Jump to content
Sign in to follow this  
Dani CV

Caças Gripen NG para a FAB: Notícias

Recommended Posts

O prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho (PT), afirmou nesta quarta-feira, em evento em Brasília, que a operação da fábrica da Saab na cidade para construir os caças Gripen, que serão vendidos ao governo brasileiro, deve começar em 2015.

“A Saab está discutindo com os técnicos da Aeronáutica o contrato e calendário. Esperamos lançar ainda este ano a pedra fundamental da construção da fábrica e que a operação comece em 2015”, afirmou.

A Saab estima investir U$ 150 milhões na construção da fábrica para produzir os caças, que custarão U$ 4,5 bilhões ao país. A entrega dos primeiros caças, contudo, ainda vai demorar alguns anos, disse Marinho.

 

http://www.valor.com.br/empresas/3444688/saab-cacas-gripen-serao-produzidos-em-sao-bernardo-partir-de-2015#ixzz2uRv4RWhy

Share this post


Link to post
Share on other sites

Não, eles serão montados em gavião Peixoto e algumas peças é que serão fabricadas em são bernado.

 

hmmm triste...

 

 

Bem que o Brasil poderia procurar desenvolver os próprios caças.

 

Seria um crime fazer Engenharia reversa nesses caças? :D

Share this post


Link to post
Share on other sites

A idéia de montar os aviões em SBdC é no minimo estranha.

 

Ok, vão receber os aviões em forma de kit e ai montar, e depois vão fazer o que pra fazer os voos de teste e aceitação?
Decolar da Imigrantes?

 

Cada idéia...

  • Like 3

Share this post


Link to post
Share on other sites

A idéia de montar os aviões em SBdC é no minimo estranha.

 

Ok, vão receber os aviões em forma de kit e ai montar, e depois vão fazer o que pra fazer os voos de teste e aceitação?

Decolar da Imigrantes?

 

Cada idéia...

Política é bizarra. Já desencanei há muito tempo de entender essa turma do PT.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Política é bizarra. Já desencanei há muito tempo de entender essa turma do PT.

Político, meu caro...não só do petê...também do peessedebê, peemedebê, peessebê...difícil entender a lógica desses caras. Parece que todos, todos mesmo, querem (no fundo) a mesma coisa: embolsar mais e mais, para si e seus correligionários. E não só em nosso País. Raros são os casos conhecidos de políticos retos, éticos, incorruptíveis em todo o mundo :(

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

Hmmm... eles vão ser fabricados aqui?

 

 

Isso é bom. isso incentivará o avanço nessa área, já que teremos um exemplar como o Gripen.

 

A escolha do Gripen é o mais próximo de "desenvolver um caça no Brasil" que se conseguiu.

 

A Embraer vai participar do processo de desenvolvimento, assimilando tecnologia (lembremos que o processo AMX foi fundamental para dotar a Embraer de tecnologia de jatos, posteriormente aplicada com sucesso nos Emb-135/140, a seguir, nos Ejets 170/175/190/195 e agora Ejets2).

 

Atualmente são raros os equipamentos de alta tecnologia "totalmente de um só país". A maioria é um mix de países: asas de um, turbinas de outro etc.

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

a Saab fez lobby, ganhou e agora tem que pagar a promessa!

como sempre no brasil fazemos o mais caro para atender a politica e não a tecnica!

Share this post


Link to post
Share on other sites

A idéia de montar os aviões em SBdC é no minimo estranha.

 

Ok, vão receber os aviões em forma de kit e ai montar, e depois vão fazer o que pra fazer os voos de teste e aceitação?

Decolar da Imigrantes?

 

Cada idéia...

 

Não ´faz sentido montar o avião. Algum componente será montado/construído lá.

Igual a Airbus, partes do avião são montadas em diferentes países europeus...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Gente.... notícia furada!!!

 

O main contractor é a Embraer, que montará as aeronaves e participará do desenvolvimento... Em São Bernardo deverao ser fabricadas algumas peças ou alguns subconjuntos apenas.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:

SBTA quer faturar US$ 40 mi

Parceria entre a sueca Saab, fabricante dos aviões caça Gripen NG, e o Grupo InbraFiltro, de Mauá, que produz estruturas metálicas para o setor de Defesa e Segurança, a exemplo de portas blindadas para aeronaves da Embraer, a SBTA (São Bernardo Tecnologias Aeronáuticas) deverá faturar entre US$ 40 milhões (R$ 102,8 milhões, com o dólar a R$ 2,57) e US$ 60 milhões (R$ 154,2 milhões) de cinco a sete anos.

