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Dilma faz ajustes para destravar pacote de aeroportos regionais


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INFRAESTRUTURA I: Dilma faz ajustes para destravar pacote de aeroportos regionais

 

Detalhes Criado em Segunda, 04 Novembro 2013 09:06 Acessos: 13

infraestrutura_I_04_11_2013.jpg

Para evitar pequenos "elefantes brancos" nos municípios do interior, o governo resolveu mexer na forma de contratação das obras em 270 aeroportos que entraram no programa de aviação regional lançado pela presidente Dilma Rousseff, no fim de 2012. Nos últimos dias, Dilma se dedicou pessoalmente à recalibragem do plano, que prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões. Ela reuniu ministros e técnicos do governo na semana passada, em reuniões no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada, e vetou a ideia de abrir licitações, até dezembro, somente para a ampliação e a modernização dos primeiros 50 terminais de passageiros do programa. Municípios como Angra dos Reis (RJ), Marília (SP), Rio Grande (RS), Rio Verde (GO) e Ariquemes (RO) estavam na lista.

Gargalos imediatos - A relação inicial abrangia aeroportos que já têm pistas em boas condições técnicas de pouso e com interesse declarado das companhias aéreas em estabelecer voos regulares. Dilma e o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, detectaram um problema: muitos aeroportos poderiam apresentar gargalos imediatos nos seus acessos viários e nos pátios usados pelas aeronaves. Havia o risco de correr com obras de terminais de passageiros que, pouco depois de construídos, sofreriam restrições para plena utilização.

Ajustes - Dilma aprovou, então, ajustes no programa. Até 15 de novembro, o governo pretende assinar contratos para elaboração de estudos de viabilidade econômica e projetos básicos de engenharia dos 270 aeroportos regionais. Divididos em quatro lotes, eles já estavam previstos e vão definir exatamente a dimensão das obras necessárias. A diferença em relação ao planejamento anterior é que, com base no que for apontado pelos projetos, o governo pretende contratar para cada aeroporto, de uma só vez, todas as intervenções necessárias: terminais de passageiros, reformas de pistas, ampliações de pátios de aviões e acessos viários.

Risco - Com isso, elimina-se o risco de estruturas pequenas para municípios com muita demanda ou terminais grandes para aeroportos com outros tipos restrições em sua infraestrutura como um todo. "Estamos dando ainda mais consistência ao programa", afirmou Moreira Franco ao Valor.

Primeiras licitações - Mesmo com a contratação dos estudos e projetos em meados deste mês, o ministro garante que as primeiras licitações de obras, já em um formato mais amplo, deverão sair até o fim de dezembro. Ele lembrou que os próprios técnicos da Secretaria de Aviação Civil e do Banco do Brasil, a quem foi delegada a responsabilidade pelas contratações, têm visitado cada um dos 270 aeroportos nos últimos meses e reúnem condições suficientes de estruturar os primeiros editais enquanto os projetos de engenharia são concluídos. Não está definida a relação dos municípios que serão inicialmente contemplados e a lista anterior do primeiro bloco de 50 aeroportos não serve mais de referência.

A todo vapor - Moreira Franco assegura que o programa estará "a todo vapor" em 2014. Para ele, o investimento nos aeroportos regionais é fundamental para permitir o crescimento da aviação no interior do país. Projeções oficiais indicam que o número de passageiros nesses 270 aeroportos deverá saltar dos atuais 15,8 milhões por ano para 65,5 milhões em 2025 e 113 milhões em 2035. É um aumento de 9% ao ano em passageiros - quase o dobro dos 5,2% de crescimento anual projetados para o restante do sistema aeroportuário.

Tamanhos diferentes - Para dar conta do movimento, os novos terminais terão quatro tamanhos diferentes, mas sempre com estruturas padronizadas, desde 680 m2 até 3.700 m2.

Receptividade - O plano de aviação regional é bem recebido por companhias como a Azul, que já expôs uma relação de 61 destinos para os quais têm interesse em abrir novos voos, tão logo haja infraestrutura disponível. Empresas de consultoria em engenharia, no entanto, questionam a forma como o governo pretende iniciar a contratação de projetos básicos (não as obras em si).

