Jump to content

Embratur pede teto para preço de passagem aérea na Copa do Mundo


luciano_katia

Recommended Posts

O presidente da Embratur, Flávio Dino, propôs criar um teto para o preço das passagens aéreas durante o período da Copa do Mundo.

Dino disse que levará a proposta ao ministro da Aviação Civil, Moreira Franco.

Análise: Solução ideal seria criar ambiente de real competição
Voo SP-Rio na Copa já custa quase o mesmo que ir a NY
Preços altos para Copa refletem demanda, dizem empresas

Ontem, a Folha revelou que as passagens para cidades da Copa estão até dez vezes mais caras. "Preços altos comprometem o esforço de preparação do governo", disse.

Já Moreira Franco afirma que o governo não pode impor teto --desde 2001 vigora o regime de liberdade tarifária, pelo qual cada empresa é livre para definir sua tarifa.

O que o governo pode fazer, diz, é pedir às companhias que adotem preço "razoável". O assunto será tema de reunião dia 22.

A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) diz que, graças à liberdade tarifária, o valor das passagens caiu e mais brasileiros puderam viajar de avião. Se analisada ao longo dos anos, a política é vantajosa ao consumidor, diz a Abear.

"Essa trajetória deixa nítidos os benefícios da livre concorrência entre as empresas para a ampliação da oferta e diminuição dos preços das passagens aéreas para os consumidores brasileiros."

Uma medida que ajudará a reduzir os preços, diz, é a mudança na fórmula de preço do combustível --mais caro aqui do que no exterior-- e na alíquota de ICMS, de 25% na maioria dos Estados.

Ontem à noite a Avianca baixou para R$ 520 o preço da ponte aérea para a abertura e a final da Copa. Até então o bilhete custava até R$ 2.923.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/10/1356692-embratur-pede-teto-para-preco-de-passagem-aerea-no-periodo-da-copa.shtml

Link to comment
Share on other sites

Flávio Dino sempre com suas idéias brilhantes. Se o governo resolve impor um teto logo vai aparecer o chororo .. "olha, desse jeito vamos ter que cortar custos, demitir mais gente, o dólar, a fase da lua ... "

Link to comment
Share on other sites

Na minha modesta opinião, eu acho que o tal do "teto" daria motivo para mimimi das empresas.

 

Eu já penso diferente: Obrigar as empresas a fornecer um documento no qual JUSTIFICASSE tal cobrança. Por que fora da copa é um preço e durante a copa é outro? Os custos diretos e indiretos das operações sofrerão alterações significativas durante a competição? Qual o mark-up utilizado antes e durante a copa? Lei da oferta e procura? Ou ganância mesmo?

 

De posse dessas informações qualquer analista já conseguiriam atestar o abuso ou não dos preços.

 

Por essas e outras que eu sou a favor de aviação de cabotagem.

Link to comment
Share on other sites

Os senhores então estão sugerindo que voltemos a época da regulamentação do preço das passagens?

 

Idéia descabida.

 

Que tal sugerirmos teto para os preços dos automóveis, eletrônicos, serviços básicos?

 

Melhor, vamos exigir que as empresas do ramo automobilístico justifiquem o valor absurdo e fora do normal cobrado por elas.

 

E claro, vamos permitir a cabotagem, pra sepultar de vez a aviação brasileira.

Link to comment
Share on other sites

Lei da oferta e da procura.

Nao tem porque cobrar menos, visto que ninguem é obrigado a comprar passagens. Compra quem quiser.

Eu acho palhaçada cobrarem esses preços, mas se ninguem comprar as passagens caras, a empresa vai baixar logo logo.

Mas brasileiro é otario mesmo, vao comprar mesmo assim. E ainda vai pensar que estao se dando bem, pois ja garatiram o seu (farinha pouca, meu pirão primeiro). Ou voces acham que alguem vai pensar no coletivo? Esperar que baixe e so depois comprar? (E se acabar, logo eu nao vou viajar?). Essa é a realidade que eu vejo, minha opiniao.

