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“Medida judicial quebrará a OCEANAIR”


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“Medida judicial quebrará a OCEANAIR”

 

A afirmação é de German Efromovich, dono da companhia aérea

 

A determinação do juiz federal Ronald de Carvalho Filho, da 22a Vara Cível Federal, de proibir a partir das 0h00 do dia 8, as operações de aeronaves Fokker 100 e Boeing 737-800 e 737-700 no Aeroporto de Congonhas, gerou apreensão e revolta por parte de dirigentes das companhias aéreas atingidas pela medida. A primeira reação veio agora à tarde por parte do presidente do grupo proprietário da OceanAir, German Efromovich.

 

O empresário convocou entrevista coletiva na sede da empresa, em São Paulo, para manifestar o seu descontentamento. Acompanhado pelo presidente da OceanAir, Carlos Ebner, e pelo diretor técnico, Antonio FlávioMartins Costa, Efromovich esclareceu a posição do grupo em relação ao problema que a medida judicial irá causar nas operações da empresa e o conseqüente prejuízo aos passageiros que utilizam o Aeroporto de Congonhas. Segundo ele, os passageiros da OceanAir terão toda a atenção da empresa. “Nossos passageiros podem ficar sossegados que no que depender da companhia estaremos mantendo as nossas operações normalmente”.

 

German Efromovich também anunciou que a base da operação da OceanAir em Congonhas está baseada na utilização dos Fokker 100 e que nos próximos três meses estará recebendo mais sete aeronaves desse modelo. “Estou confiante na reconsideração da medida judicial. O pedido do Ministério Público Federal era para o fechamento da pista principal do aeroporto por causa do risco de derrapagens em dias de chuva. A medida é totalmente equivocada e transforma Congonhas no aeroporto de uma única companhia”, disse, lembrando que sem Congonhas não há sentido as operações da OceanAir. “Se a medida permanecer ela inviabilizará a continuidade da companhia. Ela quebrará a empresa”.

 

Sobre as aeronaves Fokker 100, Efromovich fez questão de demonstrar que elas são as mais seguras, versáteis e confiáveis para operar nos 1.940 metros da pista de Congonhas. “Em pista seca o Fokker necessita de apenas 900 metros e em pistas molhadas de 1.035 metros para pousar. Tanto que em um ano de operação não tivemos nenhum acidente”, garantiu.

 

A empresa - A OceanAir foi criada em 1998 como empresa de táxi aéreo para prestar serviços a empresas do setor do petróleo, na Bacia de Campos (RJ). Em 2002, a companhia passou a operar linhas regionais entre os aeroportos de Guarulhos (SP), Santos Dumont (RJ), Macaé (RJ) e Campos (RJ), com aviões Embraer Brasília EMB-120. No mesmo ano, a OceanAir recebeu do DAC (Departamento de Aviação Civil) a autorização para operar como empresa de transporte aéreo regular de passageiros, carga e mala postal. Atualmente é a maior empresa aérea regional do país.

 

fonte: Brasilturis Jornal

 

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Oceain Air: "sem as operações de Congonhas empresa quebra"

 

Leila Melo

 

O presidente do Grupo Sinergy, que controla as operações da Ocean Air e Avianca, German Efromovich, afirmou durante entrevista coletivo realizada há pouco em São Paulo que não faz sentido a companhia continuar as operações no país sem as atividades em Congonhas: "Esperávamos uma liminar do Ministério Público para a interdição da pista principal de Congonhas e não a proibição das operações de nossas aeronaves Fokker 100 (também chamados de MK-28). Sem as operações em Congonhas a empresa pode quebrar".

 

Ontem (05/02), a Justiça Federal restringiu o uso de aeronaves Fokker 100 e Boeing a partir da meia-noite desta quinta-feira (08/02) no aeroporto de Congonhas. A Oceain Air possui uma frota de dez Fokker 100, cinco Fokker 50 e cinco Brasília (aviões da Embraer), sendo que 90% dos vôos saem de Congonhas. German Efromovich disse que os advogados da companhia estão em Brasília solicitando uma audiência com o Ministério Público e com o juiz para tentar entender o motivo da proibição da operação das aeronaves em Congonhas.

