Jump to content

Atraso em obras do aeroporto de Fortaleza pode gerar rescisão


Dani CV

Recommended Posts

A ampliação do aeroporto internacional de Fortaleza, cujas obras frustraram o cronograma oficial e deixaram o governo na constrangedora situação de erguer um terminal de lona para atender à demanda da Copa do Mundo, pode se transformar em um verdadeiro esqueleto. Diante do vexame, a Infraero está com quase tudo pronto para rescindir um contrato de R$ 336 milhões com o consórcio CPM Novo Fortaleza, responsável pelos trabalhos.

O Valor apurou que a diretoria da estatal perdeu definitivamente a paciência com o consórcio e aguarda apenas um parecer de sua área jurídica para levar adiante a rescisão contratual. A insatisfação decorre do ritmo letárgico das obras. Menos de 30% dos serviços foram concluídos até agora. A entrega da primeira fase, que ampliaria a capacidade do terminal dos atuais 6,2 milhões para 8,6 milhões de passageiros por ano, estava prometida para dezembro do ano passado. Onde já deveria haver esteiras de bagagem e guichês de check-in, entretanto, só se veem andaimes e estacas de concreto. Na segunda etapa de obras, planejada para fevereiro de 2017, a capacidade subiria para 11,2 milhões de passageiros por ano.

Na avaliação da Infraero, falta capital de giro ao grupo responsável pelos trabalhos e não há sinais de mudanças. A rescisão já foi recomendada à estatal pelo Ministério Público Federal (MPF) no Ceará, mas não será acatada passivamente pelo consórcio. O CPM Novo Fortaleza é formado por três empresas: Consbem Construções, Paulo Octávio Investimentos Imobiliários e MPE Montagens e Projetos Especiais.

O empresário Paulo Octávio, ex-governador do Distrito Federal e dono da construtora que detém 24% de participação no CPM, disse ao Valor que o consórcio entrará com uma ação nos tribunais contra a Infraero, pedindo uma perícia judicial das obras para saber exatamente o quanto foi executado. De acordo com ele, já foram realizados serviços no valor de aproximadamente R$ 100 milhões, mas o consórcio recebeu apenas metade do valor.

É o que explica, segundo Paulo Octávio, a lentidão das obras em Fortaleza. Ele rebate as críticas de que o consórcio não tenha capital de giro suficiente e afirma que, normalmente, as empreiteiras até sustentam as obras por um tempo para evitar paralisações.

"Temos 620 obras em todo o país e nunca paramos nenhuma delas, mas o aeroporto de Fortaleza é um caso único", queixa-se o empresário, que joga a culpa em supostas fragilidades nas medições e fiscalizações da própria Infraero. "Não dá mais. Chegamos a um ponto de estrangulamento."

Uma pequena parte dos serviços contratadas foi efetivamente concluída. Trata-se da ampliação do pátio de aeronaves, que passou de 134,7 mil para 163,2 mil metros quadrados, abrindo espaço para o estacionamento simultâneo de mais cinco aeronaves.

Para aliviar um pouco o desconforto do atual terminal de passageiros, que está saturado, a Infraero conclui a instalação de uma estrutura temporária no aeroporto. Ela é feita de um material parecido com uma lona reforçada. Terá 1,2 mil metros quadrados, sistema de ar-condicionado, sanitários e cafeteria.

A estatal lembra que estruturas semelhantes foram usadas em eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2010 e a Olimpíada de 2012. O orçamento e a durabilidade do terminal provisório, no entanto, dão uma dimensão de sua fragilidade. Ele custará R$ 1,79 milhão e será usado apenas entre os meses de maio e julho.

O impasse em Fortaleza pode deixá-lo na mesma indefinição já vivida por outros dois aeroportos: Vitória e Goiânia. Por causa de superfaturamento no contrato apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), as obras em Vitória pararam em julho de 2008 e nunca mais foram retomadas.

Elas incluíam a construção de um novo terminal de passageiros e de uma nova pista. Em Goiânia, o mesmo problema levou à paralisação das obras em abril de 2007 e elas só voltaram a andar no ano passado, depois de exaustivas negociações com o consórcio responsável. Em ambos os casos, havia menos de 40% de execução.