Regime diferenciado - A principal crítica é quanto ao uso do regime diferenciado de contratações públicas (RDC), em vez da tradicional Lei de Licitações (8.666/93), com pesos iguais (50%) para a proposta técnica e o preço no resultado final das concorrências. O RDC será usado nos contratos de cada um dos lotes de projetos de engenharia e do gerenciamento do pacote como um todo.

Contratação rápida - "É um mecanismo que valoriza a contratação rápida, em curto prazo e por menor preço", diz o presidente da seção paulista do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), José Roberto Bernasconi. "Mas a pressa não é boa conselheira, muito menos em contratos que não envolvem obras, e sim produção intelectual", acrescenta. O temor dele é que haja projetistas dispostos a afundar os preços para arrematar contratos, entregando trabalhos de má qualidade. (Valor Econômico)

 

Fonte: http://www.paranacooperativo.coop.br/ppc/index.php/sistema-ocepar/comunicacao/2011-12-07-11-06-29/ultimas-noticias/97114-infraestrutura-i-dilma-faz-ajustes-para-destravar-pacote-de-aeroportos-regionais

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Bom, sei que muitos irão apenas criticar. E alguns até com razão.

Mas confesso que a matéria acima deu tom de maior seriedade no projeto. Digamos que está mais pé no chão...

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Bom, sei que muitos irão apenas criticar. E alguns até com razão.

Mas confesso que a matéria acima deu tom de maior seriedade no projeto. Digamos que está mais pé no chão...

 

Gil concordo em partes. Isso demonstra que o programa não estava observando o conjunto Terminal+Pátio+Pista+Infraestrtura de Apoio (Bombeiros e Security); logo realmente teríamos gargalos tal como CNF que está previsto ter uma quantidade gigantesca de pátio e terminal (puxadão) porém sem a segunda pista não há condições de adicionar mais voos nos horários considerados "premiums".

Que isso não atrase muito pois aeroportos como MII e RVD realmente necessitam de uma ampliação total urgente.

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Bom, sei que muitos irão apenas criticar. E alguns até com razão.

Mas confesso que a matéria acima deu tom de maior seriedade no projeto. Digamos que está mais pé no chão...

Pois é, também achei. Parece promissor. Antes tarde do que nunca.
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Afinal não se pode dar mole para uma época de eleição aparecendo no horizonte! Espero é que algumas cidades sejam realmente revistas, pois não tem condição de receber aviação regular.

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Apesar de terem corrido atrás destas correções, questiono é o fato de terem feito estudos, pago milhares ou até milhões por estes e só agora "lembraram" que o desenvolvimento deve ser calculado além de construção de terminais. O SAC CARECE demais de técnicos e especialistas. É tanta ganância política, que mais um pouco colocam pedreiro para assinar lei de aeronauta, só porque ele representa um partido político.

O resultado é mais atrasos e aviação estagnada por falta de espaço. Impressiona a lista da Azul de 61 aeroportos e o governo andar com passos de tartaruga. Imagino o quanto seria investido em indústria e infra-estrutura no interior com tanta cidade ganhando acesso rápido e seguro.

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Gil concordo em partes. Isso demonstra que o programa não estava observando o conjunto Terminal+Pátio+Pista+Infraestrtura de Apoio (Bombeiros e Security); logo realmente teríamos gargalos

 

ZAP,

 

Na verdade o programa estava observando o conjunto, porém a idéia era iniciar algumas obras o quanto antes possível. Mas não adianta muito ter terminal, pista e faltar Caminhão de Bombeiro, por exemplo - aí choveriam críticas da "falta de planejamento - gastaram milhões e esqueceram de um detalhe que inviabiliza a operação"...

 

Falando em Caminhões de Bombeiros para os aeroportos, trago a notícia abaixo que considero bastante importante para vários aeroportos:

 

PS: pra quem não sabe, Registro de Preço é um Contrato o qual vc fixa a quantidade e valores o qual o fornecedor deve entregar certo item, no preço acordado, durante a vigência do contrato, sempre que o "comprador" desejar, obedecendo (claro) ao limite previsto em contrato - o valor não será reajustado, exceto se o fornecedor comprovar, com preços de mercado (vários concorrentes), que o item sofreu reajuste significativo de preço.