 

O presidente reforçou que a distância para pouso permitida no aeroporto de Congonhas é de 1.940 metros, inferior à disponibilidade dos aviões Fokker 100, que em pista seca tem capacidade de decolar e pousar numa distância de 900 metros e, em pista molhada, de 1.035 metros, de acordo com o documento oficial, referência no mercado da aviação, o Fokker Airplane Flight Manual.

 

O Fokker 100 é homologado em todos os países e é considerada a aeronave mais segura e versátil no mercado, segundo informou Efromovich. Há 300 desse tipo operando no mundo. A OceanAir possui 28 slots em Congonhas e, segundo o presidente, a mudança para Guarulhos não é rentável para empresa.

 

fonte: Mercado e Eventos

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Fonte: Estadão online

 

OcenAir: empresa pode falir com restrição em Congonhas

 

Líder do grupo Sinergy, que controla a companhia a empresa, avaliou efeitos das medidas restritivas no maior aeroporto do País; vendas de passagens continuam

 

Beth Moreira

 

SÃO PAULO - O presidente do grupo Sinergy, German Efromovich, que controla a companhia aérea OceanAir, disse nesta terça-feira, 6, que a decisão do juiz Ronald de Carvalho Filho, da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo, de proibir a operação de aviões Fokker 100 e Boeings 737-800 e 737-700 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, é "equivocada e uma aberração", caso ela seja levada adiante. "Sem Congonhas, nossa operação fica inviabilizada. Isso pode até quebrar a companhia", afirmou Efromovich.

 

Efromovich afirmou ainda que uma transferência das operações de Congonhas para Guarulhos não poderia ocorrer num espaço tão curto de tempo - as restrições começam a vigorar a partir de quinta-feira, dia 8. Se isso ocorrer, Efromovich pretende processar "os responsáveis" por perdas e danos.

 

Segundo o executivo, a empresa mantém 28 slots (autorizações de pouso e decolagem) no aeroporto de Congonhas, sendo que 90% destes são operados com o Fokker. "Eu quero crer que isso seja um equívoco e não uma decisão tendenciosa."

 

Efromovich lembrou que a decisão do juiz foi tomada como resposta a uma ação do Ministério Público Federal (MPF), que solicitou a interdição do aeroporto de Congonhas devido aos problemas de derrapagens na pista principal. Segundo ele, a medida adotada pelo juiz não foi baseada em nenhum laudo técnico, mas apenas em informações colhidas em diversos órgãos.

 

A OceanAir tentou falar com o juiz nesta terça para tratar do assunto, porém não foram recebidos porque não fazem parte do processo. As partes envolvidas são a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Efromovich explicou que queria apresentar a Carvalho Filho dados técnicos que mostram que há segurança para a operação do Fokker-100 em Congonhas.

 

Segundo ele, são necessários 900 metros de pista seca ou 1.035 metros em pista molhada para que o modelo pouse em segurança. A pista principal de Congonhas possui 1.940 metros. "Se tivemos oportunidade, vamos apresentar esses números ao juiz, que vai reconhecer que houve um equívoco."

 

Efromovich reiterou que espera que a decisão seja revertida em breve e afirmou que as vendas de passagens da OceanAir para saídas a partir de Congonhas continuam sendo feitas normalmente. "A Anac nunca disse que Congonhas não é seguro. Se nós não tivéssemos certeza disso, não levantaríamos vôo", disse o executivo. "A empresa não é uma kamikaze que vai subir na aeronave para se suicidar", brincou.

 

Note mental: Ser amigo de alguém de alto escalão do PT......

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Coitada da OceanAir....ANAC, Justica....todas de alguma forma tentaram (in)diretamente fazer algo para tentar impedir que ela operasse...

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Na entrevista na BandNews, o German informou que a empresa não quebraria, porque o "grupo SYNERGY é forte", mas que a empresa poderia fechar no Brasil para não ficar no prejuízo. Disse que se isso ocorrer, de forma alguma os passageiros da OceanAir serão prejudicados.

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Lamentável mesmo! Tomara que isso se resolva da melhor maneira possível e que os paxs brasileiros não sofram com essa medida.

 

Mas que precisa dar um rumo a CGH, precisa sim!

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Parabéns Brasil!!!!!!!!! Parabéns juíz!!!!!

 

Muito legal!!!! esse é o país que merecemos.............que nojo de ser brasileiro.

 

 

Faço das suas as minhas palavras.

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Alguém sabe se vai ter alguma manifestação por parte dos funcionários da OceanAir? Se tiver, vou tentar ir...

 

O ##### é que 73G e agora o 738 pousam no SDU e ninguém reclamou da segurança... 727; DC-8; 707; A300; 767 e até A330 pousaram em CGH sem interdição nenhuma e agora vão alegar que por causa do peso excessivo, nem o 73G nem o 738 podem pousar là?!?

O A320 por acaso tem MTOW inferior ao do 73G...

 

Ninguém merece decisões judiciais desse tipo. No caso VARIG, a ANAC mostrou ser eficiente no quesito cassar liminares. Vamos ver se ela consegue reverter essa decisão judicial também. O prestigio dela e de toda a aviação brasileira està em jogo...

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Eu tava tentando explicar pro meu pai a falta de conhecimento técnico desse juiz imbecil que libera 300 e proibi 700, libera 400 e proibi 800....libera A320 e proibi F100.... :huh: :o :( :angry: :Brazil: :ranting_1: :th_banghead:

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Esse pessoal fica facilitando ... já vi morte por muito menos :lol:

 

Agora falando sério, será que não existe um meio jurídico de provar que essa decisão é simplesmente burra? Não é possível que empresas como a Gol e a Oceanair não tenham um setor jurídico que possa fazer frente a isso, mesmo que provisoriamente. Nem que seja apelando com jogo de influências, já que tudo aqui é assim. Diante de uma decisão estupida dessas até propina vira besteira.

 

Abraço

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Fui a sede da Oceanair hoje e dei de cara com milhoes de jornalistas... tive de dar meia volta!

 

o brasil não é um país sério!!

e agora?

 

Tem muita coisa pra mudar nesse país. A justiça não pode agir desse jeito, com base na cabeça de um zé qualquer. Essa decisão é só mais uma das absurdas idéias da justiça. Mas também o que é a justiça nesse país? Semana passada puseram na rua 3 condenados com um habeas corpus falso, o cara lá da casa do chapéu diz que ele quer que CGH opere de tal forma, tem-se que acatar. Podiam jogar esse juiz no saguão de CGH amanhã bem cedo. Queria ver.

 

Abraço

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E digo mais. Chamem de teoria da conspiração ou o que quiser. Quando estourou a crise com a TAM eu e muitos outros fomos pro lado inverso da história. A TAM teve sua parcela de culpa mas foi unicamente o cristo que a ANAC precisava pra justificar a greve dos controladores. Cheguei até a brincar com o Tonho que no carnaval seria a GOL. Pois então, estamos no dia 06/02, semana que consolida a venda de bilhetes pro carnaval e a justiça (sabe-se agindo a mando de quem) com uma decisão dessas que prejudica diretamente as outras duas, ou seja, Gol e Oceanair. Afinal a TAM de novo seria estranho né. O que acontece agora? A ##### toda que já ia acontecer com a operação padrão dos controladores já tem outro cristo. A ANAC e Infraero nada podem fazer, afinal estão cumprindo decisão da justiça. Engraçado né? No caso dos slots da Varig o Zuanazzi foi correndo na imprensa dizer que não iria cumprir a decisão judicial.

 

É muita bobagem pra um país só.

 

Abraço

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Fui a sede da Oceanair hoje e dei de cara com milhoes de jornalistas... tive de dar meia volta!

 

o brasil não é um país sério!!

e agora?

 

Putz, baixar a cabeça e esperar creio que não seja a atitude mais correta. As próprias empresas aéreas atingidas deveriam fazer alguma coisa. Acho estranho só terem informado notas e no caso da Oceanair uma coletiva. Deveriam contestar essa decisão. Pedir a derrubada. E creio que não só as empresas em si, como os aeronautas e aeroviários. E se bobear até os passageiros.

 

Apesar de que acredito que essa liminar não será obedecida. A ANAC em uma atitude sensata (para provar que há vida inteligente lá na cúpula) não deveria de maneira nenhuma aplicar punição a qualquer empresa que descumprir a decisão.

 

E aposto que os passageiros, num eventual caos - mais do que previsto por sinal- botarão a culpa novamente nas empresas aéreas e descontarão a raiva nos pobres dos funcionários que nada tem a ver com a situação.

 

Mas, cabe aí uma lição: nada de empurrar as coisas com a barriga. Vem a velha história de manutenção preventiva e a corretiva. Nesse caso, a corretiva custará caríssima.

 

Apertem os cintos. Faltam 23 horas para o início do vigor dessa lei bizarra.

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Recurso haverá com certeza. Os advogados das empresas devem estar trabalhando nisso agora mesmo, de madrugada. Como já foi divulgado e discutido aqui, essa decisão judicial está baseada em argumentos muito frágeis. E por incrível que pareça, o MPF não se deu por satisfeito com a interdição "parcial" do juiz Ronald-Fenômeno e quer a interdição completa e imediata.

 

A interdição ou minimização do uso de CGH vinha sendo pedida aqui mesmo no CR por vários membros. E com razão. O fato de CGH movimentar 18 milhões de passageiros/ano e ser utilizado como hub nacional mesmo estando no meio da cidade é motivo de vergonha. Especialmente considerando as condições de segurança, que todos concordam, é precária. Se não fosse, não teríamos aviões derrapando, quase indo parar na rua e podendo causar uma tragédia com vítimas.

 

A decisão do juiz foi equivocada por ter se baseado em critérios técnicos duvidosos, prejudicado algumas companhias (e seus passageiros), e indiretamente beneficiando outras. E foi errada também por deixar somente poucas horas para que as empresas, ANAC e Infraero se reorganizem e redirecionem os vôos. Nunca uma situação caótica foi tão previsivel.

 

Talvez medidas mais sensatas fossem determinar critérios mais rigorosos para fechamento da pista em dias de chuva, mas mantendo o aeroporto aberto, e tentar desviar de CGH o mais brevemente possível (mas não em questão de horas) a maior parte possível do tráfego "pesado". Bastaria que CGH desse conta do volume de passageiros para o qual realmente foi planejado, e observar que outros aeroportos têm capacidade ociosa, sendo GIG o exemplo mais notável. Planejamento de longo prazo teria evitado que chegássemos a este ponto.

 

A ANAC, a Infraero, as empresas (todas), e até os passageiros, ao longo dos anos foram deixando CGH crescer ao ponto de virar um problema. A solução teria que vir também aos poucos. Mas o risco imediato à segurança deve ter tido peso na decisão judicial, que foi tomada de forma precipitada e sem ponderação suficiente.

 

Descumprir a decisão não vem ao caso: a decisão partiu da Justiça Federal, e a ANAC tem que cumprir. É diferente do caso dos slots da Varig, que a ANAC resolveu candidamente desobedecer, já que a decisão nesse caso partiu da Justiça Estadual do Rio, que não tem competência para julgar essas questões (já mencionei essa questão do conflito de competência em outro post).

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quote name='stratocruiser' date='Feb 7 2007, 12:34 AM' post='74591']

A interdição ou minimização do uso de CGH vinha sendo pedida aqui mesmo no CR por vários membros. E com razão. O fato de CGH movimentar 18 milhões de passageiros/ano e ser utilizado como hub nacional mesmo estando no meio da cidade é motivo de vergonha. Especialmente considerando as condições de segurança, que todos concordam, é precária. Se não fosse, não teríamos aviões derrapando, quase indo parar na rua e podendo causar uma tragédia com vítimas.

 

Ah sim, Stratocruiser, esse movimento eu lembro bem aqui no CR. Foi aprovada, até onde eu acompanhei, com louvor.

 

A decisão do juiz foi equivocada por ter se baseado em critérios técnicos duvidosos, prejudicado algumas companhias (e seus passageiros), e indiretamente beneficiando outras. E foi errada também por deixar somente poucas horas para que as empresas, ANAC e Infraero se reorganizem e redirecionem os vôos. Nunca uma situação caótica foi tão previsivel.
Concordo e não adiciono palavras. E pode-se dizer até de caos com hora marcada.

 

Talvez medidas mais sensatas fossem determinar critérios mais rigorosos para fechamento da pista em dias de chuva, mas mantendo o aeroporto aberto, e tentar desviar de CGH o mais brevemente possível (mas não em questão de horas) a maior parte possível do tráfego "pesado". Bastaria que CGH desse conta do volume de passageiros para o qual realmente foi planejado, e observar que outros aeroportos têm capacidade ociosa, sendo GIG o exemplo mais notável. Planejamento de longo prazo teria evitado que chegássemos a este ponto.

 

Aí vem um "x". Se toda vez que chover, tiverem que fechar CGH, então será necessário um plano de contingência eterno. Será um aeroporto pisca-pisca, causando transtornos as cias, aos pax, enfim. Ou funciona direito ou fecha de uma vez! - Fácil não? :thumbsdown_still: :hypocrite: - auto-crítica mesmo.

 

Em partes o MP está certo mesmo de exigir os reparos na pista, porém estamos falando de impossibilidade de operações no maior aeroporto brasileiro em número de passageiros! Não se pode fechar um aeroporto desse porte da noite para o dia, como foi determinado. Mas é evidente (prá não dizer óbvio ululante) que os problemas nas pistas devem ser corrigidos com urgência. Como você mesmo levantou, cabe aí um excelente planejamento por todas as partes envolvidas para que estes reparos sejam efetuados. Mas infelizmente questões burocráticas - que de certa forma provém de se evitar corrupção - acabam passando por cima disso.

 

A ANAC, a Infraero, as empresas (todas), e até os passageiros, ao longo dos anos foram deixando CGH crescer ao ponto de virar um problema. A solução teria que vir também aos poucos. Mas o risco imediato à segurança deve ter tido peso na decisão judicial, que foi tomada de forma precipitada e sem ponderação suficiente.
Em partes, acredito que GRU veio com essa idéia também, de desafogar o tráfego de CGH - além de aproximar o aeroporto int'l de São Paulo a capital, mas pelo que se vê, o ritmo de crescimento e investimentos nos terminais (não em aeroshopping) não acompanhou o do transporte aéreo. Infelizmente a constatação veio da pior forma possível.

 

Se a grande questão da segurança nas operações de CGH é esse acúmulo de água na pista, lembro que, snme, em 2002 foi feito algum trabalho grande em uma (se não em ambas) as pistas de CGH, visando aumentar a aderência das pistas e evitar também a aquaplanagem. Se realmente o trabalho executado fosse de qualidade, esse acúmulo de água na pista teria acabado. Então temos outros problemas aí.

 

Descumprir a decisão não vem ao caso: a decisão partiu da Justiça Federal, e a ANAC tem que cumprir. É diferente do caso dos slots da Varig, que a ANAC resolveu candidamente desobedecer, já que a decisão nesse caso partiu da Justiça Estadual do Rio, que não tem competência para julgar essas questões (já mencionei essa questão do conflito de competência em outro post).

 

Eu pensei nesse descumprimento da lei pelo fato de que mais hora menos hora essa lei seria derrubada, justamente pelo que vc mencionou acima: os argumentos técnicos são fracos. Apesar de que penderá mais a uma proibição total do que derrubada da lei. O problema é o transtorno que esse quase fechamento de CGH provocará nos aeroportos brasileiros. A ANAC, creio eu, não poderia ser conivente com a situação e simplesmente aceitar esse fato de braços cruzados. Mas surge aí esse conflito que vc levantou. Tudo bem, ela e a Infraero estão correndo atrás? Pelo noticiado sim. Mas o tempo está correndo e a aviação não pode parar. Ainda mais nessa época do ano de tráfego intenso. Não digo que será decretar a sentença de morte, mas muitos passageiros com o único objetivo de viagens a lazer pensarão muito antes de comprar uma passagem aérea.

 

Na torcida para uma solução sensata e rápida. Será que é pedir demais?? :unsure:

 

Grande abraço!

