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Governo atende pedido de Henrique Alves e vai construir mais dois aeroportos no RN


Saulo Ubarana

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Governo atende pedido de Henrique Alves e vai construir mais dois aeroportos no RN As obras fazem parte do Programa de Aviação Regional no Rio Grande do Norte, que beneficiará 64 aeroportos regionais no Nordeste, com investimentos previstos de R$ 2, 1 bilhões

HAL.jpgPresidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves. Foto:Divulgação

O Secretário Nacional de Aeroportos, Nelson Negreiros, apresentou nesta terça-feira (11) ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, um relatório da Secretaria Nacional de Aviação Civil sobre a situação dos aeroportos de Mossoró e Caicó. Como resposta às cobranças do deputado por obras aeroportuárias nas duas cidades, o ministro Moreira Franco anunciou a construção de dois novos aeroportos, com investimentos de R$ 218,2 milhões. As obras fazem parte do Programa de Aviação Regional no Rio Grande do Norte, que beneficiará 64 aeroportos regionais no Nordeste, com investimentos previstos de R$ 2,1 bilhões.

Com base na projeção de demanda para cada aeroporto, já concluída, foi contratado o consórcio Progen-Planway para desenvolver até março deste ano os projetos de viabilidade técnica, estudo preliminar, anteprojeto, ensaios e sondagens, projeto executivo de fundações e analise de projetos executivos.Outro consórcio, Cartografia Aeroportuária, contratado em novembro do ano passado, está fazendo o levantamento topográfico. A consultoria para o licenciamento ambiental está em fase de contratação, segundo o secretário de aeroportos, e será realizado pela empresa Bioma Consultoria Ambiental Ltda.

A localização dos novos aeroportos já foi discutida pelo Secretário de Aeroportos com a secretária Kátia Pinto e Yure Tasso Duarte, da Secretaria de Infraestrutura do Rio Grande do Norte. No caso de Caicó, por exemplo, a penitenciária “Pereirão” e uma torre do estádio “Marizão” inviabilizam a ampliação da pista de mil metros e elevação da categoria do atual aeroporto, recentemente reformado. A Secretaria Nacional de Aviação Civil aguarda o estudo de viabilidade técnica e o plano básico de zoneamento. O estudo técnico para a construção de um novo aeroporto na cidade está previsto para o fim deste mês. A demanda potencial de Caicó, com 63 mil habitantes é de 18 mil passageiros por ano até 2025.

Já em Mossoró, a situação do aeroporto Dix-sept Rosado é ainda mais complicada. De acordo com o relatório apresentado ao deputado Henrique Eduardo Alves, há tantas irregularidades que o atual aeroporto seria rebaixado e o comprimento da pista de 2.000 mil metros sofreria uma redução de 560 metros. São 71 obstáculos constatados pelo Comando Aéreo Regional (Comaer). O aeroporto, além de não operar por instrumentos, não oferece condições de ampliação. Esta semana deverá sair o relatório técnico sobre um novo aeroporto para Mossoró. A cidade de 266 mil habitantes terá demanda potencial de 139 mil passageiros por ano em 2025.

No cronograma solicitado pelo deputado Henrique Eduardo Alves ao ministro Moreira Franco consta que, entre abril e junho deste ano, serão feitas as prospecções para a definição dos novos locais. Os estudos técnicos definitivos serão apresentados entre agosto e outubro. Em dezembro sai o estudo preliminar e as licitações, dependendo das desapropriações e licenciamento ambiental, serão realizadas entre janeiro e abril de 2015.

http://jornaldehoje.com.br/governo-atende-pedido-de-henrique-alves-e-vai-construir-mais-dois-aeroportos-rn/

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Só quem já operou em Mossoró, sabe a porcaria que isso aqui é! Aproximação na 23 é crítica por obstáculos e na 05 é EXTREMAMENTE CRÍTICA, pelo fato de existirem locais de descarte irregular de lixo e voarem cerca de 30 urubus ou até mais, exatamente no eixo da pista.

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O pior é ver que pelo menos o aeroporto de Mossoró, esta nessa situação por conta de má gestões públicas. Para se ter ideia, o farol rotativo não esta operando por falta de homologação, que tem que ser solicitada e se quer foi mandado ofício para tal.

 

O local tem alta demanda reprimida, pois opera como um polo, situação semelhante a Juazeiro do Norte - CE. Na época que a ultima grande companhia operou (BRA), o 737-400 nunca saiu com assentos vazios para GRU, sempre lotado. Dai em diante começaram as restrições, e a inviabilidade de operações pelas principais companhias.

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