A estimativa é do vice-presidente de parcerias industriais da Saab Aeronáutica, Jan Germundsson.
A SBTA, que começa a ser construída no ano que vem, vai gerenciar a cadeia de suprimentos e produzir partes estruturais do Gripen NG a partir de 2017. As 36 aeronaves (28 monopostos e oito de dois lugares – os quais o País terá importante papel na confecção) adquiridas pelo governo brasileiro para substituir a atual frota da FAB (Força Aérea Brasileira) começarão a ser entregues em 2019, processo que será finalizado até 2024.
A produção será feita em parceria com a Saab, que receberá da União US$ 5,4 bilhões (R$ 13,8 bilhões) para transferir a tecnologia do caça e entregar as aeronaves.

Está previsto, por enquanto, que a SBTA fabrique as asas do avião supersônico e as partes traseira e dianteira da fuselagem. Para dar o pontapé inicial no processo, a fabricante sueca vai injetar US$ 150 milhões (R$ 385 milhões) na companhia, recursos que deverão ser utilizados para criá-la e adquirir maquinário de ponta.
MUNDO
“A ideia é fazer da SBTA uma produtora global (ou seja, capaz de fornecer para qualquer empresa do segmento de defesa e civil)”, afirma Germundsson. “Ela tem que ser competitiva. Vamos dar um suporte maior nos primeiros anos, mas o objetivo é que ela caminhe com as próprias pernas e amplie sua capacidade de produção.”
A companhia são-bernardense, que pode chegar a contratar 1.000 profissionais, e possui 40% de participação da Saab e 60% da Inbra, será uma tier one, que quer dizer administradora de cadeia de suprimentos de primeira linha que pode buscar fornecer, inclusive, para concorrentes internacionais da fabricante sueca, como a norte-americana Boeing e a europeia Airbus.
“É fundamental que ela encontre outros clientes, já que será fabricante de nível internacional. Além disso, 36 caças (que têm durabilidade média de 30 anos) não vão sustentar a fábrica ad eternum (infinitamente). É necessário que ela se torne sustentável”, complementa Bengt Janér, diretor da Saab no Brasil.
Cidade foi escolhida por coincidência, diz executivo
Com 20 mil m² (metros quadrados) projetados, a SBTA será erguida em terreno de 40 mil m² em frente à Rodovia dos Imigrantes, sentido São Paulo, próximo à entrada do Rodoanel. Em relação à escolha da Inbra para a parceria e localização em São Bernardo, Germundsson alega ter sido coincidência, pois ao mesmo tempo em que a empresa mauaense demonstrou interesse em fazer parte do processo e já tinha experiência no setor ao fornecer à Embraer (principal parceira da Saab na produção do Gripen NG, o qual caberá a ela a montagem final), o prefeito são-bernardense Luiz Marinho começou a se aproximar da fabricante sueca e incentivar investimentos na cidade ao demonstrar interesse em diversificar a vocação local para a indústria da defesa – além de fazer lobby junto ao governo federal para que ela fosse a preferida em relação às outras duas concorrentes, a Boeing e a francesa Rafale.
No início do processo, em 2008, quando foi realizado pedido de oferta da Aeronáutica para a renovação de sua frota, a Saab cogitava apenas a cidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo, para promover negócios, pois era famosa por sediar a Embraer e ter muitas empresas atuantes no segmento da defesa. À época, no entanto, a fabricante de Mauá os procurou e demonstrou interesse em fazer parte da fabricação do Gripen NG, caso a aeronave fosse eleita, conta Germundssson.

“Desde 2009 nós temos conversas com a Inbra, que foi escolhida pela qualidade da produção e vontade de dar salto tecnológico. Além disso, ela já se relacionava com a Akaer (de São José dos Campos, que será a responsável pelos projetos de engenharia das unidades estruturais do Gripen NG).”
Germundsson afirma, ainda, que o fato de a fabricante de caminhões e ônibus sueca Scania estar sediada (há 52 anos) em São Bernardo (embora hoje pertença à Volkswagen, a montadora já integrou a Investor, braço financeiro do grupo Wallenberg, controlador da Saab, Ericsson, Electrolux e AstraZeneca, entre outras) influenciou na opção.
As demais montadoras instaladas no município também atraíram, como potencial para desenvolver cadeia de suprimentos. “A Saab visitou cerca de dez empresas brasileiras que podem se tornar fornecedoras”, conta, garantindo que há firmas são-bernardenses neste grupo.
Conhecimento em segmento de veículos facilita entrada da região
O know-how no segmento automobilístico facilita para que a indústria da região também comece a atuar no setor de defesa, já que maquinários da indústria metalúrgica e mão de obra especializada podem ser aproveitados. Na avaliação de Lars Ydreskog, vice-presidente de operações de aeronáutica da Saab, é perfeitamente possível esse ajuste, embora saliente que os interessados precisam se qualificar, já que o processo de confecção dos aviões caça é mais complexo.

