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TAP com mais voos no Brasil. RJ e SP já precisam de mais


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Além da nova rota Lisboa - Manaus - Belém

 

TAP vai pôr mais voos para o Brasil em 2014
Rio e São Paulo já precisam de mais — Luiz Mór

 

Presstur 09-10-2013 (17h05)

 

A TAP é a companhia que mais cidades brasileiras liga à Europa, mas já está escasso, mesmo com a introdução em Junho da rota Manaus - Belém, diz ao PressTUR o seu administrador, Luiz Mór, que deixa a certeza que “durante o ano de 2014 haverá aumento de frequências”.

Luiz Mór não quis avançar ainda em que aeroportos a TAP tenciona reforçar as suas operações, dizendo que “ainda não existe uma definição”, mas sempre avança que a perspectiva de que esses aumentos serão “para diversos destinos brasileiros”, entre os quais, como se pode deduzir das suas palavras, avultam São Paulo e Rio de Janeiro, onde apesar de ter dois voos por dia “precisava de fazer já mais”, e Porto Alegre, que é a sua mais recente rota.
Mas “a bola da vez” é Manaus e Belém, cujo voo está já à venda no website da TAP (em www.flytap.com), que Luiz Mór descreve como o completar de “uma estratégia inédita na história do Brasil”, de voos directos para a Europa à partida de várias regiões.

PressTUR: O que representa para a TAP a introdução desta nova rota de Manaus e Belém?
Luiz Mór: Com esses novos voos nós completamos um arco importante de prestação de serviços no Brasil dentro de uma estratégia que foi inédita na história do País, de voos directos para a Europa. Nós começámos com o Nordeste brasileiro, além do Rio e São Paulo. Fizemos esse projecto na época do Mares Guia [então ministro do Turismo] e Eduardo Sanovicks [então presidente da Embratur], que foi uma época muito forte da promoção do Brasil na Europa, com os Escritórios Brasileiros de Turismo (EBTs). Avançámos depois para ser a primeira empresa aérea europeia a fazer voos para Belo Horizonte, a primeira empresa aérea europeia a fazer voos para Brasília e depois para Porto Alegre. Mas ficava faltando o Norte do País. Durante algum tempo analisámos qual seria a melhor oportunidade, se Manaus ou se Belém, mas quando surgiram as condições de nós fazermos o voo, nós achámos que ambas as cidades podem vir a justificar um voo directo. Então, para desenvolver esse produto, para desenvolver esse fluxo, porque o nosso voo cria uma procura nova, uma demanda nova que não existe, nós estamos iniciando três vezes por semana um voo circular. Aproxima barbaramente o Norte do Brasil à Europa. Manaus fica a cerca de nove horas de voo de Lisboa e Belém a sete e assim se abre uma nova frente para o desenvolvimento, não só do turismo, que eu acho que vai ter um papel extremamente importante, como principalmente para o desenvolvimento económico, das trocas económicas — o porão como carga — e aproximar efectivamente a região amazónica da Europa.

PressTUR: Este novo voo acrescentará mais dois pontos de entrada e de saída do Brasil para a Europa, não se trata de desistir de um destino para começar outro?
Luiz Mór: Não. Essa é uma característica que nós temos tido ao longo do tempo e que temos conseguido manter. É um objectivo, nunca é uma garantia, mas nós não gostamos de sair de nenhum lugar que a gente começa. Nós compreendemos a responsabilidade que isso significa e queremos passar essa segurança para todos os parceiros do sector. Porque é relativamente simples para uma empresa aérea tirar um destino para pôr outro, porque um avião é móvel. Sempre existe algum desperdício de investimento, que é jogado fora, mas o activo é móvel. Mas isso não é verdade para os empresários que investem por exemplo em hotelaria, ou restaurantes ou outros serviços para os turistas. Uma interrupção de um voo pode criar problemas muito sérios num destino e por isso temos ido para novos destinos com crescimento, mantendo as nossas operações actuais. Neste caso, aliás, nós estamos ainda avaliando, mas devemos aumentar frequências para diversos destinos brasileiros. Esse é o nosso objectivo.

PressTUR: Durante o ano de 2014?
Luiz Mór: Durante o ano de 2014 haverá aumento de frequências. Ainda não existe uma definição…

PressTUR: Isso quer dizer que o mercado brasileiro continua a crescer para a TAP?
Luiz Mór: Sim, o mercado brasileiro continua a cresce para a TAP.

PressTUR: Quanto?
Luiz Mór: Este ano, o crescimento é relativamente pequeno, perto do crescimento geral da empresa, porque os load factors [taxas de ocupação] já estão muito altos. Então, esses voos de Belém e de Manaus nos ajudam também porque libertam lugares, notadamente no caso de Manaus em São Paulo, que é o primeiro ponto de onde eles vêm para a Europa via TAP, e eu estou falando só via TAP, o segundo é Brasília. No caso de Belém, o primeiro é Fortaleza e o segundo Brasília. Mas liberta lugares nos voos da TAP para a gente vender mais para locais.

PressTUR: Ou seja, essas outras rotas estão a precisar de capacidade. É isso?
Luiz Mór: A dificuldade de crescimento maior que nesse instante se coloca no Brasil é uma questão de oferta, porque os nossos load factors estão muito elevados.

 

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