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Avião com 3 pessoas cai no Norte de Santa Catarina


Leirbag

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Avião com três tripulantes cai no Norte de Santa Catarina Acidente aconteceu na tarde desta quinta (14), em Guaramirim.
Aeronave era de pequeno porte; ocupantes passam bem.

 

Um avião de pequeno porte com três tripulantes caiu no final da tarde desta quinta-feira (14) na zona rural de Guaramirim, no Norte de Santa Catarina. Segundo a Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta das 17h30 no Bairro Guamiranga, próximo a Estrada Bananal.

De acordo com a polícia, estavam no avião Guilherme de Oliveira, de 30 anos, piloto da aeronave, mais os passageiros Cláudio Alves, 41 anos, e Sérgio Roberto Divardin, 54 anos. Conforme o relato, o trio conseguiu se salvar. Conforme a PM, eles passam bem.

A equipe do helicóptero Águia da PM de Joinville foi chamada para resgatar os ocupantes do avião. Não há informações sobre o que teria motivado a queda. A aeronave fazia o trajeto entre Blumenau e Curitiba.

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Guaramirim, no Norte do Estado Espécie de paraquedas conectado à aeronave teria sido acionado para minimizar o impacto

Um avião de pequeno porte, que sobrevoava a região de Guaramirim, teve problemas e saiu de controle com piloto e dois passageiros na tarde desta quinta-feira. Foi acionado uma espécie de paraquedas conectado à aeronave para minimizar o impacto com o chão, segundo os bombeiros da cidade — informações iniciais indicavam que os ocupantes teriam pulado de paraquedas.

 

A tripulação do helicóptero Águia da Polícia Militar de Joinville foi acionadapara resgatar os ocupantes do avião por volta das 17 horas desta quinta. Os Bombeiros Voluntários de Guaramirim deslocaram um caminhão de combate a incêndio e uma ambulância até o local, numa região agrícola.

 

Apesar da mobilização de resgate, todos os três ocupantes passam bem.

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Caraca versão 2! O Cirrus da foto é idêntico a um que estava ao meu lado no pátio em FLN hoje cedo, ele decolou justamente para Blumenau.

 

Se for o mesmo avião é o segundo que eu vejo e logo depois se acidenta, primeiro o EJW em Jarinú e agora o Cirrus em um semana. Credo!

 

Abraços

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Fiquei sabendo que foi um Cirrus também.

 

 

Caraca versão 2! O Cirrus da foto é idêntico a um que estava ao meu lado no pátio em FLN hoje cedo, ele decolou justamente para Blumenau.

 

Se for o mesmo avião é o segundo que eu vejo e logo depois se acidenta, primeiro o EJW em Jarinú e agora o Cirrus em um semana. Credo!

 

Abraços

 

Me passa teu roteiro de voos pra eu ter certeza que não vou te encontrar por aí. :P

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Clicando no''3 ocupantes passam bem'' abre o link da reportagem com a foto.

 

Um cirrus branco.

 

Ainda bem que deu tudo certo.Pela reportagem o pessoal prosseguiu a viagem de taxi.E o avião parece estar em excelente estado.

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Clicando no''3 ocupantes passam bem'' abre o link da reportagem com a foto.

 

Um cirrus branco.

 

Ainda bem que deu tudo certo.Pela reportagem o pessoal prosseguiu a viagem de taxi.E o avião parece estar em excelente estado.

Olha a asa direita...isso é PT.

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Caraca versão 2! O Cirrus da foto é idêntico a um que estava ao meu lado no pátio em FLN hoje cedo, ele decolou justamente para Blumenau.

 

Se for o mesmo avião é o segundo que eu vejo e logo depois se acidenta, primeiro o EJW em Jarinú e agora o Cirrus em um semana. Credo!

 

Abraços

 

Reedição do Zeca Pimenteira...

 

Eu sempre quis ter um avião assim.

Tem gente que bota olho gordo…

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Tenho umas horinhas de SR22/SR22T (400hrs - sim, é muito pouco) e sou fã incondicional da Cirrus, tratando-se de monomotor de 4 lugares, não tem nada que se compare (performance, tecnologia, custo benefício, segurança), muito se fala mal dessa máquina, muita besteira...principalmente de quem não conhece a história e se quer pegou o manual pra ler, como a lenda de que só foi homologado devido ao CAPS :anta:

 

Este é mais um caso pra estatística da Cirrus, a qual mostra: 100% dos acionamento de CAPS, dentro das condições ideais (acima de 600 ft AGL/133KT de VI/dentro do envelope de W and B) 100% das vidas foram salvas.

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Caraca versão 2! O Cirrus da foto é idêntico a um que estava ao meu lado no pátio em FLN hoje cedo, ele decolou justamente para Blumenau.

 

Se for o mesmo avião é o segundo que eu vejo e logo depois se acidenta, primeiro o EJW em Jarinú e agora o Cirrus em um semana. Credo!

 

Abraços

Creio que seja ele mesmo, pois decolou na nossa frente de FLN para Blumenau.

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Meus prezados

Avião faz pouso forçado perto de casa em Guaramirim, Norte de SC

Paraquedas balístico evitou a queda, e os três ocupantes não se feriram

15860718.jpg

O avião sobrevoava a região de Guaramirim quando teve problemas e saiu de controle com piloto e dois passageiros.

O agricultor Alfredo de Borba, de 67 anos, da localidade de Ribeirão do Salto, interior de Guaramirim, ficou apavorado na tarde desta quinta quando olhou para o céu e viu um avião se chocando contra as palmeiras perto da casa dele. Correu para dentro e rezou para que o que vinha do céu não caísse na sua cabeça.

Dentro da aeronove estavam o piloto e mais dois tripulantes que temiam pela vida deles e de quem estivesse em terra. Com destreza e um tanto de sorte, o piloto Guilherme Maguerroski de Oliveira, de 30 anos, conseguiu fazer um pouso forçado que deveria ser na arrozeira de seu Alfredo, mas acabou a 20 metros da casa dele.

Guilherme, que trabalha há quatro anos na empresa Total Sat, de Curitiba, conta que veio de Curitiba para Blumenau pela manhã trazer dois empresários para uma reunião. Por volta das 16h30, depois de fazer toda a checagem no avião modelo Cirrus 22 turbo ano 2008, decolou com destino a Curitiba e com os dois empresários (que não tiveram seus nomes divulgados) a bordo.

A cerca de 40 quilômetros de Joinville, o piloto percebeu que o nível do óleo do avião começou a baixar e a pressão do motor caiu.

– Notei que algo estava errado e pensei em ir para o aeroporto de Joinville. Como o problema não parecia ter solução, resolvi vir para esta região (entre Guaramirim e Araquari) – comenta.

Segundo Guilherme, a situação do voo começou a se agravar e, quando ele decidiu pela rota fora de Joinville, notou que o avião começou a falhar. Ao perceber que estava em uma área rural e plana, buscou um campo para pousar. Mas o motor do avião já havia parado e o paraquedas balístico do avião foi acionado. Naquele momento, o piloto e os dois passageiros estavam pela sorte e pelo vento e a 6,5 mil pés de altitude (1.980 metros).

– Vi um arronzal e tentei direcionar o avião para lá, mas eu dependia das condições do vento, já que o paraquedas é que conduziria a aeronave. Ela baixou mais e eu tinha de cuidar para não pousarmos em um lugar habitado – lembra apreensivo.

Achei que ia cair na minha cabeça

Em terra, o agricultor Alfredo conta que ficou muito assustado.

– Quando olhei para o céu e vi que o avião estava baixando cada vez mais, tratei de correr para buscar abrigo – lembra.

Alfredo estava na lida com o arroz na tarde de ontem e disse que ficou impressionado com a manobra que o piloto fez para pousar perto da casa dele.

– Achei que aquilo ia cair na minha cabeça – fala, assustado.

Depois de ver o avião baixando, Alfredo saiu de dentro de casa e foi perto da aeronove.

– Fiquei olhando para saber se tinha gente se mexendo. Logo, vi o piloto abrir a porta do avião e me aproximei para ajudá-los –disse.

Alfredo e o filho Edson Luis de Borba ajudaram o piloto e os outros dois tripulantes a sair da aeronave. O helicóptero Águia da PM de Joinville foi mobilizado para resgatar as vítimas, que não se feriram. A área do acidente foi isolada para perícia. Profissionais do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) devem chegar a Guaramirim hoje para avaliar as causas.

Fonte: Diário Catarinense via CECOMSAER 15 nov 2013

 

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Creio que seja ele mesmo, pois decolou na nossa frente de FLN para Blumenau.

Era ele mesmo, depois que vi as fotos com a matrícula tive certeza.

 

Você estava pousando lá?

 

Abraços

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Comentário do comando do Cirrus, Guilherme, no FB:

 

"Pessoal, agora com mais calma e em casa dá pra escrever.

Para quem ainda não sabe, tive um acidente com meu avião ontem em Santa Catarina. Graças a Deus os procedimentos de emergência deram certo e ninguém se machucou. Ainda não tenho informações precisas sobre a causa da pane, apenas sei que foi falha no motor.
Quero agradecer a todos que se preocuparam!"

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  • 3 months later...

Meus prezados:
Eis o artigo da Flap Internacional sobre o paraqueda balístico do Cirrus, inclusive mencionando este acidente:
“ Caps da Cirrus salva mais três vidas.
Na hora de uma pane de motor em um monomotor em voo quem nunca pensou em ter um paraquedas, não para saltar do avião, mas para descer com segurança dentro do próprio avião?
A Cirrus Aircraft foi pioneira em materializar esta idéia: um sistema de paraquedas balístico que pudesse levar com suavidade aeronave e ocupantes ao solo. Com isso foi criada o Cirrus Airframe Parachute System (CAPS) que, segundo salienta Sérgio Beneditti, diretor de vendas da Plane Aviation e Cirrus Brasil “ foi concebido para salvar as vidas, não as aeronaves”.
E tem cumprido bem seu papel : desde então, em todo mundo, já ocorreram 43 aberturas de paraquedas com mais de 90 vidas salvas. Isso significou 100% de sobrevivência.
A última experiência de uso do CAPS no Brasil foi no final do ano passado. Voando entre Blumenau e Curitiba com um SR22 G3 de seu patrão, o comandante Guilherme Maguerroski de Oliveira estava acompanhado de mais dois passageiros quando, nas proximidades de Guaramirim (SC), teve uma pane de motor a 6.500 pés de altitude. Lá embaixo, apenas plantações de arros, ou seja, terrenos alagados, nada de pista para tentar um pouso de emergência. Seria necessário acionar o CAPS.
Seguindo as recomendações do manual, ele desligou todo o sistemaelétrico do aviãoe orientou seus passageiros sobre retirar dos bolsos objetos pontiagudos ou que pudessem feri-los durante o impacto. Nada mais havia o que fazer. Os cintos de quatro pontos do G3 são dotados de airbag, para ajudar a proteger o tórax dos ocupantes.
A aeronave estava voando dentro do envelope para o acionamento, isto é, entre 58 nós – que é a velocidade de estol – e 133 nós. Com a abertura do equipamento de segurança, passaram a descer a aproximadamente 1.400 pés por minuto ou 25 km/h. “O vento estava a quase 30 nós e de través”, lembra o comandante Guilerme. “Eu procurei colocar o avião contra o vento, antes da abertura do CAPS, para ele ser empurrado para a plantação de arroz, mas a direção do vento mudou e nos empurrou para cima de uma casa e algumas palmeiras.” O avião bateu as asas nas árvores, o que ajudou a amortecer a queda, mas danificou seriamente o Cirrus.
“De acordo com a Cirrus Aircraft, a primeira alternativa em caso de uma pane como essa tem que ser justamente usar o paraquedas e não tentar pouso de emergência, quando muitos não se salvam”, observa Sérgio Beneditti, ele próprio sobrevivente da primeira utilização do CAPS no Brasil, em março do ano passado, próximo ao município de Itu. A aeronave desceu em um pasto e todos também saíram completamente ilesos. Apenas o paraquedas, uma vez utilizado o sistema, deve ser substituído por novo em função das cargas a que foi exposto.
Os três ocupantes do avião que desceu em Guaramirim também saíram absolutamente ilesos e o proprietário do G3 ainda está analisando a viabilidade econômica de recuperá-lo.

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