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MH370 - Notícias relevantes

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Um forista postou no SSC: Acabou de sair na CNN que a Boeing confirmou que os pedaços são de um 777 , ou seja 99,99% de chance de serem do MH370

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É... Dessa vez acho que vai. Pela foto, não estava nem a tanto tempo submerso (pela falta de ferrugem, muitas espécies marinhas grudadas etc) e nem a pouco tempo (até porque, graças ao lá de cima, não tivemos outro acidente). Que seja encontrado!

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Tava conversando com a minha esposa, que é bióloga e está fazendo doutorado na área de espécies bentônicas (tipo cracas, e bichinhos encrustantes), e perguntei se esse tempo de permanência na água produziria apenas esse pequeno número de cracas e conchas grudadas.

O tempo de submersão não tem nada haver com o fato do objeto ter ou não cracas.

 

Cracas são seres que filtram o alimento. Quando elas ainda são larvas, elas precisam de um substrato duro pra se fixar, por exemplo, pedras de costões rochosos.
Nesse caso, essa peça estava a deriva, em um local apenas com água, a quantidade de larvas era muito pequena. Logo, uma peça de ferro pode ficar até anos na água, que dependendo do lugar, jamais terá nada grudado.

 

Essa peça, nesse estado, pode estar na água a muito tempo. Pode sim ser peça do 777 da Malaysia.

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É a evidência mais "quente" desde o desaparecimento do avião. Se não for peça do MH370 vai ser mais uma pista falsa entre tantas que já surgiram.

 

Se for comprovado que a peça é de um 777, as chances de serem do MH370 são grandes. Para ter certeza tem que ter a placa com SN na peça, caso contrário, é apenas uma probabilidade.

 

O lado ruim é que, se for comprovado, a área de busca será toda vastidão do sul do oceano Índico.

 

sds

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Já tem site confirmando...

 

 

-18784.jpg

 

-18785.jpg

La preuve formelle que la pièce de Bois-Rouge appartient à un Boeing 777

 

 

 

 

http://www.clicanoo.re/485058-la-preuve-formelle-que-la-piece-de-bois-rouge-appartient-a-un-boeing-777.html

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Encontraram uma mala também:

 

 

mala-mh370-01.jpg

 

http://extra.globo.com/noticias/mundo/mala-encontrada-na-ilha-reuniao-aumenta-suspeitas-sobre-localizacao-de-voo-da-malaysia-airlines-17014261.html

 

 

O avião deve mesmo está nessa região da Ilha Réunion.

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Isso não explicaria o fato do avião ter realmente passado em baixa altitude pelas Ilhas Maldivas, como foi relatado por moradores à época do desaparecimento?

Edited by Julio

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Isso não explicaria o fato do avião ter realmente passado em baixa altitude pelas Ilhas Maldivas, como foi relatado por moradores à época do desaparecimento?

 

Sim, seria bem possível visto que as ilhas ficam bem no caminho entre o último ponto conhecido do voo e o local onde os destroços apareceram.

 

Sem falar que o local é compatível com aquela teoria de que o voo seguiu no piloto automático até acabar o combustível.

 

O que mais interessa agora são as respostas do que aconteceu, para que não aconteça novamente visto que é uma aeronave largamente utilizada.

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Sim, seria bem possível visto que as ilhas ficam bem no caminho entre o último ponto conhecido do voo e o local onde os destroços apareceram.

 

Sem falar que o local é compatível com aquela teoria de que o voo seguiu no piloto automático até acabar o combustível.

 

O que mais interessa agora são as respostas do que aconteceu, para que não aconteça novamente visto que é uma aeronave largamente utilizada.

Quando falou na Ilha da Reunião, acabei me lembrando dos relatos dos moradores das Maldivas. Tracei no mapa para ver.

2iqfn8p.jpg

 

Enfim, espero que esse caso seja sanado.

Edited by Julio

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Pessoal, nada que fica flutuando no oceano fica parado em um lugar, a não ser que ele tenha se desprendido do resto dos destroços recentemente, com certeza esse objeto viajou milhares de km antes de parar naquela praia. Caso se confirme que esse objeto pertença ao MH370, ele pode estar em qualquer lugar do oceano indico, como já se sabe. A boa notícia que é possível calcular aproximadamente a origem do objeto, pois as correntes são conhecidas. O porém é que objetos flutuando sofrem influência do vento, diminuindo a acuracidade dos cálculos.