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O ##### é que 73G e agora o 738 pousam no SDU e ninguém reclamou da segurança... 727; DC-8; 707; A300; 767 e até A330 pousaram em CGH sem interdição nenhuma e agora vão alegar que por causa do peso excessivo, nem o 73G nem o 738 podem pousar là?!?

O A320 por acaso tem MTOW inferior ao do 73G...

 

Ninguém merece decisões judiciais desse tipo. No caso VARIG, a ANAC mostrou ser eficiente no quesito cassar liminares. Vamos ver se ela consegue reverter essa decisão judicial também. O prestigio dela e de toda a aviação brasileira està em jogo...

 

Concordo contigo sobre a decisão judidicial, mas convenhamos, a ANAC adiou o quanto NÃO pode a reforma da pista... estava esperando alguém que nada tem haver com o aeroporto se manifestar.

 

E sobre SDU, é justamente o oposto ..... pista reformada, bem pavimentada e com grooving perfeito, te garanto que com chuva moderada CGH hoje é um desafio bem maior que a pista do SDU.

 

E se tem um culpado além do juiz é a própria ANAC que poderia ter feito a reforma em agosto de 2006... e só fez adiar!

 

Esse é o preço da concentração. E esse papo da Ocean Air de que vai quebrar.... meu Deus do céu, quanta polêmica. Parece que só carrega passageiro em CGH para tour aéreo CGH-CGH. Essa é minha opinião.

 

Felipe

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...E esse papo da Ocean Air de que vai quebrar.... meu Deus do céu, quanta polêmica...

 

Acho que o German quis polemizar mesmo. Quis marcar uma posição firme, demonstrar a gravidade da decisão, e mostrar que a empresa vai brigar com todas as armas que tem. O que é mais sério para uma empresa do que fechar as portas?

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Acho que o German quis polemizar mesmo. Quis marcar uma posição firme, demonstrar a gravidade da decisão, e mostrar que a empresa vai brigar com todas as armas que tem. O que é mais sério para uma empresa do que fechar as portas?

 

Com certeza nada. E você acha que ela fecharia as portas mesmo ?

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Com certeza nada. E você acha que ela fecharia as portas mesmo ?

 

Acho que não fecharia não. Acumular prejuízo por 6 meses até CGH voltar ao "normal" seria tolice, mas se a decisão for mantida, ou se CGH parar de vez, a Ocean terá o mesmo direito que as outras a pleitear espaço em Viracopos e Guarulhos para seus vôos.

 

E a empresa tem vários planos para os próximos anos: rotas internacionais, 757 chegando. Se não me engano, tinha até boato de 787. Acho que eles não abririam mão de todos esses planos por um problema temporário, e que acabará afetando todo o setor. A OceanAir já conquistou um espaço importante no mercado, apesar de ainda pequeno. Se a Avianca/Synergy quer mesmo crescer na América Latina, o Brasil é fundamental, e eles não vão desistir tão facilmente.

 

Abração!

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Prejuízo já é invevitável, além de perda nas vendas de passagens o juíz jogou por terra tudo q a ocean vinha fazendo para apagar a mácula dos que paira sobre os F-100, agora alguns já olharão com outros olhos os MK-28 percebendo que são F-100 e que o juíz deu a a entender que não é seguro para operar em CGH.

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SAbem o q vai ser engraçado?

 

amanha vamos ver passageiro xingando, metendo pau e quebrando check-in das cias aéreas, alegando q as cias não avisaram, q são todas culpadas, q não tratam bem os passageiros.!

 

ai é pra sentar e chorar...

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SAbem o q vai ser engraçado?

 

amanha vamos ver passageiro xingando, metendo pau e quebrando check-in das cias aéreas, alegando q as cias não avisaram, q são todas culpadas, q não tratam bem os passageiros.!

 

ai é pra sentar e chorar...

 

E no mês que vem a ANAC abre processo pra apurar se a Oceanair e a Gol executaram medidas prejudiciais ao passageiro, e no mês seguinte divulga relatório dizendo que as duas foram responsáveis pelo apagão aéreo no carnaval. Simples assim :lol:

 

Abraço

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