 

Leia mais em:

http://www.valor.com.br/brasil/3523440/atraso-em-obras-do-aeroporto-de-fortaleza-pode-gerar-rescisao#ixzz2zieaelGq

Link to comment
Share on other sites

Esse país nao tem jeito mesmo.

 

O governo nunca assume a culpa, pelo contrario, ainda sai cobrando o que nao consegue fazer, que é sua obrigacao.

 

7 anos e NADA foi feito. Nao teremos um legado pra copa do mundo, nenhum hospital, aeroporto estatal decente, ampliacao de metrô...

 

Foi a oportunidade brasileira do seculo, nao se aproveitou... Esse governo mediocre poderia se reeleger com 90% dos votos se tivesse entregue so a metade do necessario, mas, nao fez NADA.

 

Ja ha algum tempo nao acredito em mais nada desse país... Desabafo de um cidadao esgotado!

 

Keep flying, or running to the hills!

 

Bartender

Link to comment
Share on other sites

Infelizmente o "não aproveitou" depende do ponto de vista. Muita gente aproveitou e ta aproveitando ainda, e muito....

Link to comment
Share on other sites

  • 5 weeks later...

Meus prezados:

Terminal remoto já pode operar, aprova Anac

Cerca de 20 dias após a sua conclusão, o terminal remoto temporário, erguido no Aeroporto Internacional Pinto Martins, já pode entrar em operação. Depois de realizar análise técnica, na semana passada, a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) deu parecer favorável, ontem, ao funcionamento da estrutura provisória. Apesar disso, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) não tem uma data para que o equipamento entre em operação.

Com 1,2 mil m², a estrutura, também conhecida como "puxadinho", fica localizada ao lado do terminal de cargas, em frente ao novo pátio de aeronaves do Aeroporto. Com capacidade para 400 mil passageiros, o terminal deve ter sistema de ar condicionado, quatro portões de embarque, sanitários (inclusive para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida), cafeteria, revistaria, assentos e monitores do Sistema Informativo de Voos. A Infraero espera elevar a capacidade do Aeroporto para 6,9 milhões de passageiros/ano, atendendo à demanda prevista para este ano (6,8 milhões de pessoas). Orçado em R$ 1,79 milhão, o equipamento, projetado pela empresa Stand Show Locações e Eventos Ltda, ficará disponível por 90 dias, dando suporte ao Pinto Martins na Copa.

Fiscalização do MPF

Além da inspeção por parte da Anac, o novo equipamento também deverá ser fiscalizado pelo Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE). A intenção do órgão é conhecer a estrutura do terminal temporário e analisar se a construção atenderá às necessidades dos passageiros durante à Copa. O equipamento precisou ser montado após a não conclusão das obras do Terminal de Passageiros do Aeroporto de responsabilidade do Consórcio CPM Novo Fortaleza. Agora, a estrutura deverá ficar apta a funcionar antes do início do Mundial de futebol.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste via CECOMSAER 23 maio 2014

Link to comment
Share on other sites

Está no Diário Oficial da União de 27/05/2014, Seção 3, p. 3:

 

AVISO DE PENALIDADE
A INFRAERO, torna público que foi aplicado ao CONSÓRCIO CPM NOVO FORTALEZA, composto pelas empresas PAULO OCTÁVIO INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, CNPJ Nº 00.475.251/0001-22, constituída pelo sócio Fernando Pfeifer Gutierrez, CPF Nº 440.179.010-34; MPE MONTAGENS E PROJETOS ESPECIAIS S.A, CNPJ Nº 31.876.709/0001-89, constituída pelos sócios Adagir de Salles Abreu Filho, CPF Nº 869.821.337-53 e Segismar Pagotto, CPF Nº 374.440.501-04; e CONSBEM CONSTRUÇÕES LTDA., CNPJ Nº 61.776.399/0001-91, constituída pelo sócio Marcelo Scott Franco de Camargo, CPF Nº 100.329.468-89 - objeto: "contratação do projeto de execução das obras e serviços de engenharia para reforma, ampliação e modernização do TPS, adequação do sistema viário de acesso e ampliação do pátio de aeronaves para o Aeroporto Internacional Pinto Martins, Fortaleza/Ceará - SBFZ"- a) RESCISÃO CONTRATUAL UNILATERAL, b) aplic. de MULTA RESCISÓRIA, no perc. de 10%, sobre o valor do TC - R$ 33.806.331,58, e c) SUSPENSÃO do direito de licitar e contratar com a Infraero pelo prazo de 2 anos. Fund. legal: subitens 10.1.3, 11.2.1, 11.2.3, 11.2.5 e 11.2.9 do Contrato Nº 0027-EG/2012/0010, Art. 47 da Lei 12462/11, Art. 87, II, da Lei 8666/93, Art. 140, II, do RLCI, tendo em vista desc. cláus. contratuais, conf. reg. Proc. Adm. ref. Nº TC 0027-EG/2012/0010 e Ato Adm. Nº 1830/DE/2014.
RODRIGO JOUBERT RODRIGUES ALMEIDA
Coordenador de Contratos de Obras e Serviços de Engenharia
Link to comment
Share on other sites

começa mais uma fase da copa do mundo! arrumar culpados!

 

 

Está no Diário Oficial da União de 27/05/2014, Seção 3, p. 3:

 

AVISO DE PENALIDADE
A INFRAERO, torna público que foi aplicado ao CONSÓRCIO CPM NOVO FORTALEZA, composto pelas empresas PAULO OCTÁVIO INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, CNPJ Nº 00.475.251/0001-22, constituída pelo sócio Fernando Pfeifer Gutierrez, CPF Nº 440.179.010-34; MPE MONTAGENS E PROJETOS ESPECIAIS S.A, CNPJ Nº 31.876.709/0001-89, constituída pelos sócios Adagir de Salles Abreu Filho, CPF Nº 869.821.337-53 e Segismar Pagotto, CPF Nº 374.440.501-04; e CONSBEM CONSTRUÇÕES LTDA., CNPJ Nº 61.776.399/0001-91, constituída pelo sócio Marcelo Scott Franco de Camargo, CPF Nº 100.329.468-89 - objeto: "contratação do projeto de execução das obras e serviços de engenharia para reforma, ampliação e modernização do TPS, adequação do sistema viário de acesso e ampliação do pátio de aeronaves para o Aeroporto Internacional Pinto Martins, Fortaleza/Ceará - SBFZ"- a) RESCISÃO CONTRATUAL UNILATERAL, b) aplic. de MULTA RESCISÓRIA, no perc. de 10%, sobre o valor do TC - R$ 33.806.331,58, e c) SUSPENSÃO do direito de licitar e contratar com a Infraero pelo prazo de 2 anos. Fund. legal: subitens 10.1.3, 11.2.1, 11.2.3, 11.2.5 e 11.2.9 do Contrato Nº 0027-EG/2012/0010, Art. 47 da Lei 12462/11, Art. 87, II, da Lei 8666/93, Art. 140, II, do RLCI, tendo em vista desc. cláus. contratuais, conf. reg. Proc. Adm. ref. Nº TC 0027-EG/2012/0010 e Ato Adm. Nº 1830/DE/2014.
RODRIGO JOUBERT RODRIGUES ALMEIDA
Coordenador de Contratos de Obras e Serviços de Engenharia

 

Link to comment
Share on other sites

Pelo que se vê, Fortaleza ja tem um legado da copa garantido. A Cidade e o mercado de turismo em Fortaleza merecia mais que isso. #Lamentavel

Link to comment
Share on other sites

esse aeroporto daqui é um dos motivos pelos quais eu tenho até vergonha de comentar no CR..

 

se isto não fosse um fórum de aviação, fosse um fórum qualquer sobre obras tipo o SSC, minha motivação seria menor ainda.. é somente o somatório de incompetência, deslumbre e letargia dos que comandam o meu pobre CE... em vários aspectos...

 

e pensar que o aeroporto demanda uma ampliação desde o 6º ano de operação do terminal atual... e teremos um circo. Quem disse que humor é só nas barracas de praia e no Shopping Pizza?

Link to comment
Share on other sites

  • 9 months later...

Meus prezados

Obra do Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, só será concluída em 2020

Novo prazo é de 1.530 dias contados a partir do segundo semestre de 2015. Licitação para escolha de nova empresa será iniciada em abril, diz Infraero.

A ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, só deve ficar pronta em 2020, de acordo com a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Iniciadas em 2010, apenas 25% das obras ficaram prontos.

A primeira etapa da ampliação do terminal, que daria suporte ao fluxo de passageiros durante a Copa do Mundo, deveria ter sido entregue em dezembro de 2013. As obras estão paradas desde maio de 2014, quando o contrato com o consórcio executor foi rescindindo.

Saiba mais

De acordo com a Infraero, o processo de licitação para a escolha de uma nova empresa está marcado para o dia 6 de abril e deve ser concluído em 90 dias. A partir da assinatura da ordem de serviço para o reinício das obras, o prazo estimado para a conclusão da ampliação é de 1.530 dias.

A previsão inicial de conclusão das duas etapas era 2017.

A licitação, que será realizada pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC) eletrônico. De acordo com o edital, os serviços compreendem a complementação e atualização do projeto executivo e a conclusão dos serviços de reforma, modernização e ampliação do terminal de passageiros do aeroporto cearense, com a renovação de sua infraestrutura e sistemas internos.

Obra

A execução financeira da obra até o momento da rescisão do contrato anterior foi de R$ 83,69 milhões - referentes aos trabalhos efetivamente entregues. Em janeiro de 2014, a Infraero reconheceu que a ampliação não ficaria pronta até a Copa do Mundo, como previa o cronograma inicial.

Por conta dos atrasos, o aeroporto recebeu um "puxadinho" de R$ 3,5 milhões para atender a alta demanda durante o mundial.

Após a ampliação do aeroporto, o número de pontes de embarque vai aumentar de sete para 16, e o terminal de passageiros será ampliado de 38 mil metros quadrados para 133 mil metros quadrados.

O investimento total é de R$ 350 milhões. Atualmente o aeroporto tem capacidade para atender 6,2 milhões de passageiros por ano. Com a segunda etapa concluída, a capacidade será de 11,2 milhões.

Atualmente o aeroporto tem capacidade para atender 6,2 milhões de passageiros por ano.

Fonte: Do G1 Ce via CECOMSAER 16 MAR 2015

Link to comment
Share on other sites

  • 1 year later...

Meus prezados

Aeroporto. O que vai fazer o Pinto Martins ser mais atrativo
Especialistas analisam o que precisa ser feito para que o Aeroporto Internacional Pinto Martins ganhe mais competitividade nacionalmente

