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Dani CV

Caças Gripen NG para a FAB: Notícias

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Los primeros pilotos brasileños de Saab Gripen harán su primer vuelo en solitario en los próximos días

 

Los dos pilotos de la Fuerza Aérea Brasileña (FAB) que desde el pasado noviembre están en Suecia aprendiendo a volar el Gripen, los capitanes Gustavo de Oliveira Pascotto y Ramón Santos Fórneas, están a punto de realizar su primer vuelo en solitario en Gripen C, según lo anunciado por la Base Aérea sueca de Skaraborg, conocida como F7 Wing, donde los pilotos de Gripen de todo el mundo comienzan usualmente su adiestramiento.

Los brasileños, después de cerca de siete semanas en entrenamiento de conversión - con cinco vuelos cada uno en el Gripen D, acompañados por instructores, además de un muchas horas en simuladores, deberán a finales de enero volar en solitario el Gripen C, poniendo así fin a la primera fase de formación. Al término de este primer paso pasarán por un entrenamientode preparación para el combate antes de regresar a Brasil, donde se espera la próxima llegada de la primera tanda de Gripen C/D, aparatos de transición que serán utilizados por la FAB antes de la llegada de los 36 cazas Gripen NG adquiridos por Brasil el 24 de octubre de 2014, cuyo suministro debe estar produciéndose entre 2019 y 2024.

 

Formados por la Academia de la Fuerza Aérea, el capitán Fórneas era piloto de F-5 y el capitán Pascotto de Mirage 2000. Ambos están en Suecia desde noviembre 2014, abocados a la realización de un entrenamiento de 6 meses de duración y se convertirán en los primeros instructores de combate brasileños en Gripen.

Fonte: Javier Bonilla para PORTAL DEFENSA.COM (Espanha) via CECOMSAER 22 juan 2015

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Jornal sueco divulga vídeo de voo de pilotos brasileiros no caça Gripen.

Dois capitães da FAB estão na Suécia em treinamento para pilotar caça.

 

Brasil comprou 36 unidades de modelo em desenvolvimento por US$ 5,4 bi.

 

 

piloto.jpg

Pilotos brasileiros fizeram primeiro voo solo de Gripen
na Suécia (Foto: Reprodução)

O jornal sueco "SvD Näringsliv" divulgou, em sua versão online, uma reportagem no domingo (15) sobre o treinamento dos dois pilotos brasileiros que estão na Suécia desde outubro para aprender a voar o caça Gripen. O Brasil adquiriu 36 unidades da versão NG do Gripen, que ainda está em desenvolvimento, por US$ 5,4 bilhões.

O jornal divulgou também um vídeo mostrando o que seria um dos primeiros voos solo dos pilotos brasileiros em treinamento, os capitães da Aeronáutica Gustavo Oliveira Pascotto, de 33 anos, e Ramon Santos Fórneas, de 32.

Clique aqui para ver o vídeo

O primeiro voo solo dos pilotos ocorreu em 27 de janeiro, quando eles realizaram manobrassozinhos sobre Mar do Norte. Assim que terminar o treinamento, em abril, a dupla voltará para o Brasil para atuar como instrutores dos pilotos que comandarão a nova aeronave de combate.

O jornal sueco destacou a presença das bandeiras brasileiras na escola de treinamento de pilotos da Aeronáutica sueca, chamada de F7 Wing, localizada em Satenas, e que forma também aviadores de países que adquirem o Gripen, fabricado pela indústria sueca Saab. Os pilotos brasileiros elogiaram o avião, apontando a facilidade de entender o que ocorre a bordo e a realização de manobras.

fab.jpg
Capitão Fórneas comemora primeiro voo solo no Gripen na Suécia (Foto: FAB/Divulgação)

 

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/02/jornal-sueco-divulga-video-de-1-voo-de-brasileiros-no-caca-gripen.html

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Brasil e Suécia começam a planejar a certificação dos novos caças.
Órgãos dos dois países vão trabalhar juntos para avaliar a operação dos jatos
O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), órgão do Comando da Aeronáutica, recebeu a visita, entre os dias 10 e 12 deste mês, da FLYGI, a autoridade militar de aeronavegabilidade da Suécia. O objetivo foi traçar planos para a certificação dos caças Gripen NG, futuras aeronaves de combate das forças aéreas dos dois países.
O IFI e o FLYGI apresentaram suas regras, regulamentos e formas de trabalho, de modo a permitir o reconhecimento mútuo de atividades relacionadas à certificação e à garantia da qualidade de produtos aeronáuticos. Foram discutidos os tópicos de um acordo bilateral a ser assinado entre as duas instituições.
“Espera-se que o acordo permita o reconhecimento mútuo das atividades e até trabalhos conjuntos entre o Brasil e a Suécia, tanto durante a certificação e produção, quanto na fase de operação das aeronaves”, explicou o assessor técnico do IFI, Tenente-Coronel José Renato de Araújo Costa. Também estiveram presentes Klas Johnson, diretor da FLYGI, e Magnus Johaness, responsável pela certificação da aeronave Gripen NG na Suécia.
A maior aproximação entre as autoridades militares de certificação dos dois países evitará repetições desnecessárias de atividades. Além disso, o acordo em negociação servirá de base para incorporar a certificação de outros projetos e aquisições, caso futuramente sejam assinados outros contratos de aquisição de aeronaves militares envolvendo as duas nações.
No dia 24 de outubro, o Comando da Aeronáutica assinou com a empresa sueca SAAB o contrato para a aquisição de 36 aeronaves Gripen NG.
Fonte: Defesanet 20 de Fevereiro, 2015 - 14:10 ( Brasília )

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Pilotos brasileiros iniciam nova fase de treinamento no Gripen

Os capitães Gustavo Oliveira Pascotto e Ramon Santos Fórneas, da Força Aérea Brasileira, os primeiros pilotos brasileiros que estão em treinamento na Suécia para pilotar o caça supersônico Gripen, entraram na fase de voos solos, sem instrutores.

As missões da nova fase começaram no final de janeiro. Os voos partiram da Base Aérea de Satenäs, escola de pilotos conhecida como F-7, na região central da Suécia, onde estão desde novembro.

