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Dani CV

Caças Gripen NG para a FAB: Notícias

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SAAB - 1º voo Gripen NG e Futuro
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Foto liberada pela SAAB, segundo registro de fev 2016, mostrando o 1º Gripen E na etapa de produção para o Roll-Out em maio. Foto SAAB
A apresentação de resultados do Grupo de Defesa e Segurança Sueco SAAB, no dia 10 de Fevereiro, seguido da conferência de imprensa no dia 18 de FEV, no Show Aéreo de Cingapura trouxe uma série de novidades dentro do programa Gripen NG.

A mais relevante foi o anúncio de que o Roll Out do Gripen NG, será dia 18 Maio de 2016, nas instalações da SAAB em Linkoping.

Os resultados do Grupo SAAB

Três contratos deram ao Grupo SAAB um crescimento de 259% no faturamento, em 2015, comparado a 2014, atingindo MSKE 81.175 (Milhões de Coroas Suecas) (Nota DefesaNet a conversão alcança U$D 9,52 Bilhões).

Os contratos significativos foram:

1 - Sistema de segurança aérea para os Emirados Árabes;
2 - Contrato do Submarino A26, e,
3 – Formalização do contrato dos 36 caças Gripen NG ao Brasil.

Uma frase simples tem uma enorme importância em uma análise futura sobre o contrato do Gripen NG com o Brasil: ”No início de 2016, a posição de liquidez está fortalecida pelo importante progresso alcançado nos projetos e pagamentos de parcelas.”

Gripen C/D

Procurando manter viva a base de aeronaves padrão C/D a SAAB anunciou a implementação da atualização MS20 (Material Specification). Este procedimento é similar ao conceito americano dos Blocks.

A grande novidade do MS20 é que o Gripen C/D será a primeira aeronave de caça operacional a ter a capacidade de disparar o míssil da MBDA, o BVR METEOR.

A SAAB na expectativa de manter a base dos C/D com grande valor no mercado anuncia, que manterá o desenvolvimento e atualização destas versões.

As versões C/D são operadas pelos seguintes Forças Aéreas:
- Suécia
- Hungria
- República Tcheca
- África do Sul
- Tailândia

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A perspectiva de continuar o desenvolvimento C/D em paralelo aos novos E/F. Imagem da apresentação no Singapore Air Show, 18 FEV 2016.
Foto - SAAB Gripen NG (E/F) e T-X

Poucos dados foram fornecidos sobre o desenvolvimento das versões E/F, ficando para a Conferência do Gripen no dia 12 Março, em Linkoping (Suécia).

Além do anúncio de que o Roll-Out da versão E será no dia 18 de Maio. Porém sem previsão para o primeiro voo.

O interesse no Gripen NG é maior do que nunca. Temos um punhado de países que estão interessados no Gripen E e F (versão de um e de dois lugares). Estamos em uma situação onde somos a única empresa no mundo ocidental que desenvolve um novo caça, disse o CEO da SAAB Håkan Buskhe à SRV (Radio Suécia). Fontes suecas acreditam alcançar vendas de mais de 300 aeronaves Gripen E/F. O contrato atuais são para 60 aeronaves Gripen E para a Força Aérea da Suécia e 36 E/F para a FAB.

Porém, há um espectro da demanda de recursos conflitantes entre o desenvolvimento do Gripen NG (E/F) e o ambicioso projeto do treinador T-X, programa conjunto com a BOEING para a USAF.

Em um primeiro turno, é possível que sejam encomendados 350 aviões. Que podem chegar a cerca de mil aviões. Buske confirma que há cerca de 500 engenheiros e técnicos trabalhando no T-X.

O início dos voos de teste a partir de 2016 e as primeiras entregas previstas para 2019 colocam metas ambiciosas ao Projeto Gripen NG.

O executivo da SAAB, Richard Smith, Chefe da área de Marketing e Vendas do Gripen comunicou, que há interesse de um país sul-americano. Pode ser tanto a Colômbia como a Argentina. No governo Cristina Kirchner, autoridades argentinas comentaram à DefesaNet o interesse em participar da cadeia produtiva do Gripen NG. Obter uma inserção na cadeia produtiva similar à participação no KC-390, que segundo os argentinos tem sido muito proveitosa para a FadeA. (Ver Argentina procura mais projetos de cooperação em tecnologia e defesa com o Brasil: http://www.defesanet.com.br/laad2015/noticia/18776/Argentina-procura-mais-projetos-de-cooperacao-em-tecnologia-e-defesa-com-o-Brasil/)
O anunciado boicote de empresas inglesas anunciado após o interesse argentino no Gripen, pode mudar com o novo governo de Mauricio Macri.
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Anúncio do Roll-out do Gripen E em 18 Maio 2016. Foto – SAAB
Fonte: Nelson Düring Editor-chefe DefesaNet 19 de Fevereiro, 2016 - 12:40 ( Brasília )

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GRIPEN NG – Divergências nos acordos de Offset e Transferência de Tecnologia
Empresas brasileiras mostram-se surpresas com clausulas impostas pela SAAB para os acordos de OFFSET e Transferência de Tecnologia. O projeto Gripen NG tem prioridade absoluta pelo lado do Brasil, que inclusive completou o downpayment

Nelson During
Editor-chefe DefesaNet

A apresentação de resultados da SAAB, feita no dia 10 de Fevereiro, na Suécia, e a entrevista coletiva, realizada no dia 18 Fevereiro no Singapore AirShow, mostraram o avanço do Programa do Caça Gripen NG, modelos E (monoplace) e F (Biplace).
A empresa SAAB anunciou que o Roll Out, do modelo E, que a Suécia adquiriu 60 aeronaves e o Brasil 28 (das 36 unidades), será no dia 18 de MAIO, próximo.

A SAAB mostrou grande expectativa inclusive de que cumpra-se o projetado de futuras encomendas do Gripen pela Força Aérea Brasileira (FAB), podendo alcançar mais de 100 aeronaves no total. A SAAB espera vender cerca de 300 aeronaves Gripen E/F no mercado internacional.

A Participação Brasileira

Como fatos relevantes foi mostrado, que 46 empregados da EMBRAER Defesa & Segurança e 2 da AEL Sistemas, estavam na Suécia desde Outubro 2015. O fato é real e esconde uma significativa divergência entre as Base Industria de defesa do Brasil e a SAAB.

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Apresentação da SAAB na Conferência de Imprensa no Singapore Air Show 18 Fevereiro 2016 - Arte SAAB

 

Para completar os acordos de contrapartidas comerciais (Offset) e Transferência de Tecnologia (ToT) no Programa Gripen NG BR, etapa importante do contrato as empresas brasileiras têm negociado com a SAAB.

Foi apresentado às empresas brasileiras participantes do Pograma Gripen NG um item formado por 3 letras. Trata-se do “UDA” ou “Unlimited Damage Agreement”.Significa que a empresa brasileira, participante do Consórcio, responderá por“TODOS” os custos, que possam ocorrer por responsabilidade do parceiro brasileiro, à SAAB.

Assim o potencial dano ocasionado, digamos por um trabalho defeituoso, atraso no embarque de peças, ou qualquer outro caso fortuito, pode gerar ônus, que seriam de difícil contabilização.

Só duas empresas brasileiras aceitaram os termos propostos. A EMBRAER Defesa & Segurança (EDS), que terá uma participação limitada, no seu ver, e julgou ser aceitável o risco. A segunda empresa a AEL Sistemas, responsável pelo desenvolvimento do “Wide Area Display” (WAD), tem um risco potencial enorme pelos desafios inerentes de trabalhar em um componente de nova tecnologia sensível no estado da arte.(ver matéria WAD – AEL Sistemas e SAAB avançam no Desenvolvimento http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/20229/WAD-%E2%80%93-AEL-Sistemas-e-SAAB-avancam-no-Desenvolvimento/

Aqui, pesou o apoio da matriz, a israelense ELBIT, que considerou valer o risco de entrada neste futuro de aviônicos de formato largo (large display). Já tem um trabalho em andamento com a Boeing. Também a grande participação da empresa no mercado internacional lhe capacita discutir possíveis divergências que possam ocorrer com a SAAB, em melhores condições que as brasileiras, a exceção da EMBRAER Defesa & Segurança.

Quando em visita à Suécia e à SAAB, em Outubro 2015, a Presidente Dilma afirmou: "Só comprar um avião não era o que nos interessava. Nos interessava comprar um avião e que a tecnologia fosse transferida".

Os Movimentos do Governo Brasileiro

A situação pegou o governo brasileiro totalmente desprevenido e que tem causado muita estranheza em Brasília DF, tanto na Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), responsável pelo lado da Força Aérea Brasileira para conduzir as negociações referentes ao Gripen NG BR, assim como no Palácio do Planalto.

Na apresentação de resultados a SAAB, no dia 10 de Fevereiro foi colocada a seguinte frase: “No início de 2016, a posição de liquidez está fortalecida pelo importante progresso alcançado nos projetos e pagamentos de parcelas.”

Não são citados quais os projetos e quais parcelas foram pagas, mas DefesaNet obteve informações confidenciais referentes ao Brasil.