SAC assina registro de preço para compra de Carros Contraincêndio

Data: 17/07/2013

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) assinou nesta terça-feira, as atas de registro de preço para a aquisição de 186 Carros Contraincêndio de aeródromo, no valor total de R$ 266.852.760,00.

As atas permitirão que os estados, os municípios e os órgãos governamentais adquiram Carros com capacidade de 6,1 mil e 3 mil litros, o que atende a Resolução nº 279, de 10 de julho de 2013, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que estabelece os critérios regulatórios quanto a implantação, operação e manutenção do serviço de prevenção e salvamento e combate a incêndios em aeródromos civis.

A entrega do primeiro lote está prevista para janeiro de 2014. Essas aquisições fazem parte do “Programa de Investimentos em Logística: Aeroporto” anunciado pelo Governo Federal, em dezembro de 2012.

Registro de Preço

O certame foi dividido em três lotes. A Empresa Triel- HT Industrial e Participações S/A venceu os lotes 1e 3. Ela vai fornecer 64 caminhões de 6.100 litros para a região sul e sudeste e 58 caminhões de 3.000 litros em âmbito nacional. A Empresa Lavrita Engenharia Consultoria e Equipamentos industriais Ltda, venceu o lote 2 e ficará responsável pelo fornecimento de 64 caminhões de 6.100 litros às regiões norte, nordeste e centro-oeste.

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Apesar de terem corrido atrás destas correções, questiono é o fato de terem feito estudos, pago milhares ou até milhões por estes e só agora "lembraram" que o desenvolvimento deve ser calculado além de construção de terminais. O SAC CARECE demais de técnicos e especialistas. É tanta ganância política, que mais um pouco colocam pedreiro para assinar lei de aeronauta, só porque ele representa um partido político.

O resultado é mais atrasos e aviação estagnada por falta de espaço. Impressiona a lista da Azul de 61 aeroportos e o governo andar com passos de tartaruga. Imagino o quanto seria investido em indústria e infra-estrutura no interior com tanta cidade ganhando acesso rápido e seguro.

 

E195-SDU,

 

Os estudos estão sendo contratados agora - pense em mais de 100 aeroportos, de todas as regiões (vc precisa contratar por região) para fazer projetos detalhados (e memorias descritivos detalhados também) para:

- Estudos de solo;

- Projetos de pistas e pátios;

- Terminais;

- Áreas de apoio;

- SCI - Seções Contra Incêndio;

- Equipamentos e Infra-estrutura para segurança (Balizamento noturno, biruta iluminada, Farol rotativo, PAPI, EPTA, NDB, etc)

 

E, fora toda a infra-estrutura do aeroporto, ainda temos de pensar nos acessos ao aeroporto, entre outras coisas...

 

Isso porque os aeroportos são basicamente municipais e estaduais, mas não possuem projeto de nada. Por isso agora o governo federal precisa contratar tudo. E isso demora um pouco pra contratar, e mais ainda pro pessoal "entregar"...

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Só uma questão:

 

Aonde é que vão por esses aviões para fazer essas rotas ? Em algum momento os passageiros precisarão ser distribuídos... E aí ?

 

E os ATCOs ? Como vão controlar mais aeronaves ? Hoje em dia é fácil perceber que os mesmos fazem malabarismo para controlar tantos aviões !

 

Outra coisa, já combinaram com as CIAs que elas vão voar para esses lugares ? Só a AZUL não vai dar conta de operar em todos esses destinos !

 

Hmm.... :unsure:

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Os 61 destinos mencionados na reportagem, na verdade, não são uma proposta da Azul, mas da ABEAR. Nós chegamos a discuti-la aqui no CR:

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/103419-pais-tem-61-cidades-sem-voos-regulares-por-falta-de-infraestrutura-dizem-aereas/

 

Hoje foi publicada a ata da disputa do RDC de Contratação de empresa para a prestação de serviços técnicos especializados de engenharia para elaboração de Estudos de Viabilidade Técnica, Estudos Preliminares, Anteprojetos, Análise de Projetos Executivos, realização de Ensaios Geotécnicos e de Pavimentos, Sondagens e Ensaios de Campo, elaboração de Projeto Executivo de Fundações e de Urbanização do Sítio Aeroportuário, para os aeródromos constantes do Anexo 01 do Edital (Região 2)

 

Nele estão incluídos os aeródromos da Região Nordeste. A proposta vencedora foi de R$ 40,297 milhões. Os demais RDC para as outras regiões também ocorreram semana passada.

 

O andamento dessas contratações pode ser visto no site do Banco do Brasil.

http://www.bb.com.br/portalbb/page3,8899,500271,0,0,1,6.bb?codigoMenu=18266&codigoNoticia=38845&codigoMenu=18064&codigoRet=18198&bread=1_1&codigoMenu=18266&codigoRet=18198&bread=1_1

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Isso daí é uma pulta Dilma lavagem isso sim.

 

Vão construir, reformar, ampliar, 100 aeroportos além dos que já são operados? Bixo, os que são operados já o são com dificuldade nível HIGH, aí vão inventar de fazer pista e puxadinho no interior a preço de aeroporto grande? Francamente!

Alguém falou em PAPI, NDB, ATC, Polícia Federal... meu amigo, sonha!! Isso daí não tem em muito lugar que se opera HOJE!

 

Boa parte dos lugares que os ATR's vão não tem auxílio nenhum, é só visual ou nas cartas Jefferson do pessoal! Ainda quer PAPI e PF? Jura! Malemal tem asfalto!

 

Vão fazer umas pistinhas de 1500x30, um terminal tipo rodoviária, um radialista pra hora que chegar aviação regular, um zelador e uma faxineira e se virem! Vão pagar metade do vôo mesmo!


O que vai ter de oportunista, filho de deputado, prefeito, sei lá, abrindo empresa fantasma voando de ATR pra lá e pra cá só que não!! Pagou metade do ATR é dinheiro certo!

 

Caiam na real! Mal temos o que temos!

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Aonde é que vão por esses aviões para fazer essas rotas ? Em algum momento os passageiros precisarão ser distribuídos... E aí ?

 

Não entendi muito bem seu questionamento...

 

 

E os ATCOs ? Como vão controlar mais aeronaves ? Hoje em dia é fácil perceber que os mesmos fazem malabarismo para controlar tantos aviões !

 

Automatização? Sei lá, mas imagina então como é nos EUA e Europa, com um tráfego MUITO maior?

 

 

Outra coisa, já combinaram com as CIAs que elas vão voar para esses lugares ? Só a AZUL não vai dar conta de operar em todos esses destinos !

 

Hmm.... :unsure:

 

 

Ok, o que vem antes: o ovo ou a galinha? (hehe, não fique bravo!)

 

Como vc vai criar demanda sem ter a infra-estrutura? E mesmo que não tenha vôos regulares logo, não é bom inclusive pra aviação geral, executiva, militar?

 

Realmente estão faltando companhias aéreas regionais fortes, mas isso deve mudar um pouco com os incentivos que o governo pretende dar...

 

E estamos falando em investimentos que devem demorar alguns anos pra acontecer - e a demanda só cresce...

 

Sei lá, talvez eu seja muito otimista...

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Isso daí é uma pulta Dilma lavagem isso sim.

 

Vão construir, reformar, ampliar, 100 aeroportos além dos que já são operados? Bixo, os que são operados já o são com dificuldade nível HIGH, aí vão inventar de fazer pista e puxadinho no interior a preço de aeroporto grande? Francamente!

 

Alguém falou em PAPI, NDB, ATC, Polícia Federal... meu amigo, sonha!! Isso daí não tem em muito lugar que se opera HOJE!

 

Boa parte dos lugares que os ATR's vão não tem auxílio nenhum, é só visual ou nas cartas Jefferson do pessoal! Ainda quer PAPI e PF? Jura! Malemal tem asfalto!

 

Vão fazer umas pistinhas de 1500x30, um terminal tipo rodoviária, um radialista pra hora que chegar aviação regular, um zelador e uma faxineira e se virem! Vão pagar metade do vôo mesmo!

 

 

O que vai ter de oportunista, filho de deputado, prefeito, sei lá, abrindo empresa fantasma voando de ATR pra lá e pra cá só que não!! Pagou metade do ATR é dinheiro certo!

 

Caiam na real! Mal temos o que temos!

 

VEEONE,

 

Pelo que vi, por enquanto os investimentos serão basicamente em aeroportos já existentes - ou seja, a idéia é melhorar a infra-estrutura que já existe.

 

O governo falou em construir trocentos aeroportos novos, mas acho que isso foi mal-interpretado - se vc olhar no mapa de investimentos onde constam os aeroportos que pretendem investir, vai notar que uns 95% já existem...

 

E quanto à ter dinheiro / verba, a grande diferença é o Fundo Nacional de Aviação Civil, que receberá o dinheiro (anual) da outorga dos aeroportos privatizados, o qual vai passar "facinho" de R$ 1 Bilhão por ano. Pois além dos valores astrônomicos que as concessionárias se dispuseram a pagar, elas ainda precisam repassar parte da receita bruta pro governo. Ou seja, é bastante dinheiro...

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Bom, que o Governo atual não é dos melhores todos sabemos,

Mas que esse projeto ajudará a aviação como um todo, ah isso vai...

 

Até mesmo os grandes aeroportos privados GRU, GIG, BSB, CNF, VCP, deverão dar algum tipo de incentivo para cias que operem para pequenos aeroportos, a partir dos grandes, pois quanto maior for o movimento em seu "HUB" maior serão suas receitas.

Então acredito que da forma que está se desenhando o projeto será bom para todos no médio e longo prazo.

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Não entendi muito bem seu questionamento...

 

 

 

Automatização? Sei lá, mas imagina então como é nos EUA e Europa, com um tráfego MUITO maior?

 

 

 

Ok, o que vem antes: o ovo ou a galinha? (hehe, não fique bravo!)

 

Como vc vai criar demanda sem ter a infra-estrutura? E mesmo que não tenha vôos regulares logo, não é bom inclusive pra aviação geral, executiva, militar?

 

Realmente estão faltando companhias aéreas regionais fortes, mas isso deve mudar um pouco com os incentivos que o governo pretende dar...

 

E estamos falando em investimentos que devem demorar alguns anos pra acontecer - e a demanda só cresce...

 

Sei lá, talvez eu seja muito otimista...

Explico...

 

O avião não vai ficar só fazendo RIO VERDE->ARAQUIMES->RIO VERDE.

 

Esses aviões precisam ir, cedo ou tarde, para os HUBS para distribuir estes passageiros, fazer manutenção e tantas outras coisas.

 

Se não há mais lugar nos Hubs, como é que faz ? Podem estar construindo pátios, é verdade, mas e as pistas ? E o espaço aéreo extremamente congestionado ?

 

Acho que este projeto é extremamente importante, mas antes precisamos fazer o dever de casa nos grandes aeroportos, para que o tráfego possa fluir. Pois, querendo ou não, tudo converge para SBKP,SBGR,SBGL,SBBR,SBCF.

Am I wrong ?

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Explico...

 

O avião não vai ficar só fazendo RIO VERDE->ARAQUIMES->RIO VERDE.

 

Esses aviões precisam ir, cedo ou tarde, para os HUBS para distribuir estes passageiros, fazer manutenção e tantas outras coisas.

 

Se não há mais lugar nos Hubs, como é que faz ? Podem estar construindo pátios, é verdade, mas e as pistas ? E o espaço aéreo extremamente congestionado ?

 

Acho que este projeto é extremamente importante, mas antes precisamos fazer o dever de casa nos grandes aeroportos, para que o tráfego possa fluir. Pois, querendo ou não, tudo converge para SBKP,SBGR,SBGL,SBBR,SBCF.

Am I wrong ?

 

Sim, na verdade é diretamente atrelado aos hubs. Esse papo que avião regional liga Caicó a Mossoró não funciona nem com subsídio. O foco da brincadeira vai ser sempre buscar no interior e trazer para o hub, de preferência direto.

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