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Por que o rastro de pistas do voo 370 agora leva para a França

David Fickling, Andrea Rothman e Alan Levin

31/07/201514h25


(Bloomberg) - Um mistério que começou com o desaparecimento de um avião malaio a caminho da China que se desviou para as águas do litoral da Austrália agora se espalhou para o Oceano Índico e se aproximou da África. Próxima parada: a França.


Reunião, uma ilha ao leste de Madagascar em cujo litoral apareceu um fragmento do avião, que ficou sob a tutela da polícia, é um território da França que envia oito legisladores para a Assembleia Nacional do país. O fragmento será despachado de Reunião nesta sexta-feira e chegará à França no sábado para ser examinado perto de Toulouse, informou a rádio Europe1 da França no seu site.


"É um tanto complicado quando algo aterrissa nos grandes oceanos brancos, porque ninguém é dono do oceano a mais de 22 quilômetros do litoral", disse Brian O'Keefe, ex-vice-presidente da assembleia geral da Organização da Aviação Civil Internacional, em entrevista por telefone de Canberra. "É um caso incomum em que os destroços são achados em uma jurisdição diferente daquela do lugar onde se acredita que o acidente tenha ocorrido".


Se a investigação demonstrar que o fragmento pertence ao voo 370 da Malaysia Airlines, que desapareceu em 8 de março de 2014 com 239 pessoas a bordo, não ajudará a localizar o ponto onde o avião descansa. Contudo, isso renovaria o impulso dos esforços de busca no litoral da Austrália, que por enquanto não acharam vestígios do voo condenado.


Fragmento de 777


Um número de parte no componente da asa confirma que se trata de um 777, o mesmo modelo que o voo MH370, segundo uma fonte do setor que não estava autorizada a falar sobre a investigação. Investigadores franceses examinarão o fragmento sob a supervisão das autoridades malaias, disse a fonte.


A Malaysia Airlines identificou a parte como um "flaperon", um painel móvel na parte traseira da asa utilizado para inclinar o avião e que também pode se mexer para expandir o tamanho da asa durante a decolagem e o pouso. Fora o MH370, não se sabe da queda de nenhum 777 no Oceano Índico.


O voo 370 desapareceu depois que os equipamentos de comunicação no avião deixaram de funcionar e este se desviou da sua rota de Kuala Lumpur até a China e sobrevoou o Oceano Índico. Os investigadores concluíram que alguém a bordo desativou intencionalmente os dispositivos de rastreamento.


Os buscadores não acharam vestígios do avião apesar de varrerem dezenas de milhares de quilômetros quadrados de águas profundas com sonares. A ilha Reunião, onde o componente foi achado, fica a cerca de 3.800 quilômetros a noroeste da área de busca.


Normalmente, até quatro jurisdições são envolvidas na investigação de um acidente, disse O'Keefe. Entre elas estão os países onde a operadora do avião tem sede e onde este está cadastrado, o país do fabricante do avião e o país onde aconteceu o acidente.


Estudando fissuras


Estudando as linhas de fissura e a superfície do fragmento, os investigadores poderiam conseguir determinar como este foi arrancado do 777 e se o flaperon estava estendido no momento.


Os flaperons são utilizados quando os pilotos desaceleram um avião para o pouso, portanto sua posição poderia dar uma pista de se os pilotos controlavam o avião durante seus momentos finais, disse ele. Os investigadores também poderiam analisar cracas atreladas ao fragmento, as quais poderiam permitir saber por quais águas os destroços passaram.


"Há muita evidência forense" nos vestígios, disse John Cox, ex-capitão de empresas aéreas e CEO da Safety Operating Systems, uma consultoria de aviação.


Título em inglês: 'Why the Trail of Clues to Flight 370 Now Leads to France (1)'


Para entrar em contato com o repórter: David Fickling, em Sydney, dfickling@bloomberg.net



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Moçada.

 

Não lembro se foi comentado sobre a caixa preta.

 

Se caso for encontrado o avião poder ter ou não algum dado do voo?

 

Tanto áudio como parâmetros?

 

Abraços

 

Lopes

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Moçada.

 

Não lembro se foi comentado sobre a caixa preta.

 

Se caso for encontrado o avião poder ter ou não algum dado do voo?

 

Tanto áudio como parâmetros?

 

Abraços

 

Lopes

 

Se não me engano já passou do "prazo de validade" do FR e provavelmente os dados já foram perdidos.

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Se não me engano já passou do "prazo de validade" do FR e provavelmente os dados já foram perdidos.

Os dados do AF 447 foram recuperados após quase dois anos debaixo d'água, sendo assim, creio que a recuperação destes não seja impossível.

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Acredito que para a polícia forense basta somente um vestigio de algo para se achar um todo. O que faltava era o vestigio, que surgiu.

E outra, me pergunto que, se confirmando essa mala ser do voo mais o destroço, poderia o T7 ter mergulhado no oceano com energia toda?

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Se não me engano já passou do "prazo de validade" do FR e provavelmente os dados já foram perdidos.

Devia ter sido mais específico na pergunta ...desculpa.

 

Então...

 

Ele desligou tudo do avião...e provavelmente deve ter desabilitado a caixa preta.

 

O que resta pra investigação e encontra o avião e imaginar o que ocorreu?

 

Ou a caixa preta não tem como desligá-lá?

 

Abraços

 

Lopes

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Acredito que para a polícia forense basta somente um vestigio de algo para se achar um todo. O que faltava era o vestigio, que surgiu.

E outra, me pergunto que, se confirmando essa mala ser do voo mais o destroço, poderia o T7 ter mergulhado no oceano com energia toda?

 

Também acho, já li que a peça vai ser analisada em busca de rachaduras ou marcas que indiquem como ela foi "separada" da asa...

 

Já é um começo, sem falar nas correntes marinhas que foram citadas, mesmo com a influência do clima já é alguma coisa.

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Se não me engano já passou do "prazo de validade" do FR e provavelmente os dados já foram perdidos.

Tem prazo de validade o emissor de sinais de identificação das caixas pretas.

Os dados contidos nela podem durar pra sempre, dependendo das condições de armazenagem.

Agora, encontrar as caixas sem o elt vai ser como procurar agulha no palheiro...

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Encontrada mais uma parte, a 15 milhas do local onde o flaperon foi achado. Possivelmente uma porta.

 

Excerto relevante:

 

A second object – possibly a door – believed to be part of the missing Malaysia Airlines plane MH370 has been found washed up on the Indian Ocean island of Réunion.

The object, a metal sheet featuring Chinese symbols, was discovered by a passerby in Saint Denis, 15 miles (25km) from Saint-André, where the first piece of debris was found.
Authorities immediately cordoned off the perimeter and the object was taken away for further analysis.

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Autoridade malaia diz que peça que seria de avião é 'escada doméstica'
Restos metálicos foram encontrados neste domingo na Ilha de Reunião.
Pedaço de asa que poderia ser da Malaysia Airlines foi achado na região.

 

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/autoridade-malaia-diz-que-peca-que-seria-de-aviao-e-escada-domestica.html

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Meus prezados

MH370: Malásia pede ajuda após aparecimento de destroço

O governo da Malásia está pedindo a autoridades de outras ilhas do Oceano Índico perto da ilha de Reunião que aumentem a vigilância na tentativa de encontrar mais destroços que poderiam ser do voo MH370, desaparecido há mais de um ano.

O pedido veio depois da descoberta na semana passada de uma parte de asa de avião na ilha, que é território francês. O destroço foi levado para a França para análise, na tentativa de confirmar se é parte do avião desaparecido.
O ministro dos Transportes do país, Liow Tiong Lai, pediu que as autoridades da região permitam que especialistas "realizem análises mais significativas caso mais destroços cheguem à terra".
Mas ele também pediu para que as pessoas deixem as investigações seguirem seu curso "em nome do familiar ou pessoa próxima do passageiro do MH370 que está esperando ansiosamente por notícias e que já sofreu muito durante todo este tempo".
O Ministério dos Transportes da Malásia agora quer ampliar a área de buscas em volta da ilha de Reunião.
O avião da Malasia Airline, um Boeing 777 levando 239 pessoas, desapareceu em março de 2014 durante uma viagem entre Kuala Lumpur e Pequim.
A descoberta do pedaço de asa aumentou as esperanças e outros fragmentos foram descobertos durante o fim de semana. Mas, descobriu-se que estes objetos não são partes de aeronaves.

Alerta

A agência de notícias France Presse (AFP) informou neste domingo que um de seus fotógrafos também tinha visto um pedaço retorcido de metal no qual se podiam ver dois caracteres chineses. O pedaço estava preso a uma parte coberta de couro e foi recolhido. No entanto, informações em redes sociais sugeriram que este outro fragmento pode ser uma chaleira.
Uma fonte próxima dos investigadores que estão trabalhando no caso disse à agência de notícias AFP que "nenhum objeto ou destroço que pode ter vindo de um avião" foi entregue como prova neste domingo.
Um porta-voz da cidade de St. Andre, o local da ilha de Reunião onde o pedaço de asa foi encontrado, afirmou que, como o nível de alerta aumentou entre os moradores, "elas vão pensar que qualquer objeto metálico que encontrarem na praia é do voo MH370".
"Mas, há objetos em toda a costa, o oceano os leva continuamente", disse Jean-Yves Sambiman à AFP.
Enquanto isto, as investigações continuam para descobrir se o pedaço de asa encontrado na quarta-feira na ilha no Oceano Índico pode ser um pedaço da asa do voo MH370.
O ministro dos Transportes da Malásia, Liow Tiong Lai, confirmou que o destroço encontrado na praia em St Andre na quarta-feira era um pedaço de asa de um Boeing 777, o mesmo tipo de aeronave do voo desaparecido.

Acredita-se que o fragmento seja um flaperon (uma parte que ajuda o avião a subir) e ele foi levdo para Toulouse, na França, para ser analisado. Os técnicos franceses vão começar o trabalho nesta quarta-feira.

Fonte: Portal BBC via CECOMSAER 3AGO 2015

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Meus prezados

Moluscos em asa de avião podem elucidar mistério do MH370
Especialistas em aviação começam na quarta análise de peça encontrada. Pedaço de asa que seria de Boeing 777 foi achado em ilha no Índico.

Os perceves (mariscos de água salgada) incrustados no fragmento da asa encontrada na semana passada na ilha Reunião, no oceano Índico, podem ajudar a esclarecer o mistério do desaparecimento do voo MH370, indicaram nesta terça-feira (4) vários especialistas.

A busca do Boeing 777, que desapareceu no dia 8 de março de 2014 quando realizava um voo entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, se concentrou até agora no Oceano Índico, sem resultados.

Na semana passada, um fragmento de asa de avião, chamado flaperon, de dois metros de comprimento, apareceu na ilha francesa de Reunião e deu novas esperanças para resolver um dos maiores mistérios da história da aviação.

Depois de confirmar que se trata de um fragmento de Boeing 777, especialistas da aviação americana e da Boeing começarão na quarta-feira (5) na França a examinar o fragmento com cuidado.

E segundo os cientistas os perceves podem ser decisivos para determinar por quanto tempo a peça permaneceu na água.

"É possível determinar a idade dos perceves e, se forem mais velhos que a data do desaparecimento, isso significará que o fragmento não é do avião", disse Melanie Bishop, professora de ciências biológicas na universidade Macquarie de Sydney.

Também será possível analisar as conchas para determinar a temperatura das águas por onde a peça transitou, segundo esta especialista.

Os cientista também afirmam que é possível determinar de que família são os percebes incrustados na asa para determinar por onde a peça passou.

Segundo o especialista em geologia Hans-Georg Herbig, se ficar confirmado que os perceves são da família dos Lepas, "poderemos ter a certeza de que o acidente ocorreu em uma zona de águas frias do sudoeste da Austrália".

"Se a peça só tiver perceves de água fria pode significar que esteve mais ao sul do que acreditávamos. Se forem apenas perceves tropicais significará que esteve mais ao norte", confirma Shane Ahyong, um especialista em crustáceos do museu de história natural australiano.

No entanto, este especialista lembrou que algumas espécies de perceves estão tão difundidas que é quase impossível determinar seu local de origem por falta de informação genética.

Fonte: G1 via CECOMSAER 5 AGO 2015

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