 10 em Número de Passageiros

 

Lisboa - Funchal: 519 mil

Lisboa - Paris: 446 mil

Lisboa - Londres: 396 mil

Lisboa - Porto: 332 mil

Lisboa - Madrid: 267 mil

Lisboa - Barcelona: 252 mil

Lisboa - Bruxelas: 235 mil

Porto - Paris: 215 mil

Lisboa - Roma: 203 mil

Lisboa - Amesterdão: 195 mil

 

Um abraço,

 

Jopeg

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Uma dúvida na relação Rio x São Paulo dos vôos TAP... há diferença de preço no GIG-LIS e no GRU-LIS? Porque sempre que vejo a quantidade de paxs em ambas as rotas é quase que 100% dos casos igual, tanto de executiva quanto de econômica: cheio!

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Caros Amigos,

 

In Turisver:

 

Cinco cidades brasileiras nos top ten da TAP em receitas

 

Cinco das seis cidades brasileiras para onde a TAP voa a partir de Lisboa estão no Top Ten de vendas da companhia em 2006.

A rota Lisboa-São Paulo encabeça o top ten da TAP, em volume de vendas em 2006 com 86 milhões de Euros, surgindo a rota entre Lisboa e o Rio de Janeiro em terceiro lugar com 73 milhões de euros. Em quinto lugar aparece a rota entre Lisboa e Salvador com um volume de vendas de 56,4 milhões de euros, e o Lisboa-Fortaleza em oitavo lugar, com 44,2 milhões de euros de vendas. Na cauda do Top Ten da TAP, em volume de vendas no ano passado, surge mais uma rota para o Atlântico Sul, a de Lisboa para Recife, com 41,6 milhões de euros.

A África está presente neste Top Ten com a rota entre Lisboa e Luanda, que alcançou um volume de vendas de 83 milhões de euros, ocupando o segundo lugar de vendas da companhia. De resto, esta foi uma das rotas da TAP que mais cresceu em 2006 em volume de vendas.

Nova Iorque ocupa o sétimo lugar nas vendas da companhia, com um volume de 51,6 milhões de euros, e o Funchal aparece no nono lugar com 43,9 milhões de euros.

Paris, em quarto lugar, e Londres em sexto, são os únicos destinos europeus a figurar no Top Ten de vendas da TAP, com volumes de vendas de 58,5 e 51,6 milhões de euros, respectivamente.

De salientar que este Top Ten só tem rotas à partida de Lisboa, não surgindo nenhuma à partida do Porto. Os voos entre o aeroporto Francisco Sá Carneiro com destino a São Paulo e ao Rio de Janeiro não estão aqui contabilizados por serem rotas diferenciadas.

 

 

01/02/2007

 

Um abraço,

 

Jopeg

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De salientar que este Top Ten só tem rotas à partida de Lisboa, não surgindo nenhuma à partida do Porto. Os voos entre o aeroporto Francisco Sá Carneiro com destino a São Paulo e ao Rio de Janeiro não estão aqui contabilizados por serem rotas diferenciadas.

 

O que é uma pena!! Gostaria de ver as receitas dos vôos para o GIG e GRU a partir do Porto. No total os números totais da TAP ficariam equilibrados para as duas cidades.

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Guest SAO SAMPA

Digamos que OPO-GIG tenha tido um yield maior que OPO-GRU, ainda assim, teria que ser bem maior que as rotas para LIS, alem de serem mais numerosas, tem maior capacidade. GRU ficou com 18% mais receita e, pelo que o TAP053 disse, em janeiro as rotas para GRU da TP (e de todas as outras cias) tem load e yield menores que no resto do ano (perfeitamente compreensivel).

 

Ainda assim, na segunda semana, o unico dia que ultrapassou os 70% foi dia 23/01 (OPO-GRU),sendo ja uma semana mais movimentada em termos de negocios que as anteriores, e os loads foram muito proximos (65% a 61%).

 

Tenho (quase) certeza que FEV tb sera um mes ruim para as rotas do OPO (principalmente GRU pelo carnaval), mas em Marco sim poderemos ter ideia da ocupacao destas rotas em meses "normais", sem ferias sem carnaval, sem reveillon.

 

Pode ser mesmo, entretanto, que o GIG teve yield maior que GRU para o OPO em 2006, mesmo assim, esta claro para TP qual o mercado prioritario, tanto é que a partir do meio de Marco a rota GRU-LIS ja tera 7X343 mais 2X332. No computo geral, nao tenho duvida qual a rota mais lucrativa para TP no mundo.

 

Abracos,

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Simples a mer veu: o pax quer ir de LIS para a região sul do país vai por onde? GRU. Quando o pax quer ir de LIS para BSB vai por onde? GRU. As conexões no NE no caso de BSB e do Norte do Brasil são limitadas já que além de nem sempre existirem conexões em bons horários e os vôos LIS-Nordeste são lotados por natureza o que aumenta as tarifas. Além disso existe um comissionamento maior para os agentes venderem GRU-LIS (como acontece com um grande número de empresas que operam em GRU como a Aeromexico) ou seja: no fim esse pessoal todo é canalizado para GRU que para todos os efeitos estatísticos da TAP são pax de/para SP ai dá nisso.

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Para debate:

 

1- Os preços de TKT da Tap são rigorosamente iguais para Rio ou São Paulo.

 

2- São Paulo tem 8 vôos semanais e o Rio apenas 7 para Lisboa, logo a receita de São Paulo deve ser pelo menos 14% maior

 

3- O custo de operar GRU-LIS é superior a GIG-LIS tanto em termos de combustível (o vôo é mais longo e o QAV no GIG é mais barato) em pelo menos uns 5 a 10%

 

Se compararmos tudo isso,

 

A - O vôo de LAD, que já é o de maior yield na TAP e que deve também ser o mais rentável, passa a ser ainda mais

B - O vôo de GRU, gera mais receita, mas tem uma margem de certo inferior ao vôo para o Rio de Janeiro

 

Felipe

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