Jump to content

Infraero abole separação de fluxo de embarque e desembarque no SDU


C010T3

Recommended Posts

Infraero investe R$ 35 milhões no Santos Dumont

Principais obras incluem aumento da sala de embarque e reforma no pátio de aeronaves

Danielle Nogueira
Publicado: 5/10/13 - 7h00

O Globo

RIO - A Infraero está investindo cerca de R$ 35 milhões no Santos Dumont, em obras para garantir mais conforto ao passageiro e segurança de operações. As intervenções vão desde a ampliação das salas de embarque até obras no pátio de aeronaves.

A mudança mais visível será a ampliação da sala de embarque no térreo de 474,6 m² para 541,7 m². Hoje, existem 12 portões de embarque: oito no primeiro andar, com acesso direto à aeronave por meio de fingers (passarelas que conectam o terminal ao avião), e quatro no térreo, de onde os passageiros partem em micro-ônibus, o chamado embarque remoto.

Isso será possível com a retirada de um blindex que separa a sala de embarque de uma área que funciona como passagem, elevando o total de portões de embarque para 14 até o fim do ano. Assim, as companhias aéreas poderão realizar mais embarques concomitantemente, permitindo melhor distribuição de voos. Os horários nobres (de manhã cedo e no fim da tarde) estão lotados. O número de voos por hora no Santos Dumont é limitado a 44, por questões de segurança.

- Qualquer autorização tem de respeitar limites de ruído (as rotas passam por áreas residencias) e de controle do tráfego aéreo - frisa o superintendente regional da Infraero no Rio, André Luis Marques de Barros.

Película em vidros contra o calor

No primeiro andar, os blindex que separam a área de embarque da área de desembarque serão removidos, facilitando as conexões. Além disso, o passageiro que desembarca no terminal terá mais facilidade de acesso a lojas e terminais, localizadas na área de embarque. A retirada dos blindex, que será concluída até o fim do ano, custará R$ 260 mil.

A Infraero fará licitação este mês para aplicação de uma película nas vidraças do aeroporto, estimada em R$ 2 milhões. Em dias de calor intenso, a temperatura do lado de fora do vidro chega a 84° C. As paredes de vidro são uma determinação do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), que tombou o terminal de desembarque do Santos Dumont, em 1998. Assim, a vista a partir da Baía da Guanabara para o terminal tem de ser preservada, bem como a vista do prédio para a Baía.

- Já mexemos na parte elétrica do sistema de ar-condicionado, já substituímos equipamentos de refrigeração e vamos colocar essa película. Estamos fazendo tudo para que o verão de 2013 não seja igual ao de 2012 - diz Barros, que assumiu o cargo em janeiro, em referência à pane do sistema de refrigeração no ano passado.

O pátio também será reformado por R$ 32,8 milhões. Ele foi projetado entre as décadas de 1940 e 1950 para receber aeronaves como o Electra e o DC-4, cujo peso médio era de 40 toneladas. Aviões como o 737 e o A320 têm peso médio de 70 toneladas. Além disso, o perfil e a quantidade de veículos que circulam na área para apoiar as operações mudaram, o que agrava o desgaste do pavimento.

As obras servirão anda para corrigir erros cometidos em obras recentes. Uma das intervenções será na taxiway “J”, uma pista auxiliar para taxiamento dos aviões. Ela passou por obras para receber o Jogos Pan-Americanos de 2007, mas um trecho da pista estava afundando.

http://oglobo.globo.com/economia/infraero-investe-35-milhoes-no-santos-dumont-10262492

Link to comment
Share on other sites

Sera o padrao americano entao... Sem separacao para embarques e desembarques... Como o aero e exclusivamente domestico, nao vejo problemas. Agora vai exigir muita atencao dos colaboradores para que nao acontecam conexoes inesperadas.

 

 

Agora, quase 300 mil para TIRAR os vidros? Francamente ne?!

Link to comment
Share on other sites

Sera o padrao americano entao... Sem separacao para embarques e desembarques... Como o aero e exclusivamente domestico, nao vejo problemas. Agora vai exigir muita atencao dos colaboradores para que nao acontecam conexoes inesperadas.

 

 

Agora, quase 300 mil para TIRAR os vidros? Francamente ne?!

 

Pelo que eu entendi, a GRU Airport já havia indicado que por lá será assim. Não acredito que seja coincidência que a Infraero tenha tido a brilhante ideia de fazer isso agora.

Link to comment
Share on other sites

Pelo que eu entendi, a GRU Airport já havia indicado que por lá será assim. Não acredito que seja coincidência que a Infraero tenha tido a brilhante ideia de fazer isso agora.

 

So vejo viabilidade em GRU quando o T1 for exclusivamente domestico. Antes disso, impossivel.

Link to comment
Share on other sites

So vejo viabilidade em GRU quando o T1 for exclusivamente domestico. Antes disso, impossivel.

 

Estou falando da separação embarque/desembarque, não da doméstico/internacional. Agora, essa indicação da GRU Airport se refere ao T3, justamente o internacional.