Melhorar o terminal de passageiros, o de cargas, ampliar pistas, incrementar novos serviços e tornar os já existentes mais eficientes aos usuários. Cumprir todos estes investimentos sem pesar a mão nas taxas não reguladas cobradas aos usuários e empresas aéreas é um dos principais desafios para as empresas que vão disputar a concessão do aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, para que o equipamento possa ser, além de atrativo ao mercado, mais competitivo nacionalmente.
O aeroporto está no pacote de concessões anunciado pelo Governo Federal, junto com os das cidades de Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). No próximo dia 19, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realiza uma audiência pública em Fortaleza para discussão da minuta do edital de concessão.
O próprio estudo de viabilidade técnica já traz muitas das exigências que precisam ser feitas por quem vencer o edital. Um investimento que, pelos cálculos do Governo Federal, será de pelo menos R$ 1,30 bilhão nos próximos 30 anos, isso fora o valor da outorga estimada, no mínimo, em R$ 1,56 bilhão, que é o pagamento da empresa vencedora do leilão pelo direito de explorar a concessão do aeroporto.
Mas, apesar de grande, a lista não inibe investidores, avalia o consultor aeroportuário e engenheiro de infraestrutura aeronáutica, Mozart Alemão.
“O aeroporto de Fortaleza é bastante atrativo. A posição geográfica dos aeroportos de Fortaleza e Salvador é muito conveniente para quem vai para América do Norte. Sendo um aeroporto internacional e se tiver estrutura boa vai com certeza atrair as empresas aéreas. Estes são os grandes cases deste pacote, pelo menos é o que o mercado está sinalizando”.
O professor licenciado de economia do transporte aéreo da Universidade Anhembi Morumbi, Adalberto Febeliano, diz que vários fatores contribuem para isto, seja pelo fato de Fortaleza ser uma cidade com população grande; ser um destino turístico de lazer importante (não só pelas praias, mas também por empreendimentos como o Beach Park); mas também por ter uma pujança econômica. Ainda que neste último ponto não seja tão atrativa quanto Recife (PE), mas bem mais dinâmica que Natal (RN), diz ele fazendo comparativos com as outras cidades em disputa pelo hub da TAM.
“De uma maneira geral para ter atratividade para efeito de concessão o principal fator é ter um bom número de passageiros, porque é o que é mais importante e traz dinheiro para o aeroporto. E nisso o aeroporto de Fortaleza é um interessante produto de concessão e que deve atrair o interesse dos investidores”, diz.
Desafios
Hoje passam pelo Aeroporto Internacional Pinto Martins em torno de 6,3 milhões de passageiros por ano. A projeção da Anac é que esta movimentação pode chegar a 27,6 milhões de passageiros ao ano em 2046. Mas para chegar a este resultado, quem vencer o leilão terá muito trabalho pela frente.
Para o especialista Adalberto Febeliano, dentre as prioridades, estão melhorias nas pistas de pouso e a modernização do terminal de passageiros e o de cargas. “Sob este ponto vemos que o aeroporto de Fortaleza é também uma origem importante, um destino importante. Estive em um seminário aí sobre potencial da produção de frutas e estas podem e devem ser exportadas via aérea, mas que é preciso dar condições para crescer”, afirmou.
O fato de o aeroporto estar inserido no meio da malha urbana pode ser um complicador no longo prazo. “Não é um problema agora, mas pode ser no futuro porque não tem muito para onde crescer em caso de saturação”.
Por outro lado, o aeroporto tem como vantagem competitiva as condições meteorológicas. “Opera majoritariamente por condições visuais e faz com que a operação seja menos complexa”.
Para ele, melhorar a acessibilidade ao aeroporto pode contribuir para que este seja mais atrativo. “Deve ser um investimento do Governo, do Poder Público”.
Melhorias
Conheça algumas exigências que já estão previstas no Plano de Exploração Aeroportuária (PEA) e no Plano de Transição de Gestão do Aeroporto (PTO) da ANAC para a concessão do Aeroporto Pinto Martins:
1 MELHORIAS IMEDIATAS: melhorias nos banheiros e fraldários do aeroporto; revitalização e atualização das sinalizações de informação dentro e fora do Terminal de Passageiros (TPS); disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o TPS; melhoria do sistema de iluminação das vias de acesso de veículos aos terminais, estacionamentos de veículos, TPS, terminais de carga e outros setores que envolvam a movimentação de passageiros e seus acompanhantes no lado terra do aeroporto; revisão dos sistemas de climatização, escadas rolantes, esteiras rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens; e correção de fissuras, infiltrações, manchas e desgastes na pintura de paredes, pisos e forros (inclusive área externa) dos terminais de passageiros. Essas ações devem ser concluídas até o término da transição.
2 PRIMEIRA ETAPA: ampliação do terminal de passageiros e disponibilização do pátio de aeronaves com área para, pelo menos, 14 aeronaves código “C”, duas aeronaves código “D” e uma aeronave código “E”, dentre as quais, 12 pontes de embarque.
3 SEGUNDA ETAPA: intervenções no terminal de passageiros para atingir o nível de serviço estabelecido para o aeroporto e disponibilizar pátio de aeronaves com área para, pelo menos, 16 aeronaves código “C”, duas aeronaves código “D” e três aeronaves código “E”, 14 pontes de embarque. Até 31 de dezembro de 2020, ampliar a pista de pouso e decolagem.

Fonte: jornal O POVO (CE) via CECOMSAER 15 MAI 2016

Link to comment
Share on other sites

Até 31 de dezembro de 2020, ampliar a pista de pouso e decolagem.

 

 

uma concessão onde a última prioridade é a pista... nada de novo no front.

 

Desse jeito eu vou ser "obrigado a torcer" pro Aeroporto de cargas no Pecém:

 

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/tres-locais-podem-abrigar-aeroporto-1.1024248

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade