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Chegada da TAP a Manaus e Belém liberta lugares para SP, BSB e FOR


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Mário Carvalho, director da TAP no Brasil

 

Chegada da TAP a Manaus e Belém liberta lugares
para mercados de São Paulo, Brasília e Fortaleza

 

Presstur 09-10-2013 (17h03)

 

O início da rota Lisboa-Manaus-Belém, além de alargar a presença da TAP ao Norte do Brasil, uma região actualmente sem ligações directas com a Europa, irá também repercutir-se nos aeroportos brasileiros onde os passageiros da Amazónia e do Pará faziam ligação com os seus voos para Lisboa, designadamente em São Paulo, Brasília e Fortaleza, que, assim, também ficam com mais lugares disponíveis, realça o director da TAP no Brasil, Mário Carvalho.

PressTUR: A TAP começa em Junho dois destinos novos no Brasil, numa região nova. Qual é o potencial desta nova rota?
Mário Carvalho: Os dois mercados são perto um do outro, ambos estão na região amazónica, mas têm particularidades cada um deles. O mercado de Belém, como emissivo, é ainda muito baseado nos descendentes de portugueses e de portugueses que lá vivem. Tem ainda um forte enraizamento, é, de há muitos anos, uma comunidade que se manteve muito unida e muito presente na sociedade do Pará. Acreditamos que com esta nova linha o mercado se alargará, porque o cidadão do Pará que hoje queira ir à Europa dá meia volta ao mundo. Tem que ir a São Paulo, que são basicamente quatro horas de voo, e depois voltar tudo para trás, com mais nove horas e meia de voo para Lisboa, além das horas de espera no aeroporto. Manaus, por sua vez, é um pólo industrial muito forte. É uma zona franca e com isso atrai muitas empresas e tem, portanto, uma componente de tráfego corporativo forte. Mas Manaus também é o coração da Amazónia e, portanto, um ponto de atracção dos turistas que querem conhecer o ‘pulmão da Terra’. É uma maravilha e com essas duas componentes eu creio que a coisa vai dar muito certo.

PressTUR: Em relação à rede da TAP no Brasil tem sido destacado que a nova rota tem também o efeito de ‘libertar’ espaço em outras rotas...
Mário Carvalho: Sim, nomeadamente nos voos de Fortaleza, São Paulo e Brasília [aeroportos onde os passageiros de Manaus e Belém mais fazem conexão para voos da TAP para Lisboa].

PressTUR: A nova rota tem, portanto, um duplo efeito. Alargar mercado e libertar espaço para os mercados locais em rotas com elevadas taxas de ocupação?
Mário Carvalho: Exactamente, sem sombra de dúvida.

PressTUR: Disse recentemente que este ano a TAP está a crescer no Brasil em torno de 13%. Mas também se levantavam dúvidas quanto ao futuro próximo, pelo possível impacto negativo da desvalorização do real. Mas nos dados do Banco Central do Brasil sobre os gastos dos brasileiros em viagens e turismo no estrangeiro ainda não se viu uma quebra. E para a TAP?
Mário Carvalho: Também não, até porque a cotação do dólar veio para os níveis normais. Ou seja, está a dois e qualquer coisa, 2,3 ou 2,2 [reais por dólar]. Mas mesmo quando sofreu alguma oscilação para cima não sentimos um impacto muito grande nas viagens. Mas acredito que houve um impacto maior nas viagens para os Estados Unidos, de uma boa parte delas são viagens de compras. Ora, para quem negoceia com isso, obviamente que aí tem um impacto mais forte. No caso da Europa não, não vejo impacto negativo nenhum.

PressTUR: Defendeu que Portugal deveria apostar em posicionar-se como destino preferencial para a primeira viagem internacional dos brasileiros. Mantém essa perspectiva?
Mário Carvalho: Continuo a acreditar muito nisso. Mas é preciso muito trabalho.

PressTUR: E tem avançado alguma coisa?
Mário Carvalho: Tem avançado alguma coisa. Pouco, mas tem avançado.

PressTUR: Nota-se um recrudescimento da relação da TAP com a CVC [maior operador turístico da América do Sul], que mais notoriamente voltou a ser um dos grandes parceiros da TAP no Brasil. É um retorno?
Mário Carvalho: Pode ser encarado assim. A CVC sofreu alguns revezes com as mudanças de administrações. Mas sempre foi um grande cliente para nós, já de há muitos anos.

PressTUR: No mês passado, durante a ABAV, a CVC, em parceira com a TAP, lançou a brochura Mundo TAP, que inclui vários destinos portugueses. Hoje já se pode considerar que tem uma oferta bastante razoável do destino Portugal para o mercado brasileiro?
Mário Carvalho: Sem dúvida.

PressTUR: O que é que falta agora para consolidar?
Mário Carvalho: Promoção do País, sem sombra de dúvida.

 

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