Ahhh so pra ficar claro. Eu sou contra a Copa aqui no Brasil. Quero estar bem longe daqui quando isso acontecer, nem que eu va a nado (pois nao vou pagar passagem cara!).

Link to comment
Share on other sites

Lei da oferta e da procura.

Nao tem porque cobrar menos, visto que ninguem é obrigado a comprar passagens. Compra quem quiser.

Eu acho palhaçada cobrarem esses preços, mas se ninguem comprar as passagens caras, a empresa vai baixar logo logo.

Mas brasileiro é otario mesmo, vao comprar mesmo assim. E ainda vai pensar que estao se dando bem, pois ja garatiram o seu (farinha pouca, meu pirão primeiro). Ou voces acham que alguem vai pensar no coletivo? Esperar que baixe e so depois comprar? (E se acabar, logo eu nao vou viajar?). Essa é a realidade que eu vejo, minha opiniao.

Ahhh so pra ficar claro. Eu sou contra a Copa aqui no Brasil. Quero estar bem longe daqui quando isso acontecer, nem que eu va a nado (pois nao vou pagar passagem cara!).

 

Marcelo,

 

Concordo em partes com você. Exatamente a lei da oferta e da procura e compra passagem quem quer. Isso não acontece só aqui. Realmente ninguém é obrigado a comprar passagem. Só que isso é motivo para exploração? Se tem quem paga, bom para a empresa.

Mas vamos ver pelo lado racional (que eu acho que falta isso na MAIORIA dos empresários brasileiros). É melhor vender 2 passagens a R$ 2.500,00 ou 6 passagens a R$ 700,00 (que já é bem caro)?

O que eu quero entender é o que justifica uma empresa a cobrar R$ 2.500 em uma passagem que em um dia "normal" é vendida por bem menos

 

 

Os senhores então estão sugerindo que voltemos a época da regulamentação do preço das passagens?

 

Idéia descabida.

 

Que tal sugerirmos teto para os preços dos automóveis, eletrônicos, serviços básicos?

 

Melhor, vamos exigir que as empresas do ramo automobilístico justifiquem o valor absurdo e fora do normal cobrado por elas.

 

E claro, vamos permitir a cabotagem, pra sepultar de vez a aviação brasileira.

 

 

Eu entendo que sepultariam aqueles que não sabem trabalhar. Temos já muitas empresas sepultadas e olha que nunca foi permitida a cabotagem.

 

Quando Collor abriu a fronteira do Brasil para a entrada dos carros importados, todo mundo achou que seria o fim das montadoras nacionais. Mas, se ele não fizesse isso (foi a única coisa boa que ele fez) estaríamos andando de chevette, monza, pampa, del-rey, prêmio, elba, santana, etc. até hoje.

 

Link to comment
Share on other sites

Na minha modesta opinião, eu acho que o tal do "teto" daria motivo para mimimi das empresas.

 

Eu já penso diferente: Obrigar as empresas a fornecer um documento no qual JUSTIFICASSE tal cobrança. Por que fora da copa é um preço e durante a copa é outro? Os custos diretos e indiretos das operações sofrerão alterações significativas durante a competição? Qual o mark-up utilizado antes e durante a copa? Lei da oferta e procura? Ou ganância mesmo?

 

De posse dessas informações qualquer analista já conseguiriam atestar o abuso ou não dos preços.

 

Por essas e outras que eu sou a favor de aviação de cabotagem.

 

O controle poderia ser auferido seriam, pelo órgãos competentes. Se forem realmente competente ( trocadilho).

Só não concordo com a sua afirmativa final.

Até parece que cabotagem resolveria o preço.

 

Como bem disse, a única coisa sensata da reportagem, estamos tratando de SERVIÇO PUBLICO CONCEDIDO!