O que isto significa de fato? Pois, para surpresa de nossos leitores o Governo Brasileiro quitou o Dowpayment (parcela inicial referente ao compromisso do contrato), com um pagamento de R$ 800 milhões, através da Comissão Aeronáutica Brasileira na Europa, baseada em Londres, em janeiro deste ano. O então Ministro Joaquim Levy tinha solicitado um parcelamento do Downpayment, realizando um pagamento inicial de R$ 200 milhões, ainda em 2015.

Sim, caros leitores, o Governo Brasileiro e a Força Aérea Brasileira estão adimplentes com o Programa Gripen NG BR. Isto moveu o eixo do jogo para o campo sueco, que foi pego de surpresa e tem mostrado uma certa intransigência em responder às demandas brasileiras.

Outras questões

Ao longo das discussões também estão surgindo divergências, que deverão ter um tratamento amplo, tanto pelo lado do Governo Brasileiro, Força Aérea Brasileira e a Base Industrial de Defesa do Brasil, assim como pelo lado da Suécia: governo e SAAB.

O governo sueco já movimentou-se ao alargar a janela de oportunidade para o KC-390 ser ofertado à Suécia. Deverá lançar uma licitação internacional para a estender a vida operacional até 2030, dos seis dos seus Hércules C-130 (Tp84).

Em Junho de 2015, o então comandante de Força Aérea Sueca (Flygvapnet,) Major-General Micael Bydén, afirmou a DefesaNet que o KC-390 era o candidato preferencial para substituir os C-130, “caso fosse mantido o cronograma de desenvolvimento. (Ver http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/19410/Para-a-Forca-Aerea-Sueca-o-KC-390-e-preferencial-se-mantiver-o-cronograma-de-desenvolvimento/ ) Como o cronograma de desenvolvimento do KC-390 está sendo estendido, por 18 meses ou mais, a Flygvapnet alarga a janela de oportunidade.

Outros Impactos

A lâmina mais ambiciosa, referente aos acordo de OFFSET e Transferência de Tecnologia, apresentada pela SAAB, na conferência de Imprensa, no dia 18FEV2016, mostra vários empreendimentos, que estão sofrendo um impacto significativo no cronograma de implantação, pelas atuais divergências, assim como um atraso gerado pela própria companhia SAAB.

Em especial as obras relacionadas a São Bernardo do Campo, SP.
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Fonte: Defesanet 24 FEV 2016

 

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Canhões do Gripen NG já encomendados
A empresa alemã Rheinmetall recebeu da SAAB um contrato para o fornecimento de canhões para equipar 88 exemplares do Gripen NG. O modelo em questão é o Mauser BK27, de 27mm, e a produção ser dará na fábrica da Rheinmetal em Oberndorf; as entregas serão feitas entre 2017 e 2025, e parte delas destinam-se às aeronaves da FAB.

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Via http://segurancaedefesa2.provisorio.ws/BK27_GripenNG.html

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Gripen NG da FAB vai usar canhões alemães
SAAB seleciona canhão alemão Rheinmetall BK27 de 27 mm para a nova geração do caça

A fabricante sueca Saab assinou nessa terça-feira (1) o contrato para o fornecimento de canhões para os caças Gripen NG da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Suécia. A empresa escolhida foi alemã Rheinmetall, com o modelo BK27 de 27 mm.
Variações desse mesmo canhão também equipam aeronaves como o Panavia Tornado e o Eurofighter Typhoon, além da primeira geração do Gripen. A Rheinmetall também vai fornecer munições e conjuntos de peças de reposição.
Segundo comunicado da empresa alemã, serão fornecidos canhões para 88 aeronaves entre 2017 e 2025, período em que os caças serão produzidos. O Gripen NG é um projeto da Saab em parceira com a Embraer, que também vai produzir o caça no Brasil. As primeiras unidades serão incorporadas à FAB a partir de 2018.
Chumbo grosso!
O canhão BK27 tem o mesmo princípio do revolver, como o tradicional “38”. As munições, enormes balas com dimensões semelhantes a de uma garrafa long-neck, são armazenadas em um tambor. A diferença é que a cada disparo o cartucho é rapidamente ejetado e um novo é recolocado. O modelo que será usado no Gripen NG pode disparar até 1.700 balas por minuto.
O conjunto do canhão alemão tem cerca de 2,30 metros e pesa 100 kg, isso sem contar as munições. Cada projetil pesa aproximadamente 260 gramas – cada Gripen NG vai levar um canhão com 120 balas.
Outras armas do Gripen NG
Além do canhão alemão, que pode ser aplicado em missões de interceptação de aeronaves hostis ou ataque ao solo, o Gripen NG poderá ser equipado com um variado arsenal de mísseis e bombas “inteligentes” guiadas a laser.
O próximo caça da FAB será habilitado para disparar mísseis de longo alcance, como o norte-americano AIM-120 AMRAAM, capaz de abater aeronaves hostis a 120 km de distância. São os chamados ataques “Beyond Visual Range”, que vão além do alcance visual do piloto. Mas não do radar da aeronave.
Outras armas do Gripen NG do Brasil serão os mísseis A-Darter, para ataque ao solo, e o MAR-1, anti-navio. Os dois equipamentos estão sendo projetados pela empresa brasileira de material bélico Mectron e a Denel Dynamics, da África do Sul.

Fonte: Portal Airway via CECOMSAER 3 MAR 2016

Tanto a FAB como a Marinha começaram a usar munição de calibre estranho às Forças. A FAB, que utiliza munições de calibre 12,7mm, 20 mm e 30 mm passará a usar munição de calibre 27mm. A Marinha, que utiliza, entre outras, munição de 20mm e 40mm, passa a usar 30mm e 25mm. Talvez, a munição de 30mm, usada pela FAB, possa ser utilizada pela Marinha. Creio que a indústria CBC ainda não fabrica as munições de 25mm e 27mm.

 

Edited by jambock

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Primeiro Gripen NG será apresentado em maio
Programa de desenvolvimento está correndo sem atrasos, informa executivo da SAAB; caça chega ao Brasil a partir de 2019

A Saab promoveu nessa quinta-feira (17) um seminário onde contou como está o processo de desenvolvimento do caça Gripen NG, além de expectativas de mercado e a parceria com a Embraer. “O desenvolvimento do avião está ocorrendo sem atrasos, o que é praticamente único em um projeto desse porte”, anunciou Ulf Nilsson, vice-presidente da empresa sueca.

O executivo ainda confirmou a apresentação da primeira aeronave, na versão para a força aérea sueca, para o dia 18 de maio, na Suécia. O modelo para a Força Aérea Brasileira (FAB), com detalhes mais complexos, ainda não teve a data de sua apresentação definida.

“Como vimos nos últimos conflitos na Síria e Ucrânia, as tecnologias estão mudando rapidamente. Por isso o Gripen NG será preparado para receber atualizações nos próximos 30 ou 40 anos”, explicou Nilsson. “É também um momento muito importante para nós, pois é a primeira vez desde a década de 1950 que estamos trabalhando em dois projetos militares”, acrecentou o executivo, se referindo ao desenvolvimento do jato de instrução avançada T-X.

O executivo sueco, que discursou em inglês, como pode ser visto no site da SAAB, também revelou que a empresa está preparando o terreno para a chegada do Gripen NG e isso envolve conseguir mais clientes. “O processo de aquisição de caças envolve uma relação de longo prazo com o cliente e com a plataforma flexível do Gripen NG podemos oferecer soluções direcionadas às necessidades de cada força aérea com o passar dos anos”, detalhou Nilsson.

Como explicou Nilsson durante o seminário, o Gripen NG terá algumas similaridades com smartphones. “O Gripen NG vai ter a parte de avionicos (instrumentos de voo e navegação) totalmente digital e de fácil atualização. A instalação de um novo software no sistema da aeronave, no próximo ano ou mais adiante, será tão simples como instalar um aplicativo no smartphone”, anunciou o executivo da Saab.

Participação brasileira

No seminário, Nilsson explicou que os especialistas brasileiros que viajaram a Suécia ainda estão em fase de treinamento. “Temos 50 brasileiros em processos de treinamentos sobre nossa filosofia de desenvolvimento e ferramentas para fabricar o Gripen NG”, revelou o executivo. “Alguns profissionais já estão envolvidos diretamente no programa, pois a melhor forma de fazer isso, é fazendo de verdade”, contou o vice-presidente da Saab.

Ao todo, 350 especialistas de empresas do Brasil vão receber treinamentos com a fabricante sueca. “Esses profissionais vão levar para o Brasil a capacidade para construir o Gripen NG. Além disso, esse conhecimento adquirido em nossa parceria pode ser importante para o desenvolvimento de projetos no próprio país”, revelou Nilsson, citando a transferência de tecnologia à indústria nacional, já prevista no contrato de aquisição das aeronaves.

Segundo a Embraer, a produção nacional do Gripen NG está prevista para começar em 2020. Antes disso, a partir de 2019, a FAB vai receber as primeiras unidades do caça importadas da Suécia. Outra parte da encomenda, que envolve ao todo 36 aviões, será produzida na fábrica da Embraer, em Gavião Peixoto (SP), onde também será fabricado o cargueiro KC-390.

