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Embraer KC-390

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A possível compra dos KC-390 sendo explicada na Assembléia Nacional da França

Jean-Claude Viollet

"Todo mundo está ciente da capacidade de tensões e esforços extraordinários feitos pela equipe para garantir que, apesar de todos os transportes de tropas. No entanto, interrogo-me sobre a futura compra de dez KC 390 brasileiros, que, longe de "voar carrinhos de mão , parecem ser grandes aeronaves, 19 toneladas de carga, um pouco maior do que o Transall e relativamente caros: 500 milhões de euros para dez aeronaves. Embora apoie a lógica de não comprar equipamentos americanos, eu acho que a decisão de comprar os novos modelos irão diversificar ainda mais a nossa frota de transporte, que criará significativa os custos logísticos de manutenção e reparação estes materiais.

 

A pertinência desta decisão também é questionável em dois outros pontos de vista. Primeiro, é esperado que o KC 390 estará disponível em 2015, que corresponde à entrada em serviço de A400M teórica. Além disso, parece que o KC 390, que deverá fornecer o transporte tático e estratégico, não pode não ser adequado para pistas Africano."

General Jean-Paul Paloméros, Chefe do Estado Maior da Força Aérea

"No transporte, há dois pontos distintos. Medidas urgentes são aqueles que precisam superar o Transall envelhece rapidamente. Vamos tentar aumentar sua vida útil, mantendo-se vigilante sobre as condições em que se irá proceder com a renovação para garantir condições óptimas de segurança e navegabilidade.

A escolha para comprar KC 390 é uma medida complementar para a entrada em serviço do A400M em nossa frota. O Presidente da República com o seu homólogo brasileiro assinou um acordo de parceria estratégica, que inclui a cooperação no sector da aviação e do espaço. A compra de aeronaves brasileiras se encaixa nesse processo. O KC 390 é um complemento para o A400M, pois este não pode cumprir todas as nossas necessidades, pelo menos não nas melhores condições económicas. O transporte dos exércitos são utilizados actualmente em África, nos territórios ultramarinos ... O A400M ele vai ajudar em todos esses teatros? Segundo algumas estimativas, pode-se substituir vários Transall por KC-390 para determinadas missões. Nós apenas precisamos de assegurar que a aquisição, o local de manutenção e operação de aeronaves no futuro do Brasil em melhores condições financeiras."

Edited by jambock

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Embraer confiante no sucesso do cargueiro KC-390

Empresa aposta no produto, e busca parcerias.

kc390desenhoT.jpg

 

Traduzido por Túlio Ricardo e Justin

 

(Flight International ) - A Embraer vem ao show aéreo de Farnborough 2010 com o trabalho de desenvolvimento já em curso de seu maior e mais ambicioso projeto até a data – o cargueiro tático KC-390. A fabricante brasileira está usando a feira para dar impulso à sua caça por novos clientes, bem como por parceiros estratégicos industriais e fornecedores.

 

Atualmente na fase de definição inicial, a aeronave está sendo desenvolvida amparada por um contrato da Força Aérea Brasileira no valor de US$ 1,3 bilhões, assinado em abril de 2009. A Embraer tem seu trabalho moldado para convencer os céticos de que a Empresa pode desenvolver a aeronave de acordo com a especificação, a partir de quantia pouco significativa, evitando problemas de engenharia como os que afligem o cargueiro militar Airbus A400M.

 

O contrato da Aeronáutica prevê a construção e certificação de dois protótipos do KC-390, além do ferramental de produção associado.

 

"Com essa quantidade de dinheiro, devemos conceber, desenvolver, projetar e produzir dois protótipos; e ter as ferramentas para certificar os dois protótipos conforme a norma Part 25 e com todas as ferramentas e gabaritos de montagem prontos para a produção", diz Orlando Neto, Vice-Presidente Executivo para o Mercado de Defesa da Embraer. Ele acrescenta que a produção em série não está incluída no contrato.

 

A Força Aérea espera contratar a produção de cerca de 30 KC-390, projetados para realizar múltiplas funções, incluindo as missões humanitárias, mobilização rápida, operações de forças especiais, pára-quedistas, reabastecimento em voo, lançamento aéreo de carga, evacuação aeromédica, busca e salvamento e até combate a incêndios.

 

Concebido como um substituto a jato para o Lockheed Martin C-130, o KC-390 é projetado para ser operado a partir de pistas semipreparadas com buracos de até 40cm (15.7in) de profundidade, e será também utilizado para apoiar as operações da Força Aérea Brasileira na Antártica.

