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Gol não espera desonerações do governo para setor aéreo, diz diretor


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Gol não espera desonerações do governo para setor aéreo, diz diretor

 

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Por Diogo Martins | Valor

RIO - A Gol Linhas Aéreas não espera grandes desonerações do governo, afirmou o diretor financeiro da companhia, Eduardo Masson de Andrade Martins. As empresas aéreas alegam altos custos e, em dificuldades financeiras, pleiteiam junto ao governo reduções de PIS/Cofins e ICMS.

 

De acordo com o executivo, até agora, as sinalizações do governo não são animadoras. Os sinais que o governo vem dando é de que não haverá [ajuda substancial]. Não trabalhamos com essa [grande] expectativa", afirmou Martins, depois de participar do Congresso Nacional de Executivos de Finanças, organizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). Vai ter que ser como herança: se vier algo já é alguma coisa, acrescentou.

 

Para exemplificar, Martins citou que a redução no preço do querosene de aviação esbarra nos Estados, que arbitram as taxas de ICMS. Ele disse que o ICMS impacta sensivelmente o preço do combustível. Durante sua apresentação, ele disse que 45% do custo das companhias aéreas é com o querosene de aviação.

 

Segundo o diretor, a diferença entre o preço do combustível vendido no país chega a ser 40% maior que no exterior. No mundo, estamos no top 3 em preço do querosene de aviação, disse. Não queremos um favorecimento, mas sim uma equalização [dos impostos], disse Martins. PIS e Cofins já seriam alguma coisa, mas o que pesa é o ICMS, reiterou.

 

O executivo também afirmou que a Gol negocia com três companhias europeias sobre acordos de code share, entre elas a Air France e Lufthansa. Não é participação societária; estamos falando de estreitar relacionamento com as companhias aéreas. Essas duas são fortes e temos conversas para fazer code share, disse ele, ressaltando que as negociações podem durar até um ano.

 

 

 

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Gol não espera grande ajuda do governo ao setor aéreo, diz executivo

sexta-feira, 18 de outubro de 2013 12:53 BRT Imprimir | Uma página [-] Texto [+]

 

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RIO DE JANEIRO, 18 Out (Reuters) - A empresa aérea Gol não espera que o Governo Federal dê alguma grande ajuda ao setor aéreo, que pediu medidas de apoio e desoneração à Secretaria de Aviação Civil, de acordo com diretor financeiro da companhia, Eduardo Masson Martins.

 

O executivo afirmou que as sinalizações dadas pelo Governo até o momento não são muito animadoras.

 

"Os sinais que o governo vem demonstrando é de que não haverá (grande ajuda). Não trabalhamos com essa expectativa", afirmou ele a jornalistas em evento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). "Vai ter que ser como herança: se vier algo já é alguma coisa", acrescentou.

 

Masson Martins lembrou que a redução no preço do querosene de aviação, um dos principais pleitos do setor, esbarra nos Estados que decidem as taxas de ICMS, que impacta sensivelmente o preço do combustível.

 

Masson Martins argumenta que os gastos com combustível pesam em cerca de 45 por cento do custo das companhias aéreas.

 

As empresas apresentaram recentemente ao governo um pedido de ajuda para enfrentar questões como a alta dos preços de combustível e volatilidade do dólar.

 

Na quinta-feira, Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, associação que reúne as quatro maiores empresas aéreas do país, disse a jornalistas que o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, sinalizou a ele que o pedido do setor ao governo por medidas de apoio pode ter "novidades" na próxima semana.

 

Para Martins, medidas tributárias seriam um avanço. "Não queremos um favorecimento, mas sim uma equalização ... PIS e Cofins já seria alguma coisa, mas o que pesa é o ICMS", disse.

 

O executivo revelou também que a Gol mantém conversas com duas empresas aéreas gigantes da Europa, como Air France e Lufthansa, para parcerias no compartilhamento de voos.

 

"Não é participação societária; estamos falando de estreitar relacionamento com as companhias aéreas. Essas duas são fortes e temos conversas para fazer code share".

 

Segundo ele, essas negociações podem durar até um ano. A Gol já possui parcerias com empresas como Alitalia e Iberia, além da norte-americana Delta Airlines.

 

(Por Rodrigo Viga Gaier)

 

 

 

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