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Code-share com Lan abrirá rotas internacionais para a Varig


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Code-share com Lan abrirá rotas internacionais para a Varig

 

por Luiz Marcos Fernandes

 

Depois de garantir que a Varig não irá alterar sua política de comissionamento aos agentes de viagens, o presidente da companhia aérea, Guilherme Laager, confirmou hoje (12/02), em café-da manhã no Sofitel, no Rio de Janreiro, que o acordo comercial que está sendo negociado com a Lan irá permitir a ampliação de frota, bem como a operação de novas rotas internacionais, incluindo vôos para Santiago ainda este ano.

 

"O acordo foi fechado há apenas 15 dias e estamos estudando as várias alternativas que possibilitarão à empresa dobrar em dois anos seu market share que atualmente está de 5,6%", disse Laager.

 

O executivo confirmou para março a chegada de mais duas aeronaves Boeing 737-300 e manifestou sua confiança na recuperação total do mercado, chegando a afirmar que se o Comandante Rolim Amaro fosse vivo, teria comprado a Varig, segundo Laager, "por ser um homem visionário".

 

Além de Laager, participaram do evento o diretor de Planejamento da Varig, Luiz André Patrão, e o diretor de Operações da empresa, John Long.

 

fonte: Mercado e Eventos

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(...)

se o Comandante Rolim Amaro fosse vivo, teria comprado a Varig, segundo Laager, "por ser um homem visionário".

(...)

 

De fato o Comandante sempre demonstrou interesse na Varig, certamente ele não teria perdido a bagatela...

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se o Comandante Rolim Amaro fosse vivo, teria comprado a Varig, segundo Laager, "por ser um homem visionário".

 

Subintende-se que ele quis dizer:

 

Se a TAM comprasse a Varig no leilão, seria a maior empresa brasileira com vários SLOTS e HOTRANS...

Como efetuou o negócio, agora enfrenta o jogo duro da concorrência com a gigante LAN (Chile, Argentina, Peru, Equador) que agora deu seu grande 'passo' no Brasil, sendo parceira e acionista da Nova Varig.

 

Ao que indica a concorrência pelo posto de maior empresa aérea da América do Sul agora será TAM versus LAN!

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Subintende-se que ele quis dizer:

 

Se a TAM comprasse a Varig no leilão, seria a maior empresa brasileira com vários SLOTS e HOTRANS...

Como efetuou o negócio, agora enfrenta o jogo duro da concorrência com a gigante LAN (Chile, Argentina, Peru, Equador) que agora deu seu grande 'passo' no Brasil, sendo parceira e acionista da Nova Varig.

 

Ao que indica a concorrência pelo posto de maior empresa aérea da América do Sul agora será TAM versus LAN!

 

É, mas entendo isso tudo como bom no total. Se a TAM tivesse os slots poderia não ter aeronaves, ou ter aeronaves que não compensassem sua utilização dando prejuízos nas rotas... acho que a estratégia deles de crescer seletivamente está correta.

 

E ao mesmo tempo eles deixam espaços para outras crescerem, mesmo sem querer, e nesse ponto, é bom para os consumidores. Concorrência sempre é bom.

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"O acordo foi fechado há apenas 15 dias e estamos estudando as várias alternativas que possibilitarão à empresa dobrar em dois anos seu market share que atualmente está de 5,6%", disse Laager.

 

 

Olá Pessoal,

resolvi copiar a frase acima, que ao meu ver é a mais forte da notícia publicada, pois dá idéia de como a RG pretende crescer, ou seja, devagar, sem a ambição de voltar a ser a maior da América Latina. Acho esta posição muito consciente e acertada.

 

A meu ver, a RG nunca voltará a ser o que era, mesmo tendo um forte nome aqui e no exterior. É preciso muito mais do que uma marca para voltar a ser o que era. O market share de dezembro nos dá a verdadeira dimensão do que é a RG hoje, uma empresa com um décimo do market share da TAM no mercado doméstico.

 

Grande Abraço,

 

Edsmorais.

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LAN pode operar linhas internacionais da Varig

Empresa chilena deve se tornar sócia da Varig até junho.

Dinheiro da nova sócia será usado para compra de aviões.

 

G1

 

A empresa chilena LAN Airlines pode passar a operar as linhas internacionais da Varig, segundo o presidente da empresa brasileira, Guilherme Laager. Em entrevista a jornalistas, o executivo afirmou que a LAN deve se tornar sócia da Varig até junho.

 

Em plena negociação com a pretendente chilena, que o impede de informar detalhes, Laager - estreando no setor aéreo após anos como diretor de logística na Companhia Vale do Rio Doce - vê com bons olhos a concretização da operação com a LAN.