Link to comment
Share on other sites

Estou falando da separação embarque/desembarque, não da doméstico/internacional. Agora, essa indicação da GRU Airport se refere ao T3, justamente o internacional.

Ué, como funciona isso? Uma pessoa vindo da América do Sul, conectando para um voo pros EUA, por exemplo, não vai passar nem no controle de imigração brasileiro e nem vai ter o seu visto checado (imaginando bilhetes separados)? Não acho nada seguro isso.

Link to comment
Share on other sites

Ué, como funciona isso? Uma pessoa vindo da América do Sul, conectando para um voo pros EUA, por exemplo, não vai passar nem no controle de imigração brasileiro e nem vai ter o seu visto checado (imaginando bilhetes separados)? Não acho nada seguro isso.

Aqui nos EUA nao existe blindex em nenhum portão, todos tem acesso direto no embarque. Nas chegadas internacionais tem um desvio normalmente para outro andar onde fica o corredor de chegadas internacionais até a imigração, alfândega etc, nas chegadas domesticas os voos saem direto pelo saguão como vai ser agora no Brasil

Link to comment
Share on other sites

Já faz um bom tempo que CGH é um terminal de conexões domésticas. Demoraram para perceber que não havia a menor necessidade de fazer a gente caminhar 300 metros para voltar ao gate ao lado de onde desembarcamos.

 

O próximo passo agora é fazer isto nas conexões internacionais na saída. Na chegada eu não vejo como. Tem que sair do avião direto para a imigração.

 

sds

Link to comment
Share on other sites

Conexões internacionais no T2 do GIG também não passa por migração.

 

 

Hoje em dia em BSB a separação já é mínima, só em parte do satélite.

A Inframerica em BSB também apresentou um projeto sem separação de fluxos. Os piers serão em vão livre com caminho no meio do estrutura. Pequenos blindex perto dos portões serão para apenas organizar as filas e as saídas.

 

No caso de SDU confesso que tenho receio de confusão por causa das filas de embarque. Podem até remanejar as cadeiras, mas o meio do terminal é bem apertado.

Link to comment
Share on other sites

A Infraero teve a brilhante ideia de fechar 3 das 8 pontes de embarque tem no SDU ou seja sobram apenas 5 pontes,para uma obra que não acaba nunca são vários voos na remota ao mesmo tempo,não tem ônibus e as vezes duas empresas tem que dividir um portão pra voos diferentes esta uma verdadeira zona nos horários de grande movimento então e so rezando e muito pro voo sair no horário. Ainda fecharam as esteiras 1 e 2 do desembarque para reformas fica superlotado com apenas duas esteiras funcionando e ainda tem um túnel horrível que liga as escadas rolantes ate as esteiras de bagagem, lamentavel a situação dos aeroportos do RJ tem que privatizar tudo :lol:

Link to comment
Share on other sites

Ate onde sei, conexoes internacionais em GRU no mesmo terminal nao passam pela imigracao. Ate onde sei.

Tudo depende da comunicacao da empresa com a PF..

 

Se for informado a PF quantos e quem sao os pax em conexao intl em tempo habil, se nao tiver alguem "interessante", a conexao e feita de forma imediata..

 

Entretanto as vezes as empresas nao comunicam ou a informacao nao chega a tempo, ai todo mundo vai pra fila.

Link to comment
Share on other sites

Ué, como funciona isso? Uma pessoa vindo da América do Sul, conectando para um voo pros EUA, por exemplo, não vai passar nem no controle de imigração brasileiro e nem vai ter o seu visto checado (imaginando bilhetes separados)? Não acho nada seguro isso.

 

Nunca foi checado isso pela PF. Aliás, ela não tem responsabilidade pelo visto de outros países. Bilhetes separados ficam impossibilitados normalmente de fazer essa conexão, mas se despacharem a mala até o destino final, é até possível, só pega na questão de não haver um balcão decente de conexão dentro da sala de embarque.

Quando o GIG se livrar das amarras do código de barras da Infraero, aí sim que vai ser fácil.

Link to comment
Share on other sites

Mesmo no internacional não vejo esse transtorno todo. Se o sujeito é internacional ele tem que acessar por outro canal, mas nada impede que a area de embarque seja a mesma.

 

Na verdade somos atrasados duas vezes:

 

1) A empresa não tem obrigação de passer os dados para a PF - na maioria dos paises do mundo desenvolvido tanto faz você voar domestic ou internacional... seus dados são passados diretamente, e no Check Point seu documento é testado e conferido eletronicamente. Tanto que pode se embarcar JFK-GIG no portão 8 e JFK-MIA no 9.

 

2) Separamos infra estrutura necessária durante o dia para voos domesticos que fica geralmente com pouco uso na area internacional. A noite, a area internacional fica pequena e não pode usar o que tem disponivel no domestico

 

Fico feliz de ver que uma das coisas que defendemos, o fim desse controle de embarque/desembarque domestico, tome forma.

 

Que os futuros terminais tenham esse desenho, junto com amplo acesso a area commercial, DENTRO da area de embarque já após o raio X.