No primeiro voo solo da dupla, as duas aeronaves realizaram manobras em uma área sobre o Mar do Norte e a costa oeste da Suécia. Após o pouso, eles foram recepcionados por todos os pilotos da Sétima Ala da Força Aérea da Suécia.

Os pilotos da FAB já voavam os jatos Gripen desde o dia 10 de novembro de 2014, mas, até o primeiro voo solo só haviam cumprido missões na companhia de instrutores.

Para o capitão Ramon Fór-neas, a performance do Gripen é excelente. “É um avião com acelerações e retomadas muito rápidas”, disse.

Pioneiros. O treinamento na Suécia termina no final de abril, quando eles estarão aptos para cumprir missões de combate com os caças Gripen da Força Aérea da Suécia. Pascotto e Fórneas são os primeiros a desvendar o caça sueco que vai originar a versão NG comprada pelo Brasil.

“O Gripen é uma plataforma que vai integrar toda a nossa doutrina de emprego. A palavra chave é integração. Tudo tem fusão de dados. É como se nós juntássemos a performance do Mirage, os sistemas de combate do F-5 e o sistema de reconhecimento do A-1 em uma só aeronave. Mas muito melhor”, disse Pascotto.

Para ele, o que mais chama a atenção no Gripen é a capacidade de integração de dados. “Dados do datalink são compartilhados com o radar. Dados do radar são compartilhados nos mapas táticos de navegação, sem sobreposição”.

Entre 2019 e 2024, o Brasil deve receber 36 unidades de jatos Gripen NG. Em contrato assinado em outubro do ano passado, o Brasil encomendou 36 caças fabricados pela empresa sueca Saab, para renovar a frota de combate da FAB.

A Força Aérea da Suécia treina uma média de 30 pilotos por ano, em treinamento considerado puxado. “O treinamento é intenso, mas o Gripen é um avião fácil de usar, disse a O VALE o coronel Michael Cherinet, comandante da Base de Satenäs, a maior da Suécia.

Seleção. Pascotto e Fórneas foram selecionados entre mais de 240 pilotos de esquadrões de caça. Fórneas é piloto do F-5 da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio, e Pascotto também pilota F-5 e é da Base Aérea de Anápolis (GO).

Saiba mais

O programa F-X2

Contrato assinado em outubro do ano passado prevê a compra pelo Brasil de 36 caças Gripen NG da sueca Saab para uso da FAB

Valor

O valor do contrato é de US$ 5.400 bilhões e inclui transferência de tecnologia para produção de aeronaves no Brasil. Acordo nesse sentido com a Embraer deve ser assinado em março deste ano

Entregas

Os aviões começam a ser entregues pela Saab a partir de 2019. As últimas entregas serão em 2024

Pilotos

Os pilotos brasileiros Ramon Fórneas e Gustavo Pascotto foram selecionados para voar o Gripen na Suécia e serão responsáveis por trazer para o Brasil os conhecimentos detalhados do novo caça

Treinamento

Os pilotos brasileiros chegaram à Suécia em 3 de novembro e devem ficar em treinamento até o final de abril. Eles estão na base aérea de Satenäs, a maior da Suécia

 

Tecnologia

Embraer será co-responsável
O contrato de US$ 5,4 bilhões para a compra de 36 caças Gripen NG prevê transferência de tecnologia da Suécia para o Brasil. A Embraer, de São José, será a co-responsável pelo desenvolvimento completo do Gripen no Brasil, inclusive do processo de certificação da aeronave. O Gripen é fabricado pela Saab e é um dos caças mais modernos do mundo.

Utilidade

Caça será usado na defesa do território
O caça supersônico Gripen NG (New Generation) encomendado pela FAB (Força Aérea Brasileira) para a sueca Saab será usado em missões ar-ar e ar-terra, em qualquer tipo de condições meteorológicas, na defesa do território brasileiro e do espaço aéreo. O custo da hora de voo do Gripen é US$ 4.700. Serão 28 unidades de um lugar e 8 de dois lugares.

 

Prova de fogo

Centrífuga foi desafio para dupla
Uma semana após chegarem à Suécia, os pilotos enfrentaram testes específicos, como a centrífuga, e foram aprovados. Ramon Fórneas e Gustavo Pascotto tiveram que ficar 15 segundos em uma centrífuga que projeta nove vezes a força da gravidade, para adaptar o organismo dos pilotos a uma aeronave de alta tecnologia como o Gripen, que voa duas vezes a velocidade do som.

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Meus prezados

Governo negocia autorização do Senado para pagar caças suecos

O governo pedirá que o Senado autorize a União a contrair um empréstimo de US$ 5,4 bilhões em bancos suecos para pagar a compra de 36 caças Gripen para a FAB. Terá de mudar muito o humor do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que devolveu ao Planalto a MP que acabava com a desoneração da folha de pagamentos.

Fonte: Leonel Rocha para Época via CECOMSAER 10 MAR 2015

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Saab is currently assembling aircraft #39-8, a more representative test prototype of the JAS-39E/F that’s due to fly in 2015. Aircraft #39-9 is due to join the test fleet in 2016 as a primary system testbed, while aircraft #39-10 is due to fly in 2017 in the final JAS-39E configuration with the production-standard weight.

Sources: Selex ES, “Selex ES Advances Gripen Systems”.

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Meus prezados

"Efeito Brasil" elevou interesse por caça sueco, diz Saab

São Paulo - A fabricante aeronáutica sueca Saab disse que notou um "efeito Brasil" no interesse pelo modelo Gripen após a Força Aérea Brasileira (FAB) anunciar a compra de 36 caças em 2014.

O responsável pela unidade de negócios Gripen, Jerker Ahlqvist, informou que países da América do Sul demonstraram interesse pelo caça na sequência ao fechamento do negócio, mas não disse quais são esses países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal EXAME.COM via CECOMSAER 14 MAR 2015

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FAB define armamento que vai equipar o Gripen

A Força Aérea Brasileira (FAB) pretende assinar, até o fim de abril, contrato de aquisição dos armamentos que irão equipar os 36 caças Gripen NG, que o governo adquiriu em outubro da sueca Saab.

