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Dani CV

Caças Gripen NG para a FAB: Notícias

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Segue o link com a palestra de 27 de maio deste ano com o atual Presidente da COPAC, onde o projeto do GripenNG-BR é tratado a partir do PPT 26.
http://jornalggn.com.br/sites/default/f ... os_cha.pdf

O Brasil irá mandar 357 engenheiros/especialistas para a Suécia. Mas é evidente que não são somente estes que são os brasileiros que vão trabalhar no desenvolvimento do Gripen. Da AEL, por exemplo, somente 8 irão para o país escadinavo.
O Offset da aquisição dos 36 caças gerará 2.300 empregos diretos no setor aeroespacial brasileiro e cerca de 14.650 empregos no total aqui.

Seja nesta palestra, seja na audiência no Congresso Nacional, do que trata o projeto GripenNG, mostra que é um extenso processo de transf. de tecnologia, com bastante participação nacional.

O primeiro protótipo monoposto (39-8) irá voar no próximo ano. Ele testará as funções primárias.
É uma versão ano. Em 2017, voará o 39-9 com os sistemas primários.
Apenas o protótipo 39-40, que voará em 2.018 estará completo.

Edited by jambock

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Fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2015/08/21/governo-autoriza-gasto-de-ate-r-850-milhoes-para-compra-de-cacas.htm

 

Governo autoriza gasto de até R$ 850 milhões para compra de caças

Na contramão da crise econômica e do esforço para aprovar medidas de ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, autorizou operação de crédito externo de até 245,3 milhões de dólares (R$ 853,7 milhões) para financiar a compra de 36 caças Gripen, aeronaves de combate fabricadas pela sueca Saab e requisitadas pela FAB (Força Aérea Brasileira).

 

O investimento faz parte do projeto F-X, e a transação é objeto de contrato firmado entre Brasil e o banco sueco AB SEK (Swedish Export Credit Corporation). O empréstimo foi aprovado por meio de despacho publicado no Diário Oficial da União.

 

De acordo com o documento, o Tesouro Nacional será representado pelo Comando da Aeronáutica, com vínculo ao Ministério da Defesa, em todos os atos relacionados ao desembolso dos recursos da operação. O empréstimo já havia sido aprovado pelo Senado no início deste mês.

 

As negociações entre as partes começaram durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2001, e continuaram no governo do PT --oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e os dois mandatos da presidente Dilma Rousseff (desde 2011). Porém, somente agora, na versão do governo, as condições se tornaram mais favoráveis ao país.

 

Houve uma redução das taxas de juros de 2,54% para 2,19% no financiamento de 100% do projeto, acordo este firmado entre a indústria sueca e o Ministério da Defesa, em julho. Com isso, em comparação com as cifras iniciais, a compra dos caças Gripen ficou R$ 600 milhões mais barata para o governo brasileiro.

 

Ajuste fiscal

 

Desde que assumiu seu segundo mandato, no começo do ano, Dilma tenta cortar gastos para equilibrar as contas da União. O Ministério da Fazenda esperava economizar, somente neste ano, R$ 18 bilhões.

 

O pacote de ajustes fiscais sugerido pelo governo prevê bloqueio de gastos de R$ 1,9 bilhão por mês, além de redução de benefícios (R$ 28 bilhões), redução de despesas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outras metas. O plano também muda regras para pagamento de seguro-desemprego e abono salarial. (Com Estadão Conteúdo)

 

Fonte:

http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1706567-dou-fazenda-autoriza-contrato-com-banco-sueco-para-compra-de-36-cacas

 

Fazenda autoriza contrato com banco sueco para compra de 36 caças

 

O Ministério da Fazenda autorizou operação de crédito externo de até US$ 245,325 milhões e até 39,882 bilhões de coroas suecas entre Brasil e o banco sueco Swedish Export Credit Corporation (AB SEK) para financiamento do Projeto F-X, de compra de 36 caças Gripen. A decisão consta de despacho assinado pelo ministro Joaquim Levy publicado no Diário Oficial da União (DOU).

 

Segundo o documento, o Tesouro Nacional será representado pelo Comando da Aeronáutica, vinculado ao Ministério da Defesa, em todos os atos relacionados ao desembolso dos recursos da operação, que já havia sido aprovada pelo Senado Federal no início do mês.

 

 

O contrato entre Brasil e o banco sueco, cujas negociações começaram em 2001, se dará em condições mais favoráveis ao País. Em julho, o Ministério da Defesa conseguiu fechar acordo com governo sueco que garantiu uma redução da taxas de juros de 2,54% para 2,19% ao ano no financiamento de 100% do projeto. Com isso, a economia estimada para o País pode chegar a R$ 600 milhões.

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Gripen C/D atualizados com sistemas do NG viram Gripen C/D+ .
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O Gripen NG tem tantas inovações que apenas daria para aproveitar 10% do C/D caso se quisesse passá-los a E. Foi por isso que a Flygvapnet não vai transformar os C/D dela em NG.

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Contrato do Gripen dá novo fôlego ao fabricante nacional

A assinatura do contrato de financiamento da compra de 36 caças Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB), no dia 25, deu novo fôlego para as empresas brasileiras que atuam na área de defesa e de projetos aeronáuticos. A partir de outubro, 48 técnicos brasileiros de seis empresas embarcam para a Suécia para iniciar os trabalhos de transferência de tecnologia e desenvolvimento conjunto da aeronave.

O Ministério da Fazenda autorizou a operação de crédito externo no valor de até US$ 245,3 milhões para a aquisição dos armamentos e de 39,882 bilhões de coroas suecas (US$ 4,7 bilhões) para as aeronaves e suporte logístico.

A Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) informou que os demais programas sob sua responsabilidade, entre eles o do cargueiro militar KC-390, os helicópteros HXBR e a modernização das aeronaves AMX e F-5, poderão sofrer readequações em função da liberação de recursos orçamentários feitos pelo governo federal.

Segundo a Copac, o projeto de desenvolvimento do KC-390 vem sendo priorizado pelo governo, mesmo com os ajustes orçamentários em curso. Quanto à aquisição das aeronaves, a Copac declarou que o cronograma de entregas também poderá ser alterado devido aos ajustes.

Com relação ao programa dos caças, a Copac disse que 350 técnicos e engenheiros da Embraer, Akaer, Inbra, Atech, AEL, Samal e Mectron, assim como do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) farão o intercâmbio para a absorção de tecnologia. A participação das empresas e instituições brasileiras no projeto, de acordo com a FAB, está prevista no acordo de compensação tecnológica e industrial (offset) assinado entre a Saab e o governo brasileiro.

A Embraer, selecionada para fazer a gestão conjunta do projeto, vai enviar 200 técnicos e engenheiros para a Suécia. *A empresa também terá um papel relevante na execução do programa realizando grande parte do trabalho de produção e entrega das versões monoposto (para um piloto) e biposto (dois lugares) do Gripen NG. Esta última será desenvolvida do zero no Brasil sob a coordenação da Embraer.

A montagem final dos caças será feita na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto. A aeronave possui mais de 23 mil peças e componentes. A Mectron, do grupo Odebrecht Defesa & Tecnologia ficou responsável pela integração de armamentos e pelo sistema de datalink e a Atech, controlada pela Embraer, participará do simulador. A Inbra Aerospace vai produzir a fuselagem e a AEL desenvolverá a parte dos sistema aviônicos.

A Akaer está na liderança do desenvolvimento de engenharia da parte estrutural. O engenheiro Lister Guillaumon Pereira da Silva foi designado pela Saab como chefe mundial de engenharia da fuselagem traseira do Gripen e a única pessoa autorizada pela empresa para aprovar qualquer modificação no projeto no Brasil ou Suécia.

A Akaer foi a primeira brasileira a participar do desenvolvimento da estrutura de um caça supersônico. Em abril a Saab concluiu a aquisição de 15% da empresa. Há seis anos trabalhando nesse projeto com a Saab, a Akaer vai assumir uma nova responsabilidade no programa, com o desenvolvimento da fuselagem central.

A estrutura de um caça supersônico, segundo Lister Silva, é extremamente complexa, pois precisa estar preparada para resistir aos efeitos das temperaturas extremas que a aeronave enfrenta ao romper a barreira do som.

"Aprendemos a quantificar os efeitos desses fenômenos trabalhando no projeto. Não é possível assimilar algo tão complexo de outra forma", afirmou. Na Akaer, 35 profissionais estão envolvidos com o projeto da estrutura. A experiência da Akaer nessa área, segundo Silva, foi adquirida por meio da participação no desenvolvimento de outros programas com a Embraer, Boeing e Airbus.

Fonte: Virginia Silveira para Valor Econômico via CECOMSAER 2 SET 2015

* grande parte do trabalho de produção e entrega... Creio que a redatora exagerou...

aeronave biplace desenvolvida do zero? creio não ser bem assim...

Edited by jambock

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WAD – AEL Sistemas e SAAB avançam no Desenvolvimento
AEL Sistemas entrega protótipos "Modelo A" do WAD e HUD como parte do programa brasileiro para o Gripen NG

Em cerimônia na sede da empresa em Porto Alegre, RS, a AEL Sistemas (AEL) entregou à SAAB, na quarta-feira (02SET2015), os primeiros protótipos "Modelo A" das unidades WAD e HUD para o Gripen NG brasileiro. A entrega é um marco dentro do programa que tem avançado com sucesso e dentro do cronograma.

Nas especificações finais do Gripen NG a COPAC representando a Força Aérea Brasileira especificou a adoção do WAD. O seu desenvolvimento foi o único que teve início antes mesmo da assinatura definitiva do contrato entre o Brasil e a SAAB formalizando a aquisição de 36 caças Gripen NG (modelos E/F), que ocorreu em 25 agosto.

Em fevereiro de 2015, a SAAB anunciou a seleção da AEL Sistemas como nova fornecedora no Brasil. SAAB e AEL também assinaram um contrato para a transferência de tecnologia. A AEL foi selecionada para fornecer o Wide Area Display – Display de Grande Área (WAD), o Head-Up Display - Visor Frontal (HUD) e o Helmet Mounted Display – Capacete com visor (HMD), que serão integrados ao Gripen NG para o Brasil como parte do contrato F-X2.

O programa de desenvolvimento do WAD e do HUD começou em janeiro de 2015. Já o do HMD teve início em maio deste ano. O novo programa de sistemas aviônicos para a aeronave será executado ao longo de quatro anos e inclui o desenvolvimento, a integração e o trabalho de produção, que serão realizados em Porto Alegre (RS). O trabalho de integração do sistema será feito pela SAAB e pela EMBRAER.

São três as etapas de desenvolvimento:
A – apresentação do rig, dispositivo com todos os elementos do sistema para testes de software e funcionalidades;
B – Equipamento nas dimensões final para testes e avaliações de compatibilidades, térmica, mecânica e eletromagnética, e,
C- Já na versão final com capacidade e ser montado e testado em aeronave.

