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Aeronave que fez pouso forçado no AM estava com registro suspenso


leobradias

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A aeronave que fez pouso forçado no interior do Amazonas, na quarta-feira (17), não podia voar por estar com registro suspenso, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O bimotor já havia se envolvido em um acidente e estava sem manutenção. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Seripa 7) investiga as causas do acidente desta semana. As duas pessoas que estavam no avião sobreviveram.

Segundo a Anac, a aeronave de modelo Seneca prefixo PT-ISH estava com a declaração de Inspeção Anual de Manutenção (IAM) vencida e avariada por acidente, o que fez com que a autorização de voo fosse suspensa. A polícia informou que nenhuma irregularidade foi encontrada na aeronave, e por isso o piloto e o proprietário do avião, que estavam na aeronave no momento do acidente, foram liberados após prestarem depoimento.

Uma equipe do Seripa 7 foi enviada ao local do acidente para apurar as causas do acidente. O órgão informou que deve divulgar relatório a respeito do acidente ainda nesta quinta.

Entenda o caso
O bimotor fez um pouso forçado por volta das 16h40 de quarta em um sítio na estrada Manoel Urbano, nas proximidades do ramal do Paricatuba, em Iranduba, município distante 27km de Manaus. De acordo com a Polícia Militar, a aeronave havia saído de Canutama, a 619km da capital.

Estavam no avião o piloto, de 50 anos, e o proprietário da aeronave, 44. Os dois tiveram ferimentos leves e foram atendidos no Hospital Hilda Freire, em Iranduba. As vítimas foram liberadas do hospital e ainda na noite de quarta prestaram depoimento sobre o acidente.

Alto índice de acidentes
O número de acidentes com aeronaves registrados na Amazônia é considerado alto. De 2003 a 2013, o Seripa 7, órgão instalado em Manaus, contabilizou 83 acidentes aéreos na Amazônia ocidental, englobando quatro estados: Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia. A investigação das causas de cada acidente dura em média um ano.

O órgão informou que não há somente uma causa para os acidentes aéreos na Amazônia ocidental. De acordo com o Seripa, o principal fator, com 67,5% das causas de acidentes, é a falta de um gerenciamento eficaz por parte das companhias de táxi aéreo. Em segundo lugar com 55%, o julgamento do piloto, e em terceiro com 50%, a falta de manutenção periódica das aeronaves.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2014/04/aeronave-que-fez-pouso-forcado-no-am-estava-com-registro-suspenso.html

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E amigo.

 

Nao e a toa que Anac veio aqui em cima e fechou boa parte do Taxi Aéreos.

 

Esta aeronave não e de táxi aéreo e sim particular. Uma reportagem muito tendenciosa.

 

Ela puxa dados de 10 anos de voo. Ai fica fácil falar que a aviação aqui em cima e complicada.

 

Por incrível que pareça neste ano e o primeiro acidente e vem me falar que o índice de acidente e maior que do restante do Pais.

 

Da pra contra nos dedos da mão e do pé que a quantidade de acidente la em baixo já são maiores do que aqui.

 

Em relação a este avião, e um maluco que voa na região, que trabalha sobre a TACA.

 

Este avião sofreu um acidente em Canutama, no pouso, e os motores foram danificados mas não foram verificados.( abertos)

 

Este doido fez uma manutenção meia boca neste avião...arrumou um piloto que teria a coragem de trazer este aviao para Manaus.

 

e deu isto ai em cima.

 

Resumindo isto ai...

 

ELE PEDIU PRA QUE ISTO ACONTECESSE!!!

 

Por sorte não vitimou ninguém.

 

Abraços

 

Lopes

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