Segundo o presidente da Copac, (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate) brigadeiro do ar José Augusto Crepaldi Affonso, trata-se de um contrato à parte da aquisição dos caças, avaliado em US$ 300 milhões.

Assim como o contrato de apoio logístico, o do sistema de armas do Gripen também será assinado com a Saab. O presidente da Copac disse que o contrato de aquisição foi assinado em coroas suecas. "O valor em dólar americano depende do câmbio do dia. Já o contrato dos armamentos será assinado em dólares."

O contrato de apoio logístico para a frota Gripen foi fechado em dezembro. O acordo, no valor de 548,4 milhões de coroas suecas (US$ 63,8 milhões), inclui serviços de manutenção e suporte técnico para as aeronaves, seus componentes internos e equipamentos de manutenção. A Saab deverá prestar os serviços entre 2021 e 2026, com o apoio de empresas brasileiras.

De acordo com a Copac, o pacote de armamentos do Gripen inclui um míssil de longo alcance BVR (beyond vision range), um de curto alcance WWR (within visual range) e armamento de ataque ao solo. O sistema de armas do Gripen já foi definido pela FAB, mas os detalhes sobre os equipamentos e seus fornecedores não foram informador por questão de segurança nacional.

O único armamento dos caças que foi divulgado é o míssil A-Darter, desenvolvido em conjunto pelo Brasil e a África do Sul. A parte brasileira do projeto envolve as empresas Mectron, Optoeletrônica e Avibras. O governo da África do Sul já está testando os mísseis em sua frota de caças Gripen. O míssil encontra-se em fase final de desenvolvimento.

O Gripen da Força Aérea Sueca já concluiu a integração do míssil de longo alcance Meteor, produzido pela europeia MBDA, empresa controlada pela Airbus Group, BAE Systems e Finmeccanica. "O Meteor seria uma boa opção para a FAB, pois não geraria custos adicionais de integração na plataforma do avião, uma vez que já está no Gripen sueco", afirma o vice-presidente de vendas para a América Latina da MBDA, Patrick de La Revelière.

A MBDA já é parceira no Brasil da Avibras e da Mectron, no desenvolvimento conjunto de mísseis para as Forças Armadas brasileiras. "A única forma que a MBDA encontrou para se manter no Brasil foi por meio de parcerias estratégicas e de transferência de tecnologia", afirmou o executivo.

Um exemplo é o desenvolvimento conjunto com a Avibras do míssil arsuperfície AM39 B2, versão de última geração do míssil Exocet AM39, da MBDA. O míssil será utilizado nos helicópteros EC725 que a Helibras está produzindo para a Marinha brasileira.

Além do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), a transferência de tecnologia tanto da parte dos caças quanto dos armamentos, via beneficiar a AEL Sistemas, Atech, Embraer, Akaer, Inbra e Mectron.

Fonte: Virgínia Silveira, de São José dos Campos para Valor Econômico via CECOMSAER 31 MAR 2015

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Fantástico voa em caça sueco que vai patrulhar o Brasil
O Fantástico foi à Suécia voar no Gripen, o caça que vai patrulhar os céus do Brasil. Não perca no próximo domingo (5/4).

Fonte: G1 via CECOMSAER 3 ABR 2015

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Brasil deve manter contrato de compra de caças, diz presidente da Saab

O presidente do conselho de administração da empresa sueca Saab, Marcus Wallenberg, afirmou nesta terça-feira (31) acreditar que, mesmo com a crise econômica e os ajustes fiscais promovidos pelo governo federal, o Brasil cumprirá suas obrigações no contrato para a compra de 36 caças multifuncionais Gripen NG.

"O Brasil é bom mercado, bem posicionado na América Latina e por isso continuamos buscando novas oportunidades de investimento. Embora o Brasil esteja passando por um reajuste, acreditamos que em algum ponto haverá um retorno dos investimentos até aqui efetuados", afirmou Wallenberg.
O empresário se reuniu com a presidente Dilma Rousseff na tarde desta terça no Palácio do Planalto por cerca de 40 minutos. O ministro Jaques Wagner (Defesa), o secretário-executivo de Ciência e Tecnologia, Álvaro Prata, e os ministros interinos Ivan Ramalho (Desenvolvimento) e Sérgio Danese (Relações Exteriores) acompanharam o encontro.
"O ponto mais importante da nossa conversa que eu gostaria de frisar foi justamente o nosso acordo consensual, nossa convergência, enfim, nosso ponto de vista conjunto em torno da possibilidade concreta de avançar no projeto F2, do avião-caça sueco, de modo a envolvê-lo na participação conjunta da indústria brasileira nesse projeto e assegurar a transferência tecnológica efetivamente", disse.
Em outubro do ano passado, o governo federal assinou com a Saab o contrato para a compra de 36 caças multifuncionais Gripen NG. O valor do contrato ficou quase US$ 1 bilhão acima do previsto quando a intenção do negócio foi anunciada, em dezembro de 2013: US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 13,5 bilhões).
A entrega será de 2019 a 2024, prazo deslocado um ano além do previsto inicialmente, por questões de capacidade industrial brasileira. Questionado sobre quando os aviões começariam a de fato serem produzidos no Brasil, o empresário afirmou apenas que os investimentos na construção das instalações começará em breve.
"De acordo com o plano atual, vamos começar a fazer o investimento efetivo na construção das instalações em muito breve e, em seguida, um grande números de engenheiros brasileiros terão a oportunidade de estudo na Suécia para aprenderem a tecnologia envolvida na fabricação da aeronave e depois poderem voltar ao Brasil tendo assimilado essa tecnologia. Isso deverá estar concluído até a data em que concluirmos o contrato para utilização efetiva", disse.
"Acredito que até 2019, a primeira aeronave já estará em condições operacionais."
Wallenberg afirmou ainda que apresentou para Dilma o projeto para o estabelecimento de uma cátedra junto ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para programas de pós-doutorado em engenharia aeronáutica.
Fonte: Mariana Haubert para Folha de São Paulo via CECOMSAER 3 ABR 2015

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Meus prezados

Roberto Kovalick voa a quase 900 km/h em caça comprado pela FAB
Brasil comprou 36 caças Gripen, que ainda estão sendo desenvolvidos pela fabricante sueca, a Força Aérea e seis empresas brasileiras.