O desenvolvimento do Gripen NG “biposto”, a versão que vão dois tripulantes, será realizado no Brasil pela Embraer em parceria com a Saab. Essa opção é geralmente utilizada no treinamento de novos pilotos, embora também possua capacidade de ataque – e também é supersônica.

Os 36 caças encomendados pelo Brasil serão entregues à FAB divididos em lotes. O último será entregue em 2024. O contrato de compra dos caças é avaliado em US$ 5,4 bilhões.

O Gripen NG é um caça-bombardeiro de última geração desenvolvido a partir do Gripen, hoje a principal aeronave de defesa da Suécia. O modelo NG será equipado com sensores e radar de longo alcance, o que permite o lançamento de mísseis de médio e longo alcance e as chamadas “bombas inteligentes”, orientadas a laser. Será a primeira aeronave da FAB com esse tipo de capacidade.

Fonte: Thiago Vinholes para blog Airway via CECOMSAER 19 MAR 2016

Edited by jambock
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Boa notícia para a Força Aérea Brasileira!

Equipe SAAB/EMBRAER que desenvolverá o Gripen E/F começa, em mais 7 meses, seu trabalho em Gavião Peixoto (SP)

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Em outubro do ano passado a presidente brasileira Dilma Roussef esteve em Linköping, onde foi apresentada a um “mock up”, em tamanho natural, do Gripen

 

O chefe do programa do Gripen Brasileiro no Grupo SAAB, Andrew Wilkinson, declarou, nesta terça-feira (29.03), ao site IHS Jane’s, que a equipe Gripen Design Development Network, formada por técnicos de sua empresa e funcionários da companhia Embraer Defesa & Segurança estará totalmente formada por volta do fim do mês de junho deste ano, e completamente equipada e pronta para iniciar seu trabalho, nas instalações da Embraer do município paulista de Gavião Peixoto, dentro de mais sete meses.
Wilkinson deu essas informações em Santiago do Chile, onde participa da rotina de eventos da SAAB programada para a FIDAE.
Ele contou que, além dos 55 funcionários da Embraer e da AEL Sistemas enviados, em outubro passado, para um estágio de qualificação nas instalações da SAAB na cidade de Linköping, outros 30 devem viajar para o mesmo destino na primeira quinzena de abril.
Esses técnicos cumprirão treinamentos em períodos que vão variar entre seis, 12 e 24 meses, de acordo com a função que lhes caberá cumprir no programa do Gripen, e, segundo o executivo sueco, essa rotina de especialização deve durar “vários anos”.
Roll out – A indústria aeroespacial brasileira será responsável por 40% de todo o programa do Gripen brasileiro.
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O “mock up” do Gripen na Base Aérea de SantaCruz, no Rio de Janeiro, para participar do Dia da Aviação de Caça de 2015

 

O programa de transferência de tecnologia relativo à produção dos caças suecos no Brasil deve se estender por dez anos, e ao menos os primeiros quatro estão reservados à capacitação de pessoal da indústria aeroespacial brasileira.
Ao todo, cerca de 350 especialistas brasileiros passarão por diferentes aprendizados em Linköping.
O primeiro grupo de brasileiros qualificado pela SAAB deve estar de volta ao país a partir de outubro.
É possível que parte do pessoal brasileiro que se encontra na Suécia possa assistir o roll-out oficial do Gripen E da Força Aérea sueca, marcado para o dia 18 de maio.
Wilkinson não quis arricar nenhuma data para o evento do mesmo tipo referente ao primeiro Gripen da FAB, que será inteiramente fabricado na SAAB, mas confirmou que todos os 28 jatos modelo E, e os oito tipo F – biplaces – da Aeronáutica do Brasil, deverão estar em solo brasileiro no período de 2019 a 2024.
Fonte: Roberto Lopes para blog Plano Brasil 30 MAR 2016

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Mais um grupo de brasileiros chega à Suécia para atuar no programa Gripen NG

A Saab, empresa de Defesa e Segurança, em breve receberá o próximo grupo de brasileiros que irá trabalhar no desenvolvimento dos caças Gripen adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB). Eles fazem parte do processo de transferência de tecnologia firmado entre a Saab e o Brasil, em outubro de 2014, como parte do contrato para fornecimento de 36 Gripen NG para a FAB.

Desde outubro de 2015, cerca de 50 engenheiros e técnicos estão na Suécia, com suas famílias, para participar de treinamentos teóricos e práticos na fábrica da Saab em Linköping.

Todos os engenheiros e técnicos brasileiros receberão treinamentos específicos, de acordo com seus papéis no programa. Ao longo dos anos, mais de 350 brasileiros participarão do programa de transferência de tecnologia, composto por aproximadamente 60 projetos principais.

Para apresentar a cooperação entre a Saab e os parceiros industriais brasileiros no programa Gripen NG, a Saab apresentará a webserie “True Collaboration” (Colaboração Real, em português). A série irá contar a história de cinco engenheiros brasileiros e suas famílias, que estão na Suécia para fazer parte dessa emocionante jornada. Além de apresentar as expectativas de cada um, os capítulos irão abordar a chegada deles à Suécia, os treinamentos teóricos e práticos pelos quais passaram, além do retorno ao Brasil para a multiplicação do conhecimento adquirido.

Fonte: Poder Aéreo via CECOMSAER 6 ABR 2016

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Rafael aguarda finalização do contrato para começar a integração dos sistemas de armas que irão a bordo dos caças Gripen da FAB
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Equipamento Spice 1000 sob a asa do “mock-up” do Gripen brasileiro

 

A companhia israelense Rafael Advanced Defense Systems planeja dar início ao trabalho de integração dos sistemas de armas que serão fornecidos aos caças de tecnologia sueca Gripen E/F da Força Aérea Brasileira (FAB), tão logo o contrato para esse serviço seja finalizado, o que é aguardado para as próximas semanas.
A informação foi divulgada ao site IHS Jane’s, a 31 de março passado, por um funcionário da indústria de Israel presente à FIDAE 2016 que, por motivos de segurança, pediu para não ter seu nome divulgado.
Ele revelou que a integração do Smart Precise Impact Cost Effective (SPICE), da classe de munições guiadas de precisão (PGM na sigla em ingles), deve começar antes ainda do fim deste ano, permitindo que o equipamento seja aprontado bem antes do prazo limite, que é 2020.
Um mock-up em tamanho real do SAAB Gripen E projetado para o Brasil foi exposto no Airshow chileno com um Rafael Spice 1000 PGM sob a asa esquerda.
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Vista do “mock-up” do Gripen na FIDAE 2016

Os kits de orientação SPICE são usados para converter bombas de 2.000 libras e 1.000 libras (além de outras menores) em projetis com capacidade de ataque aos seus alvos sob qualquer condição atmosférica. De acordo com a Rafael, essa transformação permite que as bombas aéreas cubram distâncias de até 60 km, com margem de erro no local de impacto não superior a 3 m.
Mísseis – Os caças Gripen brasileiros ambém deverão ser equipados com outros sistemas da Rafael, como ospods de apontamento Litening e RecceLite, além do sistema de guerra eletrônica SkyShield.
O governo brasileiro contratou os sistemas de armas para seus 36 novos caças Gripen E/F há exatamente um ano, pelo valor total de 245 milhões de dólares.
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Os jatos comprados pelo Brasil deverão receber dois tipos de mísseis ar-ar: o Denel-Avibras-Mectron A-Darter, para dog fight (“briga de cachorro”) – como é chamado o combate aéreo a curta distância –, e o vetor alemão Diehl BGT Defence IRIS-T.
Embora a FAB empregue a bordo dos seus caças F-5M o míssil ar-ar israelense Rafael Python, a integração desse equipamento ao Gripen não está contemplada, por enquanto, no contrato de serviços que se encontra em estágio final de redação.
Míssil Rafael Phyton dos estoques da Força Aérea Brasileira
Contudo, o representante da empresa israelense admite que o Python possa vir a ser incluído no pacote de armas da aeronave “em algum momento no futuro”.
Fonte:Roberto Lopes para site PLANO BRASIL 7 ABR 2016

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AEL Sistemas entrega à Saab a aplicação de HMI do WAD, como parte do programa brasileiro do Gripen
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Porto Alegre, 5 de maio de 2016 – A AEL Sistemas (AEL) realizou com sucesso a entrega de uma versão preliminar do software da Saab que demonstra os conceitos de Interface Homem-Máquina (HMI – Human-Machine Interface) para o futuro WAD (Wide Area Display) que será usado nos caças da Força Aérea Brasileira.
Em fevereiro de 2015, a Saab anunciou a escolha da AEL como um dos parceiros do Gripen no Brasil. As empresas também assinaram um contrato para a transferência de tecnologia em que a AEL é responsável por fornecer o Wide Area Display (WAD), o Head-Up Display (HUD) e o Helmet Mounted Display (HMD), os quais serão integrados ao Gripen NG para o Brasil como parte do contrato F-X2.
O novo programa de desenvolvimento desses sistemas aviônicos, iniciado no primeiro semestre de 2015, vai durar quatro anos e inclui o trabalho de desenvolvimento, integração e produção, a ser realizado em Porto Alegre (RS). O trabalho de integração de sistemas na aeronave será feito pela Saab e pela Embraer.
Os engenheiros da AEL realizaram o desenvolvimento do software apresentado hoje em estreita colaboração com os especialistas da Saab, com o objetivo de oferecer um exemplo das funcionalidades do WAD, quando integrado ao Gripen.
O cronograma de desenvolvimento do software HMI será implementado paralelamente ao cronograma da Saab, desta forma, seguindo também os requisitos do cliente. As principais funcionalidades desenvolvidas pela AEL para esta primeira entrega são:
• Gerenciador de janelas para dar suporte ao layout de exibição definido para o Gripen NG;
• Interação do piloto por meio do toque, usando o “IR touch”;
• Mapas Digitais com os símbolos e a paleta de cores do Gripen;
• Display Primário de Voo com a paleta de cores do Gripen;
• Visualização de formatos para sensores de imagem e radar.
Funcionalidades adicionais serão implementadas nas próximas versões do equipamento.
“Estamos orgulhosos de entregar esta aplicação de acordo com o cronograma de desenvolvimento e com qualidade, permitindo que o time de HMI da Saab possa continuar o trabalho para o futuro software de HMI para o WAD. Acreditamos que este evento destaca e evidencia o compromisso da AEL com a Saab e a com a Força Aérea Brasileira (FAB), para fornecer a próxima geração de cockpit para a próxima geração de caças”, afirma Sergio Horta, presidente da AEL.
“Esta é uma importante entrega da AEL para o desenvolvimento do Gripen NG para o Brasil, e um marco significativo no programa de transferência de tecnologia. A AEL trabalhou muito bem, com entregas pontuais e excelente qualidade. Acredito que a cooperação entre a AEL e a Saab é muito eficiente”, disse Mikael Franzén, responsável pela Unidade de Negócios do Gripen Brasil na área de Negócios Aeronáuticos da Saab.
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Fonte: FSB Comunicação via site Poder Aéreo 5 MAI 2016

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Time Lapse - montagem final do GRIPEN E

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Futuro caça da FAB será apresentado na Suécia
Evento poderá ser acompanhado online a partir das 10h (horário de Brasília) desta quarta-feira (18)

O futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB) será apresentado nesta quarta-feira (18) em Linköping, na Suécia. O evento organizado pela fabricante Saab vai revelar ao mundo a primeira aeronave de teste da próxima geração, o Gripen E.

No Brasil, o avião é denominado Gripen NG. O evento será transmitido ao vivo a partir das 10h (horário de Brasília) pelo endereço www.gripen.com/evolution.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, que acompanhará o rollout, destaca que a aeronave atendeu aos requisitos da FAB "nos aspectos operacional, logístico, técnico e na transferência de tecnologia".

Entre os aspectos operacionais, o Comandante destaca o alcance do novo caça. "Com as dimensões do Brasil, precisava ter um alcance expressivo", detalha. E, para ser coerente com o alcance, o segundo aspecto é realizar reabastecimento em voo, ter baixo custo operacional e capacidade multiemprego.

Transferência de tecnologia

Até 2022, mais de 350 brasileiros vão trabalhar com o projeto Gripen na Suécia. Os profissionais vão atuar no desenvolvimento da aeronave, gerenciamento de projetos, desenvolvimento de simulares e certificação, dentre outras atividades.

Segundo o Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, o projeto de aquisição dos caças Gripen NG vai gerar 9,1 bilhões de dólares em compensações para o Brasil. Isto atende à Estratégia Nacional de Defesa, que prevê capacitar a indústria nacional.

As compensações beneficiam as empresas brasileiras Embraer, Akaer, SBTA, Atech, AEL, Mectron e Inbra, além do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), órgão da Aeronáutica em São José dos Campos (SP).

Doutrina

A transferência de informações não se restringe à parte técnica. Estende-se também à doutrina. Com esse objetivo, o de repassar aos outros pilotos de caça os conhecimentos adquiridos na Suécia, é que os capitães Gustavo Pascotto e Ramon Fórneas permaneceram seis meses no Esquadrão F-7, da Força Aérea Sueca.

A troca de experiências incluiu aulas teóricas, horas de simulador e de voo, com novas metodologias de emprego e de instrução. “Nós trouxemos bastante material focado na parte operacional e esperamos realmente empregar a aeronave em toda a sua capacidade”, afirmou o Capitão Fórneas na época de seu retorno ao Brasil. No final de janeiro de 2015, os militares brasileiros realizaram seus primeiros voos sozinhos na cabine de caças Gripen.

Relembre

O Brasil anunciou a escolha da nova aeronave de caça em dezembro de 2013. A ordem de serviço que autoriza a execução do contrato com a empresa Saab para aquisição de 36 aeronaves Gripen NG foi assinada em setembro de 2015. O contrato comercial inclui a compra de aeronaves de combate, suporte logístico e compra de armamentos necessários à operação dos caças. A previsão é que a primeira aeronave chegue ao País em 2019 e a última seja entregue em 2024.

Por possuir um motor de significativa potência, a nova aeronave permitirá, com facilidade, a realização de voos supersônicos em altas altitudes, o que é muito desejável para as ações de Defesa Aérea em ambiente de combate além do alcance visual. Além disso, os equipamentos embarcados de última geração permitirão uma melhor identificação de alvos.

O radar de bordo permitirá, com grande resolução e precisão, a designação de alvos no solo e o emprego de armamentos inteligentes, o que garantirá um aumento da eficiência tática da FAB. "O Gripen implementará uma verdadeira revolução tática e operacional na Força Aérea Brasileira. Elevada eficiência e precisão operacional, juntamente com baixo custo de operação: essa será a marca da nossa Aviação de Caça do futuro, que está próximo", ressaltou o Capitão Gustavo, piloto do Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA).

Fonte: Portal Brasil via CECOMSAER 18 MAI 2016

 

 

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FAB avalia ter toda sua frota formada por jatos suecos Gripen
A fabricante sueca Saab apresentou ontem o primeiro protótipo do jato de combate da nova geração Gripen E, três anos antes de entregar o primeiro dos 36 aparelhos encomendados pela Força Aérea Brasileira (FAB) por US$ 4,7 bilhões.

À margem da cerimônia de apresentação na fábrica de Linkoping, no sul da Suécia, o negócio não só foi reafirmado, como a intenção dos dois lados é aumentar a transação com mais jatos no futuro, quando a FAB tiver que substituir aparelhos que ainda utiliza.

Em entrevista ao Valor, o presidente executivo da Saab, Håkan Buskhe, foi indagado sobre uma declaração que fizera à imprensa especializada, de que o Brasil examinava a possibilidade de comprar mais dois lotes do Gripen E.

Buskhe confirmou que os dois lados discutiram o assunto, já na fase inicial da transação dos 36 já encomendados, sobre mais dois lotes de 36 aparelhos cada.

"Sempre temos discussões com os parceiros sobre os próximos passos, mas não há nada definido sobre quando pode ocorrer. (com o Brasil)", ressaltou. "Claro que discutimos isso, porque tem impacto na nossa estrutura, porém não tem nenhum compromisso do governo brasileiro. Mas vemos isso como uma opção."

Presente em Linkoping para a cerimônia, o Comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, afirmou que a aquisição de novos aparelhos não foi discutido formalmente com os suecos, "mas nosso plano sempre foi ter um avião único".

Explicou que a encomenda atual de 36 jatos Gripen E é para substituição dos aparelhos que já foram desativados. E que a FAB opera com outros 53 AMX A-1 e 49 F-5, alguns já bem usados.

"Certamente, quando desativarmos os AMX A-1 e F5, que alguns são aviões já bem usados, pretendemos substitui-los pelos Gripen", disse o comandante. Indagado sobre mais dois lotes de 36 jatos suecos, no futuro, o brigadeiro respondeu que o número depende dos estudos da FAB. Mas acredita que "o número (de outros Gripen) será expressivo".

O governo brasileiro passou mais de uma década escolhendo o avião de caça que queria para o século 21. O comandante da Aeronáutica destacou os equipamentos inovadores, com tecnologia de ponta, como divisor de águas da defesa brasileira. "A tecnologia do sistema Gripen permite harmonizar o nivel de desenvolvimento de seus componentes à simplicidade das operações, e viabilizar assim sua atuação no território brasileiro", disse.

Enquanto os dirigentes pensavam no futuro, a situação política no Brasil, com mudança de governo, os levou a serem indagados por jornalistas suecos e estrangeiros sobre eventual risco à encomenda atual da FAB, que é o maior contrato de exportação da fabricantes sueca.

"Não, estamos no prazo, com orçamento acertado e a cooperação com Embraer e o governo brasileiro está indo muito bem", retrucou Buskhe. O brigadeiro disse ao Valor que o contrato foi avalizado pelo governo brasileiro e não há motivo para modificações. O projeto é todo financiado por bancos suecos e o pagamento só começa depois da entrega da última aeronave, em 2024.

A Saab destaca que o pacote para o Brasil inclui a venda do sistema de armas completo, treinamento, peças de reposição, planejamento e manutenção dos aparelhos. São 28 aparelhos de um lugar e uma encomenda de oito aparelhos de dois lugares. O primeiro Gripen E, recheado de novas tecnologias, será entregue em 2019 para a Força Aérea Sueca, que encomendou 60 aparelhos. O segundo será para a FAB. Depois, parte dos aviões serão montados no Brasil.

Para Saab, é uma enorme oportunidade também de abrir mercados nos outros países da América Latina. A empresa sueca reconhece que o contrato com o Brasil assegura suas atividades por um bom tempo.

Acredita que a Aeronáutica da Suécia e do Brasil poderão progredir em paralelo.

Também promete a transferência de tecnologia de maneira efetiva. Atualmente, cerca de 60 funcionários da Embraer já se encontram na Suécia, além de equipes da FAB e de uma empresa fornecedora brasileira, participando do projeto.

Wallenberg alerta para excesso de capacidade global e segura aportes
No comando de um grupo de € 250 bi, empresário defende presença no Brasil
Marcus Wallenberg, líder da legendária família sueca que controla um império industrial com capitalização de mercado de € 250 bilhões (R$ 993 bilhões), assumiu a postura de esperar para ver o que acontece no Brasil e na economia global em geral.
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As companhias que controla ou tem participação importantes, atraves da Investor, vão do grupo de defesa Saab ao farmacêutico AstraZeneca, passando pelo produtor de bens de consumo Electrolux, de equipamentos de telecomunicações Ericsson e a líder global de tecnologias em energia e automação ABB, todos com presença no Brasil.

Em entrevista ao Valor, Wallenberg, uma das vozes que pesam no capitalismo europeu, afirmou que "continua convencido" de que é bom estar no mercado brasileiro, quando examina a viabilidade de longo prazo do país. "Agora (o Brasil) está numa situação política que é questão interna do o país. Esperamos que essa situação política seja resolvida o mais rápido possivel", afirmou.

Indagado se, superada a crise política, as empresas sob sua influencia voltariam a pisar no acelerador do investimento no Brasil, Wallenberg foi prudente.

"Vivemos numa economia globalizada e todos vemos o que está acontecendo", disse referindo-se ao crescimento medíocre. "Um dos principais desafios para os empresários no momento é o excesso de capacidade em vários setores industriais [no mundo]. Para começar a investir precisamos ver se há realmente demanda, para não gerar mais oferta num mercado já com excesso." Ou seja, "temos que esperar que as coisas estejam mais seguras no lado economico. Estou falando globalmente, e não apenas do Brasil".

A posição do empresário sueco está em linha com estimativas de consultorias internacionais, apontando a existência de pelo menos US$ 6 trilhões na tesouraria das grandes companhias, globalmente, esperando melhores sinais sobre os rumos da economia global para decidir investir.

O Relatório Global sobre Investimentos, que a Agência das Nações para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) apresentará nas próximas semanas, confirmará que em 2015 o fluxo de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) cresceu 25%, alcançando US$ 1,7 trilhão, mas ainda é US$ 300 bilhões inferior ao montante de 2007, de antes da crise financeira global. O IED caiu em quase todos os grandes emergentes. Parte do aumento no fluxo global foi resultado de reestruturações financeiras e corporativas, mais do que novos investimentos produtivos.

Por outro lado, Marcus Wallenberg não esconde o entusiasmo com o contrato de venda de 36 jatos Gripen, da Saab, para o Brasil, valendo 39,3 bilhões de coroas suecas (US$ 4,7 bilhões).

"Estamos extremamente felizes com essa parceria da Saab e Embraer, da Suécia com o Brasil", afirmou, à margem da cerimônia de apresentação do protótipo do Gripen da nova geração que será utilizado pela Força Aérea Brasileira.

A expectativa do embaixador brasileiro na Suécia, Marcos Pinta Gama, é de que esse contrato alavanque o comércio bilateral. O Brasil exporta muitas commodities, desde café a minérios, num intercâmbio de US$ 1,5 bilhão que é mais favorável à Suécia.

Já na area de investimentos, o movimento em direção ao Brasil não parou. Mesmo no auge da desaceleração economica "algumas pequenas empresas suecas passaram a também fazer aquisições no Brasil, já que os ativos estão baratos". Duas grandes empresas populares da moda e moveis de design, H & M e Ikea, observam o Brasil mas o país não está na lista de prioridades delas, segundo o diplomata.

Há 250 empresas suecas instaladas no Brasil. E, na crise, várias estão reorientando suas estratégias, afirma o embaixador. Ele exemplifica com o caso da Electrolux, de produtos da linha branca. Com a queda muito grande do consumo interno, e também a depreciação do real, a empresa está transformando a operação no país como plataforma de exportação para o Oriente Médio e outros mercados.

Ele destaca que no setor automotivo a Volvo e a Scania perderam bastante com a retração do mercado no Brasil, mas considera possivel que também elas optem por exportar a partir do país.
Projeto do Gripen alavanca fabricante

Empresas brasileiras parceiras estratégicas do construtor sueco Saab para a produção do jato de combate de nova geração Gripen no Brasil preveem ganhos importantes com a cooperação tecnológica e com os planos suecos para ter o país como uma plataforma de exportação do aparelho.

A Saab projeta um mercado de 200 jatos de combate nos próximos dez anos na América Latina e espera obter uma fatia desse potencial de encomendas.

Metade da necessidade estimada é no Brasil, incluindo os 36 comprados pela FAB. A Colômbia planeja atualizar suas forças armadas com algo entre 15 e 25 caças, e o México pode abrir licitação para 12. O Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Equador têm igualmente planos de substituição de jatos de combate por volta de 2020.

"Nossa ideia é ter linha de produção na Suécia e no Brasil, depende do que for mais conveniente (para atender o cliente)", disse ao Valor o diretor para o Brasil da Saab, Mikael Franzén.

A expectativa é de que a produção do Gripen no Brasil comece em fins de 2018. Para Bo Torestedt, diretor de vendas para América Latina, o contrato com a FAB terá efeito sobre os produtos da Saab no resto da região.

Saab conta com seis parceiros estratégicos no Brasil - Embraer, Atech, Ael Sistemas, Inbra, Akaer e Mectron Odebrecht, que vão atuar no projeto. No caso da Mectron, há expectativas sobre reestruturação ou venda da companhia, segundo especialistas no setor.

O contrato de compra de 36 jatos Gripen pelo Brasil, por US$ 4,7 bilhões, inclui um forte pacote de transferência de tecnologia por meio de 50 projetos. Diretores da fabricante sueca destacam os benefícios de transferência e cooperação tecnológica, deixando claro que isso ajuda a Saab a ganhar mais dinheiro também. Eles mencionam o projeto "Triple Helix" que tem com a Suécia, Suíça e agora Brasil, para tornar mais eficiente a cooperação entre universidades, indústria e governos.
Na fábrica da fabricante sueca, diretores repetem que as companhias caminham para ser cada vez mais "empresas de software" e complexidade será o campo de batalha na indústria aeronáutica. Nesse cenário, acreditam que Saab tem o melhor em termos de tecnologia e facilidade de uso de sistemas na indústria militar.

Desde outubro de 2015, depois de assinada formalmente a encomenda da FAB, 80 engenheiros brasileiros já chegaram ao centro de produção da Saab, em Linkoping, para participar do projeto. No total, a Saab prevê o treinamento de 350 engenheiros brasileiros que, por sua vez, vão preparar outros engenheiros no Brasil para a produção local do Gripen.

A Embraer vai receber 70% da transferência de tecnologia sueca. "Vamos desenvolver tecnologia, estruturação da montagem do avião no Brasil e a coordenação da cadeia de produção", diz Jackson Schneider, presidente de Embraer Defesa. O centro de desenvolvimento de engenharia estará operacional a partir de novembro em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. A Embraer vai desenvolver do zero com a Saab o aparelho biposto, o avião com dois assentos, que é parte da encomenda da FAB.
Fonte: Assis Moreira - De Linkoping (Suécia) para Valor Econômico via CECOMSAER 20 MAI 2016
Obs.: A SAAB já fabrica o Gripen biplace (versão “D”). Não entendo como a Embraer vai fabricar, do zero, o NG biplace.

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A estrela da semana foi o Gripen E, mas a Saab não se esqueceu do Gripen C
Empresa sueca ainda espera conquistar novos clientes para a versão atual do Gripen, nos próximos 5 a 8 anos
Nestes últimos dias, os holofotes estiveram na apresentação do Gripen E da Saab, cujas imagens e detalhes o Poder Aéreo mostrou (e continuará mostrando em próximas matérias) diretamente das instalações da empresa em Linköping, na Suécia.
O desenvolvimento do Gripen F (modelo biposto da nova geração – NG – da qual o Gripen E é o monoposto) também recebeu atenção e será abordado aqui em breve. Mas a geração atual do caça, as versões C e D (de um assento e dois assentos, respectivamente) não foi esquecida pela empresa, nem em suas declarações à imprensa, nem nas ações em curso que pudemos conferir pessoalmente.
O motivo é simples: segundo Lennart Sindhal, vice-presidente senior da Saab, a empresa ainda espera conseguir oportunidades de vendas das versões C e D do Gripen nos próximos 5 a 8 anos, e deverão servir por décadas após as possíveis compras, gerando necessidades de apoio, manutenção e, principalmente, de atualizações graduais. Nisso se incluem a integração de novas armas e capacidades para continuar atendendo às necessidades militares de seus operadores, pelas próximas décadas.
O mesmo vale para a atual frota, que opera tanto em esquadrões da própria Suécia quanto da República Tcheca, Hungria, África do Sul e Tailândia. Os tchecos, por exemplo, que vinham operando o caça principalmente nas funções ar-ar (prioridade face suas necessidades de substituir aeronaves de origem soviética e cumprir obrigações de defesa aérea no âmbito da OTAN), agora estão interessados em ampliar o leque, com modernos armamentos ar-solo. Sem falar nas necessidades suecas de dissuasão, integrando armas mais modernas como o míssil ar-ar Meteor, arma que o Gripen será o primeiro caça a empregar operacionalmente.
Por isso, no dia da apresentação do Gripen E, e do lado de fora do hangar onde os holofotes apontavam para o novo membro da família, um Gripen C empregado em campanhas de testes em voo e integração de novas capacidades e armamentos estava exposto. E, sob as suas estações de cargas externas, estavam as mesmas armas vistas no Gripen E: mísseis ar-ar Meteor e IRIS-T, bombas de pequeno diâmetro (SDB, consideradas cada vez mais importantes em vários cenários dos conflitos recentes, pela combinação de precisão, e menores possibilidades de danos colaterais), acompanhadas de pod designador de alvos Litening. Não eram apenas de itens de decoração ou fundo para as fotos dos convidados que chegavam à cerimônia – neste dia 19 pudemos ver a mesma aeronave, de indicativo 39-261, abrigada no hangar dos jatos Gripens utilizados nos testes em voo. Ou seja, são versões dos armamentos que estão voando em seguidas surtidas de ensaios e validação.
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Como fotos no hangar de aviões de testes não foram permitidas hoje, esta matéria segue com as imagens do dia anterior, com o 39-261 cercado de convidados em sua chegada para a apresentação do Gripen E (entre eles o comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, visto na foto acima), e um pouco menos procurado para fotos na saída após toda a atenção dispensada ao novo membro da família – o que foi bom para que parte das imagens desta matéria pudesse mostrar melhor o caça por inteiro e em detalhes.
A respeito dos armamentos, as vantagens da integração do Meteor (visto nas fotos acima nos pilones mais externos das asas) foram destacadas tanto no dia 18, por Sindhal, quanto na visita ao hangar das aeronaves de testes neste dia 19, pelo piloto de testes da Saab que nos acompanhou, Marcus Wandt. Para eles, o Meteor é um verdadeiro “game changer” (virador de jogo), por ampliar e muito as distâncias de engajamento nos combates BVR (além do alcance visual). Para integrá-lo, além da evolução do software do sistema de combate da aeronave para o novo padrão MS 20, o radar multimodo PS-05/A também passou por significativas mudanças – e tanto Sindhal quanto Wandt deram a entender em suas palavras e expressões faciais que estes aprimoramentos demandaram bastante tempo e trabalho.
Como resultado, desde o ano passado o radar chegou à sua quarta versão, ou Mk.4, após cerca de dois anos de desenvolvimento. Em relação ao Mk.3, versão que pode ser convertida para a nova com a troca de módulos de processamento e de receptor/amplificador (excitador), o alcance de detecção e acompanhamento foi praticamente dobrado e otimizado para detectar alvos de baixa assinatura radar. Essa era a mudança necessária para explorar o alcance maior do míssil Meteor. Perguntamos o quanto esse alcance de engajamento de alvos foi melhorado, para o caça, com o novo míssil – obviamente a informação é classificada e não foi liberada, mas Wandt deixou claro, em sua ênfase nas palavras “veeeeery much” (muuuuuito), que a diferença em relação aos mísseis AMRAAM hoje empregados é grande.
O piloto Wandt também destacou as vantagens de contar com o IRIS-T (visto nas imagens nos trilhos das pontas das asas), capaz de suportar grandes cargas G em suas manobras para atingir os alvos, em combinação com o sistema de mira montada no capacete – outro “game changer” para o piloto. Mas Wandt não considera que o dogfight (luta a curta distância empregando manobras de combate aéreo) esteja morto devido a esses novos mísseis e sistemas. Isso porque as contramedidas também evoluem, assim como as capacidades furtivas. E estas se combinam conferindo boas possibilidades de que os engajamentos acabem se apresentando em curtas distâncias, onde as manobras de combate aéreo e a manobrabilidade dos caças continuariam fazendo a diferença – somadas à capacidade de mirar o IRIS-T em ângulos extremos.
Será que essas combinações de fatos e possibilidades farão a diferença para novas vendas de Gripen C/D? O que se pode dizer é que a Saab continua trabalhando nessas potenciais vendas, e cada novo cliente significará novos compromissos de manutenção e upgrades dentro dos limites da plataforma C/D, que segundo a empresa pode receber muitos aprimoramentos com base nos sistemas de combate e aviônicos desenvolvidos para os novos E/F.
Continuaremos em próximas matérias a trazer informações divulgadas tanto por altos executivos, como Sindhal, quando pelos pilotos que exploram diariamente os limites dos envelopes de voo e das arenas de combate, como Wandt. Em breve, novos capítulos aqui no Poder Aéreo.
Fonte: site Poder Aéreo via CECOMSAER 20 MAI 2016

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Saab Pushes For Year-end First Flight of Latest Gripen

Around the end of the year Saab expects to fly the new Gripen E for the first time. The latest generation of the Swedish warplane represents a major enhancement in capabilities and a thorough overhaul of every element of the basic design. Following on from the Gripen Demo technology demonstrator that has been testing various elements of the new fighter for some time, the first new-build Gripen E was rolled out at Linköping on May 18 and is now in the hands of the flight test team preparing for its first flight.

Known to Saab as 39-8, the first aircraft is one of three pre-production test aircraft authorized by the Swedish government. While the first aircraft is to concentrate initially on aircraft systems and aerodynamics trials, the second aircraft, 39-9, is due to fly next year with some tactical systems installed. The third test aircraft is to join the test fleet in 2019 with a representative IOC (initial operating capability) fit and software load, known as MS (mission system) 21. Saab is also working on the follow-on MS22, which adds greater functionality.

Series production of the first batch of 96 Gripen Es for Sweden (60) and Brazil (36) is already underway. The initial production aircraft is scheduled to be for Brazil. It is being built in Sweden and will be used to test the Brazil-specific elements of the system. Thanks to the increased use of ground-based test rigs performing much of the work, Saab estimates that the amount of flight time required to clear the Gripen E is roughly one-third that needed for the Gripen C/D.

Home Defense

Development of the Gripen E comes at a time when Sweden has opted to increase its defense spending in the light of increasing tension in the Baltic region. As well as this increase in capability, the focus of Sweden’s attention has shifted from overseas multi-national operations to national and regional defense.

Sweden faces the threat of a new generation of Russian aircraft and missiles in the Baltic. To maintain a credible counter the Gripen E introduces increased range and endurance, better communications and electronic warfare suite, AESA radar, longer-ranged and ‘smarter’ weapons, lower signature and impressive sensor fusion. “It’s important to have equipment designed for the Nordic environment,” Peter Hultqvist, Sweden’s defense minister, told AIN. “It’s necessary for us to invest in a new generation of JAS Gripens. We need a higher level of capability in these aircraft.”

These features are being introduced to “overcome numerical inferiority” according to Major General Mats Helgesson, chief of the Swedish air force. “Through the use of good technology and tactics we will prevail in the air war.”

Sweden expects to receive its first Gripen E in 2019, leading to an IOC standard in 2021 and the air force’s six current JAS 39C/D squadrons converting between 2023 and 2026. The first squadron is likely to be one of the two based at F7 Såtenäs, the home of the Gripen training center. Having operated as training units for some time, F7’s two squadrons were brought into to the front-line at the start of the year.

Sweden has ordered 60 Gripen E single-seaters, which will replace around 100 JAS 39C/Ds, leveraging the significant additional capability of the new aircraft to offset the decrease in numbers. With Russian saber-rattling in the Baltic showing little sign of abating, some Swedish politicians have called for an increase in the Gripen E purchase. “There is always debate around the size and number,” remarked Hultqvist. “If we need more then that will be a new decision.”

Brazil and Beyond

Saab achieved its first export success for the Gripen NG with a sale to Brazil of 36 aircraft, comprising 28 Gripen E single-seaters and eight Gripen F two-seaters. Illustrating Saab’s ability to transfer technology, Brazilian industry is playing a major role not only in the production of Brazil’s aircraft, but also in the development of the two-seater and other variants, such as the proposed Sea Gripen carrier version.

With an eventual Brazilian requirement that could reach 100 aircraft, and the possibility of sales to other nations in Latin America, the establishment of a production facility in Brazil in conjunction with Embraer was a natural move. The operation is centered on Gavião Peixoto, where a development and flight test center are being established alongside production facilities.

Saab is also offering the Gripen NG to India as part of the ‘Make in India’ initiative. Under the proposal Saab would include transfer of state-of-the-art technology, the establishment of an aerospace cluster including a manufacturing facility, the creation of a local supplier base, and the employment of a well-trained Indian workforce for engineering and manufacturing.

“We believe that there is an opportunity for us with the MRCA [Rafale] program being limited to 36 aircraft,” said Saab’s head of Gripen, Jerker Ahlqvist. “There’s a need for a large number of fighters over five years as the MiGs are phased out. We would use Brazil as a model for technology transfer, although India is potentially much bigger.”

A number of other nations are being targeted as potential customers for Gripen NG. Finland is viewed as a major opportunity as it looks for a Hornet successor. Sweden has formed increasingly close defense ties with Finland in recent times, and the advantages of having a common fighter type are seen as being potentially attractive.

Elsewhere in Europe the Gripen NG is competing in Belgium, and Saab believes that the Swiss requirement, for which the Gripen was initially selected, will be revived. Saab is still marketing the current C/D model strongly, with prospects in a number of nations. Slovakia is the closest to a decision with a requirement for eight aircraft. With the Czech Republic and Hungary already operating the Gripen C/D, Saab notes that with additional operators in the region the establishment of a training and technical support center in central Europe would make good sense.

New-look Gripen C/D

Recognizing that it will be some while until Gripen NG is available for deliveries, and that there are many nations that do not require the new version’s expanded capabilities, Saab continues to develop the current JAS 39C/D version. In late April the latest software version, MS20, was released for Swedish service, and it is being rolled out across the six-squadron fleet over the summer.

MS20 brings with it a host of new features, not least of which is the ability to operate with the MBDA Meteor long-range air-to-air missile, significantly enhancing the aircraft’s beyond-visual-range air combat capabilities. Another important weapons enhancement is the ability to carry the GBU-39 small diameter bomb, giving the aircraft a low-collateral damage precision attack capability. Other MS20 features include improved Link 16 datalink, a second datalink for digital close air support, night reconnaissance capability, improved CBRN characteristics, and logistics/maintenance improvements.

Saab is keen to stress the speed with which new-build Gripen C/Ds could be delivered, claiming a lead time of just 18 months from contract signature. The company has also pledged to maintain development of the C/D, drawing in elements from the NG program as and when applicable. Saab’s president and CEO, Håkan Buskhe, concluded that: “If you don’t have the need for endurance, the C/D is a very good fighter.”

Fonte: David Donald para http://www.ainonline.com/aviation-news/ ... est-gripen - July 5, 2016, 3:00 AM

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A verdadeira colaboração. Transferência de tecnologia.

 

 

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Desenvolver sucessor do Gripen seria ‘passo natural’, diz Schneider da Embraer
Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança, afirmou a site de finanças sueco "que parceria com a Saab será maior que o Gripen. Também disse, em Farnborough, que o caça é o avião certo para todas as forças aéreas da América Latina e que há conversações com diversos países."

Matéria publicada no site sueco de finanças SvD Näringsliv, cobrindo a feira aeronáutica de Farnborough na Inglaterra, divulgou trechos de entrevista com o executivo Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança (EDS), presente no evento.

Um dos pontos mais interessantes das declarações do executivo da EDS refere-se ao que o futuro reserva para a parceria da empresa com a sueca Saab, estabelecida como fruto do contrato de 36 caças Saab Gripen de nova geração (modelos E e F) encomendados pela Força Aérea Brasileira, no qual a Embraer passou a participar do desenvolvimento e produção. Para o site sueco, são as possibilidades de longo prazo que mais parecem atrair Schneider em relação à parceria da Embraer com a Saab, que no momento foca nos caças Gripen E/F: “A parceria com a Saab será maior que o Gripen. Seria um passo natural desenvolver em conjunto um novo produto, um sucessor do Gripen.”

Seguem abaixo outros trechos de declarações do executivo ao site sueco, traduzidos pelo Poder Aéreo. Nos desculpamos desde já por qualquer eventual equívoco na tradução, porém procuramos fazer o melhor trabalho possível com o idioma (como é de praxe em inúmeras matérias que já publicamos a partir de informações de fontes na língua sueca).

Sobre as instalações para desenvolvimento, montagem, integração e testes dos caças Gripen E/F a serem produzidos no Brasil em Gavião Peixoto (SP), com conteúdo brasileiro, o executivo afirmou ao site sueco: “Vamos inaugurar as instalações em agosto-setembro. Será nossa base de cooperação com a Saab, onde adaptaremos o Gripen para os requisitos da nossa Força Aérea, e onde desenvolveremos a versão de dois lugares.”

Segundo o SvD Näringsliv, após as primeiras entregas do Gripen E (monoposto) para as forças aéreas da Suécia e do Brasil, em 2019, o primeiro exemplar do Gripen E produzido no Brasil sairá das instalações de Gavião Peixoto em 2021. Dois anos depois, será a vez do primeiro biposto, Gripen F.

Sobre a versão de dois lugares, em desenvolvimento com a participação de engenheiros brasileiros, Schneider afirmou: “Há mais países além do Brasil que podem querer a versão de dois lugares. Ele pode ser útil para missões mais avançadas de reconhecimento e de guerra eletrônica.”

Ainda segundo o site, Schneider vê um grande potencial para o Gripen e destaca várias vantagens que também são promovidas por executivos da própria Saab: “O Gripen é realmente o avião certo para todas as forças aéreas na América Latina. Já começamos conversações com diversos países e alguns deles mostraram claro interesse no Gripen, e eu quero dizer que não é só a Colômbia. O avião é mais barato para comprar, tem o menor custo de manutenção e é o mais barato para operar. Pode haver competidores melhores tecnicamente em alguns quesitos, mas eles custam duas a três vezes mais, e são muito mais caros para manter.”

O site destacou que a Saab tem expectativas de vender cerca de 450 exemplares do Gripen ao longo dos próximos 20 anos e entre os países com potencial para comprar está a Índia, que planeja uma grande aquisição de cerca de 200 caças, o que é disputado por várias empresas. Os indianos pretendem comprar esses aviões por um programa de cooperação, transferência de conhecimento e produção local, tal qual o Brasil está fazendo.

Perguntado sobre o que a Embraer pensa sobre um contrato do tipo, que poderia fazer a Saab mudar seu foco para fora do Brasil, Schneider afirmou: “Se a Saab conseguir um acordo para vender o Gripen para a Índia, para nós está tudo bem. A Embraer também tem grande experiência com a Índia, tanto no mercado civil quanto militar. A Índia já falou conosco sobre o Gripen, nossas experiências com o avião e com a Saab. Estou muito animado com a cooperação com a Índia.”

Fonte: http://www.aereo.jor.br/2016/07/12/dese ... a-embraer/ 12 de julho de 2016

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Réplica do Gripen NG, caça de última geração, está em exposição no RibeirãoShopping
Os apaixonados pela aviação podem desfrutar da nova atração do RibeirãoShopping. O Gripen NG, futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB), está em exposição pela primeira vez na região, na Praça de Eventos A, na oitava expansão do empreendimento, entre os dias 4 e 15 de outubro. A aeronave é uma réplica em tamanho real feita de fibra de vidro, madeira e metal. A visitação é gratuita.

Os visitantes têm a oportunidade de conhecer e interagir com a aeronave. O painel pode ser ligado e permite visualizar algumas das funcionalidades da aeronave multitarefa. Além disso, os protótipos dos armamentos, utilizados no Gripen, como o míssil A-Darter, também estão expostos. Quem tiver interesse, pode ainda entrar no cockpit e se sentir como um verdadeiro piloto de caça. O ingresso para visitar o cockpit é um quilo de alimento não perecível que deve ser trocado no local do evento. Os alimentos arrecadados serão doados a uma instituição de caridade.

Além de conhecer mais detalhes sobre a aeronave, os visitantes também contam com a presença de militares para tirar dúvidas sobre a Força Aérea e obter informações para ingressar na área.

Ao lado do Gripen NG há ainda uma exposição sobre a história da Passaredo Linhas Aéreas, com aproximadamente 15 fotos, miniaturas, maquetes e objetos.

Sobre o caça - O Gripen NG, da fabricante sueca Saab, é um caça de última geração que atenderá às necessidades operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB) para os próximos 30 anos. A compra de 36 aeronaves, anunciada no final de 2013, faz parte do Projeto FX-2 do Programa de Articulação e Equipamento da Defesa. Os primeiros modelos do caça devem chegar ao Brasil a partir de 2019 para fazer parte do sistema de defesa aérea do país. Será a primeira vez que o Brasil receberá caças supersônicos novos desde a chegada dos F-5, em 1975.

Serviço: exposição da réplica da aeronave Gripen NG

Período: 4 a 15 de outubro de 2016

Local: oitava expansão

Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h

Visitação gratuita

Exposição sobre a história da Passaredo Linhas Aéreas

Período: 4 a 15 de outubro de 2016

Local: oitava expansão

Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h

Visitação gratuita

Fonte: Ribeiro Preto online (SP) via CECOMSAER 5 OUT 2016

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Saab recebe encomenda da FMV para um Novo Sistema de Visor Integrado em Capacete, para o Gripen E

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A Saab, empresa de defesa e segurança, recebeu da Administração de Equipamentos de Defesa (FMV) da Suécia a encomenda de um sistema avançado de visualização integrado ao capacete (HMD – Helmet Mounted Display), denominado Targo.
O novo sistema será empregado no caça Gripen E da Força Aérea Sueca. A encomenda tem valor aproximado de 119 milhões de coroas suecas. As entregas vão ocorrer entre 2022 e 2026.
O sistema Targo será fabricado e fornecido pela empresa brasileira AEL Sistemas (AEL), tendo sido, também, encomendado pelo Brasil para os caças Gripen NG da Força Aérea Brasileira.