“Na linha de montagem de veículos, em 30 segundos você coloca um para-brisa, por exemplo. Aqui, uma etapa leva 120 horas. A diferença está nesse tempo e na complexidade da fabricação. Mas existe a possibilidade de adaptação. Um engenheiro, ou mesmo um mecânico, pode aprender a fazer o processo, já que ele possui uma base de formação e a filosofia da produção enxuta é a mesma.”
lhões Ydreskog conta que um caça leva cerca de dois anos para ser produzido, e a capacidade de produção da fábrica de aeronaves em Linköping, sede da companhia, é de 30 por ano – embora hoje apenas oito estejam sendo confeccionados anualmente. Um carro, por sua vez, é fabricado atualmente em 20 horas, e uma grande montadora tem a capacidade de produzir 80 mil carros ao ano, cita Francisco Satkunas, diretor da SAE, Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. A diferença nos valores de venda também é exorbitante. Uma aeronave desse tipo custa US$ 100 milhões (R$ 251 milhões), enquanto veículos podem ser vendidos a partir de R$ 30 mil até cerca de R$ 3,5 milhões (os de luxo superesportivos).
Fonte: Soraia Abreu Pedrozo para o Diário do Grande ABC via CECOMSAER 10 nov 2014

Share this post


Link to post
Share on other sites

A idéia de montar os aviões em SBdC é no minimo estranha.

 

Ok, vão receber os aviões em forma de kit e ai montar, e depois vão fazer o que pra fazer os voos de teste e aceitação?

Decolar da Imigrantes?

 

Cada idéia...

 

 

Política é bizarra. Já desencanei há muito tempo de entender essa turma do PT.

 

 

Discurso de espetáculo, bem típico desse partidinho.

 

 

E os trens do monotrilho sendo montados em Hortolândia?

Será que eles vem pra SP deslizando sobre o guard-rail da Bandeirantes?

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:
Conheça a “versão personalizada” do caça sueco que o Brasil comprou
Segundo Saab, adaptações fizeram Gripen ficar quase US$ 1 bi mais caro. FAB adquiriu 36 caças com tela panorâmica que suecos “não confiam”.

"Secreto". Esta é a palavra que mais se ouve dos executivos da indústria sueca Saab quando o assunto são os detalhes do contrato assinado pela Força Aérea Brasileira (FAB) para a compra de 36 caças Gripen NG (New Generation), por US$ 5,4 bilhões (R$ 13,9 bilhões).

Mesmo assim, muitos detalhes sobre o jato que só serão entregues a partir de 2019 começam a ser revelados.

Segundo o CEO e presidente da Saab, Hakan Buskne, "basicamente [o preço subiu] devido aos pedidos do cliente. Nós oferecemos algo e eles fizeram novos pedidos, como o Wide Area Display [WAD, um display panorâmico]", disse ele a jornalistas brasileiros na capital sueca na última semana. O display não existe em nenhuma das versões do jato que a companhia desenvolve desde 1980. (veja detalhes no vídeo acima).

As mudanças são a justificativa para a elevação em US$ 900 milhões do valor da compra, em relação à proposta final apresentada em 2009 durante a concorrência da qual participaram também o F-16, da norte-americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault.

No display estarão reunidos todos os dados captados pelos sensores em uma única tela grande e central na cabine, permitindo que o piloto tome a decisão de forma mais rápida ao obter diretamente todas as informações.

O modelo atual do Gripen possui três visores, que fornecem informações diferenciadas.

Para ter uma ideia do que o display panorâmico representa, apenas um avião de combate no mundo, o norte-americano F-35 Lightning II, possui uma tela como a exigida pelo Brasil, e que será desenvolvida pela empresa AEL, do Rio Grande do Sul.
gripen_do_brasil_v5.jpg
Segundo Bjorn Johansson, engenheiro-chefe do novo caça, outros diferenciais da versão brasileira do Gripen serão:
- um novo sistema de comunicação com encriptação e rádios duplos
- especificações na pressão interna do cockpit, buscando permitir à aeronave operar em altitudes elevadas por muito tempo sem causar mal estar ao piloto pela descompressão.
- rede avançada de guerra eletrônica: ações e sensores que podem identificar, interceptar ou destruir mensagens de interferência
- sensores de infravermelho de busca e salvamento
- sistema resistente a interferências, além da ligação por datalink (transmite informações de dados e voz) que fará a comunicação entre caças e também com torres de controle em terra e outros tipos de aviões militares brasileiros.
- a capacidade de integrar armas produzidas nacionalmente
- o Helmet Mounted (HMD), um óculos acoplado ao capacete que serve também como monitor e a partir do qual o piloto pode atacar e reconhecer alvos
- e uma saída para minimizar a "assinatura radar" do avião, que impeça a identificação pelos inimigos.
"Introduzir o display panorâmico pedido pela FAB irá requerer mudanças na fuselagem e adaptações no sistema aviônico do avião e na interface entre o homem e a máquina. Nós não achamos que isso será difícil de resolver, mas irá solicitar mais trabalho do que se tívessemos o mesmo modelo de display nas versões do Gripen suecas e brasileiras", afirma o engenheiro da Saab em entrevista exclusiva ao G1.