É aventura para quem tem estômago forte, é o Gripen, o caça sueco que vai defender o espaço aéreo brasileiro. Até agora, apenas 600 pessoas voaram nele. Entre elas, os capitães brasileiros Gustavo Pascotto e Ramon Fórneas. Escolhidos entre 50 militares da Força Aérea Brasileira para serem os primeiros pilotos nacionais a aprender a voar e combater nesses caças.

E não é fácil. Ao chegar à Suécia, eles tiveram que passar em um teste que até pilotos treinados não suportam. Em um equipamento chamado centrífuga, eles aguentaram durante 15 segundos uma força da gravidade que os pilotos chamam de Força G, nove vezes maior do que a gente sente normalmente. Se falhassem, não poderiam pilotar o avião.

“Dolorido. O primeiro de estar sendo afetado pela Força G, é sua visão tubular. Começa a fechar e você tende a ver somente em uma direção, um cone realmente. Então, quando esse sintoma começa a aparecer, é o momento em que você tem que iniciar com as técnicas de respiração e contração muscular para suportar”, diz o capitão da FAB Ramon Fórneas.

Fantástico: Se vocês não fizerem isso, vocês desmaiam?

Ramon Fórneas: Desmaia, fatalmente vai desmaiar.

O treinamento dos pilotos tem muitos segredos militares e industriais. Não dá para mostrar tudo, mas o fabricante do avião - a empresa Saab - concordou em dar uma demonstração de como se prepara um piloto do Gripen.

Um simulador de demonstração aparece no vídeo acima sem as informações militares sigilosas. É por isso que a equipe do Fantástico pode fazer imagens dele. Tirando isso, é igual ao usado pelos pilotos brasileiros para aprender a voar no Gripen

“Com um dia de simulador, eu não conseguiria fazer isso, mas já deu para me aventurar um pouco. O comandante está dizendo que o básico eu já aprendi, já consigo controlar mais ou menos o avião e que estou pronto para manobras mais arriscadas, como o looping, que é aquela volta no ar. É só puxar aqui, o controle principal e dando uma volta no ar, como fazem os pilotos de caça. Aqui no simulador é fantástico. É uma sensação espetacular. A gente vê a Terra girando e eu vejo rios em cima de mim e eu estou dando uma volta completa com o avião. É uma sensação espetacular. É como se estivesse acontecendo na realidade, só que em total segurança. Se algo der errado, ninguém se machuca”, diz Roberto Kovalick.

Os pilotos brasileiros passaram três meses aprendendo a manobrar o Gripen e, agora, eles fazem o treinamento de combate, que, nos caças modernos, com toda a tecnologia, pode ocorrer entre pilotos que nem veem os inimigos, a 60 quilômetros de distância um do outro.

“E também está previsto o treinamento de combate visual, que é o antigo que se via em filmes, que é realmente o combate olho no olho”, diz capitão da FAB Ramon Fórneas.

Não é qualquer pessoa que pode voar em um caça. É preciso estar em boas condições físicas. Uma enfermeira vai fazer exames médicos no correspondente do Fantástico. Ele precisa passar nos exames para poder voar nesse caça.

“Você vai passar por uma bateria de exames. E também não pode ter mais de 1,90 m nem ser muito gordo, se não a pessoa não cabe no avião”, diz a enfermeira.

É um check-up completo: exame de sangue, de audição, eletrocardiograma, pressão.
Tudo depois é avaliado por um médico. Qualquer problema e a reportagem terminaria aqui. Mas felizmente. “Pronto para o voo”, diz o médico.

A preparação não terminou aí. Falta a roupa, que é desenhada em cada detalhe para ajudar o piloto a enfrentar as condições de voo e os imprevistos. Um traje para suportar a força da gravidade.

“Todas as aeronaves de caça utilizam esse equipamento. Ele que infla quando o piloto está sob alta carga G. Ele infla a parte do abdômen e das pernas, evitando que o sangue desça para os membros inferiores. E ajuda a gente a sustentar a carga G”, conta o capitão da FAB Gustavo Pascotto.

Ao todo, são 15 quilos de roupas e equipamentos.

“A missão do hoje é a aeronave-caçador interceptando dois alvos simulados”, diz diz capitão da FAB Ramon Fórneas.

Fantástico: A que distância, você vai estar destes aviões?
Ramon Fórneas: Em torno de 60 a 80 km.

“Eu também vesti uma "armadura". E olha, gente, não foi nada fácil. É. Mas tão difícil quanto vestir a roupa é entrar no avião. É muito estreito, tudo muito apertado”, conta Roberto Kovalick.

Avião na cabeceira da pista. É hora da aventura começar. Veja no vídeo acima como foi a aventura de Roberto Kovalick no caça sueco Gripen.

“Nós estamos finalmente decolando com o Gripen. Uma das características deste avião é que ele precisa de uma pista muito curta para decolar. Seiscentos metros já está bom. Já estamos no ar a uma velocidade inicial de 230 km/h, que vai crescendo aos poucos. Já estamos no ar. Já estamos voando no caça Gripen”, diz Roberto Kovalick.

Pilotos de caça tem que estar preparados para manobras bruscas a qualquer momento. Comparado com o que acontece dentro do avião, a pior montanha russa do mundo não é nada.

“A velocidade agora é de mais ou menos 800 km/h. E agora nós vamos acelerar para quase 900 km/h”, diz o piloto.

Em um combate, o piloto tem que fazer tudo isso em uma velocidade alucinante. Como todo caça, o Gripen é supersônico, ou seja, voa mais rápido que o som.

“Agora, nós quebramos a barreira do som. Estamos voando mais rápidos do que o som”, conta o piloto.

Quando baixamos um pouco a velocidade, foi a vez de Roberto Kovalick testar o que aprendeu no simulador.

“Agora, sou eu que estou controlando o avião. Olha só, vou fazer um movimento bem devagar aqui para esquerda. Agora eu vou mover o avião para a direita, suavemente. A gente não sente como se o avião estivesse voando, mas como se a gente estivesse voando, é o nosso corpo que está voando”, conta Roberto Kovalick.