 

"A operação na Antártica foi uma das tarefas críticas que determinaram as características da aeronave", diz Neto.

 

O KC-390 é configurado para transportar uma carga de 19t, cruzando a Mach 0.8 em uma altitude de 36.000 pés (11.000 m). Vai acomodar 23.4t de combustível nos tanques das asas e carregar 14t adicionais de combustível em missão de reabastecimento em voo. A fuselagem suportará uma pressão diferencial de 0.52bar (7.6lb/in2), e Neto diz que vai proporcionar um ambiente "muito confortável para os soldados, para este tipo de aeronave". Ele acrescenta que o KC-390 vai levar "acima de" 64 ou 80 soldados pára-quedistas.

 

"Ele é projetado para ser superior ao C-130", diz Neto. "A Força Aérea Brasileira poderia ter comprado o C-130J, mas este avião vai fazer mais por menos, então este é o desafio que temos diante de nós. É simples assim. Nós temos um contrato para elaborar um produto que vai cumprir esse trabalho".

 

O KC-390 terá plataforma de carga com 17,8m de comprimento; 3,45m de largura e 2,9m de altura (sem interrupção pela caixa da asa). Em um voo de translado, a aeronave é projetada para voar 3.350 milhas náuticas (6.200 km), ou 1450 nm com sua carga máxima de 19t. Com o máximo de combustível e uma carga útil de 11t, o alcance é de 2.800 nm.

 

Neto diz que o KC-390 tem que ser uma aeronave a jato porque, dada a dimensão do País, que a Força Aérea Brasileira é obrigada a defender, "tem que ser rápida". No entanto, a Força Aérea também insiste para que a aeronave seja capaz de decolar ou aterrissar em uma pista onde o C-130 pode operar.

 

"O avião vai pousar e decolar de aeroportos que são duas classes abaixo do C-130J e (Airbus Military) C-295", diz Neto.

 

Apesar de ter uma enorme quantidade de espaço aéreo para patrulhar, a Força Aérea Brasileira mantém constante luta com um orçamento apertado, e Neto diz que isto poderia trabalhar a favor da Embraer, quando se trata de abordar os mercados de exportação.

 

"Se há uma coisa que auxilia a Embraer Defesa, é ter a Força Aérea Brasileira como cliente", diz Neto. "São pessoas muito criativas, com poucos recursos e uma grande missão. Isso significa que você também tem que ser criativo".

 

"Veja o Bandeirante, o Tucano, o Super Tucano, veja todos os produtos que desenvolvemos para eles. O ERJ-145 ISR foi criado inicialmente para a vigilância da Amazônia. Eles foram feitos para ter preço acessível. Com isso em mãos, você tem uma boa chance de ter sucesso na exportação."

 

Neto vê um mercado potencial conservador de 700 unidades para o KC-390 (um número que desconta a possibilidade de, por exemplo, fazer uma venda para a USAF), parte de um mercado global de substituição de 2.800 aeronaves C 130.

 

"Este é um produto que nos coloca em uma nova área", diz Neto. "A geopolítica pode desempenhar um papel importante a favor e contra nós, é claro, mas temos confiança de que este é um mercado altamente acessível para este tipo de produto."

 

O KC-390 é “fly-by-wire” e tem 52% mais área de asa que o maior produto atual da Embraer – o avião comercial 190/195. Seu peso máximo de decolagem de 72t é 40% maior do que o do E-195.

 

"Estamos finalizando a fase de projeto preliminar enquanto falamos", diz Neto. "Depois virá a fase de definição inicial, a fase de definição conjunta, o projeto detalhado e a construção e certificação dos protótipos.

 

"Na fase de definição inicial é que os fornecedores e parceiros estratégicos serão definidos e colocados a bordo, pois eles precisam estar aqui para a fase de definição conjunta. Agora é a hora (até maio próximo) em que nós estaremos vendo os movimentos em termos de fornecedores, e os parceiros estratégicos sendo anunciados."

 

Neto diz que a Embraer está aberta para um governo estrangeiro, assim como para a indústria local participante do programa, com o aval do governo, em Brasília.

 

"Eles serão mais do que bem-vindos, desde que os custos não-recorrentes e que são incorporados a este contrato de 1300 milhões dólares americanos sejam tomados pelo Brasil e disponibilizados para a tarefa".