Ele nega que as concorrentes no mercado doméstico TAM e Gol também estejam no páreo por uma fatia da Varig. "Ninguém nos procurou", afirmou.

 

"O interesse da LAN pela Varig é estratégico: ela pode fazer vôos do Brasil para o mundo todo por acordos operacionais, seria uma grande sinergia operacional", explicou ele horas antes de se reunir com executivos da empresa chilena, no Rio de Janeiro.

 

Segundo Laager, após receber a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há 45 dias, a Varig iniciou estudos para expansão que foram interrompidos pelo aporte de US$ 17 milhões feitos pela LAN. Isso ocorreu porque os planos agora serão feitos em conjunto para integrar as duas companhias.

 

A "Nova Varig", adquirida pelo fundo de investimento norte-americano Matlin Patterson e empresários brasileiros, vai usar os recursos da LAN Chile para acelerar a chegada de mais dois aviões 737-300, prevista para março, e outros dois em julho.

 

Os novos aviões irão se somar à frota atual de 15 aeronaves do mesmo modelo, dedicados ao mercado interno, e aos dois MD-11 e um 767-300 que atendem às rotas internacionais de Buenos Aires, Bogotá, Caracas e Frankfurt.

 

Laager não descartou a compra de aviões Embraer, em estudo na Varig antes da sua posse, mas avaliou que as condições financeiras, devido a impostos, tornam as aeronaves da fabricante brasileira menos atraentes do que outras alternativas.

 

"A LAN Chile pode repassar opções de aviões para a Varig, da Airbus e Boeing, ou registrar aviões para operar a partir do Brasil. Com isso, poderemos retomar os vôos para o Japão, por exemplo", disse Laager, ressaltando que a tendência é de a Varig priorizar o mercado doméstico e a LAN, o internacional.

 

Ele lembrou que a demanda no Brasil está forte e que os problemas com atrasos vividos pelas principais companhias aéreas do país em dezembro e janeiro ajudaram a Varig a recuperar passageiros, principalmente da área corporativa, para quem pontualidade é essencial.

 

"Semana passada tivemos 73% de ocupação na ponte aérea (Rio/São Paulo). O boca a boca está funcionando e vamos continuar investindo na qualidade do atendimento."

 

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Nova Varig (VRG Linhas Aéreas) teve em janeiro 4,54% de participação no mercado interno, enquanto a líder TAM registrou fatia de 47,21%. A Gol ficou com 38,40%.

 

Laager estima que até 2008 a Nova Varig terá entre 40 e 50 aviões e assim poderá subir para 20% de participação de mercado.

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Vamos agora analisar as alianças, a Lan faz parte da OneWorld, tem acordos muitos bons com a American Airlines, a Varig tem acordo com a United, mas não faz mais parte da Star Alliance, com a entrada da Lan na Varig o que vai acontecer no Brasil ? Só ver o que esta acontecendo com a Lan Argentina e Lan Ecuador ... no Brasil a American tem acordos com a Tam ...

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O Laager é inteligente, é um executivo de ponta, ele sabe que o boca a boca está fazendo um bom trabalho.

 

De qualquer maneira, muito me agradaria ver novamente propagandas da Varig na TV e na midia impressa.

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Propaganda em TV e revista é importante mas acredito que não cabe a este momento da Varig, a divulgação mais apropriada é a que está sendo utilizada, ou seja, o boca a boca.

 

Não adianta fazer uma ação na midia eletronica de grande alcance e não conseguir atender a demanda, o efeito se torna contrário, ou seja, um monte de gente procurando pela Varig e não achando o destino que pretende voar ou até mesmo lugar em determinados voos, isso gera irritação e, consequentemente, o consumidor passa para o concorrente.

 

Portanto a Varig está de parabéns, conforme conseguir ampliar a frota e a malha, amplia sua divulgação.

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O site não é 100%, mas creio que devam estar preparando algo novo. Hoje eu entrei e sumiram todos os menus, propagandas e informações. Só ficaram o "meio" do site, para as reservas de bilhetes.

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O site não é 100%, mas creio que devam estar preparando algo novo. Hoje eu entrei e sumiram todos os menus, propagandas e informações. Só ficaram o "meio" do site, para as reservas de bilhetes.

 

No site do Smiles aparece hoje a AirCanada.

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Meus prezados:

Varig espera fechar parceria com chilena LAN até junho

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007 - 14:45

Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A entrada da chilena LAN Airlines no capital da Varig deve ocorrer até junho e há possibilidade de a nova parceira operar as linhas internacionais da companhia brasileira.