O piloto assume o comando e mostra outra manobra: a gravidade negativa, como se a gente fosse um astronauta.

“Mas aí foi demais para um passageiro inexperiente. Agora eu estou outra vez passando mal. Essa gravidade negativa...Agora, eu estou passando muito mal” diz Roberto Kovalick.

Finalmente em terra firme, Kovalick conta: “É um voo espetacular, mas eu estou tonto, exausto. Realmente, exige muito do ser humano. Por isso que o trabalho do pessoal que pilota esses caças é espetacular”.

Os pilotos brasileiros tiveram que fazer tudo isso, acertar os aviões inimigos e voltar sãos e salvos. Claro que foi tudo simulado, mas eles têm que agir como se fosse uma situação real. O Brasil comprou, inicialmente, 36 caças Gripen, que ainda estão sendo desenvolvidos pela fabricante sueca, a Força Aérea e seis empresas brasileiras.

“Em agosto, receberemos 30 engenheiros brasileiros, que vão trabalhar em conjunto com os nossos nesse avião”, conta Mikael Fránzen, gerente do programa Gripen-Brasil.

A Força Aérea Brasileira exigiu uma série de mudanças, como aumento do tanque de combustível e da turbina, para que o Gripen tenha maior autonomia de voo e possa patrulhar um país tão grande como o nosso. Os primeiros chegam em 2019. Mas para substituir a frota atual, formada pelos jatos americanos F5, que tem mais de 30 anos, o Brasil vai alugar, já a partir do ano que vem, caças semelhantes ao que o repórter do Fantástico voou.

Em breve, os brasileiros verão esses aviões cruzando os céus do país ou eles estarão tão rápidos que mal vai dar pra ver.

Fonte: Roberto Kovalick Do G1 - Fantástico via CECOMSAER 6 ABR 2015[/i]

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Jambock,

 

Quero ver quem será o primeiro usuário a escrever pra SAAB reclamando que ela não mostrou tudo e que ficou de "Pano Preto" durante a reportagem.

 

kkkkkkkkkkk

 

Gostei da matéria. Ficou de fácil entendimento para o público geral.

 

Abcs,

 

Sydy

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A reportagem foi boa, mas como diz o ditado, propaganda é a alma do negocio, e vendo a atual situação econômica do Brasil a SAAB não perdeu tempo e aproveitou um dos programas de maior audiência e com horário nobre para fazer uma propaganda do seu produto, alias produto este que considero essencial, e o ideal seria em numero maior que 36 unidades, afinal nossa entestação territorial é gigante e carece de vetores com tecnologia de ponta.
Quantos aos "segredos" ficou claro que foi mais uma encenação para impressionar leigos do que qualquer outra coisa, uma vez que recentemente a SAAB divulgou diversas fotos em alta resolução da linha de montagem, fotos ou videos do painel não revelam qualquer segredo nos dias atuais, uma vez que EUA e outros países com tecnologia de ponta já divulgaram fotos e videos de painel bom como já puseram seus caças mais modernos em feiras e exposições aberta ao publico.
Quando se fala em segredos, se fala em códigos fontes, sequencia de programação de computadores de missão, software e hardware de interface e integração de armamentos bem como de comunicação com o meio em que esta operando, enfim esses sim são segredos, e que a menos que em uma missão simulada ou real jamais sera possível "velos" numa simples filmagem de uma reportagem que visa "atingir" o publico leigo em geral, e mesmo em uma missão real ou simulada, uma filmagem de painel em tempo real da missão não vai revelar nem uma pontinha do "iceberg" chamado códigos fontes, códigos de programação, códigos de interface!!!
Acredito que a produção dessas aeronaves por industrias nacionais vai gerar grande know how para o time das empresas participantes do projeto, mas para que tudo isso aconteça o puder publico deve honrar suas decisões e isso nunca acontece no Brasil, vide o exemplo recente da HELIBRAS onde o governo postergou em dois anos a entrega dos helicópteros EC725 e a consequência foi que muitos engenheiros e técnicos que vinham adquirindo conhecimentos e konw how entraram em um programa de demissão voluntaria e parte desses já estão em outras empresas fora do Brasil!!!

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Meus prezados:

Eis o vídeo do voo do Kovalick:

http://glo.bo/1C510mQ

 

Curiosidade: se o Kovalick tivesse ingerido o medicamento Dramin, duas ou três horas antes do voo, teria evitado o enjôo?

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jambock,

 

Amenizaria, mas não dá pra garantir evitar. Já fui num voo semelhante e fomos de +6 a -2.5g. Posso te garantir que é fogo! (mas não passei mal).

 

Abcs,

 

Sydy

Edited by Sydy

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Meus prezados

FAB - Nota Oficial Aquisição de Caças Gripen NG

Ministério da Defesa

Comando da Aeronáutica
Nota Oficial
Aquisição de Caças Gripen NG

Com relação às recentes matérias publicadas na imprensa sobre o contrato de compra dos caças Gripen NG, este Centro esclarece que:

1. O Comando da Aeronáutica não reconhece que houve irregularidades no processo de aquisição dos caças Gripen NG, e está pronto para prestar os esclarecimentos necessários às autoridades competentes.

2. Em janeiro de 2009, a proposta final foi apresentada pela empresa Saab no valor de US$ 4,531 bilhões.
3. Em 18 de dezembro de 2013, o Governo Brasileiro anunciou a empresa Saab como vencedora para equipar a Força Aérea Brasileira com novos caças. A partir de então, o Comando da Aeronáutica e a Saab iniciaram as tratativas para a formalização do contrato, momento este em que foram realizadas atualizações, tendo em vista a defasagem tecnológica do período (2009 a 2013).

4. Em 24 de outubro de 2014, o contrato de aquisição das 36 aeronaves Gripen NG foi firmado em coroas suecas, em um valor total de SEK 39.882.335.471,65, conforme publicado no Diário Oficial da União de 27 de outubro de 2014. Além das 36 aeronaves, o contrato inclui apoio e suporte logístico, simuladores de voo e sistemas embarcados (como radar, Wide Area Display - WAD, guerra eletrônica, etc).