Link to comment
Share on other sites

Falando como passageiro:

 

É terrível desembarcar tendo de passar no meio de gente embarcando.

É o que mais detesto nos aeroportos dos EUA.

A gente vai trombando com gente em fila, tem de andar desviando, fica em contra-fluxo etc.

Considero um atraso, além de um transtorno.

Link to comment
Share on other sites

Sempre fui um grande defensor da separação do fluxo de passageiros embarcando e desembarcando, algo que no Brasil só ocorre em Recife e no Terminal 2 do Galeão. O resto, com embarque e desembarque no mesmo nível e aquele corredor de desembarque, é uma grande bagunça. Alguns outros aeroportos sul-americanos fazem bem a separação dos fluxos, como Recife e o Terminal 2 do Galeão, que é o caso de Santiago, Bogotá e Montevidéu. Não conheço o novo Ezeiza, mas acho que é assim também.

 

Já fui várias vezes aos EUA, mas não lembro como era o fluxo de embarque e desembarque misturado.

 

Então a ligação do finger com o terminal se dá numa mesma sala, onde estão os passageiros aguardando o embarque e por onde passam os passageiros que estão desembarcando? Depois iriam todos para um mesmo corredor de "mão dupla", onde há um fluxo pro desembarque e outros para as salas de embarque?

 

O fluxo internacional é assim também? Caso não, como é o fluxo de desembarque?

 

Alguma planta ou foto para exemplificar?

 

Esse sistema me parece interessante para os aeroportos brasileiros onde não há embarque e desembarque em pisos separados, ou seja, todos menos Recife e o Terminal 2 do Galeão. Me parece que o novo terminal de BSB será assim, mas o Terminal 3 de Guarulhos pela estrutura que observei terá fluxos em pisos separados.

 

Por acaso Panamá (Tocumen) tem o "sistema americano" (tudo no mesmo piso, sem separação), certo?

 

E como é Lima, no Peru?

Link to comment
Share on other sites

Bem, talvez mera suposição, mas roubar malas agora não vai ficar muito fácil para os bandidos?

 

Só se você partir do princípio que bandidos vão comprar passagens só para acessar a sala de embarque e descer em seguida para roubar malas sem fazer uso da passagem. Realmente, não sei onde vão lucrar nisso.

Link to comment
Share on other sites

Só se você partir do princípio que bandidos vão comprar passagens só para acessar a sala de embarque e descer em seguida para roubar malas sem fazer uso da passagem. Realmente, não sei onde vão lucrar nisso.

Pensei nesse principio. Se colocar o quanto custa uma passagem hoje, não é difícil não...

Link to comment
Share on other sites

Passei em CGH esta semana e estranhei a falta de separação... Mas gostei.

A separação so faz sentido em DESEMBARQUE internacional.....é assim nos USA(mas não na Europa, ou melhor onde conheci)...

Link to comment
Share on other sites

Sim.

 

Fiz Rio de Janeiro - Panamá - Punta Cana pela Copa. Em Tocumen, seguindo pela ponte de desembarque cheguei ao salão único de embarque / desembarque (piso único). Os passageiros ficam todos misturados. Foi só olhar no monitor para ver onde seria o embarque para Punta Cana e seguir para o portão. Uma observação: o terminal é bem simples, mas muito funcional.

 

 

 

Por acaso Panamá (Tocumen) tem o "sistema americano" (tudo no mesmo piso, sem separação), certo?

 

Link to comment
Share on other sites

Sempre fui um grande defensor da separação do fluxo de passageiros embarcando e desembarcando, algo que no Brasil só ocorre em Recife e no Terminal 2 do Galeão. O resto, com embarque e desembarque no mesmo nível e aquele corredor de desembarque, é uma grande bagunça. Alguns outros aeroportos sul-americanos fazem bem a separação dos fluxos, como Recife e o Terminal 2 do Galeão, que é o caso de Santiago, Bogotá e Montevidéu. Não conheço o novo Ezeiza, mas acho que é assim também.

 

O aeroporto de Recife com separação no finger direcionando desembarque para andar intermediário é o modelo mais atual, mais "Século XXI".

 

GRU-GIG-CNF são aeroportos das décadas de 1970-80-90 e não se tinha esse padrão nem necessidade de separação.

 

Os aeroportos mais novos adotam o piso intermediário e os que têm uma reforma "de verdade" também.

 

Só lembrando que Carrasco foi totalmente reformado, enterrando o antigo (e clássico) Carrasco. Por isso tem piso intermediário igual Recife.

Link to comment
Share on other sites

Bem, talvez mera suposição, mas roubar malas agora não vai ficar muito fácil para os bandidos?

 

Não viajo muito, mas para roubo facilitado, no LAX a sala com as esteiras das malas estão numa sala com livre acesso da rua!. Quando cheguei là estavam aguardando meus conhecidos, e eu achei que tinha que voltar à sala das esteiras, quando na verdade as esteiras com as malas chegando dos pax estavam naquela sala!

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade