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Bom vamos ao que ja sabemos sobre o acidente: - O sistema de localizacao de caixa preta apos um acidente(especialmente no mar) não funciona adequadamente, cabe a hora de se pensar em deployable recor

Você só pode estar de brncadeira. "Aonde está a dificuldade?" Sério? Procurar um avião de 60 metros de comprimento no mar, que não se tem certeza de onde caiu, numa área de uns 15 milhões de quilô

Colegas, o outro tópico foi fechado pois continha muitas informações desencontradas, sem nexo ou com informações desatualizadas. A partir do anúncio oficial do governo malaio, decidimos abrir um novo

Mieus 2 cents vão para que achem destroços em uns 8 anos... Se acharem...

Na minha singela opinião, NUNCA divulgarão.

Na minha concepção, sabem onde está..........

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Na minha singela opinião, NUNCA divulgarão.

Na minha concepção, sabem onde está..........

Postal,

 

Respeito sua comcepção, mas me dou o direito de discordar. Tem muito mais coisa envolvida nessa história do que "somente" o luto das famílias. As indústrias (aeronáutica e de segurança) como um todo querem o paradeiro dessa aeronave. Muito mais do que vc pensa.

 

Abcs,

 

Sydy

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Talvez, e apenas talvez, com o sumiço deste avião e de seus ocupantes, as pessoas comecem a olhar mais pro céu e comecem a entender que há coisas que ainda não entendemos ou que teimamos em não dar o devido crédito.

 

Lembrem-se: O avião SUMIU!!! Não deixou nada, apenas SUMIU como se nunca tivesse existido.

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Talvez, e apenas talvez, com o sumiço deste avião e de seus ocupantes, as pessoas comecem a olhar mais pro céu e comecem a entender que há coisas que ainda não entendemos ou que teimamos em não dar o devido crédito.

 

Lembrem-se: O avião SUMIU!!! Não deixou nada, apenas SUMIU como se nunca tivesse existido.

 

Geralmente tememos pelo que não conhecemos. Nos mares também existe muito mistérios ou simplesmente o imaginário humano se colocando aonde simplesmente temos uma força da natureza agindo.

 

Muitas são as teorias no entanto acredito que somente o tempo poderá nos dizer o que de fato ocorreu. Muitas vezes nem o tempo pode nos trazer as respostas.

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Postal,

 

Respeito sua comcepção, mas me dou o direito de discordar. Tem muito mais coisa envolvida nessa história do que "somente" o luto das famílias. As indústrias (aeronáutica e de segurança) como um todo querem o paradeiro dessa aeronave. Muito mais do que vc pensa.

 

Abcs,

 

Sydy

 

Pois é Sydy. O que faz este caso ser muito pior que o AF477 é não ter dados sobre o que ocorreu. No caso do AF447 em cinco dias se achou parte dos destroços e dois corpos. Além disso as mensagens do ACARS deram algumas pistas.

 

Neste caso temos zero informação confiável.

 

Isto é péssimo para a Boeing, para a Malaysia Airlines, para o governo Malaio e para a aviação em geral.

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ppjr,

 

Eu confio nos cálculos da immarsat. Sei que tem muita engenharia por trás, pouca gente entende realmente, mas tem fundamento sim. Agora é uma busca longa. Acho que levarão anos procurando...

 

Na minha concepção (com m ficou fogo ai em cima...) eu acredito que não cessarão as buscas até encontrar algo.

 

Abcs,

 

Sydy

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Eu confio nos cálculos da immarsat. Sei que tem muita engenharia por trás, pouca gente entende realmente, mas tem fundamento sim. Agora é uma busca longa. Acho que levarão anos procurando...

 

Concordo plenamente. Mesmo com a Inmarsat, a área a se buscar é imensa.

 

Agora, ali onde os Australianos estão procurando, e detectaram um sinal, eu acho que teve algum passarinho que contou alguma coisa pra eles... (se é que é a localização "quente")

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  • 3 weeks later...
Malaysia releases MH370 satellite data

By: GREG WALDRON SINGAPORE

Source: Flight International 2 hours ago


Malaysia has publicly released the raw data of Malaysia Airlines flight MH370’s ‘handshakes’ with an Inmarsat satellite on 8 March.


The data is contained a 47-page transcript of satellite transmission and “handshake” data as recorded by Inmarsat. It was produced by Inmarsat, and contains brief explanatory notes at salient moments during the flight, such as the aircraft’s last ACARS (Aircraft Communications and Reporting Addressing System) transmission.


It commences at 16:00:13 GMT (on Saturday 7 March) with a “Log-on/Log-off Acknowledge” event, this would have been just after midnight local time on 8 March.


After over 30 pages of routine transmissions, at 17:07 GMT, the report notes the “Last acknowledged Ground to Air DATA-2 ACARS” message. Eventually, at 00:18:37 GMT on Saturday 8 March, the final transmission is received from the aircraft.


The release of the data is part of an effort to bring greater transparency to the search for MH370, the loss of which claimed the lives of 227 passengers and 12 crew. The lack of information about the aircraft’s disappearance, as well as Malaysian public relations gaffes in the days after the aircraft vanished, infuriated the families of the victims and led to a row with the Chinese government. The majority of passengers on the aircraft were Chinese nationals.


The disclosure of the Inmarsat data will also give external consultants and experts an opportunity to examine the data, which has so far provided the only clue to the final position of the lost aircraft.


Meanwhile, the Australian Transport Safety Bureau (ATSB) is preparing for an intensified underwater search for MH370. It envisages the search taking 12 months and covering an area of up to 60,000 square kilometres. The objective will be to locate the aircraft and map the debris field.


“The ATSB will use data obtained from a comprehensive bathymetric survey of the search area to identify and prioritise areas of the search zone,” it says. “The bathymetric survey – currently underway – will essentially provide a map of the search zone, charting the contours, depths and hardness of the ocean floor.”


The extended search for the lost aircraft, which will be conducted by private contractors, will use specialist equipment capable of operating at depths of “at least 6,000m.” It will included a towed sonar, autonomous underwater vehicle, and advanced optical imaging equipment.



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  • 4 weeks later...

Meus prezados:

Investigação de voo malaio é a mais cara da história

Desaparecimento do avião que partiu de Kuala Lumpur em direção a Pequim há mais de cem dias ainda é um mistério

A investigação sobre o avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março já é a mais cara da história da aviação. A Malásia gastou 8,6 milhões dólares até agora, e a Austrália deverá gastar cerca de 84 milhões, segundo a CNN.

As famílias dos passageiros desaparecidos trabalham para levantar 5 milhões de dólares para recompensar qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro da aeronave.

Já faz mais de 100 dias que o Boeing 777 desapareceu e para a frustração de muitos, nenhuma evidência tangível foi encontrada até o momento.

Segundo Mary Schiavo, ex-inspetor-geral do Departamento de Transportes dos EUA, há uma grande necessidade de que o avião seja encontrado, especialmente se o seu sumiço tiver sido causado por falhas mecânicas.

"Quanto mais tempo se passa, mais parece que não foi terrorismo, sequestro, ou sabotagem. Parece que algo mais aconteceu - algo mecânico, uma espécie de uma falha catastrófica, uma explosão - e que precisa ser descoberto para que possamos melhorar a segurança aérea", diz Schiavo.

Algumas melhorias já começaram ser implementadas. A Malaysia Airlines mudou seus regulamentos do cockpit (cabine de pioltagem), e corpos da aviação internacional, como a International Air Transport Association (IATA), pediram que a indústria da aviação mude os sistemas de rastreamento das aeronaves.

Mas convencer a indústria a implementar medidas de segurança antes que aconteça um acidente ainda é um desafio na opinião de Schiavo. "Nos Estados Unidos e em muitos outros países, nada foi feito até alguém morrer, e isso é simplesmente inaceitável", acrescenta.

"Para nós, isso é frustrante, e atordoante. No final do dia eu vou dormir desapontado, mas para as famílias é um pesadelo que nunca termina", diz David Gallo, oceanógrafo e diretor de Projetos Especiais do Woods Hole Oceanographic Institution.

Enquanto as buscas pela aeronave se concentram em águas vastas e profundas, cresce a urgência para se encontrar provas, antes que elas sejam desgastadas pelo mar.

"Nós temos que entender o que aconteceu para o bem das famílias dos passageiros, para as dezenas de milhares de pessoas que voam todos os dias, e para o bem da indústria aeronáutica", diz ele.

"Precisamos encontrar o avião, porque ele próprio pode ser uma cena de crime móvel. As únicas testemunhas do que aconteceu naquela noite são aquelas caixas pretas que estão dentro do avião."

Fonte: Portal TERRA via CECOMSAER 18 jun 2014

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Investigação de voo malaio é a mais cara da história

Desaparecimento do avião que partiu de Kuala Lumpur em direção a Pequim há mais de cem dias ainda é um mistério

A investigação sobre o avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março já é a mais cara da história da aviação. A Malásia gastou 8,6 milhões dólares até agora, e a Austrália deverá gastar cerca de 84 milhões, segundo a CNN.

As famílias dos passageiros desaparecidos trabalham para levantar 5 milhões de dólares para recompensar qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro da aeronave.

Já faz mais de 100 dias que o Boeing 777 desapareceu e para a frustração de muitos, nenhuma evidência tangível foi encontrada até o momento.

Segundo Mary Schiavo, ex-inspetor-geral do Departamento de Transportes dos EUA, há uma grande necessidade de que o avião seja encontrado, especialmente se o seu sumiço tiver sido causado por falhas mecânicas.

"Quanto mais tempo se passa, mais parece que não foi terrorismo, sequestro, ou sabotagem. Parece que algo mais aconteceu - algo mecânico, uma espécie de uma falha catastrófica, uma explosão - e que precisa ser descoberto para que possamos melhorar a segurança aérea", diz Schiavo.

Algumas melhorias já começaram ser implementadas. A Malaysia Airlines mudou seus regulamentos do cockpit (cabine de pioltagem), e corpos da aviação internacional, como a International Air Transport Association (IATA), pediram que a indústria da aviação mude os sistemas de rastreamento das aeronaves.

Mas convencer a indústria a implementar medidas de segurança antes que aconteça um acidente ainda é um desafio na opinião de Schiavo. "Nos Estados Unidos e em muitos outros países, nada foi feito até alguém morrer, e isso é simplesmente inaceitável", acrescenta.

"Para nós, isso é frustrante, e atordoante. No final do dia eu vou dormir desapontado, mas para as famílias é um pesadelo que nunca termina", diz David Gallo, oceanógrafo e diretor de Projetos Especiais do Woods Hole Oceanographic Institution.

Enquanto as buscas pela aeronave se concentram em águas vastas e profundas, cresce a urgência para se encontrar provas, antes que elas sejam desgastadas pelo mar.

"Nós temos que entender o que aconteceu para o bem das famílias dos passageiros, para as dezenas de milhares de pessoas que voam todos os dias, e para o bem da indústria aeronáutica", diz ele.

"Precisamos encontrar o avião, porque ele próprio pode ser uma cena de crime móvel. As únicas testemunhas do que aconteceu naquela noite são aquelas caixas pretas que estão dentro do avião."

Fonte: Portal TERRA via CECOMSAER 18 jun 2014

 

Isso não seria uma boa razão para fazerem a instalação dos ELTs 406Mhz imediatamente na frota mundial?!

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NOVAS INFORMAÇÕES POR TRÁS DO SUMIÇO DO MH370
O piloto do voo MH370, Zaharie Shah, 53, se tornou o principal suspeito pelo desaparecimento da aeronave depois que peritos conseguiram recuperar dados de um simulador de voo em seu computador. Segundo as informações, ele praticou pousos em pistas curtas de ilhas no oceano Índico, de acordo com reportagem do jornal 'Sunday Times'. O MH370 desapareceu em 8 de março com 239 pessoas à bordo, e até agora as equipes de busca não conseguiram localizar nenhum sinal do avião.

A reportagem informa que os dados do simulador haviam sido apagados, mas uma equipe especializada conseguiu recuperar os últimos itinerários do piloto.
Outro fator que reforça as suspeitas sobre Shah é a ausência de compromissos sociais ou de trabalho marcados para após a data do voo MH370. Para a polícia isso contraria o caráter extrovertido do piloto e destoa de todo o resto da tripulação, que já tinham confirmado presença em eventos e reuniões.O relatório das autoridades, que deve ser divulgado em breve, não exclui porém a probabilidade de falha mecânica na aeronave ou terrorismo.
Buscas: A Austrália planeja retomar a busca pelo MH370 no sudoeste da área no Oceano Índico onde o leito foi investigado em detalhes no mês passado, disseram autoridades australianas. Para isso, o Escritório de Segurança dos Transportes do país contratou uma empresa privada, a Fugro Survey, em 10 de junho, para realizar uma busca de três meses no leito do oceano ao longo do arco de possíveis destinos finais. O deslocamento para o sudoeste reflete análises de uma série de "pings" eletrônicos entre o Boeing 777-200 e um satélite operado pela empresa Inmarsat, com sede em Londres, horas após o avião desaparecer antes do amanhecer de 8 de março, durante um voo de Kuala Lumpur, Malásia, para Pequim com 239 pessoas a bordo.

Fonte: UOL
No site do UOL eu não encontrei essa notícia. O link de onde foi retirado esse texto é este: http://planesworld2.blogspot.com.br/2014/06/voo-mh370-ultimas-noticias.html

 

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Buscas: A Austrália planeja retomar a busca pelo MH370 no sudoeste da área no Oceano Índico onde o leito foi investigado em detalhes no mês passado, disseram autoridades australianas. Para isso, o Escritório de Segurança dos Transportes do país contratou uma empresa privada, a Fugro Survey, em 10 de junho, para realizar uma busca de três meses no leito do oceano ao longo do arco de possíveis destinos finais.

A Austrália tem cidadãos do seu país no referido vôo, que justifica a busca. Mas, pqp, o governo da Malásia nem para ajudar a pagar os custos de contratar uma empresa, sendo eles os maiores interessados. E vai passar impune.

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  • 3 weeks later...
  • 2 months later...

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Austrália retoma buscas do voo MH370 no Oceano Índico
Avião da Malaysia Airlines desapareceu em 8 de março com 239 pessoas. Embarcações com potentes sonares vão submergir a 5 mil ou 6 mil metros.

Sete meses depois do misterioso desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines, a busca submarina foi retomada nesta segunda-feira (6) no Oceano Índico, provável local de queda do avião, anunciaram as autoridades australianas.

Depois de uma primeira fase de buscas sem resultados na superfície e em profundidade, uma embarcação especializada fretada pela Malásia começou a rastrear o fundo do mar para tentar localizar destroços do Boeing 777-200 desaparecido em 8 de março, pouco depois de decolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim, com 239 pessoas a bordo.

"O navio "GO Phoenix", com material e especialistas disponibilizados pela Phoenix International, chegou à região de busca, no Oceano Índico, e começou as operações de exploração submarina", anunciou a ATSB, agência australiana de segurança dos transportes.

O "Go Phoenix" e o "Fugro Discovery" - fretado pela Austrália - devem submergir a 5 mil ou 6 mil metros potentes sonares programados para detectar as partes volumosas do avião, como motores, trem de pouso e fuselagem.

O contato com a cabine foi perdido após uma hora de voo e desde então nenhum vestígio físico da aeronave foi encontrado.

Os sistemas de comunicação foram captados diversas vezes por satélites e isto permitiu reconstituir a suposta trajetória até a possível queda no mar, ao sul do Oceano Índico, na altura da costa oeste da Austrália.

Várias hipóteses foram mencionadas, desde um ataque de loucura do piloto ou copiloto até um sequestro, passando por uma falha mecânica grave.

A explicação mais plausível, segundo os coordenadores da investigação, é que uma queda brusca do nível de oxigênio a bordo deixou tripulantes e passageiros inconscientes.

O avião seguiu voando no piloto automático até cair por falta de combustível.

Dos 239 passageiros e tripulantes, 153 eram chineses.

Em 17 de julho, outro Boeing da Malaysia Airlines, que voava de Amsterdã a Kuala Lumpur, explodiu em pleno voo, aparentemente derrubado por um míssil quando sobrevoava o leste da Ucrânia. Transportava 298 pessoas, incluindo 193 holandeses.

Fonte: Da France Presse via CECOMSAER 7 out 2014

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  • 2 months later...
Austrália divulga imagens de onde se acredita que esteja o voo MH370

 

Imagens mostram o leito marinho de área de buscas no Índico.

Navio continua recolhendo dados e buscas foram reiniciadas.

 

As autoridades da Austrália publicaram nesta sexta-feira (12) as primeiras imagens do leito marinho do oceano Índico que correspondem à área na qual são procurados os destroços do avião da Malaysia Airlines, desaparecido no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo.

Mais de nove meses depois do desaparecimento da aeronave, o Escritório Australiano de Segurança no Transporte (ATSB, na sigla em inglês) divulgou uma representação computadorizada do fundo marinho.

Esta semana, o ATBS informou que o navio Fugro Equator continua recolhendo dados barimétricos, enquanto o Fugro Discovery e o GO Phoenix recomeçaram suas operações de busca.

A área de busca fica ao longo do chamado "sétimo arco", uma curva que se estende em frente ao litoral ocidental da Austrália.

Até o momento, o Fugro Equator, da empresa holandesa Fugro contratada pela Austrália para estas tarefas, recolheu dados em uma área de 200 mil quilômetros quadrados.

O avião da Malaysia Airlines desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo, após mudar de rumo em uma "ação deliberada", segundo os especialistas, 40 minutos após ter decolado de Kuala Lumpur em direção a Pequim.

Desde essa data se desconhece seu paradeiro e não foram encontrados destroços da fuselagem, o que evidencia um mais do que provável acidente.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/12/australia-divulga-imagens-de-onde-se-acredita-que-esteja-o-voo-mh370.html

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Acho q é esse o problema, não tem nada lá.... Achei q a reportagem da foto foi sensacionalista, é uma foto do fundo do oceano onde acham q o avião caiu... Nada mais. Não existem indícios dq tenham visto algo. Falta de notícia e um estagiário decidiu pegar a foto e criar uma matéria.

Edited by FOQA
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Acho q é esse o problema, não tem nada lá.... Achei q a reportagem da foto foi sensacionalista, é uma foto do fundo do oceano onde acham q o avião caiu... Nada mais. Não existem indícios dq tenham visto algo. Falta de notícia e um estagiário decidiu pegar a foto e criar uma matéria.

 

Na verdade se não me engano é uma batimetria de baixa resolução, não dá pra ver nada mesmo (olha a escala ali)

 

Mas é uma base sobre a qual as buscas podem proceder, pois é necessário para os AUVs de busca.

 

E é claro, se vissem alguma coisa como um avião ali acho que não seria a foto que mostrariam

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me parece um meteoro, como superficie da lua.

talvez um meteorito em sua velocidade, entra na agua adentro e causar este circulo no fundo

suspeito tb de erupção vulcânica no leito, pelas sombras.

Edited by spitfire
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