E não dá para avalizar abuso de direito!

Só falta acharem normal vender produto perto do vencimento mais barato pois tem quem compre e consumidor não se importa com isso mesmo, neh!

Link to comment
Share on other sites

 

 

Só falta acharem normal vender produto perto do vencimento mais barato pois tem quem compre e consumidor não se importa com isso mesmo, neh!

 

Não vejo problema algum, afinal próximo da data de vencimento ainda é dentro da validade.

Link to comment
Share on other sites

 

Não vejo problema algum, afinal próximo da data de vencimento ainda é dentro da validade.

 

Os próprios supermercados fazem bastante isso. Os lotes de produtos que estão mais próximos da data vencimento geralmente entram em promoção.

Link to comment
Share on other sites

 

 

Marcelo,

 

Concordo em partes com você. Exatamente a lei da oferta e da procura e compra passagem quem quer. Isso não acontece só aqui. Realmente ninguém é obrigado a comprar passagem. Só que isso é motivo para exploração? Se tem quem paga, bom para a empresa.

Mas vamos ver pelo lado racional (que eu acho que falta isso na MAIORIA dos empresários brasileiros). É melhor vender 2 passagens a R$ 2.500,00 ou 6 passagens a R$ 700,00 (que já é bem caro)?

O que eu quero entender é o que justifica uma empresa a cobrar R$ 2.500 em uma passagem que em um dia "normal" é vendida por bem menos

 

 

 

 

Eu entendo que sepultariam aqueles que não sabem trabalhar. Temos já muitas empresas sepultadas e olha que nunca foi permitida a cabotagem.

 

Quando Collor abriu a fronteira do Brasil para a entrada dos carros importados, todo mundo achou que seria o fim das montadoras nacionais. Mas, se ele não fizesse isso (foi a única coisa boa que ele fez) estaríamos andando de chevette, monza, pampa, del-rey, prêmio, elba, santana, etc. até hoje.

 

 

 

Discordo dessa sua opnião.

No caso dos automóveis a tributação pode ser um instrumento para proteger a indústria brasileira, via cobrança de IPI e Imposto de Importação.

No caso da aviação, é a morte imediata das empresas com um decreto, pois a tributação nesse caso é o inverso do outro exemplo, vindo a matar as empresas. Como se concorre com empresas que pagam 1/3 da tributação nossa?

Link to comment
Share on other sites

O presidente da Embratur, Flávio Dino e respectivos secretários de turismo, deveriam propor a ministra-chefe/governadores um pacto em prol do setor de turismo envolvendo governo empresas aéreas e hotéis, promover uma expansão baseada em investimentos como contrapartida a redução das taxas e impostos como gerador de empregos e fomento ao turismo mas não um programa paliativo algo concreto envolvendo inclusive os governos estaduais e seu ICMS. Alíquotas de 25% ninguém fica alarmado, em nenhum país do mundo existe isso???


Inclusive este já é o posicionamento das empresas resta agora os governos ( federal e estaduais ) fazerem sua parte como regulador e fomentador do mercado e não tirar o corpo fora.


Ações como controle do preço de passagens podem resultar em processos ( similar ao da RG penalizada durante anos por esta política imediatista, que teve seu equilíbrio financeiro quebrado pelo governo ) pois as empresas já operam com margens mínimas em certos períodos margens negativas mas o governo continua a faturar e não exerce seu papel de incentivador do turismo....


O setor automobilístico possui alta margem e retorno inclusive as indústria nacional socorrendo financeiramente suas matrizes e o governo reduz imposto e tem uma política de incentivo. Porque não incentivar o setor de transporte e turismo?


Agora o governo promove a exportação do turismo devido ao custo Brasil , as empresas estrangeiras de aviação, e o enorme déficit em conta corrente justo devido a esta distorção descabida mas esquece do lado oposto, o nosso. Quero ver alguma cia aérea operar no Brasil pagando os impostos que o governo não abre mão ( vamos arrecadar mais com menos ) e ter margem. Só se for comprar mercado e praticar dupping. Respaldado pelo governo é claro!


Isto é governo sério?


" O governo federal não pretende socorrer as companhias aéreas brasileiras, que fizeram em agosto vários pedidos para sair do período de dificuldades que atravessam. Segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o governo entende já ter concedido incentivos e feito "colaborações importantes" para ajudar as companhias aéreas a enfrentar as dificuldades financeiras.

A ministra disse que o governo "tem limites" para ajudar as empresas e que a alteração na fórmula de cálculo do preço do querosene de aviação, um dos pedidos das companhias aéreas, é "uma discussão com a Petrobras".

"Demos uma colaboração importante, fizemos um bom pedaço", afirmou Gleisi ao jornal O Estado de S. Paulo. Ela disse ainda que há riscos do negócio implícitos assumidos na operação. "A variação de câmbio e o impacto dessa realidade é do cotidiano delas, é do risco", afirmou.

As empresas têm pressionado por um socorro oficial. Querem, entre outros pontos, a revisão da fórmula adotada para os preços do querosene de aviação, a desoneração tributária e a equalização do ICMS em 4% entre os estados. "Esse é um ponto da Petrobras, uma discussão com a Petrobrás. Não entramos nisso", resumiu Gleisi sobre a reivindicação.

As empresas pedem ainda uma redução do peso das taxas aeroportuárias e aeronáuticas, equivalentes a 6% do custo total da operação. "

Link to comment
Share on other sites

 

Discordo dessa sua opnião.

No caso dos automóveis a tributação pode ser um instrumento para proteger a indústria brasileira, via cobrança de IPI e Imposto de Importação.

No caso da aviação, é a morte imediata das empresas com um decreto, pois a tributação nesse caso é o inverso do outro exemplo, vindo a matar as empresas. Como se concorre com empresas que pagam 1/3 da tributação nossa?

 

Proteger a industria nacional é piada, é o mesmo que proteger agiotas.

 

Como se concorre com alguém que paga 1/3 dos tributos ? baixe os tributos !!!!! - mas esta "proteção" ninguem quer dar, e eu ainda duvido que o preço do carro nacional cairia.

 

Industria automotiva no Brasil é uma praga !

Link to comment
Share on other sites

Os preços das passagens estão 43% mais baixos do que dez anos atrás, disse a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).


A posição foi dada depois de o presidente da Embratur, Flávio Dino, propor estabelecer um teto para o preço das passagens aéreas durante a Copa do Mundo.


O valor médio dos bilhetes caiu de R$ 515,43 em 2002 para R$ 294,83 no final do ano passado. Os dados são da Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil.


A queda, por outro lado, impulsionou o crescimento do número de passageiros que viajam de avião. Foram 92 milhões de passageiros transportados em 2012, segundo a Abear; dez anos atrás, eram 30 milhões.


Ainda segundo a empresa, 23% dos bilhetes vendidos em 2002 eram abaixo de R$ 300. Hoje, são 65%.


LIBERAÇÃO


Todo esse resultado, disse a Abear, só foi possível porque o governo decidiu liberar as companhias aéreas para praticar o valor que achassem razoável. Foi a chamada “liberdade tarifária”, iniciada justamente em 2002.


“Essa trajetória deixa nítidos os benefícios da livre concorrência entre as empresas do setor para a ampliação da oferta e diminuição dos preços das passagens aéreas para os consumidores brasileiros”, diz trecho de nota enviada pela entidade, que continua:


“Provas inequívocas desse avanço são a migração maciça de passageiros do transporte rodoviário para o transporte aéreo e o fato de, para destinos iguais, ser frequentemente possível encontrar passagens de avião mais baratas do que as de ônibus, bastando para isso organização e planejamento de compra”.


E a entidade entrou na questão dos preços da Copa, bem superiores aos comprados com antecedência.


“As forças de oferta e demanda que operam dentro de um ambiente de liberdade concorrencial, entretanto, permitem que pontualmente existam preços que ficam bastante abaixo ou acima da média, mas o mais relevante é sempre a análise dos valores médios em períodos mais largos de tempo.”


COMO REDUZIR


A Abear sustenta que, para os preços das passagens baixarem, requer ajuda do governo para reduzir os custos do setor.


Dois problemas são os principais:


1) a fórmula de cálculo do preço do combustível de aviação


Diz a entidade: “A absoluta maioria do combustível consumido pelas empresas brasileiras, que responde por até 40% dos custos de operação, é produzido no país e vendido pela Petrobrás, fornecedor virtualmente monopolista, como se fosse importando e por um preço 20% acima da média mundial.


2) impostos sobre o combustível


“Há um desequilíbrio nos preços do combustível para os voos internacionais e domésticos. Enquanto o primeiro é isento de impostos, o segundo é tributado em cada estado brasileiro em alíquotas que chegam a 25%. Isso torna os voos dentro do Brasil mais caros que aqueles com destino no exterior e consiste em um efetivo desestímulo para a aviação brasileira e para o turismo nacional”. Essa estrutura, sustenta a entidade, contribui para a “exportação” de turistas, empregos e divisas.


Em agosto, a Abear entregou ao governo uma relação de pedidos para “devolver a competitividade ao setor”.


TAM e Gol tiveram prejuízos bilionários em 2012. Azul e Avianca não divulgam balanços.

Link to comment
Share on other sites

Esse tipo de cargo como presidente da Embratur é um lugar que eles querem mostrar serviço. Vem aí talvez a maior chance de todos os tempos pra fazer isso e o turismo permite. O cidadão em questão só abre a boca pra dar ideia de calango e essa é mais uma. Parece que ele simplesmente tem um estalo em seu gabinete e sai pela imprensa falando, sem ao menos observar uma característica básica do mercado, que é a desregulamentação. Já falou muita bobagem em relação a concorrência, inclusive propondo cabotagem. Acho que o melhor a fazer é desconsiderar, pois logo vem outro no lugar dele e a vida segue. São os cargos onde as pessoas caem de paraquedas.

 

Por outro lado temos que atentar que tem muita gente, muito formador de opinião, que defende que a solução para o transporte aéreo brasileiro é aumentar a concorrência. Isso é um caminho perigoso, principalmente nesse governo nosso que é pura baderna e ninguém que manda entende patavinas de avião.

Link to comment
Share on other sites

 

Discordo dessa sua opnião.

No caso dos automóveis a tributação pode ser um instrumento para proteger a indústria brasileira, via cobrança de IPI e Imposto de Importação.

No caso da aviação, é a morte imediata das empresas com um decreto, pois a tributação nesse caso é o inverso do outro exemplo, vindo a matar as empresas. Como se concorre com empresas que pagam 1/3 da tributação nossa?

 

Olá, José

 

Eu entendo a sua discordância. Mas nesse caso, para se abrir para empresas estrangeiras, teriam que ter regras. O tributo é cobrado no ato da emissão da passagem. A American vai vender passagem de São Paulo à Brasilia? Está sujeita à mesma tributação das outras. Vai abastecer em Manaus? Vai pagar, sobre o combustível, o mesmo imposto. Equipe de terra, apoio, etc, os funcionários estão sujeitos à contratação pela CLT. Obrigar o recolhimento previdenciário (ao menos) sobre o salario da tripulação estrangeira proporcional às atividades realizadas em território nacional; Estipular um mínimo de tripulantes técnicos e comerciais brasileiros... Enfim... Não fazer o "samba do crioulo doido". Dar direitos, mas exigir deveres.

 

Acho que seria interessante ouvir em um bom português um "Lufthansa XXXX autorizado pouso na 17 da direita"

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade