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Aéreas menores querem subsídio de volta ao setor


Regis

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Aéreas menores querem subsídio de volta ao setor

 

DA SUCURSAL DO RIO

DA REPORTAGEM LOCAL

 

 

As empresas de aviação regional querem a volta do subsídio para o setor. Para elas, é a única maneira de alavancar o número de cidades atendidas por avião. Esse caminho, entretanto, é duramente atacado por especialistas.

Segundo o presidente da Abetar (Associação Brasileira de Empresas de Transportes Aéreos Regionais), Apostole Chryssafidis, essa redução do número de cidades faz parte de um processo cíclico.

Em períodos de expansão das empresas nacionais, elas aumentam o número de rotas para cidades de médio e pequeno porte e acabam prejudicando as empresas de atuação local. "A aviação regional sem motivação financeira não se sustenta como negócio. Se quero atender os destinos de baixo e médio potencial de tráfego, tenho que criar uma política para atender esses destinos."

O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) apresentou um projeto de lei que prevê a criação de suplementação tarifária para linhas regionais. A proposta define um valor de R$ 3 a R$ 10 nas viagens com até 1.100 km e de R$ 4 a R$ 14 nos destinos com distância superior.

A última tentativa de peso do governo nesse sentido foi a criação, na década de 70, do Sitar (Sistemas Integrados de Transporte Aéreo Regional), formado por linhas e serviços para atender localidades de médio e baixo potencial de tráfego.

Foram definidas cinco empresas regionais que atuavam sob o regime de monopólio. Em paralelo, foi criado um adicional tarifário, fixado em 3% sobre o valor dos bilhetes das linhas domésticas e destinado às regionais. No início da década de 90, os Sitar foram extintos.

Foi o consultor Paulo Bittencourt Sampaio quem desenhou o programa de suplementação tarifária, nos anos 70. Ele classifica a idéia de voltar a usar o recurso para incentivar a aviação regional como "um retrocesso".

"A deterioração da cobertura é um problema. Você pode impor que as empresas ampliem sua cobertura ou continuar com medidas de abertura, estimulando a entrada de novas companhias, para que a oferta se expanda. Sou a favor da segunda opção", diz Marcelo Guaranys, da Coordenação Geral de Transportes e Logística da Seae (Secretaria de Acompanhamento Econômico), do Ministério da Fazenda.

 

Nichos

 

Muitas empresas aéreas atuam hoje em nichos específicos de mercado e, apesar de enxergarem novas oportunidades de negócio, afirmam que precisam de incentivo para viabilizar as rotas.

A Cruiser, por exemplo, atua com foco no agronegócio dos Estados do Tocantins e Mato Grosso. "Normalmente encontramos dificuldades porque nas cidades pequenas quem controla os aeroportos são as prefeituras e existem muitas pistas precárias", disse Alessandro Moroti, diretor da companhia.

Já a Passaredo opera aeronaves com capacidade para 30 lugares e realiza vôos para Franca, São João do Rio Preto, Ribeirão Preto (SP), Cuiabá (MT), entre outros destinos. A empresa aposta em parcerias com companhias nacionais para diversificar a atuação. (JL e MP)

 

 

Fonte: Folha de S. Paulo- 11/02/07.

 

Abs!!

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Isso é palhaçada !!!!!!!

Esse dinhiero que querem como subisídio vai sair de nossos bolsos, e já estamos lotados de impostos para pagar o ano inteiro.

em vez de se preoucuparem em mudar nosso código penal, e outros assuntos mais importantes, esses políticos ficam interessados em mudar nome de aeroportos, avenidas, dar título de cidadão honorário pra quem falao nome de suas cidades,.... , enfim trabalhem em coisa útil não em mais gasto pro povo!!!!

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Concordo...em vez de termos de bancar parte desse subsidio pq nao se incentiva a concorrencia, coisa que nunca foi maléfica a ninguem?

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Que facilitem a compra de aeronaves e a operação de aeroportos de pequeno porte

 

Subsidio unilateral para aviões pequenos não vai tornar as empresas competitivas e vai fazer com que tenhamos um "enxame" de novas regionais, algumas boas e outras despreparadas para o mercado.

 

Chega de subsidio pago por todos nós! :(

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Sr Edmundo

Conforme excreveu que dar dinheiro é alavancar o desenvolvimento, se fosse assim os EUA, dariam bilhôes para salvar Pan Am, Delta, Northwest, TWA, entre tantas outras que fecharam(PA) ou acabaram sendo compradas e acabaram fechadas(TW), ou entraram no chapter 11 (DL e NW), e não é o que ocorreu.

Não temos que sustentar empresas particulares, seus controladores que se virem, pois dinheiro público de impostos é pra dar infra estrutura: água, luz, transportes, moradias, sálarios melhores.

Tem que se fazer como aconteceu em Nevada que liberaram para fazer cassinos e aí surgiu Las Vegas, não essa palhaçada de montadoras "ganharem" dezenas de anos de "impostos free" para ir pra BA,RJ, entre outros.

Se fossemos um país sem 40 milhões de miseráveis, sem crianças morrendo como se fosse boneco de Olinda e outras centenas de moradores destruindo galpão da prefeitura para vender partes como ferro velho, na segunda maior cidade do país, aí sim poderia se pensar nisso. Estou de acordo com o Casagrande da Globo que declarou no ar, ser contra os jogos PAN AMERICANOS no RIO, com tantos problemas aqui, vão pensar nisso ???

 

Oxalá esse PAN será um fracasso, de turistas, com tiroteios, aí sim nossa Bagdá irá despertar nos políticos coisas importantes a serem feitas e não Copa do Mundo e Olimpíada!!!!!!!

 

PAN 2007 e subisídios a empresas ineficientes: TOMA VERGONHA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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subsídio não. Incentivo sim.

 

as taxas atuais são fora da realidade da carência de infra-estrutura e suporte oferecido pelo governo federal nos aeroportos que atenderiam os vôos regionais.

Com isso, as empresas regionais necessitam se virar para arranjar passageiro... algumas aproveitam e cobram uma fortuna a fim de maximizar o lucro nas operações, isso até uma maior que pode oferecer o mesmo por um preço menor aparecer no mercado.

 

agora bancar a sem vergonhice de alguns, que vão querer lucrar onde e como quiserem, eu não aceito mesmo. Incentivar oferecendo taxas e serviços de qualidades, duvido que alguém não apóie.

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