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MH370 - Notícias relevantes

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Abrir um novo tópico por que o "confiável" governo malaio confirmou que o avião caiu?

 

Onde estão as provas? Pelo que eu sei por enquanto são só suposições e especulações.

 

A conversa deveria ter sido mantida no tópico anterior, até que aparecesse algo mais concreto.

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Ontem eu fiquei perplexo com a notícia do governo malaio, foi algo tipo assim: "É com muita tristeza que anunciamos que o 777 da Malaysia caiu e não há sobreviventes. Não sabemos onde, como, porque, nem achamos nenhum fragmento, mas que caiu, caiu. Nossas condolências aos familiares."

 

Totalmente surreal.

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Galera, o antigo tópico era resumido em 70 páginas de teorias conspiratórias e 5 páginas que o Kal e mais alguns explicaram sistemas do 777 e comunicação/contato radar na área.

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O pior foi receber a notícia por SMS. Muito amadorismo e falta de sensibilidade desse governo malaio.

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Já agora deixo aqui uma entrevista de um piloto meu conhecido e que concordo com ele a 200%.

Mistério do avião desaparecido
“O silêncio total deste voo é muito suspeito”

Piloto Carlos Silva em entrevista ao jornalista José Carlos Silva

Em entrevista à Renascença, o piloto veterano Carlos Silva coloca várias questões sobre o que terá acontecido ao 777 da Malásia que se despenhou sobre o Índico. Porque deixaram de funcionar os equipamentos de aviso, por exemplo, sugerindo que não se tenha tratado de um acidente.


"Está tudo por explicar" sobre o avião que caiu no Índico
Boeing 777 despenhou-se no Índico e não há sobreviventes

Ao fim de duas semanas de dúvidas e especulações sobre o que teria acontecido ao desaparecido Boeing 777 da Malaysia Airlines, as autoridades malaias confirmaram finalmente que o avião, que levava 239 pessoas a bordo, caiu no Oceano Índico durante o trajecto que ligava as capitais da Malásia e da China, Kuala Lumpur e Pequim.

O avião era igual ao que há mais de 15 anos é tripulado por um português, Carlos Silva, ex-comandante das linhas aéreas de Singapura e piloto no activo, com quem a Renascença falou sobre o corredor sul onde o Boeing 777 despareceu.

Carlos Silva, que conta com 11 mil horas de voo aos comandos de um avião igual, estranha que o “Transponder” - um dos principais equipamentos de comunicação da aeronave e colocado numa zona de muito difícil acesso - tenha sido desligado. Questiona ainda que tenham deixado de funcionar outros equipamentos de aviso, sugerindo que não se tenha tratado de um acidente.

Já voou naquela zona?
Sim, é um corredor que conhecemos. Sabemos que é bastante vazio por não ter nenhum aeroporto à volta que nos possa dar suporte, portanto sabemos que temos de voar em condições muito especiais nas quais o avião tem de estar apto a voar o mais longe possível do aeroporto. No máximo, a 180 minutos, no caso de falhar um motor. As comunicações básicas nesta zona são feitas sobretudo por satélite e, depois, por alta frequência.

Pode dizer-se que é uma zona onde não é possível arriscar absolutamente nada?
A zona onde o avião terá caído é uma em que poucas companhias aéreas voam. Tem pouca população aérea, tem poucas comunicações, portanto é bastante remota.

Tem alguma tese sobre o que poderá ter acontecido?
Quanto mais se fala, mais são as hipóteses do que pode ter acontecido. A primeira questão que colocamos é por que razão não houve um aviso de “mayday”, que é emitido quando o piloto tem uma avaria ou urgência e tem de o reportar a toda a gente que estiver a ouvir. A possibilidade de que o avião tenha dado uma volta bastante acentuada e que tenha baixado de altitude sugere que eles terão tido algum problema técnico - poderia ter sido despressurização, poderia ter sido um fogo, fumo a bordo ou algo semelhante - mas depois tudo se complica.

Por que razão foi desligado o sistema do “Acars”, que é um sistema de satélite que comunica com o avião constantemente? Não é fácil desligar este sistema. Pior ainda é ter sido desligado também o “Transponder”, o sistema básico de radar. Este sistema não tem propriamente uma função de desligado, tem uma função de “standby”, no qual pode ser “interrogado”. Não consigo perceber como foi possível ter sido desligado, a não ser que alguém tivesse tido acesso directo ao compartimento electrónico onde está o “Transponder”, que fica por trás do cockpit. Essa porta é uma espécie de alçapão, que está fechado, e que está por baixo de uma carpete. Para o abrir é preciso uma chave “Allen” especial.