Os pilotos equipados com o Targo serão capazes de localizar, rastrear, identificar e combater melhor os alvos aéreos e terrestres, uma vez que o sistema proporciona maior consciência situacional e melhores opções para ampliar a capacidade de combate.
Um visor integrado ao capacete exibe informações de voo, tais como altitude e velocidade do ar, além de indicar alvos e fornecer dados de rastreamento que ajudam o piloto.
“Ao mirar o alvo com a cabeça, ao invés de usar toda a aeronave, consigo, rapidamente, acoplar os sensores e mísseis no alvo e, assim, obter o máximo desempenho do míssil. Isso torna possível o seu disparo logo após a detecção e identificação do alvo, mantendo os olhos constantemente nele. O sistema também é capaz de designar alvos para o piloto, levando-o a uma avaliação mais rápida da situação tática”, explica Hans Einerth, piloto de ensaios em voo da Saab.
Os sistemas HMD já estão em funcionamento com a atual frota de Gripen da Força Aérea Sueca. Com o novo sistema HMD Targo para o Gripen E, os pilotos suecos do Gripen irão dispor, dentre outros, de recursos de visualização e indicação noturna.
A AEL é fornecedora para o Gripen NG no Brasil e parceira no programa de transferência de tecnologia, como parte do programa F-X2. Além de entregar o sistema HMD, a AEL também fornecerá o Display Panorâmico Inteligente (WAD – Wide Area Display) e o HUD (Head- Up Display) para o Gripen NG do Brasil.
Fonte: MSLGROUP Publicis Consultants via site Poder Aéreo 7 NOV 2016

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Gripen E terá pilones da Exelis com ejeção pneumática de mísseis
Equipamento destinado às estações da parte inferior da fuselagem do caça será fornecido pelas instalações britânicas da empresa americana Exelis

Segundo nota divulgada pela empresa americana Exelis (sediada em McLeon, Virginia, e com instalações em outros países) e reportagem da UPI, os caças Gripen E da sueca Saab serão equipados com pilones lançadores de mísseis com sistema de ejeção pneumática, em contrato que será conduzido pelas instalações britânicas da Exelis, em Brighton.
Os equipamentos serão desenvolvidos e fornecidos à sueca Saab sob um acordo de longo prazo. Os chamados PMEL (pneumatic missile eject launcher pylons) permitirão a ejeção de mísseis ar-ar Meteor e AIM-120 AMRAAM a partir das estações da parte ventral (inferior) da fuselagem do Gripen E.
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Segundo o vice-presidente e diretor geral da área internacional de soluções em visão noturna e comunicações da Exelis, Ken Harrison, trata-se de “uma grande oportunidade para nós de partir da experiência da Exelis em transporte e ejeção de armamentos e continuar a crescer no mercado de ejeção de mísseis ar-ar”.
A empresa divulgou que a assinatura do acordo com a Saab desencadeou um contrato imediato de projeto e desenvolvimento, que inclui a entrega e fornecimento de diversas unidades para testes de voo. Um contrato posterior de produção inicial deverá cobrir o suprimento de 214 unidades do PMEL à Saab.
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Ainda segundo a nota divulgada pela Exelis, o acordo de longo prazo cobre toda a vida operacional do Gripen E, incluindo modernizações no sistema. A Exelis é descrita como uma empresa diversificada e global que atua em áreas como a aeroespacial, defesa, informação e serviços, com 50 anos de experiência em fornecer soluções acessíveis e críticas, entre as líderes em áreas de posicionamento, navegação, sensores, gerenciamento de tráfego aéreo, processamento de imagens, sistemas de comunicação e informação. Atualmente, foca no crescimento em áreas como redes críticas, ISR, guerra eletrônica e aeroestruturas compósitas.
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FONTES: Exelis e UPI
IMAGENS (em caráter meramente ilustrativo): Saab
NOTA DO EDITOR: os pilones sob a fuselagem do Gripen E, previstos para diversos tipos de cargas externas e aptos a disparar mísseis ar-ar, são três. Dividindo-se a quantidade informada de 214 unidades para um possível contrato de produção inicial por três, chega-se ao número aproximado de 71 – ou seja, esse contrato de produção inicial seria, hipoteticamente, suficiente para equipar os 70 caças (60 confirmados e 10 adicionais) pretendidos unicamente pela Suécia.
Fonte: site Poder Aéreo

 

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Ou seja, tendo partes britânica no projeto já era pra Argentina comprá-los, é isso?

Prezado MIssedApproach

Creio que não é isso, não. A Inglaterra ainda mantém uma postura de desconfiança com a Argentina, desde 1982. Há uns anos, quando foi ventilado que Israel havia proposto a venda de uns Kfir C-10 para esta, aquela não só exigiu que Israel revelasse toda a configuração e armamento das aeronaves oferecidas, como tentou obstaculizar qualquer transação.

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/56329-kfir-c10-para-a-argentina/?hl=argentina&do=findComment&comment=1209757

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Denel Dynamics recebe contrato de integração brasileira do míssil A-Darter

A Denel Dynamics recebeu um contrato do Brasil para integrar o míssil ar-ar A-Darter aos caças Gripen NG JAS-39E/F da Força Aérea Brasileira. O Denel Group tomou nota do contrato em seu Relatório Anual para 2015-2016.

Os graves problemas econômicos do Brasil põem em dúvida o compromisso da Força Aérea Brasileira com o A-Darter, que o Brasil co-financiou o desenvolvimento com a África do Sul. O A-Darter seria fabricado no Brasil em paralelo com a África do Sul, mas o Brasil ainda não começou com o projeto de produção.

O A-Darter é um míssil ar-ar “high off-boresight” (HOBS) de quinta geração. Originalmente um projeto da Denel Dynamics, as brasileiras Avibrás, Mectron e Opto Eletrônica se uniram como parceiros na sequência da decisão do Brasil de se associar e ajudar a financiar o A-Darter. O A-Darter é equipado com um buscador de infravermelho de imagem que pode ser escravizado a uma mira montada em capacete e sistema de visão, e tem bocais de vetor de empuxo para curvas fechadas em dogfight. É comercializado como uma alternativa para o AIM-9X, Python 5 e IRIS-T.

Fonte: Poder Aéreo via CECOMSAER 22 NOV2016

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Evento sobre operação do Gripen aproxima Brasil e Suécia
Simpósio trouxe oficiais da Força Aérea Sueca para falar sobre temas operacionais e logísticos ligados à operação do futuro caça brasileiro
Iniciou nesta segunda-feira, 21, e segue até a próxima quarta (23/11), um simpósio com a Força Aérea Sueca sobre aspectos operacionais e logísticos envolvidos na operação do futuro caça brasileiro, o Gripen NG. A ideia do encontro, que acontece em Brasília, é que os oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) possam conhecer a estrutura e a rotina envolvidas na operação do Gripen na Suécia e fazer as adaptações necessárias para o recebimento da aeronave.
Segundo o Chefe da Segunda Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Brigadeiro do Ar Ricardo Reis Tavares, o encontro deve estabelecer pontos de contato entre as Forças Aéreas e promover o nivelamento de conhecimentos nas áreas operacional, logística, defesa antiaérea, defesa de solo e medicina aeroespacial. “Esse simpósio vai iniciar uma troca de experiências. Tudo que será debatido aqui vai influenciar nosso dia a dia sobre como operar o Gripen no futuro”, afirma o Brigadeiro Reis.
O grupo de suecos que está ministrando as palestras é composto por cinco oficiais, dois pilotos de Gripen e três militares de nível gerencial.
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O adido militar junto à Embaixada da Suécia no Brasil também está acompanhando o evento. No primeiro dia de palestras, o foco foi a apresentação do contexto militar do país parceiro e a estrutura organizacional da Força Aérea Sueca.
O Tenente-Coronel Mattias Hansson, que é engenheiro aeronáutico e está no Brasil pela terceira vez devido ao projeto do Gripen, afirmou que, naquele país, as Forças Armadas são muito integradas à sociedade. “Todo sueco sabe o que fazer em caso de cenário de guerra. Em caso de mobilização, contamos com 850 mil soldados”, disse.
Uma das mudanças que o Gripen NG vai trazer para a Força Aérea Brasileira no quesito operacional é a possibilidade de atualização constante dos sistemas embarcados, em uma média de 4 ou 5 anos. Segundo o Chefe da Sexta Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica, Brigadeiro Paulo Eduardo Vasconcellos, isso vai trazer implicações aos futuros gestores, já que representa uma mudança de conceito em relação a como se procede hoje - a modernização completa das aeronaves após décadas de uso. “Isso mantém ativa por mais tempo a cadeia produtiva envolvida, além de, em tese, ser mais barato”, explica.
Após o simpósio, os oficiais suecos devem conhecer a Base Aérea de Canoas e a Base Aérea de Anápolis.
Assista, abaixo, à entrevista do Brigadeiro Reis sobre o simpósio operacional e logístico do Gripen.


Fonte: Ten Gabrielli Dala Vechia, Agência Força Aérea 21 NOV 2016

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