O WAD para a aeronave brasileira Gripen NG é um sistema único e inteligente de exibição de tela grande formato (19 x 8 in), redundante e multiuso, em cores e de alta resolução, com apresentação contínua de imagem, capaz de receber entradas de teclas multifuncionais, touchscreen ou interfaces externas. É a principal fonte de todas as informações de voo e missão na cabine de piloto.

O WAD não é somente a forma de apresentação dos dados ao piloto de uma forma similar ao dos smatphones, mas sim a “fusão” e “gerenciamento” dos dados . Adotando sensores infravermelhos, para compensar as luvas, o piloto pode acionar a tela do WAD como um “touchscreen”.

Selecionar os dados que lhe interessam para o momento em uma determinada missão. Aumentará de forma significativa a Human Machine Inteface (HMI) de forma exponencial. Haverá sistemas que minimizem alguma ação por toque inadvertido de algo que está no cockpit no painel do WAD.
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O WAD no cockpit do Gripen NG. Em primeiro plano o capacete HMD Targo.
Foto: AEL Sistemas

O HUD e o Capacete HMD Targo

A AEL também vai desenvolver um novo HUD (Visor Frontal) para a aeronave brasileira. O HUD fornece informações essenciais de voo e missão para o piloto ao olhar a frente através da cabine.

Já o Helmet Mounted Display (HMD) Targo é a próxima geração do equipamento, que permite que o piloto veja os dados e imagens de alvos reais e virtuais, adicionando funcionalidades que aumentam a consciência situacional e a capacidade de julgamento e decisão do piloto.

Um dos itens do capacete é que ele tem um sensor do nível de oxigênio no sangue do piloto. Uma das possibilidades discutidas pela AEL Sistemas é de que os dados e o tamanho dos símbolos possam adaptar-se ao stress e fadiga do piloto na missão.

Os parâmetros de interface Homem Máquina são de responsabilidade da SAAB e Força Aérea Brasileira.

O WAD

O conceito do WAD não é ser o somatório de Displays, mas sim gerar a “Fusão”dos dados gerados pelos sensores da aeronave, assim como os dados recebidos de sensores externos como os dos controladores de voo, aviões de alerta antecipada, etc.

Não haverá briga por espaço no display. Os dados só estarão disponíveis quando necessários à missão, definidos de forma autônoma ou por decisão do piloto.

O projeto do WAD prevê a seguinte estrutura:

1 – WAD – Com dois processadores autônomos garante que, em caso de falha de um entre automaticamente o segundo, garantindo a redundância do sistema;
2 – HUD – Visor Frontal
3 – Capacete HMD
4 – Um display menor na parte esquerda abaixo do WAD para emergência.

A mesma arquitetura, com exceção do HUD, também é usada nas aeronaves biplace (Modelo Gripen F).

Os painéis são intercambiáveis e adotam o conceito “Plug and Play” . Seguirão o mesmo procedimento atualmente adotado de apoio logístico “CLS” contratado pela FAB com a AEL Sistemas para as aeronaves F-5EM/FM e Super Tucano.

Ganho Operacional

Atualmente só o caça americano Lockheed Martin F-35 tem um painel de grande formato. Porém, ele é dividido em duas partes. A Boeing estuda um upgrade nos caças F-15 e A/F-18 Super Hornet, com a adoção do WAD. Em especial no Super Hornet que tem uma HMI muito deficiente.

A Força Aérea Sueca deverá tomar uma decisão nas próximas semanas sobre a adoção do WAD. Atualemente está definido os três displays. O único receio pela adoçao do WAD era ter a certeza da maturidade do sistema e que nao afetasse o cronograma de desenvolvimento do Gripen E/F.

A área útil do WAD (19 x 8 polegadas), em desenvolvimento para o Gripen NG pela AEL Sistemas terá uma área 15 vezes maior de visualização.

Em Missões de Defesa Aérea o piloto poderá ver todos os vetores em ação na área de operação. Sobrepondo estas informações a outras não prioritárias à missão.

Em Missões de Ataque ao Solo propiciará a visão de onde estão seus alas, as baterias antiaéreas , que ameaças pode esperar, etc.

Em ambos os casos a palavra mágica é “Consciência Situacional” (Situational Awareness), dar o máximo de informações, de forma gerenciada, para que o piloto tome a decisão de ação mais apropriada.

Certamente a vida dos pilotos será diferente, de que forma? A FAB, SAAB e a AEL Sistemas estão iniciando esta jornada.

O Programa

As entregas dos “Modelos A” de desenvolvimento de engenharia à SAAB são a continuidade do desenvolvimento do WAD.

Os protótipos permitirão à SAAB antecipar as atividades de engenharia de software e sistemas, reduzindo assim o risco de integração na aeronave.

Uma extensa campanha de testes em voo será ainda realizada em estreita cooperação entre a AEL Sistemas e a SAAB, em Linkõping, Suécia.

"Estamos orgulhosos de entregar esses protótipos em tempo, dentro do cronograma, e com qualidade, permitindo que os engenheiros da SAAB possam continuar o trabalho de integração para a aeronave. Acreditamos que este fato destaca e evidencia o compromisso da AEL com a SAAB e a Força Aérea Brasileira (FAB) para fornecer a próxima geração de cockpit para a próxima geração de caças", afirma Sérgio Horta, presidente da AEL.

"Este é um passo muito importante no desenvolvimento do Gripen NG para o Brasil. Demonstra uma cooperação muito eficaz entre a AEL e a SAAB e é um passo de sucesso na cooperação industrial entre a indústria brasileira e a SAAB no programa Gripen NG", diz Mikael Franzén, Diretor do Programa para o Gripen no Brasil.

O processo brasileiro de aquisição para o 36 Gripen NG está em curso e o contrato está previsto para entrar em vigor durante este ano. A transferência de tecnologia do WAD, do HUD e do HMD para a AEL também está em curso. O escopo adicional focará no desenvolvimento da Interface Homem-Máquina (HMI) para os caças avançados, juntamente com oficinas de manutenção de aviônicos. Atividades no âmbito do presente contrato terão início no segundo semestre de 2015, na SAAB, em Linkoping. Isto incluirá cursos teóricos e treinamento no ambiente de trabalho.
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O cockpit do painel do Gripen E / F como apresentado pela SAAB, em Farnborough, no ano de 2014 . Apresentamos para comparação com o WAD. Foto – SAAB
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Representantes da AEL e FAB. No cockpit o capacete HMD Targo – Foto AEL Sistemas

Fonte: Nelson During - editor Chefe de Defesanet 3 set 2015

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Nobres, que maravilha! Que excelente maquina, toda projetada para a melhor eficiência no momento de exterminar pessoas, claro, em nome da democracia, da liberdade, ou do partido, da causa...

 

Iguais ou muito melhores do que essa, estão, nesse momento, sendo pensadas e concebidas para matar pessoas mais ainda, claro, no mundo todo, seja no mundo que é contra a democracia, seja no mundo que não aceita o Estado no controle.

 

Mas, não importa, o que importa é que o que tem de acontecer por “detrás do pano”, continue, e os menos favorecidos em esclarecimentos, em inteligência, em lucidez, vão continuar morrendo, ou ficarão paraplégicos, tetraplégicos, sem membros superiores, sem membros inferiores, potencialmente suicidas, com distúrbios de ansiedade, insônia, pânico, neurose de angustia, famílias destruídas, isso de todos os lados...

 

Tudo pela democracia, ou pela causa do partido, mundialmente.

 

Mas aqui na burrolândia, ou mais carinhosamente, no pais do futebol (apesar de ateu, Meu Deus!!!!), temos hospitais muito bem preparados, temos escolas em nível de excelência, temos índices baixíssimos de corrupção, não temos crimes hediondos, temos a justiça perfeita, temos pessoas trabalhando com uma remuneração coerente, ninguém aqui é escravo moderno, ou seja, aquele que ganha para comer e trabalhar, e logo morrer, para depois outro entrar no circuito de comer para trabalhar, e por aí vai, sim, com o celular de última geração no bolso, enfim, cidadãos esclarecidos, tudo maravilhosamente bem.

 

Em nome do modelo político global, que promove sob a forma de interface a ciranda que acontece por “detrás do pano”, concluo citando a imagem do nenê, bebê sírio de três aninhos boiando na praia.

 

Isso tem nome, e atende por “Ser Humano”.

 

Navegador.

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Desvalorização de coroa sueca faz Brasil economizar US$ 1 bi em caças

O acordo do Brasil com a Suécia para a compra de 36 caças Gripen da Saab poderá gerar uma economia de quase US$ 1 bilhão para o governo brasileiro. Isso porque o contrato, assinado em outubro de 2014, foi feito em coroa sueca. Na época, o montante equivalia a US$ 5,4 bilhões. Com a desvalorização da divisa local, que no ano já soma mais de 12%, o valor do negócio hoje gira em torno de US$ 4,5 bilhões.

Durante as negociações, o Ministério da Defesa também conseguiu reduzir a taxa de juros inicialmente prevista no acordo, que era de 2,54%, para 2,19% ao ano. O financiamento será feito pela SEK, a agência de promoção de exportações do país escandinavo.

As aeronaves serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2019 e 2024. Dos 36 caças, 15 serão produzidos no Brasil. Nesta segunda-feira (19), 46 brasileiros começaram a trabalhar no projeto, na Suécia. Dilma prestou uma visita ao grupo na fábrica da Saad em Linkoping, acompanhada de autoridades locais e dirigentes da empresa sueca.
Fonte: Ana Siqueira para Jornal do Brasil via CECOMSAER 21 OUT 2015

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Marcio Antonio Estrela diz:

Questão administrativa:

Não seria o caso de corrigir o título deste post, retirando o "serão produzidos em São Bernardo a partir de 2015", já que não serão?

 

Bem sugerido. Vamos modificá-lo. Obrigado!

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Marcio Antonio Estrela diz:

Questão administrativa:
Não seria o caso de corrigir o título deste post, retirando o "serão produzidos em São Bernardo a partir de 2015", já que não serão?

Realmente, a partir de 2015, não. Mas, conforme notícia a seguir, o serão a partir de 2019

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Brasil retrasa la construcción de la fábrica de montaje de Gripen NG a 2018

Brasil ha retrasado el inicio de la construcción de la planta de montaje de Gripen NG situada en la ciudad de São Bernardo do Campo hasta 2018. En principio, el comienzo de las obras de la planta, denominada Saab Aeroestructuras, estaba previsto para 2017. Finalmente las instalaciones estarán ubicada en nueva zona, ya que la anterior presentaba problemas ambientales en su documentación.
Mientras tanto, la fabricación de las diferentes partes de la aeronave deberá realizarse de forma provisional en la unidad de Inbra Aerospace en Mauá. El primer caza Gripen fabricado en Brasil será entregado en 2019 y el último en 2024.
La preparación de la cadena de suministro que producirá partes estructurales de los aviones de combate Gripen NG en Brasil, como alas y partes del fuselaje delantero y trasero, está en pleno apogeo en São Bernardo Tecnologías Aeronáuticos (SBTA), una alianza entre la empresa sueca Saab, fabricante del Gripen, y el Grupo Inbra Filtro, de Mauá (SP).
La compañias involucradas en el proyecto contrataron 1.300 profesionales para trabajar en el proceso de producción, con oportunidades para ingenieros, maestros y operadores. Además, se estima la creación de 2.300 puestos de trabajo directos en el proyecto Gripen en todo el país. Incluyendo otros segmentos de la cadena de producción, se espera que el número total de empleados alcance los 14.650, con alrededor de 5.000 en Grande ABC, región industrial donde está São Bernardo do Campo.
El contrato también prevé la transferencia de tecnología y la fabricación de 15 de las 36 unidades en el Brasil, incluyendo ocho unidades en dos instalaciones creadas especialmente para la Fuerza Aérea de Brasil (FAB).
Inbra enviará a 43 ingenieros a las instalaciones de Saab en Suecia donde permanecerán entre 18 y 24 recibiendo entrenamiento. En total, 357 familias brasileñas pasarán una temporada en el país escandinavo. Las 50 primeras, integradas por ingenieros y técnicos de Embraer y AEL Sistemas comenzaron a llegar la semana pasada. Ambas empresas desarrollarán sistemas electrónicos militares y espaciales y cuidarán de la aviónica y el mantenimiento. En enero, otras 50 familias se unirán a este grupo. El periodo de formación se llevará a cabo desde 2015 hasta 2021.
Fonte: portal INFODEFENSA.COM (ESPANHA) via CECOMSAER 1º NOV 2015

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Realmente, a partir de 2015, não. Mas, conforme notícia a seguir, o serão a partir de 2019

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Brasil retrasa la construcción de la fábrica de montaje de Gripen NG a 2018

Brasil ha retrasado el inicio de la construcción de la planta de montaje de Gripen NG situada en la ciudad de São Bernardo do Campo hasta 2018. En principio, el comienzo de las obras de la planta, denominada Saab Aeroestructuras, estaba previsto para 2017. Finalmente las instalaciones estarán ubicada en nueva zona, ya que la anterior presentaba problemas ambientales en su documentación.

Mientras tanto, la fabricación de las diferentes partes de la aeronave deberá realizarse de forma provisional en la unidad de Inbra Aerospace en Mauá. El primer caza Gripen fabricado en Brasil será entregado en 2019 y el último en 2024.

La preparación de la cadena de suministro que producirá partes estructurales de los aviones de combate Gripen NG en Brasil, como alas y partes del fuselaje delantero y trasero, está en pleno apogeo en São Bernardo Tecnologías Aeronáuticos (SBTA), una alianza entre la empresa sueca Saab, fabricante del Gripen, y el Grupo Inbra Filtro, de Mauá (SP).

La compañias involucradas en el proyecto contrataron 1.300 profesionales para trabajar en el proceso de producción, con oportunidades para ingenieros, maestros y operadores. Además, se estima la creación de 2.300 puestos de trabajo directos en el proyecto Gripen en todo el país. Incluyendo otros segmentos de la cadena de producción, se espera que el número total de empleados alcance los 14.650, con alrededor de 5.000 en Grande ABC, región industrial donde está São Bernardo do Campo.

El contrato también prevé la transferencia de tecnología y la fabricación de 15 de las 36 unidades en el Brasil, incluyendo ocho unidades en dos instalaciones creadas especialmente para la Fuerza Aérea de Brasil (FAB).

Inbra enviará a 43 ingenieros a las instalaciones de Saab en Suecia donde permanecerán entre 18 y 24 recibiendo entrenamiento. En total, 357 familias brasileñas pasarán una temporada en el país escandinavo. Las 50 primeras, integradas por ingenieros y técnicos de Embraer y AEL Sistemas comenzaron a llegar la semana pasada. Ambas empresas desarrollarán sistemas electrónicos militares y espaciales y cuidarán de la aviónica y el mantenimiento. En enero, otras 50 familias se unirán a este grupo. El periodo de formación se llevará a cabo desde 2015 hasta 2021.

Fonte: portal INFODEFENSA.COM (ESPANHA) via CECOMSAER 1º NOV 2015

 

Meu questionamento era quanto a produção ser em São Bernardo do Campo (não será) mais que à data de início da produção ser 2015 (também não será).

 

O título atual está perfeito.

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Primeiro caça Gripen NG entra na fase final de produção

Caça-bombardeiro encomendado pela Força Aérea Brasileira está programado para voar em 2016

O primeiro Gripen NG, o futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB), está quase pronto, informou a Saab nesta terça-feira (10), durante o Dubai Airshow. Em entrevista ao site FlightGlobal, Ulf Nilsson, gerente da área de negócios de aeronáutica da fabricante sueca, revelou que as três seções principais da aeronave necessitam apenas de um pequenos ajustes antes de serem unidas.

Como informou Nilsson, o primeiro protótipo da nova geração do Gripen está dentro do cronograma para entrar na fase de testes, a partir de 2016. O gerente da Saab, entretanto, ainda não informou uma data específica para o primeiro voo do caça, que por enquanto tem 36 unidades encomendadas pela FAB (com opção futura para até 108) e outras 60 da Suécia.

O executivo da Saab também destacou a participação brasileira no projeto, por meio de engenheiros da Embraer e outras empresas nacionais que participam do desenvolvimento. “Eles (os brasileiros) chamam o Gripen NG de uma aeronave brasileira. Eles estão comprometidos com o programa”, contou a reportagem.

Gripen no Oriente Médio

A Saab é uma das tantas fabricantes aeronáuticas presentes no Dubai Airshow, que vem se destacando nos últimos anos como um dos maiores eventos sobre aviação no mundo. O Gripen é o principal produto, sobretudo na nova versão NG, que recentemente despertou o interesse de nações como Bélgica, Finlândia e Croácia.

No Oriente Médio, a empresa sueca busca uma aproximação com países da região, onde ainda tem pouca atuação. Nações como Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes Unidos são alguns dos maiores compradores de armamentos tecnológicos no mercado mundial.

Fonte: Thiago Vinholes para portal Airway via CECOMSAER 11 NOV 2015

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A Força Aérea Brasileira deverá rebaixar suas previsões de compra Gripen NG

No Dubai Air Show, realizado no último fim de semana, declarações de oficiais superiores da Força Aérea colocaram em xeque os planos divulgados inicialmente sobre a quantidade de aviões a serem comprados pelo Brasil após a entrega do lote inicial de 36 exemplares do jato Gripen NG, contratados pelo Governo Brasileiro ao final de 2013.

A gravidade da crise financeira interna, e seus reflexos na economia do País, podem impedir que os planos iniciais de adquirir mais 100 unidades, com índices de nacionalização de até 70% na produção, se concretizem. A idéia era padronizar a FAB com uma única aeronave de combate. Segundo as declarações dos militares brasileiros em Dubai, no atual cenário, será muito difícil alcançar a marca de 50 exemplares para a Força Aérea Brasileira. Até o fechamento dessa nota, nem a SAAB nem o Governo Brasileiro haviam dado qualquer pronunciamento sobre o tema.

Fonte: INFODEFESA.COM via CECOMSAER 12 NOV 2015

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Akaer na produção do Gripen E

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Saab busca novos fornecedores no país para o Gripen

A sueca Saab está prospectando novos fornecedores no Brasil para o caça Gripen NG, que será produzido para a Força Aérea Brasileira (FAB). Em conjunto com a Akaer, da qual é sócia com 15% de participação, e o Cecompi (entidade que coordena o polo aeroespacial brasileiro), a Saab selecionou inicialmente 50 potenciais empresas nacionais para trabalhar na fase de produção das aeronaves, fornecendo peças usinadas e mecânicas, materiais compostos, tratamento de superfície e nas áreas de qualidade do produto e conformação de chapas metálicas.

Na semana passada, vários executivos da Saab estiveram no Brasil para participar de um workshop em aeronáutica e defesa, promovido pelo Centro de Pesquisa e Inovação Sueco Brasileiro (Cisb) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O evento reuniu empresas do setor aeroespacial, universidades e agências de fomento interessadas em ampliar a cooperação com a Saab. A cooperação envolve hoje 30 projetos de pesquisa e desenvolvimento conjunto nos setores de aeronáutica e defesa.

Atualmente, segundo o vice-presidente de Tecnologia da Saab, Pontus de Laval, cerca de 70 engenheiros e técnicos de sete empresas brasileiras estão na Suécia envolvidos no desenvolvimento do Gripen e aprendendo a metodologia de trabalho da companhia.

No total serão enviados 350 brasileiros da Embraer, Akaer, Inbra, Atech, Ael Sistemas, Samal, Mectron e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Na Saab, de acordo com Laval, 500 engenheiros trabalham no programa.

A maior parte dos engenheiros brasileiros, perto de 250, será da Embraer, que tem parceria com a Saab para a exploração conjunta das oportunidades de vendas globais do Gripen. O mercado potencial estimado pela Saab é de três mil caças nos próximos 20 anos. Embraer e Saab também começaram a trabalhar juntas em pesquisas de novas tecnologias.

O presidente da Akaer, Cesar Augusto da Silva, afirmou que assinou um acordo de cooperação com a empresa de consultoria Combitech, pertencente ao grupo Saab, com o objetivo de buscar novos negócios no Brasil e no exterior nas áreas de sistemas de controle, automação, "ciber security" e guerra eletrônica.

O diretor do Cecompi, Marcelo Sáfadi, disse que as empresas selecionadas para participar da fase de produção dos caças irão se reunir novamente com a Saab no dia 8 de dezembro para receberem informações mais específicas sobre a metodologia de trabalho da empresa Sueca.

A Akaer está investindo R$ 50 milhões em uma nova instalação no Parque Tecnológico de São José dos Campos, que aumentará seu espaço dos atuais 2 mil metros quadrados para 103 mil metros quadrados de área. No local a empresa pretende instalar dois grandes laboratórios: um para testes de fadiga(simula a vida operacional do avião) da versão de dois assentos do caça e outro para testar a integração dos sistemas do avião. A instalação desse tipo de laboratório, segundo o vice-presidente de Tecnologia, Fernando Ferraz, é estimado em R$ 20 milhões.

Até então, apenas a Embraer possui esse tipo de laboratório no Brasil. O vice-presidente da Saab ressaltou que a versão de dois assentos é o grande desafio do programa do novo caça, porque é uma nova aeronave que será desenvolvida em conjunto com a indústria brasileira.

"Será um avião brasileiro e sueco, com grande potencial de exportação", afirmou. A montagem final de 15 unidades dos caças será feita na fábrica da Embraer, em Gavião Peixoto (SP). O contrato entre a Saab e a FAB contempla a aquisição de 36 aeronaves avaliadas em US$ 4,7 bilhões.

Fonte: Virgínia Silveira, de São José dos Campos para Valor Econômico via CECOMSAER 17 NOV 2015

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Vídeo Gripen NG demonstrador

 

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Conheçam a versão personalizada para o Brasil, do Gripen adquirido.

http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/11/conheca-versao-personalizada-do-caca-sueco-que-o-brasil-comprou.html

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Marinho é o elo da compra de caças

Em 2010, quando o caça francês Rafale ainda era o favorito de Lula e o escritório de lobby Marcondes e Marconi espionava o procurador José Alfredo, o prefeito Luiz Marinho assinava uma carta-compromisso com a Dassault.

No documento, a Dassault se comprometia a investir em São Bernardo caso o fabricante francês vencesse a concorrência da FAB.

Lobby para franceses e suecos

Como O Antagonista revelou esta semana, o escritório Marcondes e Mautoni tentou espionar o procurador José Alfredo de Paula quando este investigava a compra pelo governo de caças para a FAB.

Importante notar que a tentativa de espionagem foi em 2010, poucos meses depois de Lula anunciar o Rafale numa histórica gafe diplomática - a FAB ainda não havia concluído a análise técnica.

O constrangimento internacional afastou qualquer chance de que o caça francês da Dassault fosse o escolhido. Tanto que Lula empurrou para Dilma a tarefa de avalizar o negócio.

Dilma acabou escolhendo o Gripen NG, da Saab. Curiosamente, lá estava o escritório Marcondes e Mautoni novamente, agora para pressionar pela escolha do caça sueco.

Nesse meio tempo, Luiz Marinho, unha e carne com Lula, passou a apoiar publicamente a escolha dos caças da Saab e conseguiu da empresa a montagem de um centro de inovação em São Bernardo.

Com a Dassault queimada, a Saab virou o plano B. Importante é não perder o negócio, ou negociata.

Fonte: O ANTAGONISTA (BLOG) via CECOMSAER 23 JAN 2016

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Excerto de uma notícia:

Governador busca novos investimentos para Goiás
Caças Gripen
No Comando da Aeronáutica, Marconi conversou com o comandante Nivaldo Rossato para adiantar a negociação de levar a manutenção dos caças suecos Gripen para Anápolis. O governador apresentou ao comandante a localização da Plataforma Logística e da pista do Aeroporto de cargas. “Discutimos projetos relacionados à Base Aérea que irá abrigar novos caças e novos grupamentos de aviões de defesa, o que é fundamental para que Anápolis tenha a base aérea mais importante do País”, defendeu.
Os caças serão montados na região de São José dos Campos (SP) e o Governo de Goiás busca a instalação da fábrica de manutenção das aeronaves. A reunião é o desdobramento da conversa que Marconi teve com o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, no final do ano passado.
O objetivo é montar o centro de manutenção dos caças na Plataforma Logística de Anápolis. Para Goiás, a instalação da unidade abriria portas para a atração de outras empresas. Segundo o governador, Goiás oferece ao governo federal o que ninguém pode oferecer no Brasil, que é uma plataforma e um aeroporto pronto com todas as licenças em dia.
O governo estadual defende que Anápolis possui as condições necessárias para receber o centro de manutenção dos caças por ter a Base Aérea e o Aeroporto de Cargas com a pista de 3,3 quilômetros.
Fonte: jornal GOIÁS AGORA via CECOMSAER 29 JAN 2016

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GRIPEN NG - Começou a participação do Brasil no projeto
Primeiros engenheiros brasileiros já estão na Suécia para ajudar a desenvolver o futuro caça da FAB
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Foto - SAAB
A neve domina a paisagem, o termômetro marca temperaturas negativas e o Sol se põe pouco depois das três da tarde, após nascer quase às nove da manhã. Mas o casal Viviam Lawrence e Marcelo Takase está feliz por trocar o verão brasileiro pelo frio de Linköping, cidade sueca com pouco mais de cem mil habitantes. Os dois fazem parte do primeiro grupo de 46 profissionais enviados por empresas do Brasil para participarem do projeto Gripen NG.

“O trabalho de desenvolvimento do avião em conjunto com eles está se iniciando e esta etapa será essencial para a troca de conhecimento, visando à transferência da tecnologia”, diz Viviam. Mestre em engenharia mecânica pela USP, ela leva na bagagem a experiência de 13 anos na Embraer, onde trabalhou nos projetos do Super Tucano, do cargueiro KC-390 e dos jatos E-170/190, Phenom, Lineage e Legacy.

Já Marcelo, engenheiro da Embraer desde 1998, trabalha com sistemas ambientais e pela primeira vez vai enfrentar os desafios do desenvolvimento de um jato capaz de superar a velocidade do som. “Uma das diferenças é que no voo supersônico a temperatura externa do ar é mais elevada, o que dificulta a capacidade de resfriamento dos equipamentos e dos sistemas do avião que trocam calor com o ar externo”, conta.

Marcelo irá trabalhar ao lado do sueco Erik Israelsson, que não esconde a surpresa com a parceria. “O que vem à mente quando escuto a palavra Brasil é o Carnaval no Rio e florestas tropicais exuberantes. Então eu não estava realmente certo do que esperar, e estou agradecido por relatar que até agora a experiência tem sido positiva”, conta o engenheiro.

Erik explica que foram criados cursos rápidos para que os brasileiros comecem a trabalhar o mais rapidamente possível. Para ele, além de transmitir conhecimento, a presença de novos parceiros pode significar mudanças positivas no processo. “Eu acho que será muito útil trabalhar com pessoas não familiarizadas com o ‘jeito Saab’. Penso que isso nos fará refletir sobre como nós fazemos as coisas, e isso dá a esperança de mudanças positivas”, explica.

A troca de conhecimentos será mútua. É essa a aposta do engenheiro Per Randell, um dos coordenadores do processo de transferência de tecnologia. “Mudar o ambiente e a estrutura de como as coisas são feitas desafia a sua percepção e faz você aprender mais”, afirma. “Tanto suecos quanto brasileiros têm conhecimentos e experiências, mas talvez de plataformas e sistemas diferentes”, completa.

Mais de 350 brasileiros na Suécia

Até 2022, mais de 350 brasileiros vão trabalhar com o projeto Gripen NG na Suécia. Além da Embraer, as empresas AEL, Akaer, Atech, Inbra e Mectron também vão enviar profissionais para a sede da Saab em Linköping. Eles vão atuar no desenvolvimento da aeronave, gerenciamento de projeto, desenvolvimento de simuladores e certificação, dentre outras atividades. Com status de parceiro no projeto Gripen NG, o Brasil terá papel de protagonista no desenvolvimento da versão para dois pilotos e nos primeiros estudos de viabilidade do Sea Gripen, modelo com adaptações necessárias para operar a bordo de porta-aviões.
Para 2016 a expectativa da Saab é concluir a montagem do primeiro protótipo do Gripen NG. Daqui a três anos, em 2019, sairá da fábrica em Linköping a primeira aeronave para o Brasil. Das 36 unidades adquiridas, quinze serão produzidas no Brasil, com a última prevista para entrega em 2024. A Força Aérea da Suécia já encomendou outras 60 unidades do modelo. Ao todo, são 96 encomendas firmes, e a expectativa é aumentar os números com novas exportações.

Se ainda faltam alguns anos para o novo caça da FAB ser uma realidade nas bases aéreas brasileiras, no mundo da engenharia o projeto já é motivo de satisfação. “Sou neto de um integrante da FAB e também um pioneiro da Embraer, Raimundo Fernandes Dias, e tenho muito orgulho de poder, assim como ele, contribuir de alguma forma com a nossa Força Aérea”, finaliza o engenheiro Marcelo Takase.
Fonte: Agência Força Aérea via Defesanet 1 FEV 2016

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Sobrevoo a alta velocidade. Som do motor muito particular.

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FINMECCANICA anuncia contratos para o Sistema IFF dos Gripen NG Brasileiros e Suecos
O sistema IFF proverá aos pilotos do Gripen NG a habilidade de identificar outras aeronaves como amigo-inimigo, assim como prover a localização destes. Os contratos foram assinados com a empresa

O sistema IFF proverá aos pilotos do Gripen NG a habilidade de identificar outras aeronaves como amigo-inimigo, assim como prover a localização destes. Os contratos foram assinados com a empresa SAAB. A FINMECCANICA é a principal fornecedora dos sensores do caça Gripen NG, da SAAB, fornecendo o radar AESA, os sistemas IRST e IFF.

O Grupo italiano FINMECCANICA, através da sua Divisão “Airborne and Space Systems”, assinou contrato para fornecer o sistema de identificação AMIGO – INIMIGO, mais conhecido como (Identification, Friend or Foe - IFF) para o caça Gripen Next Generation (Gripen NG), em desenvolvimentos para a Forças aéreas da Suécia (SwAF) e a do Brasil (FAB).

O sistema IFF proverá aos pilotos do Gripen NG a habilidade de identificar outras aeronaves como amigo-inimigo, assim como prover a localização destes. Os contratos foram assinados com a empresa SAAB. A FINMECCANICA é a principal fornecedora dos sensores do caça Gripen NG, da SAAB, fornecendo o radar AESA, os sistemas IRST e IFF.
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O sistema IFF será usado pelos pilotos do Gripen NG para identificar outras aeronaves ou sistemas aéreos como amigos (ou potencialmente inimigos) e determinar a sua localização e a distância destes em relação ao caça. Independente dos outros sensores do Gripen NG, tais como o radar e outros, o sistema IFF pode identificar sistemas aéreos de uma maneira diversa, permitindo ao piloto empregar o radar para seguir os alvos (queue-up targets), para subsequente identificação De particular importância é que o sistema IFF, empregando antenas separadas propicia uma cobertura de mais de 180º, o garante grandes benefícios operacionais.
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Cada sistema IFF completo é integrado por um transponder e um interrogador. Também incluso um sistema criptográfico adaptado conforme os requisitos do cliente. O transponder, que é o Modelo Mode 5 M428, é o mesmo que está sendo oferecido ao Ministério da Defesa Britânico para atender aos requisitos da NATO-OTAN de uma nova plataforma IFF para toda a sua frota de aeronaves.
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Além do sistema IFF, a FINMECCANICA fornecerá ao Gripen NG os outros dois sensores principais, o Radar Raven ES05 AESA (E-Scan) e o sensor passivo Skyward-G IRST (Infrared Search & Track). Os arranjos contratuais preveem que a FINMECCANICA propiciará ao Sistema IFF um pacote de apoio e manutenção de forma integrada aos outros dois sensores.

O caça Gripen NG está tendo uma boa recepção em vários lugares do mundo com a sua proposição de um caça com excelente relação entre a capacidade / preço. A FINMECCANICA tem a satisfação de ser parceiro da SAAB para a suíte dos principais e sensores do caça Gripen NG. Junto aos sistemas IFF, Radar e o IRST, que já estão contratados, o novo BriteCloud Expendable Active Decoy (EAD) da FINMECCANICA foi escolhido pela SAAB como opção para Guerra Eletrônica do Gripen NG.

Testes realizados em abril de 2015, no caça Gripen NG confirmaram a segurança no lançamento e eficácia do BriteCloud EAD e a sua compatibilidade com o sistema de contramedidas de Guerra Eletrônica da aeronave.
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