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thor.rao

Tipos de entrada - orbita e outras dúvidas

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Boa noite,

 

Tenho estudado procedimento IFR, e tenho encontrado dificuldade para identificar a entrada para orbita.

Devo levar em consideração o RM que aproximo, mas ainda assim, estou batendo pino, de como formar os ângulos de entrada paralela (70º à esquerda ou a direita da perna de aproximação (entrada padrão ou não padrão)), deslocada (110º) e direta (180º).

 

 

A identificação para diferenciar VOR e NDB é baseado nos símbolos, mas ainda assim é possível manter um perna de aproximação com RDL X e QDM X ou QDM X + 180?

Ou ainda... como melhor identificar a resposta em uma navegação e confirmar a marcação de um determinado fixo "Z". A dificuldade é calcular, usando o transferidor, se é RDL ou QDM/QDR.

Espero não ter sido confuso nesse questionamento.

 

Ou, voando balizado num NDB, o piloto sabe que se aproxima desta estação evitando a curva do cão ao receber um vento lateral quando:

a - mantiver a seta do ponteiro ADF coincidindo com a marca do topo

b - seu QDM atual ser igual a deriva sofrida

c - seta do ponteiro dicar deslocada da marda de topo em valor constante

 

Se puderem me ajudar com leituras sobre o assunto, agradeço. Vou fazer a banca de PCA esse mês, e em relação à navegação estou confiante, apenas faltando estudar leitura de cartas.

 

Grato

 

 

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Valeu Lopes!

 

Em relação à orbitas, pane sanada.

 

Se puder me ajudar com outras dúvidas, e como exemplo, vou citar algumas perguntas:

 

As marcações que confirmam o fixo NICAR (UW58 SSA/AJU - ENRCH2) serão:

a - RDL 056 SVD e QDR 188 PAF

b - RDL 056 ACJ e QDM 008 PAF

c - QDR 056 ACJ e RDL 188 PAF

d - QDR 236 SVD e RDL 188 PAF

 

Ou marcações que confirmam TOC ou TOD, no qual são dado como respostas RDL ou QDM/QDR.

 

Obrigado

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Fala thor!

 

Vamos lá.

 

RDL 056 SVD QDM008 PAF....

 

Poderia ser também QDR 056 pois você estaria voando''cauda '' da estação NDB.

 

O conceito e localizar uma radial você está safo?

 

É só imaginar o seguinte naquele ponto o que estaria sendo indicado.

 

Como PAF está ''adiante'' a agulha estaria marcando''lá na frente''.

 

Qualquer coisa só avisar que vou tentando ajudar.

 

Abraços

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Em relação a orbita tem uns macetes ai.Como você quer pra banca...de repente tem outros melhores do que eu aprendi pra prática.

 

Mas vai mandando que agente vai tentando ajudar.

 

 

Abraaaços

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Thor, não entendi bem suas perguntas. Se ainda tiver dúvidas, posta aí que nós aprendemos juntos!!

 

Agora, sem acrescentar nada ao tópico, gostaria de dizer que acho um absurdo certas teorias que, na prática, simplesmente não existem e não há como existirem!!.... Achar o TOD baseando-se no cruzamento de indicações?.... Calcular os graus para entrada em órbita?.... Hoje em dia o controle te pede uma espera com 30 segundos antes de vc passar o fixo no qual deve fazer a espera...

 

Quanto à esta pergunta:

 

"Ou, voando balizado num NDB, o piloto sabe que se aproxima desta estação evitando a curva do cão ao receber um vento lateral quando:

a - mantiver a seta do ponteiro ADF coincidindo com a marca do topo

b - seu QDM atual ser igual a deriva sofrida

c - seta do ponteiro dicar deslocada da marda de topo em valor constante"

 

a - Se vc tiver um vento lateral e mantiver a seta do ponteiro ADF coincidindo com o índice topo o tempo todo, você sofrerá a "curva do cão".

b - Se vc se aproxima pelo QDM 180 e tem um vento lateral cuja deriva é de 10 graus logo, corrigindo, você poderá voar corretamente se corrigir a deriva.

c - Se você deseja voar o QDM 180 e mantiver a seta deslocada, você cruzará vários QDM's diferentes, essa opção não dá...

 

Correto?

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dica para resolver rápido em voo ou no simulador ou na banca (o E6B na face do vento ou o transferidor faz a mágica):

 

Rumo da perna de afastamento no quadrante superior esquerdo até o través esquerdo: I - Paralela

Rumo da perna de afastamento no quadrante superior direito até o través direito: II - Deslocada

Rumo da perna de aproximação entre o través esquerdo - proa - través direito: III - Direta

 

lembre de corrigir aqueles -20º nas deslocadas e +20º nas paralelas.

 

Ou ainda... como melhor identificar a resposta em uma navegação e confirmar a marcação de um determinado fixo "Z". A dificuldade é calcular, usando o transferidor, se é RDL ou QDM/QDR.

 

Lançando na carta não existe RDL, QDM nem QDR. São todos valores MAGNÉTICOS.

na carta só se lança Linhas de Posição Verdadeira! Nos instrumentos só lemos valores Magnéticos!

 

RDL + DMG = LPV

QDM + DMG +/- 180 = LPV

QDR + DMG = LPV

MR + PROA + DMG +/- = 180

 

Ou, voando balizado num NDB, o piloto sabe que se aproxima desta estação evitando a curva do cão ao receber um vento lateral quando:

a - mantiver a seta do ponteiro ADF coincidindo com a marca do topo

b - seu QDM atual ser igual a deriva sofrida

c - seta do ponteiro dicar deslocada da marda de topo em valor constante

 

a seta deverá indicar o mesmo QDM o tempo todo de aproximação.

 

Thor, não entendi bem suas perguntas. Se ainda tiver dúvidas, posta aí que nós aprendemos juntos!!

 

Agora, sem acrescentar nada ao tópico, gostaria de dizer que acho um absurdo certas teorias que, na prática, simplesmente não existem e não há como existirem!!.... Achar o TOD baseando-se no cruzamento de indicações?.... Calcular os graus para entrada em órbita?.... Hoje em dia o controle te pede uma espera com 30 segundos antes de vc passar o fixo no qual deve fazer a espera...

desculpa cara, mas isso ai é planejamento de preflight e o piloto a frente do controle: Você tem de saber qual a entrada em rota de qualquer espera que peçam dos seus pontos em rota.

é seu trabalho saber isso.

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desculpa cara, mas isso ai é planejamento de preflight e o piloto a frente do controle: Você tem de saber qual a entrada em rota de qualquer espera que peçam dos seus pontos em rota.

é seu trabalho saber isso.

 

Concordo com você.

 

Mas...

 

TMA-SP, solicitado direto MOXEP e atendido... a 2NM, começou a vetorar, cancelou a vetoração, reassuma MOXEP e prepare espera... "daria" uma direta!.... Delta 763 passando 1000' acima, coisa linda!!!

 

... não foi em rota..... viva o FMS...e foi engraçado!

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RDL + DMG = LPV

QDM + DMG +/- 180 = LPV

QDR + DMG = LPV

MR + PROA + DMG +/- = 180

 

 

 

 

 

Desculpe o flood, mas não seria:

 

RDL + DMG = LPM

QDM + DMG +/- 180 = LPM

QDR + DMG = LPM

MR + PROA + DMG +/- = 180

 

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Minha contribuição, considerando a estação aproada e observando o rumo da perna de aproximação em um destes quadrantes, ilustrando o que o Omykron explicou (para órbita não-padrão, espelha-se a figura):

10306805_867229193292378_1057730560_n.jp

 

Desculpe o flood, mas não seria:

 

RDL + DMG = LPM
QDM + DMG +/- 180 = LPM
QDR + DMG = LPM
MR + PROA + DMG +/- = 180

Pois é,

Salvo o engano: Linha de posição = QDR = Radial;
Linha de posição, QDR ou Radial = Nunca ouvi falar em graus verdadeiros, visto que rádio-navegação é sempre magnética, porque os rádio-auxílios são calibrados assim. Óbvio que, desconsiderada a declinação magnética, teremos os graus verdadeiros, que podemos plotar em um WGS 84 ou projeções compatíveis baseadas em Norte verdadeiro... Mas até hoje, nunca vi uma carta que não disponha da correção da declinação na própria figura do auxílio (é só traçar a radial correta à partir dele, magnética mesmo, ou então fazer como o Omykron falou, com a devida correção do 3Setão...)

E sobre a necessidade de saber a entrada em órbita:

Concordo que é básico, e que não é nem questão de planejamento, é coisa de saber o que está fazendo mesmo. Bater o olho e saber qual é a entrada, é primário;

Não fazer a entrada correta, deixa o vôo "esquisito". Elas foram feitas pra facilitar, não pra atrapalhar. Agora, quando no limite entre elas, é questão de conforto. Eu, por exemplo, costumo fazer assim:

- Limite entre paralela e deslocada => Paralela (Já que é basicamente bloquear, seguir reto, e voltar);
- Limite entre direta e deslocada => Deslocada (Porque é mais fácil fazer uma curva suave e completar a entrada adiante, do que enfiar uma curva brusca, pra ficar mais 3 minutos se ajustando do mesmo jeito);
- Limite entre direta e paralela => Paralela (Pelo mesmo motivo citado acima).

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Desculpe o flood, mas não seria:

 

RDL + DMG = LPM

QDM + DMG +/- 180 = LPM

QDR + DMG = LPM

MR + PROA + DMG +/- = 180

 

não. erro bem comum e a culpa é querer usar a "regra" de W sempre soma. lembrando que DMG E é +, enquanto DMG W é negativo.

 

subtrai o valor da DMG para corrigir de verdadeiro para magnético e soma DMG para corrigir de magnético para verdadeiro

 

então RDL 200 com DMG 12E = 200 + (+12) -> LPV = 212°

a mesma RDL com DMG 12 W = 200 + (-12) -> 200 - 12 -> LPV 188°

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não. erro bem comum e a culpa é querer usar a "regra" de W sempre soma. lembrando que DMG E é +, enquanto DMG W é negativo.

 

subtrai o valor da DMG para corrigir de verdadeiro para magnético e soma DMG para corrigir de magnético para verdadeiro

 

então RDL 200 com DMG 12E = 200 + (+12) -> LPV = 212°

a mesma RDL com DMG 12 W = 200 + (-12) -> 200 - 12 -> LPV 188°

Ah, como pensei... O sinal de positivo não era da declinação em si, e sim para considerar a declinação. Também assumi que era declinação W, porque nos exercícios acima não tem nada fora do Brasil.

 

Aliás, ilustrando para os curiosos... As isogônicas da DMG:

magdec-world-big.jpg

 

Em vermelho: Declinação W. Em azul: Declinação E.

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Brunoo, 3Setão, Omykron e MarceloF,

 

Obrigado por tentar sanar as dúvidas. Em relação aos tipos de entradas esta tudo muito claro agora.

Fica difícil exemplificar a dúvida em relação as marcações, pois são baseadas em uma navegação, e precisaria plotar a carta e ponto do avião na navegação para encontrar a resposta que o exercício pede. Enquanto isso estou amadurecendo a teoria para compreender tudo certinho...

 

Valeu

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Desculpe p flood...

 

Mas posso considerar QDR e RDL, como rumos magnéticos saindo das devidas estações (NDB e VOR) e QDM como o rumo magnético + 180º "chegando" a estação?

 

Será que entendi ou esta errado meu conceito?

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Desculpe p flood...

 

Mas posso considerar QDR e RDL, como rumos magnéticos saindo das devidas estações (NDB e VOR) e QDM como o rumo magnético + 180º "chegando" a estação?

 

Será que entendi ou esta errado meu conceito?

Imagina, o tópico é pra isso.

 

Sim, está correto.

 

Radial = Linha radial ao auxílio, em qualquer dos 360º possíveis (O que é, por si só, uma linha de posição magnética).

QDR = Por convenção, é isso mesmo, rumo magnético "saindo" da estação, QDR é usado pra afastamento, mas ele não deixa de ser, na prática, uma linha de posição magnética, e equivale à uma radial.

 

QDM = Teu rumo pra estação, e fim de papo.

 

 

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Desculpe p flood...

 

Mas posso considerar QDR e RDL, como rumos magnéticos saindo das devidas estações (NDB e VOR) e QDM como o rumo magnético + 180º "chegando" a estação?

 

Será que entendi ou esta errado meu conceito?

didaticamente falando: não. não pode.

mas para fins de assimilação, o comportamento (rumos magnéticos saindo dos auxilios) é analogo.

 

só tome cuidado que a ANAC é uma que adora de usar o conceito de Radial INBOUND ao invés de Curso.

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