5. Naquela data (24 de outubro de 2014), o valor de coroas suecas correspondia a US$ 5.4 bilhões. Porém, hoje, o valor equivale a cerca de US$ 4.6 bilhões, já que o contrato foi firmado em coroas suecas e houve significativa variação na taxa de câmbio entre as moedas (dólar americano x coroa sueca). A taxa de conversão utilizada foi a do Banco Central do Brasil.

6. Cabe destacar que o novo caça vai atuar na Defesa Aérea Brasileira por, no mínimo, 30 anos.

Por fim, este Centro enfatiza que o processo de aquisição em questão envolve mais de 30.000 páginas de estudos técnicos pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia.

Brasília, 10 de abril de 2015.

Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: Agencia Força Aérea 10 de Abril, 2015 - 13:00 ( Brasília )

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INFOGR%C3%81FICO-GRIPEN_AEROVIS%C3%83O.p

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A FAB atualizou os requisitos da aeronave no 1º semestre do ano passado. No ano passado o Crepaldi, Amorim e o Saito foram explicar na CREDN o motivo do aumento do preço. Além das especificações abaixo*, alegou que tinha sistemas novos como o radar (Raven) com 30% a mais de alcance que o anterior (referia-se ao radar com antena AESA da Thales a mesma usada no Rafale).

* Segundo Bjorn Johansson, engenheiro-chefe do novo caça, outros diferenciais da versão brasileira do Gripen serão:

- um novo sistema de comunicação com encriptação e rádios duplos
- especificações na pressão interna do cockpit, buscando permitir à aeronave operar em altitudes elevadas por muito tempo sem causar mal estar ao piloto pela descompressão.
- rede avançada de guerra eletrônica: ações e sensores que podem identificar, interceptar ou destruir mensagens de interferência
- sensores de infravermelho de busca e salvamento
- sistema resistente a interferências, além da ligação por datalink (transmite informações de dados e voz) que fará a comunicação entre caças e também com torres de controle em terra e outros tipos de aviões militares brasileiros.
- a capacidade de integrar armas produzidas nacionalmente
- o Helmet Mounted (HMD), um óculos acoplado ao capacete que serve também como monitor e a partir do qual o piloto pode atacar e reconhecer alvos
- e uma saída para minimizar a “assinatura radar” do avião, que impeça a identificação pelos inimigos.

“Introduzir o display panorâmico pedido pela FAB irá requerer mudanças na fuselagem e adaptações no sistema aviônico do avião e na interface entre o homem e a máquina. Nós não achamos que isso será difícil de resolver, mas irá solicitar mais trabalho do que se tivessemos o mesmo modelo de display nas versões do Gripen suecas e brasileiras”, afirma o engenheiro da Saab em entrevista exclusiva ao G1.

A decisão de incluir o display panorâmico no novo avião ocorreu com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria nacional de defesa, “favorecendo a manutenção do ciclo de vida” do avião, informou a FAB, acrescentando que a Saab não relutou em aceitar a mudança com medo de atrasar o projeto. Segundo a Força Aérea Brasileira, o aumento do valor do contrato também se deve, além dos novos requisitos, à atualização de valores da proposta após cinco anos de tramitação.

Fonte: http://www.aereo.jor.br/2014/11/20/conh ... l-comprou/

Edited by jambock
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Saab destaca ‘tecnologia customizada’ para o Gripen brasileiro
Dois dos elementos destacados em nota da empresa são a integração de sistemas de armas do Brasil e a adaptação ao clima brasileiro, requerendo novas soluções técnicas que podem ser usadas pela Saab em outros mercados

Nesta segunda-feira, 13 de abril, a Saab divulgou nota em seu site abordando algumas das adições ao caça Gripen requeridas pelas especificações brasileiras, em especial a adaptação ao clima e a integração de sistemas de armas, ambos requerendo novas soluções técnicas.

Segundo a nota da empresa, o Brasil escolheu o avião a partir de uma oferta submetida pela Saab em 2009, quando não havia ainda definição das capacidades que o Gripen NG deveria ter (nota do editor – o texto original não é claro nesse trecho se está se referindo à nova geração do Gripen de forma geral ou especificamente às capacidades que o NG deveria ter para o Brasil).

Desde então, ainda segundo a Saab, foi iniciado o desenvolvimento e os dois lados tiveram que redefinir o que deveria ser entregue, baseados no novo conhecimento.

A empresa também relembrou a combinação de vantagens que em dezembro de 2013 o então ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, enfatizou no momento do anúncio da proposta do Saab Gripen NG como vencedora do programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB): o melhor equilíbrio entre alto desempenho operacional, custos favoráveis de aquisição e manutenção, e a oferta de transferência de tecnologia e parceria industrial da Saab.

Sobre as adaptações às necessidades brasileiras, a gerente de produto da Saab para o “Gripen Brazil”, Anna Sverker, afirmou na nota: “O alvo tem sido chegar com soluções que são similares, o tanto quanto possível, às de nosso cliente sueco, mas com diversas adições específicas que serão feitas para o Brasil.”

Essas incluem a substituição do sistema de rádio para atender aos requerimentos brasileiros e também a customização para levar os sistemas de armas próprios do Brasil.

A Saab informou que o pacote completo de adaptações para o Brasil permitirá desenvolvimentos que a empresa poderá usar em outros mercados.

Por exemplo: devido à grande diferença de clima entre Brasil e Suécia, há uma diferença na forma padrão de voo, requerendo assim uma adaptação para maior pressão na cabine. Sverker esclareceu que “o avião precisa ser capaz de voar a um nível superior sem que os pilotos sejam expostos à hipoxia”.

Nessa nota, curiosamente, a empresa não fez referências à tela única de tamanho grande e sensível ao toque denominada WAD (Wide Area Display) e que é destacada pela imprensa, tanto a geral quanto a especializada em defesa e aviação, como a principal mudança solicitada pelo Brasil para os 36 exemplares do Gripen NG que deverá adquirir, já que o modelo sueco deverá manter o padrão de três telas menores, separadas.

Fonte: Poder Aéreo (SP) via CECOMSAER 14 ABR 2015

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LAAD 2015: Mísseis para o Brasil

O futuro caça F-39 Gripen NG da Força Aérea Brasileira iniciou uma nova fase de seu desenvolvimento; a escolha do set de armas ar-ar. O míssil within visual range, ou de curto alcance (WVR), já está definido e integrado à aeronave, trata-se do A-Darter de 5ª geração, matriz ativa off-boresight, na faixa dos 14-20 Km de alcance, resultado de um programa de colaboração binacional Brasil e África do Sul, outra nação operadora do caça sueco.

Quantos aos mísseis BVR (beyond visual range), a Força Aérea Brasileira não revelou ainda qual a empresa selecionada, mas sabe-se que o míssil BVR Meteor, do consórcio europeu MBDA, já integrado aos Gripen C/D da Força Aérea da Suécia, é um forte competidor. Esse moderno míssil de conceito ramjet pode chegar até 100 Km de alcance com grande reserva de energia para manobrar na fase final do ataque, diminuindo consideravelmente as chances do alvo escapar.

O valor estipulado pela FAB para adquirir esse tipo de armamento, inicialmente, é de US$ 300 milhões, não sendo reveladas as quantidades a serem adquiridas ou os prazos de entregas. O Meteor é produzido pela MBDA, empresa controlada pela Airbus Group, BAE Systems e Finmeccanica.

Programa Gripen NG BR

T&D entrevistou Patrick de La Revelière, vice-presidente de vendas para a América Latina da MBDA, durante evento promovido pela FIESP em São Paulo.

Segundo o executivo “O Gripen traço C e D da Força Aérea Sueca já concluiu a integração do míssil de longo alcance Meteor, o que o torna uma boa opção para a FAB, pois a seleção desse avançado vetor não geraria custos adicionais de integração na plataforma do avião, uma vez que isso já foi feito na Suécia”. Segundo La Revelière,

“A MBDA já é parceira da Avibras e da Mectron, empresas estratégicas de defesa brasileiras, no desenvolvimento conjunto de mísseis para as Forças Armadas, uma forma que a MBDA encontrou para se manter no Brasil. Essas parcerias estratégicas e de transferência de tecnologia, tem como exemplo o desenvolvimento conjunto com a Avibras, do míssil ar-superfície AM39 B2, versão de última geração do sistema antinavio Exocet AM39. O AM39 B2 deverá ser utilizado nos helicópteros EC725 que a Helibras está produzindo para a Marinha do Brasil em Itajubá (MG)”.

Corvetas Tamandaré

Falando sobre o anúncio da escolha do Sea Ceptor pela Marinha do Brasil, como armamento de defesa antiaérea das Corvetas Tamandaré, Patrick De la Reveliére fez uma pequena mas importante introdução ao sistema “O míssil modular CAMM, destinado a defesa antiaérea, foi desenvolvido visando substituir o sistema naval Seawolf e o sistema de defesa antiaérea terrestre Rapier, ambos atualmente em serviço nas Forças Armadas Britânicas.

Ademais, o míssil CAMM também servirá de base tecnológica para o desenvolvimento futuro do míssil ar-ar de curto alcance ASRAAM. O CAMM é modular e altamente versátil em suas aplicações, oferecendo diversas vantagens operacionais. Trata-se, na sua forma naval Sea Ceptor, de um sistema de lançamento suave vertical (sem ignição do motor dentro do tubo de lançamento), facilmente instalado em um novo navio como as corvetas Tamandaré, ou adicionado como reequipamento de um navio existente, já que não necessita de nenhum ajuste especial para a gestão do fluxo de saída de gases”.

E Patrick complementa “Esse mesmo conceito deverá servir de base para o desenvolvimento de um sistema de defesa antiaérea terrestre móvel, em associação com a Avibrás Aeroespacial, utilizando toda a tecnologia já desenvolvida para a família Astros 2020 como plataforma de lançamento de alta mobilidade e confiabilidade, reduzindo custos de desenvolvimento e integração e atendendo aos requerimentos do Projeto Estratégico do Exército Defesa Antiaérea, no setor de média altitude” finaliza.

Fonte: Roberto Caiafa para Tecnologia & Defesa via CECOMSAER 14 ABR 2015

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O protótipo deve participar de exposições abertas ao público ainda em 2015
A curiosidade e o entusiasmo marcaram a exposição da maquete em tamanho real do caça Gripen NG nessa quarta-feira (22/04), na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que o equipamento é montado e exposto em uma unidade da Força Aérea Brasileira (FAB).

Os militares e convidados puderam entrar e interagir com o Gripen. O evento fez parte da programação da Reunião da Aviação de Caça, que contou com a participação de 11 unidades aéreas que voam as aeronaves F-5, A-1 e A-29, de 18 a 22 de abril.
Depois de passar por Santa Cruz, a maquete segue para Brasília onde permanecerá sob a guarda da Base Aérea local e poderá ser utilizada em eventos como os tradicionais Portões Abertos nas cidades brasileiras, quando a população terá a oportunidade de conhecer como será o futuro caça da FAB.
O clima e a localização geográfica da capital federal foram determinantes para escolha do lugar onde o modelo ficará guardado, que facilita a conservação do material e está em uma região central do país.

O transporte pode ser feito por carretas ou com a ajuda das aeronaves C-130 Hércules. A previsão é que ainda este ano a maquete participe de exposições estáticas abertas ao público.
O Chefe do Estado-Maior do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, explica que a maquete foi cedida temporariamente pela Saab, fabricante do Gripen, e que uma agenda de exposições está em fase de elaboração.

“Para os militares, conhecer a maquete será uma forma de motivação, pela progressão de nossa Força Aérea; para a população, é uma forma de conhecer melhor o trabalho que a FAB realiza em prol da sociedade”, ressalta o Oficial-General.
A maquete é feita de fibra de vidro, madeira e metal. O painel pode ser ligado e permite visualizar algumas das funcionalidades da aeronave multitarefa. Também fazem parte os protótipos dos armamentos que podem ser utilizados no Gripen, como o míssil A-Darter.
São necessários dois dias de trabalho para a montagem. Os equipamentos pesam cerca de 11 toneladas e ficam armazenados em dois containers.

