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TAM e Accor não preveem aumento de receita com Copa do Mundo


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TAM e Accor não preveem aumento de receita com Copa do Mundo

 

Presidenta da companhia aérea e presidente do grupo hoteleiro dizem estar preparados para atender a demanda do campeonato, mas não acham que ele irá melhorar os resultados de 2014

por Samantha Maia publicado 30/10/2013 09:16

 

 

 

 

Tanto Claudia Sender, presidente da TAM (eleita a empresa Mais Admirada no segmento companhia aérea) quanto o presidente da Accor na América Latina, Roland Bonadona, eleita empresa Mais Admirada do segmento Redes de Hotéis, não estão prevendo um aumento de ganhos de receita para suas empresas com a Copa do Mundo.

 

No Brasil, mais da metade da demanda do setor aéreo ainda é corporativa. E durante a Copa essa demanda tende a desaparecer, as pessoas vão pegar mais férias, terão feriados em dias de jogos do Brasil... e a demanda de turismo não compensa, explica Claudia. O passageiro habitual vai evitar viajar durante esse período. Na Copa não tem aumento de demanda. No geral tem queda e alguma demanda muito concentrada, mais complexa de operar, diz a executiva.

 

Bonadona, da Accor, tem uma avaliação semelhante. Segundo ele, o incremento da demanda será concentrado nas cidades sedes e dias de jogos, mas não se sustentará ao longo de todo o ano. A Copa permitiu liberar projetos que ficariam engavetados nos processo burocráticos de liberação dos alvarás, e isso traz um legado de modernização e ampliação do parque hoteleiro, mas estou frustrado porque não sentimos que a Embratur esteja aproveitando o momento para promover o País, diz o executivo em crítica à autarquia responsável pela promoção do País no exterior.

 

Dos 40 mil novos apartamentos construídos para atender o evento esportivo no Brasil, 20 mil são de propriedade da Accor, dona de marcas como Sofitel, Mercure, Ibis e Novotel. A Copa é um momento de intensa exposição de um destino, e o País tem que mostrar o que tem de melhor.

 

A presidente da TAM, no entanto, afirma que seu setor está preparado para o evento: tem um compromisso tremendo de toda indústria de aviação para que a Copa seja um sucesso no Brasil. (colaborou Lino Bocchini)

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A Copa permitiu liberar projetos que ficariam engavetados nos processo burocráticos de liberação dos alvarás, e isso traz um legado de modernização e ampliação do parque hoteleiro, mas estou frustrado porque não sentimos que a Embratur esteja aproveitando o momento para promover o País, diz o executivo em crítica à autarquia responsável pela promoção do País no exterior.

 

Duas críticas bem claras e diretas a Embratur em menos de 15 dias. E agora é do setor hoteleiro, que já conta com muita concorrência estrangeira, inclusive da Accor. E aí Sr. Flávio Dino?

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