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Batalha da Boeing contra Airbus no Japão envolve a aérea ANA


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Batalha da Boeing contra Airbus no Japão envolve a aérea ANA

 

Boeing irá promover a defesa total da sua posição com outra grande companhia aérea do Japão após perda da bilionária da encomenda da Japan Airlines

 

 

Singapura/Toulouse - Incomodada com a perda da bilionária da encomenda da Japan Airlines (JAL) para a arquirrival Airbus, a Boeing irá promover a defesa total da sua posição com outra grande companhia aérea do Japão, a ANA, afirmou uma fonte próxima à fabricante de aviões dos Estados Unidos.

 

 

Executivos da Boeing ainda estão tentando entender por que a JAL, cliente de longa data da companhia, fez um pedido de 31 Airbus A350 --no valor de 9,5 bilhões de dólares a preços de tabela--, num acordo anunciado na segunda-feira que foi a primeira grande perda da empresa norte-americana no Japão.

 

A ANA Holdings quer cerca de 35 aviões para substituir o seu Boeing 777, para longas distâncias, e assim como a JAL, a aérea está considerando tanto o A350 quanto o Boeing 777X, uma versão atualizada da popular aeronave da Boeing, com novo motor.

 

Após o revés com a JAL, o acordo com a ANA está rapidamente se tornando um negócio que "não pode ser perdido a qualquer custo" para a Boeing, cujos executivos estão sob pressão para "fazer tudo o que podem" para ganhar a encomenda, disse uma fonte da indústria próxima da fabricante de aviões.

 

Estreitos laços diplomáticos dos Estados Unidos com o Japão, um importante aliado dos EUA no leste da Ásia, podem ajudar a causa da Boeing, segundo fontes da indústria.

 

A Boeing não quis comentar sua estratégia junto à ANA.

Fonte: Exame

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Boeing 787 da Japan Airlines retorna a Moscou após problema

 

Boeing 787 da Japan Airlines que se dirigia para Tóquio foi obrigado a voltar a Moscou devido a uma nova falha elétrica, registrada no banheiro

 

 

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David Mcnew/AFP

 

Boeing 787 operado pela United Airlines: "não se podia usar os banheiros e a máquina de aquecer a comida também falhou", disse porta-voz da Japan Airlines

Tóquio - Um Boeing 787 da Japan Airlines que se dirigia para Tóquio foi obrigado a voltar a Moscou devido a uma nova falha elétrica, registrada no banheiro, no mais recente problema deste modelo, informou nesta quinta-feira a companhia britânica.

 

O Boeing, com 151 pessoas a bordo, decolou de Moscou na noite de quarta-feira com destino a Tóquio, mas após duas horas de voo teve que retornar à capital russa, disse à AFP um porta-voz da JAL.

 

"Houve problemas: não se podia usar os banheiros e a máquina de aquecer a comida também falhou".

 

Segundo o porta-voz, ao que parece o problema não tem relação com as falhas anteriores relacionadas às baterias do avião.

 

O 787 "Dreamliner", o modelo mais recente da Boeing, está em observação após diversos incidentes, entre eles graves problemas de bateria, registrados no início do ano.

 

Estes problemas provocaram um recall de dois 787 em janeiro e levaram a uma proibição de voo internacional para os 50 exemplares em operação no mundo na ocasião.

 

No final de abril, os 787 foram autorizados a voar novamente, e surgiram novos problemas técnicos, mas nenhum oficialmente ligado às baterias de lithium-ion cujo desenho técnico foi corrigido e aprovado pelas autoridades competentes.

 

O primeiro 787 entrou em operação no final de 2011, com muito atraso em relação ao plano original, e o fabricante acaba de realizar o primeiro voo de teste da versão ampliada do avião, o 787-9.

 

Em meados de setembro, a Boeing já havia entregue 84 modelos 787, para 14 clientes, e tinha pedidos para outras 852 unidades.

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Japão se preocupa sobre Boeing após desistência da JAL

 

 

Ao rejeitar o rival Boeing 777X, a JAL só pode ter aumentado a probabilidade de que o próximo projeto da empresa dos EUA será menos japonês

 

Tim Kelly, da

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Wikicommons

 

Avião da Japan Airlines: temor no é que a Boeing possa ser tentada a transferir mais produção para China, Coreia do Sul ou outro lugar

Tóquio - Durante cinco décadas a Boeing concedeu partes cada vez maiores de seus contratos de fornecimento para empresas japonesas, mas isso pode mudar depois da chocante decisão da Japan Airlines (JAL) de trocar a empresa pela Airbus e à medida que a fabricante de aviões busca ganhar encomendas na China.

 

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A aeronave 787 de composto de carbono da Boeing é 35 por cento feita no Japão mas agentes do setor de aviação japonesa temem que o Dreamliner possa ser o ponto alto da parceria da indústria com a empresa dos Estados Unidos.

 

A estreita cooperação não só beneficiou as gigantes da indústria no Japão como Mitsubishi Heavy Industries , Kawasaki Heavy Industries e Fuji Heavy Industries - mas também permitiu à Boeing dominar um dos maiores mercados de aviação do mundo com uma quota de mais de 80 por cento.

 

Essa posição de mercado desmoronou na segunda-feira, quando a JAL assinou um acordo para comprar 31 Airbus A350, na sua primeira compra de jatos europeus.

 

Ao rejeitar o rival Boeing 777X, a JAL só pode ter aumentado a probabilidade de que o próximo projeto da empresa dos EUA será menos japonês.

 

"As negociações para a quota do trabalho no 777X estão em andamento e podem ser influenciadas pela decisão da JAL", disse um funcionário do governo que ajuda a supervisionar a indústria aeroespacial do Japão, à Reuters, sob condição de anonimato devido à sensibilidade das negociações.

 

Ele acrescentou que Tóquio buscava ganhar uma parte da quota do trabalho superior a 21 por cento para os fornecedores japoneses Mitsubishi Heavy, Kawasaki Heavy e outros construirem o 777.

 

O temor no Japão é que a Boeing, que diz que os negócios que promove no Japão geram cerca de 22 mil postos de trabalho que representam cerca de 40 por cento da força de trabalho da indústria aeroespacial do país, possa ser tentada a transferir mais produção para China, Coreia do Sul ou outro lugar.

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