Técnicos da empresa Saab estão no Brasil para dar instruções aos militares da FAB que ficarão responsáveis pela montagem e desmontagem da maquete.
Quatro especialistas - dois em mecânica de aeronaves e dois em estrutura de aeronaves - acompanharam o processo de montagem no Rio de Janeiro e participaram de algumas fases do processo. O treinamento será concluído em Brasília.
“A montagem do modelo requer um trabalho minucioso, é um quebra-cabeças onde todas as peças têm um lugar bem específico, inclusive dentro do container.

Se a sequência não estiver correta, o material não se encaixa”, afirma o mecânico Suboficial Divaldo Soares.

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Fonte: Agência Força Aérea via CECOMSAER 23ABR 2015

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Opinião: O Brasil não tem pressa no projeto Gripen

Enquanto a Índia tropeça, Brasil avança

Ser um parceiro de rés-do-chão, no desenvolvimento de um avião de caça é um grande negócio para o Brasil. Isso ficou claro no show defesa LAAD, no Rio de Janeiro no início deste mês, a partir das longas filas de visitantes esperando uma oportunidade para posar no cockpit do Saab 's Gripen mock-up, ao lado do todo ou parte das armas estrangeiras sob suas asas ou nas muitas exposições "Estamos-on-Gripen" ao redor do salão.

Junto com o projeto igualmente ambicioso do submarino Prosub, Gripen está engolindo muito do orçamento para aquisição no Brasil, atrasando outros projetos. Mas as primeiras 36 aeronaves deverão ser seguidas por cerca de 70 mais JAS 39E / F para a força aérea e marítima. Gripens para dois planejados novos porta-aviões no final dos anos 2020. O Brasil lidera o desenvolvimento do JAS 39F dois lugares e faz o mesmo para o jet transportador.

Nenhum outro vizinho sul-americano constrói corvetas, fragatas ou submarinos; eles são os primeiros mercados de exportação de destino, fazendo com que os projetos sejam um símbolo de liderança do Brasil.

O projeto Gripen está a decorrer de forma metódica, porque nenhum dos lados tem dinheiro infinito ou mão de obra. Será a década de 2020 antes de um Gripen fazer seu vôo inaugural no Brasil. Mas o programa está dentro do cronograma, o que é mais do que pode ser dito para o franco-indiano Combat Aircraft Medium Multi-Role (MMRCA).

Após uma seleção de fonte de quase dois anos à frente do Brasil de, o plano de entregar 126 Rafales à força aérea indiana , com a linha indiana entregar aeronaves, quatro anos após a assinatura do contrato, é afundado bem passado os eixos em um pântano da burocracia e da desconfiança, e está em espera enquanto Dassault entrega 36 jatos de sua própria fábrica.

Esta diferença não é um acaso. O Gripen é um avião mais simples do que o Rafale que importa peças a partir de uma cadeia de fornecimento global. Mas um monte de hardware Rafale é único; é a França de origem, a fim de estar livre de controle estrangeiro. Do Brasil Embraer foi competir no mercado mundial há décadas, ao contrário da estatal Hindustan Aeronautics Ltd ., que é o líder nacional designado no MMRCA. Plano indiano inicial da Dassault pode ter sido a construção de uma fábrica totalmente nova com o seu parceiro preferencial, a Reliance Industries, mas que era politicamente inaceitável.

Quanto mais tempo cronograma no projeto Gripen reduz o risco, e ninguém está pensando ainda sobre co-produção de subsistemas complexos como o radar e motor. O Brasil tem uma ambição para instalar um novo big-screen cockpit da subsidiária local da Elbit, AEL Sistemas, mas caso contrário, as configurações são semelhantes.

Denel da África do Sul foi à LAAD com a sua novidade de médio alcance de mísseis Marlin ar-ar, possivelmente em busca de mais uma parceria (Denel e Odebrecht do Brasil está construindo o A-Darter de curto alcance AAM), mas nem Saab nem Odebrecht parece com pressa para morder uma opção cara. Não é a AAM que é cara, mas a integração e testes.

Subjacente a estas diferenças programáticas são divergentes atitudes indianas e brasileiras para o "dilema defesa" -a pick-qualquer-dois de desenvolvimento autônomo nacional, acessibilidade e capacidade militar, onde nenhuma solução é ideal para todos os três gols.

A forma mais barata para equipar as forças muitas vezes é a importação direta, amolecida com deslocamentos ou da participação industrial. Este é o lugar onde os EUA tradicionalmente armou produtos. Se você quer autonomia, você tem que gastar mais (Japão é um bom exemplo, com seu baixo volume de armas de alta tecnologia) ou sub-satisfazer as necessidades de equipamentos, restringir requisitos operacionais ou aceitar algum risco ao longo do tempo.

Brasil tem adotado uma abordagem pragmática para o dilema, explorando um potencial grande, mas arriscado : a capacidade de recuperar parte do custo de autonomia via exportações. Tanto o Gripen E da versão brasileira como a construção do submarino Scorpene são vistos como potenciais ganhadores de exportação a longo prazo, incluindo as atualizações pós-venda e suporte. Onde há pouco potencial de exportação, o Brasil favorece compras definitivas.

Mas "Made in India" tornou-se doutrina, em Nova Delhi, acompanhado por leis que restringem o investimento estrangeiro em empresas de defesa. (AEL Sistemas não poderia existir na Índia.) O que atrasou os mais simples acordos, problemas da Pilatus, por exemplo, que teve de encontrar uma empresa nacional para construir PC-7-de treinamento e consumindo tempo e dinheiro enquanto não tiver entregar capacidade de entrega às forças armadas.

Uma das razões para os problemas da Índia é global: hoje, os benefícios de um programa são medidos em postos de trabalho e estratégia que se dane. Prioridade do Brasil, ao contrário, é a aquisição de know-how quando seus engenheiros deslocados (ou pelo menos aqueles que sobreviver ao inverno sueco) retornarem.

A abordagem brasileira não é isenta de riscos. Navios de guerra de superfície e outras armas vão envelhecer até que o Gripen e Prosub estiveremo fora do estágio de desenvolvimento, e é cedo para falar sobre vendas de exportação. Mas, até agora, é Advantage Brasil.
http://aviationweek.com/defense/opinion ... rticle_1_b

Fonte: Bill Sweetman | Aviation Week & Space Technology 23 ABR 2015

 

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