A sinalização foi dada pelo presidente da Varig, Guilherme Laager, nesta segunda-feira.

Em plena negociação com a pretendente chilena, que o impede de informar detalhes, Laager --estreando no setor aéreo após anos como diretor de logística na Companhia Vale do Rio Doce -- vê com bons olhos a concretização da operação com a LAN.

Ele nega que as concorrentes no mercado doméstico TAM e Gol também estejam no páreo por uma fatia da Varig. "Ninguém nos procurou", afirmou ele a jornalistas.

"O interesse da LAN pela Varig é estratégico: ela pode fazer vôos do Brasil para o mundo todo por acordos operacionais, seria uma grande sinergia operacional", explicou ele horas antes de se reunir com executivos da empresa chilena, no Rio de Janeiro.

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Fiquei frustrado com estas últimas notícias da VRN...

 

Esperava que se pudesse no médio prazo termos mais opções de malha internacional e uma boa frota de WBs intecontinental em empresas brasileiras... Pelo visto, foi mera conversa, o que já estamos acustumados nesse meio aéreo no Brasil... Pelo que vejo, seguiremos o caminho dos EUA e'principalmente México, forte mercado doméstico e com grandes empresas, mas mínimo mercado internacional com empresas nacionais, ficará tudo para as "gringas" levarem nossas divisas em moeda forte!!!! Acho isso muito errado, nem sequer brigarmos por uma fatia, mas pelo visto, foi a época de uma brasileira forte internacional reconhecida....

 

Mas se a única maneira for de LAN, que seja com várias rotas, não somente 2-3 internacionais... E que façam bons acordos de code-share ou milhagem, porque hoje com Gol e Tam, tá ruim para um viajante que roda o mundo para diversos lugares; não se tem quase benefícios ao usá-las desconsiderando no doméstico....

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LAN deve ter participação na Varig até junho

 

Previsão é do presidente da empresa brasileira, que elevou sua fatia no mercado doméstico em janeiro

 

JANAINA LAGE

DA SUCURSAL DO RIO

 

O presidente da Varig, Guilherme Laager, informou ontem que prevê a entrada da LAN no capital da companhia até o fim do primeiro semestre. A mudança no quadro de acionistas abre espaço para um aumento mais significativo da frota, a expansão das rotas e um aumento de freqüências.

A Varig planeja retomar rotas para Foz do Iguaçu, Natal e Belém neste ano. Além disso, pretende elevar a freqüência para Manaus, Recife e Salvador. Atualmente, a Varig opera com 15 aeronaves 737-300, um 767-300 e dois MD-11. Está prevista a chegada de mais dois Boeings 737-300 até março e de outros dois até julho.

Segundo Luiz André Patrão, diretor de Planejamento da Varig, a empresa estuda a melhor forma de integração com a LAN. Ela poderá usar aeronaves da companhia chilena registradas no Brasil ou adotar compartilhamento de vôo em determinadas rotas internacionais. A Varig tem até junho para retomar essas rotas, conforme a legislação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

No final do mês passado, a LAN comunicou ao mercado um empréstimo de US$ 17,1 milhões à Varig com a opção de converter os créditos em ações. Questionado sobre até quando deverá pagar o empréstimo, Laager afirmou que a empresa chilena ofereceu um sinal e que está disposta a entrar no capital da Varig. Executivos da LAN já acompanham o dia-a-dia das operações da Varig.

A LAN é uma holding com subsidiárias na Argentina, no Equador e no Peru. Com a sua entrada, está prevista uma redução na participação do fundo americano Matlin Patterson na Varig. Dessa forma, seria possível manter a participação estrangeira na aérea no limite de 20% estabelecido em lei.

Laager disse que não foi procurado oficialmente por TAM e Gol, mas que o eventual interesse das duas na compra de participação da Varig pode ser uma reação à LAN. "Se o Rolim [Amaro, ex-presidente da TAM] fosse vivo, ele teria comprado a Varig. Uma marca como a Varig... Infeliz daquele que não vê a força dela."

Em janeiro, a nova Varig elevou sua participação no mercado doméstico de 2,68% para 4,54%, segundo a Anac. Quem mais perdeu foi a TAM, que caiu de 49,13% para 47,21%.

A queda ocorre após os incidentes com a aérea em dezembro, quando a parada para manutenção de seis aviões, em meio a suspeitas de "overbooking", provocou diversos atrasos e cancelamentos em vôos.

 

 

Fonte: Folha de SP (www.uol.com.br)

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