A decisão de incluir o display panorâmico no novo avião ocorreu com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria nacional de defesa, "favorecendo a manutenção do ciclo de vida" do avião, informou a FAB, acrescentando que a Saab não relutou em aceitar a mudança com medo de atrasar o projeto.

Segundo a Força Aérea Brasileira, o aumento do valor do contrato também se deve, além dos novos requisitos, à atualização de valores da proposta após cinco anos de tramitação.

O trabalho geral de produção dos caças no Brasil será coordenado pela Embraer, e a montagem dos aviões, realizada na fábrica da empresa em Gavião Peixoto (SP).

A Saab comprou 15% da empresa de engenharia Akaer, que receberá parte da transferência da tecnologia exigida pela FAB e investiu outros US$ 150 milhões em uma fábrica em parceria com o Grupo Inbra, em São Bernardo do Campo, onde serão produzidas pequenas peças metálicas e aeroestruturas.

Em uma conferência em Londres nesta semana, o brigadeiro José Augusto Crepaldi Affonso, presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), afirmou que a FAB estuda adquirir um total de 108 caças para substituir a frota atual de aviões de combate.

A Suécia é o maior operador do Gripen no mundo, possuindo atualmente 100 unidades do modelo C (um posto) e D (dois postos, para treinamento), que serão trocadas por 60 aeronaves do modelo E, nenhum com o display panorâmico, afirma Bydén.

Pilotos suecos ouvidos pelo G1 dizem que não confiam em um display único para voar e que, por isso, a decisão é manter o projeto antigo.

"Estamos acostumados com três visores. Se eu perder um, tenho os demais de backup. Eu não confiaria em um só", diz o coronel Lundquist, que realizou missões com o Gripen no Mali e na Líbia.

"É um costume, vemos com mais naturalidade comandar o avião em três displays. Historicamente, pilotamos o Gripen assim e os pilotos, em geral, são resistentes a mudanças", acredita o chefe dos pilotos de teste do Gripen, Richard Ljunberg.

Jonas Jakobsson, outro piloto de teste da Saab, tem a mesma visão. "Acredito que seja questão de tradição. A Força Aérea sueca voa em Gripen com três displays desde 1997", acrescenta.

No Gripen atual e na versão do Gipen E da Suécia, o piloto tem na tela principal, ao meio, o mapa da região que sobrevoa, explica Ljunberg. Nela estão dados do GPS, altitude e também a localização de aeronaves amigas e inimigas. No monitor à esquerda, estão as informações dos sistemas de combate, eletrônicos e de auto-defesa. No da direita, são visíveis os dados recebidos pelos radares e sensores, como localização de aviões inimigos e aviões, dentre outros. Se o piloto perde um dos visores, ele pode pedir ao software que apresente os dados nos demais, afirma.

O engenheiro da Saab Bjorn Johansson, que já atuou como piloto de teste do Gripen, afirma, contudo, que os brasileiros não precisam ter medo de perder as informações. Segundo ele, o próprio painel WAD terá uma divisão interna que, caso metade dele se apague, a outra será mantida. "Eu acredito que, quando o wide display estiver pronto, os suecos também vão querer para seus caças. É como um brinquedo novo", brinca.

A escolha da gaúcha AEL para a produção do WAD ocorreu após uma concorrência da qual participou também uma companhia norte-americana, diz o diretor da Saab no Brasil, Bengt Jáner.

"A Saab recomendou a escolha da AEL, por trazer junto outras capacidades desejadas, mas a escolha final foi da FAB”, afirma.

Contrato
O contrato da FAB com a Saab prevê a compra de 28 Gripens do modelo E (com um assento) e 8 Gripen F (com dois assentos), que ainda são projetos e serão construídos de forma conjunta entre os dois países.

A versão biposto será desenvolvida em parceria com a Embraer, pois o contrato exige transferência de tecnologia para que o Brasil possa aprender a fazer um avião. O primeiro avião só deve chegar ao Brasil em 2019, e o último, em 2024.

A Saab também atualizou o custo da hora de voo do Gripen do Brasil, antes estimado em US$ 4,7 mil e agora corrigido para "cerca de US$ 5 mil", segundo Bengt Jáner, diretor da Saab no Brasil.

Na Suécia, a hora de voo da versão C, sem armamento, para a aula dos pilotos, é de cerca de 3,5 mil euros (US$ 4,4 mil), segundo o coronel Michael Lundquist, comandante da escola sueca de formação dos pilotos de caça.

Já no operacional, o valor da hora de voo de um Gripen hoje chega a 50 mil coroas suecas (US$ 6.745), afirma o comandante da Força Aérea sueca, o major-general Micael Bydén.

Cada unidade do Gripen, conforme o vice-presidente de Parcerias Industriais da Saab Aeronáutica, Jan Germundsson, custa cerca de US$ 100 milhões.

Desde 1970, voavam nos céus brasileiros os caças franceses Mirage, cujo projeto é da década de 60 e podia atingir até 2.2 vezes a velocidade do som. As últimas unidades foram aposentadas em dezembro de 2013 e substituídas por F-5, que foram modernizados pela Embraer, mas possuem menor capacidade de reação que o antigo Mirage.

O novo Gripen terá ainda uma capacidade de armazenar combustível 50% superior à versão atual do jato com a mudança da posição do trem de pouso principal, o que permitirá alcançar distâncias de até 1.300 km, além de sistemas de alerta de aproximação de mísseis e um radar com antena de varredura eletrônica ativa (com procura automática em todos os ângulos).(AESA?)

Outro fator que interferiu na escolha do sueco em comparação com os demais concorrentes no processo FX-2, segundo a Aeronáutica, foi a facilidade de manutenção.

O contrato logístico assinado com a Saab terá duração de 5 anos, a partir do início da entrega da primeira aeronave operacional, e prevê suporte em todos os sistemas.

O Brasil, de acordo com a FAB, também comprou "todas as peças necessárias para operação por 5 anos", além de dois simuladores completos, que serão instalados na base de Anápolis (Goiás), que formará um esquadrão para receber o avião.
Fonte: Tahiane Stochero Do G1, Na Suécia via CECOMSAER 20 nov 2014
Detalhe: o Esquadrão já existe. É o núcleo do 1º Grupo de Defesa Aérea – os “Jaguares”. Se as 36 aeronaves ficarem com os Jaguares, então teremos, não um Esquadrão mas, realmente, um Grupo!

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:
Brasil espera uma proposta da Suécia para empréstimo de caças Gripen para uso da FAB
Suécia teria oferecido ao Brasil empréstimo ou aluguel de caças suecos enquanto os comprados não chegam; entregas só começam em 2019

O Brasil espera uma proposta por parte do Ministério da Defesa da Suécia sobre a negociação de um empréstimo de aviões Gripen, fabricados pela empresa sueca Saab, durante o período de desenvolvimento da nova versão NG.

O Brasil comprou 36 caças Gripen NG, que ainda vão ser desenvolvidos em contrato que inclui a parceria do Brasil na produção das aeronaves.

Os primeiros caças só começam a ser entregues em 2019. “Estamos na fase de negociação bilateral. A fase é de espera de uma proposta pela Suécia para definir o assunto”, afirmou na Suécia o tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira, chefe do Estado Maior das Forças Armadas do Brasil. “Essa é uma questão que não está prevista em contrato”, afirmou o brigadeiro.

Olimpíada. A expectativa do Brasil é ter aeronaves Gripen já no primeiro trimestre de 2016. O objetivo seria usar o caça supersônico na proteção do espaço aéreo brasileiro durante as Olimpíadas que serão realizadas no Rio de Janeiro.

Uma das vantagens do Gripen para esse tipo de missão é a facilidade de pouso em vários locais, inclusive estradas.
No primeiro trimestre deste ano, o brigadeiro Juniti Saito, comandante da Aeronáutica, disse que a Suécia estaria disposta a ceder 10 caças Gripen para o Brasil a partir de 2016.

Além do envio dos aviões, haveria treinamento de pilotos, equipes de solo e apoio logísticos para as aeronaves aqui. O Ministério da Defesa da Suécia desconversa.

Em entrevista em Estocolmo, o ministro Peter Hultqvist evitou detalhar o assunto. “O Brasil é muito importante para a Suécia. Mais de 200 empresas suecas estão no Brasil e agora temos uma parceria de mais de 30 anos daqui para frente com o avião Gripen, que vai trazer empregos, tecnologia e recursos para os dois países”, disse.

Segundo o ministro, a questão dos aviões que seriam cedidos ou alugados para o Brasil está em análise por uma agência governamental, “que está otimista com relação ao assunto”, afirmou Hultqvist.
Estoque. A chamada “solução intermediária” do contrato do Gripen - empréstimo ou aluguel de caças enquanto a produção acontece - está restrita à negociação entre os dois países. Os 10 caças oferecidos no início do ano teriam que sair da Força Aérea da Suécia, que confirmou encomenda de 70 Gripen NG da fabricante Saab.
“A Suécia e o Brasil terão juntos um trabalho de cooperação governo-governo.

A Força Aérea da Suécia está muito animada com essa parceria”, disse o general Micael Byden, comandante das Forças Armadas da Suécia.

Ainda sem nenhuma luz no fim do túnel sobre a solução intermediária, a Saab se mantém fora da negociação. “Não temos Gripen no estoque”, disse em Estocolmo Häkan Buskle, presidente e CEO da Saab. “O contrato dos caças Gripen e a parceria com o Brasil é muito importante para nós.