Quem quer que esteja naquela zona a mexer nesse alçapão com certeza que dá logo nas vistas, quer às pessoas que estão na cabine da frente, quer à tripulação. O silêncio total deste voo é também muito suspeito. Ultimamente, fala-se muito em intenção humana, ou seja, em desvio do avião. E já não se fala apenas do terrorista que invade o "cockpit". Já se fala na possibilidade de o próprio piloto fazer isto.

Ou seja, se o avião tivesse caído numa situação dita “normal”, possivelmente saber-se-ia qual o ponto mais ou menos exacto da queda?
Se o avião tivesse mantido as comunicações, haveria algum alerta nos radares de terra porque o avião iria mudar de altitude. Iria mudar de velocidade e de direcção em relação ao ponto em que ia voar. Isso sugere logo um alerta, porque, evidentemente, os sistemas de radar estão ali para permitir que cada avião voe segundo as restantes aeronaves. Quando um avião sai de uma rota e entra numa diagonal, cortando várias rotas que são bastante activas naquela zona, os alarmes vão soar - além de não ter havido um aviso do piloto. Por outro lado, se fosse um fogo, um fumo ou uma emergência repentina ou estrutural, seja o que for, o avião teria sido destruído de seguida. Uma explosão, danos parciais ou completos da fuselagem, pressupõe que tivesse caído em terra ou em mar. Pedaços do avião seriam vistos. Ainda mais à noite, quando uma explosão é perfeitamente visível.

Entrevista em:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=143052

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Explicação detalhada sobre o cálculo mais preciso da localização do avião através dos tais pings/handshakes:

 

Fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=740971779281171&id=178566888854999&stream_ref=10

 

 

INFORMATION PROVIDED TO MH370 INVESTIGATION BY UK AIR ACCIDENTS INVESTIGATION BRANCH (AAIB)

25/03/14

On 13 March we received information from UK satellite company Inmarsat indicating that routine automatic communications between one of its satellites and the aircraft could be used to determine several possible flight paths.

Inmarsat UK has continued to refine this analysis and yesterday the AAIB presented its most recent findings, which indicate that the aircraft flew along the southern corridor.

As you have heard, an aircraft is able to communicate with ground stations via satellite.

If the ground station has not heard from an aircraft for an hour it will transmit a 'log on / log off' message, sometimes referred to as a ‘ping’, using the aircraft’s unique identifier. If the aircraft receives its unique identifier it returns a short message indicating that it is still logged on. This process has been described as a “handshake” and takes place automatically.

From the ground station log it was established that after ACARS stopped sending messages, 6 complete handshakes took place.

The position of the satellite is known, and the time that it takes the signal to be sent and received, via the satellite, to the ground station can be used to establish the range of the aircraft from the satellite. This information was used to generate arcs of possible positions from which the Northern and Southern corridors were established.

Refined analysis from Inmarsat
In recent days Inmarsat developed a second innovative technique which considers the velocity of the aircraft relative to the satellite. Depending on this relative movement, the frequency received and transmitted will differ from its normal value, in much the same way that the sound of a passing car changes as it approaches and passes by. This is called the Doppler effect. The Inmarsat technique analyses the difference between the frequency that the ground station expects to receive and that actually measured. This difference is the result of the Doppler effect and is known as the Burst Frequency Offset.

The Burst Frequency Offset changes depending on the location of the aircraft on an arc of possible positions, its direction of travel, and its speed. In order to establish confidence in its theory, Inmarsat checked its predictions using information obtained from six other B777 aircraft flying on the same day in various directions. There was good agreement.

While on the ground at Kuala Lumpur airport, and during the early stage of the flight, MH370 transmitted several messages. At this stage the location of the aircraft and the satellite were known, so it was possible to calculate system characteristics for the aircraft, satellite, and ground station.

During the flight the ground station logged the transmitted and received pulse frequencies at each handshake. Knowing the system characteristics and position of the satellite it was possible, considering aircraft performance, to determine where on each arc the calculated burst frequency offset fit best.

The analysis showed poor correlation with the Northern corridor, but good correlation with the Southern corridor, and depending on the ground speed of the aircraft it was then possible to estimate positions at 0011 UTC, at which the last complete handshake took place. I must emphasise that this is not the final position of the aircraft.

There is evidence of a partial handshake between the aircraft and ground station at 0019 UTC. At this time this transmission is not understood and is subject to further ongoing work.

No response was received from the aircraft at 0115 UTC, when the ground earth station sent the next log on / log off message. This indicates that the aircraft was no longer logged on to the network.

Therefore, some time between 0011 UTC and 0115 UTC the aircraft was no longer able to communicate with the ground station. This is consistent with the maximum endurance of the aircraft.

This analysis by Inmarsat forms the basis for further study to attempt to determine the final position of the aircraft. Accordingly, the Malaysian investigation has set up an international working group, comprising agencies with expertise in satellite communications and aircraft performance, to take this work forward.

In Annex I (attached) there are three diagrams, showing:

Doppler correction contributions

This diagram shows the Doppler contributions to the burst frequency offset.

MH370 measured data against predicted tracks

The blue line is the burst frequency offset measured at the ground station for MH370.

The green line is the predicted burst frequency offset for the southern route, which over the last 6 handshakes show close correlation with the measured values for MH370.

The red line is the predicted burst frequency offset for the northern route, which over the last 6 handshakes does not correlate with the measured values for MH370.

Example southern tracks

This shows the southern tracks for a ground speed of 400 and 450 knots ground speed. It should be noted that further work is required to determine the aircraft speed and final position.

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Meu comentário: eu, como engenheiro que trabalha com probabilidades, acredito que realmente a aeronave está aonde estão falando. Mas daí ao governo da Malasia fazer o tipo de pronunciamento que fez ontem, realmente não dá... tinha q ser algo mais do tipo "fortes indicios de q caiu no indico, se preparem pro pior, blablabla, mas ainda estamos procurando..."

Edited by Ban_Vetor
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Só eu notei que oficialmente ninguém disse que o avião CAIU e sim que ele foi PERDIDO?

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Cara, nenhum país dos que estão colaborando com as buscas fizeram qualquer tipo de anúncio...

 

Qual seria então a necessidade das autoridades malais em "derrubar" o avião, "matar" todo mundo, sem nem ao menos termos algo realmente concreto documentado?

 

É uma falta de sensibilidade que beira o absurdo e, consequentemente, me faz desconfiar que existe uma "vontade de jogar sujeira para baixo do tapete"...

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Só eu notei que oficialmente ninguém disse que o avião CAIU e sim que ele foi PERDIDO?

 

Filipe, na verdade em todos os pronunciamentos que li, vi e ouvi vindos do governo malaio, da Inmarsat e da AAIB feitos desde ontem em momento algum foi usada a palavra queda, mas sim dito que o voo MH370 "terminou" no Oceano Índico após percorrer o corredor sul.

 

Até revi agora o video com a coletiva do Primeiro Ministro Malaio e o que ele disse foi que a Inmarsat e a AAIB lhe informaram que, a partir das análises que fizeram, concluíram que o voo MH370 voou pelo corredor sul e sua última posição registrada foi no meio do Oceano Índico, a oeste de Perth (Austrália), distante de qualquer local para um possível pouso, e que de acordo com estas novas informações o voo MH370 terminou no sul do Oceano Índico.

 

O vice-presidente de assuntos externos da Inmarsat, em entrevista dada ontem para a CNN, ao ser perguntado se havia alguma possibilidade do avião ter voado pelo corredor norte como cogitado anteriormente disse que não, que os dados mostram de forma conclusiva que ele seguiu o corredor sul.

 

O executivo da Inmarsat ressaltou, no entanto, que o conhecimento deles vai até o último contato entre satélite e avião. A partir daí ficam as questões sobre a velocidade em que estava voando (lembrando que a velocidade entre os contatos de satélite e posições do avião são estimadas), se voou até o combustível acabar, se mergulhou no oceano ou se planou, enfim, informações que só poderão ser obtidas encontrando-se o avião, e que em si influem na sua posição final dentro da área de busca.

 

Cara, nenhum país dos que estão colaborando com as buscas fizeram qualquer tipo de anúncio...

 

Qual seria então a necessidade das autoridades malais em "derrubar" o avião, "matar" todo mundo, sem nem ao menos termos algo realmente concreto documentado?

 

É uma falta de sensibilidade que beira o absurdo e, consequentemente, me faz desconfiar que existe uma "vontade de jogar sujeira para baixo do tapete"...

 

Na verdade a AAIB fez um breve pronunciamento em que apenas diz que conforme informado pelo Primeiro Ministro da Malásia está trabalhando com a Inmarsat para determinar a localização do voo MH 370, mas que não pode (na verdade o termo que usou foi not able, ou não tem como ) comentar sobre esta investigação que está sendo liderada pelas autoridades malaias.

 

Cabe ressaltar que a Inmarsat, por sua vez e através do seu vice-presidente de assuntos externos, já disse com todas as palavras que não há possibilidade do avião ter voado em outra direção.

 

Segue o link com a nota:

 

http://www.aaib.gov.uk/latest_news/statement_on_malaysia_flight_mh370_issued_24_03_2014.cfm

 

Um abraço.

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Pelo que eu entendi até agora, a única coisa que se supõe foi que o avião estava indo rumo ao Sul do Atlantico.

Num calculo inédito que a Immarsat fez.

 

A partir disto, o governo confirmou que o avião se perdeu por lá e nunca mais será visto.

 

Enfim, não querem achar o avião e só vão realmente descobrir se acharem o avião antes do governo Malaio.

Edited by Rodolfo Lucheis

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Colegas, o outro tópico foi fechado pois continha muitas informações desencontradas, sem nexo ou com informações desatualizadas. A partir do anúncio oficial do governo malaio, decidimos abrir um novo tópico. Solicitamos que:

 

- Evitem teorias mirabolantes que não tenham nenhuma razão (p. ex. foi seqüestrado por ET);

- Sem piadas ou brincadeiras com o acidente, em respeito aos familiares e ocupantes do avião;

- Há muitos leigos no assunto, então aos mais entendidos evitem respostas grosseiras ou esnobando a pergunta do colega forista que não pode entender do assunto;

- Mantenham o bom nível de discussão.

 

:thumbsup:

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O outro tópico foi fechado, e este está no mesmo caminho :/

 

E a "prova contundente" da queda, será que termos ?!

 

Sérgio,

 

A prova é circunstancial e por isso, pra mim, é inconclusiva. Não acharam NADA e acho que nem vão achar. Talvez em uns 50 ou 70 anos achem alguma coisa.

 

Abcs,

 

Sydy

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Pelo que eu entendi até agora, a única coisa que se supõe foi que o avião estava indo rumo ao Sul do Atlantico.

Num calculo inédito que a Immarsat fez.

 

A partir disto, o governo confirmou que o avião se perdeu por lá e nunca mais será visto.

 

Enfim, não querem achar o avião e só vão realmente descobrir se acharem o avião antes do governo Malaio.

Sul do oceano índico. Não teria autonomia para alcançar o sul do oceano atlântico, pelas infos.

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Sérgio,

 

A prova é circunstancial e por isso, pra mim, é inconclusiva. Não acharam NADA e acho que nem vão achar. Talvez em uns 50 ou 70 anos achem alguma coisa.

 

Abcs,

 

Sydy

 

Posso estar enganado, mas tenho o mesmo pressentimento.

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Como falaram ali no Tweet.... acharam uma carcaça de baleia no meio do oceano, mas não conseguem encontrar um Boeing 777. Por mais que tenha acontecido o "acidente perfeito", fica muito difícil acreditar que ninguém chegou numa pista conclusiva!!!

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A carcaça de baleia boia...já um avião, afunda. E o que sobe pode ser bemmm menor que uma baleia..

 

abs

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Eu ainda acho que em breve vamos encontrar os vestígios. Tem muitos países interessados em descobrir o que houve e são países com políticas totalmente diferentes uns dos outros. Isso sem contar que vejo a Boeing como a principal interessada nisso.

 

Também agora, com a área de busca diminuída, fica mais fácil. Ontem tive a oportunidade de acompanhar a CNN durante o dia todo. O meteorologista deles informou sobre as condições adversas do tempo hoje, mas provavelmente amanhã (nesta madrugada) as buscas serão retomadas.

 

Vejam, digo encontrar vestígios, algumas partes do avião. Encontrar corpos já acho que será muito difícil... Infelizmente para as famílias, provavelmente não terão a oportunidade de enterrar seus entes queridos.

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Não tem nada de confirmado nesta história.

 

Parece coisa forjada, para enganar mesmo.

 

Daqui a pouco vão confundir uma foca com uma poltrona.

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Estou nos USA e a CNn aqui ta anunciando que novos destroços foram encontrados, mas na internet ainda não vi nada. Alguém tem a info?

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Srs, esse anuncio do governo malaio é simplesmente para dar logo fim as esperanças dos familiares de encontrar alguem vivo! Ja que depois de tanto tempo, mesmo que estivessem boiando, ja haveriam morrido de inanição e sede!. Eles querem tirar um pouco do fardo pesado das costas, ou, ao menos atenuar o fiasco.meles estao sob pressao, e realmente nem eles e nem ninguem ainda tem informacoes concretas(palpáveis), daí esse desespero, e essa informação precipitada, mas necessaria para ao menos acabar com a pressao pelo resgate dos vivos, e agora trabalharem para encontrar os destroços.

 

Infelizmente a cada nova noticia confiavel, como essa da Inmarsat, fica cada vez mais claro que seja la quem fez isso, sabia o que estava fazendo. Desviar para o Oceano Indico, é fugir de todo tipo de controle radar, e voar por uma regiao inospita sem ser incomodado!. Mesmo que tivessem sido descobertos, penso que jamais haveria tempo habil para algo!. Até confirmar que um alvo primario se deslocando nos radares seria o MH370, e deslocassem algum caça para acompanhar, nao teria autonomia para voar o mesmo tanto que ele, e iria fazer o que? Derrubar?

Enfim, acredito mesmo que esteja em algum lugar do oceano indico, agora, nessa vastidao, e semanas apos o ocorrido, os destroços ja devem ter se deslocado centenas de kilometros para os lados, e centenas de metros para baixo..

 

 

 

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Prezados,

 

Não acharam nada e ainda penso que não acharão.

 

O que os senhores podem ter certeza é que haverá mudanças grandes na indústria:

- Câmera no cockpit? Plausível;

- Acft position tracking real time? Plausível pacas e já disponível por USD1/hr de voo;

- Estudos sobre fogo/combate ao fogo a bordo? Muito provável;

- Mudança de procedimentos para saída de um dos pilotos da cabine? Plausível e algumas companhias já implementaram;

- Pesquisa para um melhor ELT (pois o que há hj de 121.5 falha horrivelmente e de forma recorrente)? Muito plausível!

- Dual control com uma ground station? Plausível num futuro mais distante, mas ainda assim, plausível.

 

Abcs,

 

Sydy

Edited by Sydy
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Acharam a caixa preta do AF no Oceano Atlantico, porque não encontrar vestígios do 777 no Indico...Acho que irao encontrar SIM, existem muitos países interessados em saber a VERDADE.

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Prezados,

 

Não acharam nada e ainda penso que não acharão.

 

O que os senhores podem ter certeza é que haverá mudanças grandes na indústria:

- Câmera no cockpit? Plausível;

- Acft position tracking real time? Plausível pacas e já disponível por USD1/hr de voo;

- Estudos sobre fogo/combate ao fogo a bordo? Muito provável;

- Mudança de procedimentos para saída de um dos pilotos da cabine? Plausível e algumas companhias já implementaram;

- Pesquisa para um melhor ELT (pois o que há hj de 121.5 falha horrivelmente e de forma recorrente)? Muito plausível!

- Dual control com uma ground station? Plausível num futuro mais distante, mas ainda assim, plausível.

 

Abcs,

 

Sydy

Sydy,

 

Sobre a opção de câmera no cockpit, não poderia ser qualificado como invasão de privacidade? E no caso, as imagens seriam transmitidas em tempo real para alguma estação terrestre?

Os outros pontos de mudança que colocou, principalmente o ELT, creio que não tardarão muito a serem implantados.

Esta situação do 777 desaparecido é muito cruel com todos: das famílias dos envolvidos no voo, que buscam uma informação verídica sobre o paradeiro de seus entes queridos, à indústria, que deve estar se descabelando agora tentando entender o que aconteceu, para buscar soluções para que esta situação não ocorra novamente (e tome custo).

Uma coisa é certa - por mais que não saibamos da real intensão de quem fez o Boeing sumir, ele soube fazer a coisa!

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Prezados,

 

Não acharam nada e ainda penso que não acharão.

 

O que os senhores podem ter certeza é que haverá mudanças grandes na indústria:

- Câmera no cockpit? Plausível;

- Acft position tracking real time? Plausível pacas e já disponível por USD1/hr de voo;

- Estudos sobre fogo/combate ao fogo a bordo? Muito provável;

- Mudança de procedimentos para saída de um dos pilotos da cabine? Plausível e algumas companhias já implementaram;

- Pesquisa para um melhor ELT (pois o que há hj de 121.5 falha horrivelmente e de forma recorrente)? Muito plausível!

- Dual control com uma ground station? Plausível num futuro mais distante, mas ainda assim, plausível.

 

Abcs,

 

Sydy

Sydy, entendi errado ou o tracking custa só 1 dólar por hora de voo? Claro que somando tudo que uma cia voa, dá um alto valor, mas mesmo assim achei bem barato.

 

Abs.

 

 

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