O envio de aviões para o Brasil é tema de uma negociação intensa entre os dois governos”, disse Buskle.
Compras. O Brasil pode ter um trunfo extra para facilitar a negociação de caças. Estudo da Aeronáutica aponta que o Brasil poderá comprar mais 108 caças.

A nova encomenda incluiria a versão naval do avião, o Sea Gripen, ainda não produzido pela Saab.
2817199811.jpg

Saab estima um mercado de 5.000 caças em 20 anos.
Para a Saab, a parceria com a Embraer por meio do contrato de compra dos 36 caças Gripen NG representa a possibilidade de conquistar novos mercados, onde a Suécia teria dificuldade para chegar sozinha.

Segundo a Saab, a cooperação entre as duas empresas vai resultar em oportunidades de exportação para ambas as companhias.
Mercado. A Saab prevê para os próximos 20 anos mercado de 5.000 caças supersônicos. Desse total, Saab e Embraer têm condições de disputar 3.000 unidades no mercado mundial.
A Embraer não comenta esses números. A empresa só deve se pronunciar sobre o assunto após a assinatura do contrato que vai detalhar a parceria. A previsão é assinar o documento em março.
“A Embraer e a Saab possuem uma longa tradição no mercado de defesa e agora irão trabalhar em conjunto para entregar soluções competitivas e de alta qualidade à Força Aérea Brasileira e aos clientes do Gripen NG”, disse em nota Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Caça é considerado de 6ª geração
Quando receber o Gripen NG, em 2019, o Brasil vai operar um avião considerado top, indicado por especialistas internacionais como o primeiro caça de 6ª geração.

No Brasil, o Gripen é classificado como intermediário entre a 4ª e a 5ª geração. Quanto mais moderno e com mais capacidade de não ser detectado por radar, maior é a geração do caça.

Brasil vai ajudar vendas na América
O uso do Gripen NG pela FAB pode alavancar vendas imediatas do caça sueco na América do Sul, na opinião Jan Germundsson, vice-presidente de Parcerias Industriais da Saab.

Ele cita como exemplo o interesse que a Argentina já teria manifestado pela compra do avião. As vendas, segundo Germund-sson, seriam negociadas pela Saab e Embraer.
Fonte: Sheila Faria, Enviada Especial à Suécia para O VALE via CECOMSAER 21 nov 2014

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:

Mesa do Senado aprova requerimentos com pedidos de informações

Em reunião nesta quinta-feira (11), a Mesa do Senado aprovou seis requerimentos com pedidos de informações a órgãos públicos.

(...)

Caças

Ricardo Ferraço também teve aprovado pedido de informação ao Ministério da Defesa sobre a assinatura de contrato da Força Aérea Brasileira (FAB) com a empresa sueca Saab para o fornecimento de 36 caças. O parlamentar ressalta que o contrato foi fechado por US$ 5,4 bilhões, embora o governo tivesse anunciado dois anos antes que seria de US$ 4,5 bi.

Fonte: Agencia Senado via CECOMSAER 12 dez 2014

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:

FAB assina contrato de manutenção com a SAAB

A Saab deverá prestar os serviços entre 2021 e 2026, com o apoio direto de empresas brasileiras

A Força Aérea Brasileira e a empresa Saab assinaram nesta quinta-feira (18/12) o contrato de apoio logístico para a frota de 36 aeronaves Gripen NG, no valor de 548.465.036,26 de coroas suecas (SEK)*.

Este valor está incluído na ratificação de despesa, publicada no Diário Oficial da União nº 207, de 27 de outubro de 2014.

O acordo inclui serviços de manutenção e suporte técnico especializado para as aeronaves, seus componentes internos e equipamentos de manutenção.

A Saab deverá prestar os serviços entre 2021 e 2026, com o apoio direto de empresas brasileiras.

“Esse contrato torna segura a solução de apoio logístico do Gripen NG para o Brasil. Também representa parte importante do comprometimento da Saab em entregar o sistema Gripen NG à Força Aérea Brasileira”, diz Ulf Nilsson, Diretor de Unidade de Negócios da SAAB.

De acordo com o Brigadeiro do Ar José Augusto Crepaldi Affonso, presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), o cronograma de eventos contratuais está correndo dentro da normalidade processual, conforme explanado em Audiência Pública, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, no dia 9 de dezembro deste ano.

“Dando prosseguimento às ações administrativas, encontra-se em fase final de negociação o contrato de aquisição de armamento”, explica.

Fonte: Agência Força Aérea 19 de Dezembro, 2014 - 11:25 ( Brasília )

* salvo êrro ou omissão, R$ 187.846.532,59

Edited by jambock

Share this post


Link to post
Share on other sites

E em caso de pane no WAD, como fica faz?

Fácil, conserta. Em voo? A tela é seccionada e não UMA tela somente. Simples.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:

Piloto da região ABC testa o Gripen

Como foi o seu primeiro voo no Gripen? E qual a sua avaliação em comparação aos outros caças que já pilotou?

- Foi muito gratificante ter tido a oportunidade de voar em uma aeronave de grande relevância como o Gripen. A elevada performance do motor foi realmente comprovada durante as manobras, e os sistemas integrados superaram e muito as expectativas. O que mais me surpreendeu durante o voo foi observar a total integração dos sistemas e sensores, gerenciados automaticamente pela aeronave. Além disso, a facilidade de atuar nos comandos e funções dos computadores de missão, bem como a maneira prática como as informações são disponibilizadas nos displays, realmente dignos de nota. Isso possibilitou consciência situacional muito maior do que esperávamos durante todo o voo. Com relação ao F-5M (usado no lugar do Mirage 2000, avião da frota brasileira aposentado no ano passado, enquanto o Gripen não é produzido), a principal diferença é a performance. Por ter boa relação peso-potência, o Gripen possibilita rápidas acelerações ou subidas para níveis de voos mais elevados, o que é extremamente importante para o cenário de combate atual. Em relação ao Mirage 2000, embora a performance seja similar, o grande diferencial é o sistema embarcado, que possui grande quantidade de equipamentos e sensores, totalmente integrados, o que aumenta em muito a capacidade de gerenciar armamentos e construir a consciência situacional necessária durante um voo de combate.

Quantos voos você já fez no Gripen até o momento e quantos estão previstos durante os seis meses que ficará por aí?

Realizei dois voos, uma vez que as primeiras semanas foram definidas para o curso teórico da aeronave (ele chegou em Satenäs no início de novembro). A maioria dos voos de instrução planejados ocorrerá a partir do início de 2015. Ao todo, estão previstos cerca de 60 voos.

Quando seu vizinho contava as histórias da profissão para você, e o encantava, você nem imaginava que hoje estaria pilotando um avião-caça desses, não?

- A história é de certa forma curiosa. Na minha rua, ainda quando era pequeno, havia um barbeiro que se chamava Rubens. Era ele quem cortava os cabelos dos homens e das crianças. Certa vez, meu pai comentou que eu gostaria de ser piloto, e queria saber mais sobre como proceder a respeito. O Rubens, então, informou que conhecia uma pessoa que tinha sido da Aeronáutica, e que morava perto da nossa casa. Meu pai, por meio do Rubens, entrou em contato com o senhor Antônio Destro, e a partir daí passei a visitá-lo algumas vezes, no intuito de conhecer mais sobre a aviação, que para mim resumia-se basicamente à aviação comercial naquela época. Foi aí que comecei a conhecer a aviação de caça e a profissão militar em si, a partir das histórias de vida dele. Naquela época ele já estava aposentado há alguns anos, o que tornava suas histórias ainda mais interessantes. O senhor Destro era oficial de manutenção de aeronaves e chegou ao posto de major na FAB (Força Aérea Brasileira). Serviu no 1º GDA (Grupo de Defesa Aérea) na década de 1970 e participou da primeira comitiva militar que foi buscar na França os primeiros caças supersônicos do Brasil, os Dassault Mirage 3. Suas histórias a respeito da implantação do Mirage 3 no Brasil, da criação da Base Aérea de Anápolis e do 1º GDA foram os principais fatores que despertaram em mim a fascinação pela aviação de caça. Desde o meu ingresso na FAB pela Epcar (Escola Preparatória de Cadetes do Ar), depois na AFA (Academia da Força Aérea), o senhor Destro sempre tentou ao máximo acompanhar minha rotina por meio da minha família, a qual o mantinha informado sobre os anos de estudos, de voos e demais atividades militares. Após seis anos de formação básica, me graduei em 2004 e ele pôde comparecer à minha cerimônia de formatura. Em 2011, enquanto ele ainda morava na mesma rua que meus pais no Rudge Ramos, e no mesmo ano em que cheguei no 1º GDA para voar o Mirage 2000 (sucessor do Mirage 3), ele disse à minha mãe que eu iria buscar as novas aeronaves a serem compradas pela FAB. Vale lembrar que a definição da minha missão na Suécia somente ocorreu em 2014. Hoje, olhando para o passado, o que acho mais interessante é que, mesmo não tendo sido intencional, eu acabei trilhando praticamente o mesmo caminho que o meu amigo. Ele, a missão na França; eu, agora, na Suécia. E ambos servimos na mesma unidade, o 1º GDA.

- Lembro-me como se fosse hoje, quando estava na casa do senhor Destro, eu tinha uns 15 anos, e perguntei se realmente valia a pena gastar dez anos da vida (três anos na Epcar, quatro anos na AFA e três anos de especialização na aviação de caça nas unidades da FAB) para ser piloto de caça. Ele me respondeu: ‘Eu não trocaria isso por nada’. Ele estava certo.

Como está sendo esse período de experiência na base área da Força Aérea Sueca em Satenäs? O que está sendo mais fácil e o mais difícil para se adaptar?

- Acredito que a experiência de poder viver em um país de extremo desenvolvimento em todas as áreas da atividade humana, por si só, já é algo único na vida. Poder vivenciar o modo de vida de uma nação mundialmente conhecida pela igualdade social, pelos altos índices de educação, governabilidade e sustentabilidade ambiental constituem lições da mais alta importância para nos ajudar a nos tornarmos não só profissionais melhores, mas cidadãos melhores. No aspecto profissional, mais especificamente, a admiração é ainda maior. A F7 Air Base é uma instalação com total infraestrutura para a atividade aérea operacional, e o apoio ao homem é extraordinário. O rápido entrosamento pessoal e profissional com os pilotos do esquadrão constituiu fator fundamental para a nossa adaptação. Mas a ausência da minha mulher e filho, por mais de dois meses seguidos, está sendo bem difícil. Hoje, eles são a minha estrutura básica. Com a chegada deles (prevista para este mês, antes do Natal; eles ficarão com Pascotto até o fim da missão), realmente tudo ficará mais fácil.

Que experiência espera trazer aos seus colegas no Brasil?

- Esperamos agregar o máximo possível de conhecimentos técnicos e operacionais da aeronave, pois a implantação de um vetor de combate como o Gripen certamente demandará esforço considerável da FAB para a sua plena utilização em prol da defesa do País. Nesse sentido, os conhecimentos relativos ao sistema operacional do Gripen, que compreende sensores, como radar embarcado, sistemas de guerra eletrônica, além dos armamentos, todos em interface homem-máquina altamente integrada, certamente será o fator de crescimento operacional da FAB.

Quanto aos jovens, que assim como você, sonham em pilotar um avião-caça um dia, que mensagem você transmitiria a eles?

- Geralmente o ideal de ser piloto começa a se destacar desde a infância para aqueles ou aquelas que desenvolvem o gosto pelo voo, pelo avião. A aviação de caça não é somente um ideal, mas um sacerdócio, pois demanda grande esforço individual e longo caminho a ser trilhado. Mas, sem dúvida, o esforço vale a pena, em todos os sentidos. Acredito que assim deveria ser em todas as profissões, na verdade. Para aqueles que desejam servir ao nosso País sob as asas da Força Aérea Brasileira, que desejam trabalhar em prol da soberania aérea do Brasil, certamente a aviação de caça será profissão bastante vibrante e promissora. Faço minhas as palavras proferidas há 17 anos pelo meu amigo Antônio Destro: ‘Eu não trocaria isso por nada’.

De São Bernardo e do Grande ABC, o que você leva de experiência de vida? O que te dá mais saudade?

- De São Bernardo tenho as melhores lembranças possíveis, pois foi ali que passei a primeira parte da minha vida. Como tive que sair de casa com 17 anos, para ingressar na Epcar, e, desde então, tenho tido pouco tempo para visitar os familiares, sinto muita falta da terra natal. E, com referência ao futuro desenvolvimento do Gripen no Brasil, São Bernardo certamente terá um papel dos mais relevantes, porque será, junto com São José dos Campos, um dos polos principais de produção e desenvolvimento tecnológico do País (ele se refere ao fato de a Saab aportar US$ 150 milhões para construir, em parceria com a mauaense Inbra, a SBTA, responsável pela fabricação de partes da fuselagem dosupersônico). Nesse sentido, é fácil vislumbrar o papel de destaque que a cidade terá no futuro.

Fonte: Soraia Abreu Pedrozo para DIARIO DO GRANDE ABC (SP) via CECOMSAER 21 dez 2014

Share this post


Link to post
Share on other sites

Fácil, conserta. Em voo? A tela é seccionada e não UMA tela somente. Simples.

 

Até imaginei que pudesse ser assim, mas não conseguia "ver" estas "separações".

Grato Sydy.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Uma reportagem muito boa do G1 sobre diferenças entre o Gripen usado pela Foraça Aérea Sueca e o que irá ser utilizando pela FAB.

O que mais me impressionou foi diferença do cockpit.

 

http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/11/conheca-versao-personalizada-do-caca-sueco-que-o-brasil-comprou.html

Edited by José Geraldo

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados:
MP autoriza o governo a contrair um empréstimo externo para financiar o projeto F-X2
A MP 666/2014 ainda autoriza o governo a contrair um empréstimo externo para financiar o Projeto F-X2, do Ministério da Defesa. O projeto destina-se a modernizar a frota de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). A principal ação do F-X2 é a compra de 36 caças Gripen NG da empresa sueca Saab, por US$ 5,4 bilhões de dólares.
Tramitação
A MP será analisada pela Comissão Mista de Orçamento. Se aprovada, seguirá para exame do Plenário do Congresso (sessão conjunta de Câmara e Senado).
Fonte: Jornal do Senado 20 de Janeiro, 2015 - 12:21 ( Brasília )

Edited by jambock

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Loading...
Sign in to follow this  

×
×
  • Create New...