 

"Queremos o maior número de parceiros estratégicos possível, porque a bordo você tem que assumir sua parte nos custos não-recorrentes, e você tem de se comprometer a comprar o KC-390 no futuro”.

 

"Se houver uma decisão para a participação de uma força aérea e uma indústria local, essa é uma decisão de governo para governo. Uma compra do KC-390 estaria no nível da Força Aérea; a participação da indústria local em fazer parte do trabalho, no nível industrial. Um punhado de países viria bem."

 

O primeiro protótipo está programado para sair em meados de 2014, com a campanha de certificação sendo realizada no terceiro trimestre daquele ano.

 

O requisito para o motor, ainda não-selecionado, é "acima de 25.000lb impulso [110kN] e abaixo de 30.000lb", diz Neto. "Estamos conversando com os fabricantes de motores. A idéia é utilizar tecnologia comprovada quando possível. Não estamos reinventando a roda aqui."

 

O governo francês manifestou a sua disponibilidade para comprar 12 KC-390, se o Brasil escolher o Dassault Rafale na competição para o caça F-X2.

 

"Nós com certeza vemos oportunidades para o C-390 na França, ponto", diz Neto. "Se alguém quiser associar os dois projetos, vamos associar. Mas eu não estou associando nada. Você não compra algo que você não precisa."

 

A Suécia também fez uma promessa semelhante, relacionada com a sua oferta do Gripen NG.

 

A Força Aérea Brasileira busca adquirir em torno de 30 aeronaves, incluindo as versões de reabastecimento em voo.

 

"Nós completamos os testes subsônicos da fase de projeto preliminar na Holanda", diz Neto. "Terminamos a fase de projeto preliminar com um produto em que estamos bastante confiantes e é robusto, em conformidade com a missão para o qual está sendo projetado. E vai ser muito simples, em termos de sistemas e para operar."

 

Realizamos três workshops com forças aéreas (em formato similar às consultas feitas pela Embraer para seus novos programas na aviação comercial): uma para a configuração geral, uma focada no compartimento de carga, e uma para a manutenção da aeronave.

 

O KC-390 foi projetado para oferecer um elevado nível de sobrevivência. "A distribuição dos sistemas na estrutura da aeronave tem que ser concebida de forma a garantir que a aeronave terá o nível de sobrevivência necessário para cumprir a missão", diz ele.

 

Neto está confiante de que o programa KC-390 não sofrerá dificuldades semelhantes às encontradas na Europa, com o A400M, aeronave bem maior.

 

"Este é um produto a ser desenvolvido para cumprir uma determinada missão especificada por um cliente", diz Neto. "Isso mantém as coisas muito, muito simples".

 

"Para desenvolver este programa, teremos que superar as dificuldades técnicas, aprender algumas coisas que não sabemos ao certo, mas isso faz parte do desafio. Nós não queremos o desenvolvimento de tecnologias além das necessárias. Queremos chegar a aeronaves que, no final da fase de desenvolvimento, cumpram as exigências da Força Aérea Brasileira.

 

"Reduzir o risco significa ter um cliente, um contrato para obter o avião, que virá com seus desafios, mas nenhuma tecnologia adicional. Queremos estar seguros, pois a utilização operacional e os requisitos estão lá."

 

Fonte: Flight International, via Defesa Brasil - Qua, 14 de Julho de 2010 02:33

 

 

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Embraer não definiu o preço de tabela do KC-390.

Empresa dos EUA também pretende comprar 24 aviões E190 da Embraer.

 

A Força Aérea Brasileira (FAB) manifestou nesta quarta-feira (21) a intenção de comprar 28 unidades do cargueiro KC-390, em desenvolvimento pela Embraer. O tamanho da encomenda é maior que o estimado anteriormente, de cerca de 20 aviões.

 

A FAB e a Embraer assinaram em 14 de abril do ano passado contrato para o desenvolvimento do KC-390, com investimento estimado em US$ 1,3 bilhão bancado pela União. O valor inclui apenas a produção de dois protótipos da aeronave. Assim, um contrato novo referente ao pedido pelos 28 cargueiros ainda precisará ser firmado.

 

A Embraer não definiu o preço de tabela do KC-390, mas o contrato envolvendo os 28 cargueiros com a FAB pode rondar os US$ 2 bilhões.

 

A fabricante informou anteriormente que pretende ter um terço do mercado global de cargueiros estimado em 700 unidades em 15 anos, o que significaria receita de US$ 18 bilhões. Com base nesse números, é possível chegar a um valor médio, por aeronave, perto de US$ 80 milhões.

 

A FAB usará o KC-390 para substituir sua frota de C-130 Hércules, da norte-americana Lockheed. A expectativa é que o primeiro voo do cargueiro da Embraer ocorra em 2014, com entrada em serviço no final de 2015.

 

A assinatura da carta de intenções com a FAB envolvendo os 28 cargueiros ocorreu na feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra.

 

Republic Airlines

Também nesta quarta, a companhia aérea americana Republic Airlines assinou uma carta de intenção para a compra de 24 aviões E190 da Embraer, anunciou a emrpesa brasileira. O valor do contrato é de US$ 960 milhões.

 

"Escolhemos esses aviões pelo conforto dos passageiros, seu desempenho, em particular nas zonas quentes e altas como Denver", explicou o presidente da Republic Airlines, Bryan Bedford.

 

Os primeiros aviões, utilizados para voos regionais, serão entregues em meados de 2011.

 

Com informações da Reuters e da France Presse

 

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/no...-embraer-1.html

Edited by KGR

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Força Aérea Brasileira e Embraer anunciam acordo

Anúncio ocorreu em Farnborough.

A capacidade de carga elevada para 23,5 toneladas!

kc39033T.jpg

 

 

(Defesa Brasil) - Foi anunciado durante uma coletiva de imprensa na feira aeronáutica de Farnborough, Inglaterra, um acordo de intenção de compra pela Força Aérea Brasileira de 28 unidades do cargueiro a jato KC-390, em desenvolvimento pela Embraer em conjunto com a própria FAB para o mercado interno e principalmente externo.

 

Um contrato marcando o pontapé inicial do projeto já havia sido assinado em 2009, durante a LAAD '09 no Rio de Janeiro, e na época se falava em uma encomenda inicial de 22 aeronaves, de modo que o atual acordo surpreende por superar essa expectativa.

 

A Embraer prevê a necessidade de um investimento de cerca de R$3 Bilhões por sete anos, e espera exportar cerca de 200 unidades durante os primeiros 10 anos da fase de produção da aeronave, que visa substituir parte da frota mundial de C-130 Hércules.

 

Outro número que surpreendeu neste acordo foi a capacidade de carga da aeronave, que era estimada em 19 toneladas na LAAD '09, e agora foi recalculada para 23 toneladas e meia. Isso se deve a integração da empresa com a FAB, com militares experientes em transporte de carga e tropa auxiliando no projeto da aeronave, testando todas as possibilidades e modificações imaginadas pelos engenheiros em uma maquete do compartimento de carga construída nas instalações do DCTA, Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial.

 

O KC-390 deverá ser capaz de operar em pistas de terra semi preparadas e pistas pavimentadas curtas, e como adiantado pelo Defesa Brasil ano passado, deverá possuir Head Up Display e sistema de liberação automática de carga similar ao utilizado pelo C-17 Globemaster. Algo que preocupava os militares e engenheiros na época era o desenho das asas que deveria oferecer sustentação suficiente para a velocidade adequada de lançamento de tropa pára-quedista, algo complicado para uma aeronave a jato, mas que atualmente parece ser um desafio superado pela Embraer.

 

O projeto já despertou o interesse de vários países, tanto no desenvolvimento e construção, como na compra direta do aparelho.

 

fonte: Defesa Brasil Qua, 21 de Julho de 2010 17:11

 

 

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EMBRAER e FAB anunciam intenção de compra de avião cargueiro (vnews)

 

= KC-390 poderá levar até 23 toneladas e operar em pistas curtas =

 

- A Força Aérea Brasileira (FAB) e a EMBRAER anunciaram em 21/07, durante coletiva de imprensa no 47º Show Aéreo de Farnborough, na Inglaterra, a intenção de compra futura de 28 aeronaves KC-390 para atender ao planejamento da FAB.

 

O programa de desenvolvimento do novo jato de transporte militar foi assinado entre a FAB e a EMBRAER em abril de 2009, durante a sétima edição da feira aeronáutica e de defesa Latin America Aero and Defence (LAAD), no Rio de Janeiro.

 

"A Força Aérea Brasileira é o principal parceiro estratégico da EMBRAER desde a criação da empresa em 1969”, afirmou Orlando José Ferreira Neto, Vice Presidente Executivo para o Mercado de Defesa da empresa aeronáutica brasileira.

 

O projeto avança conforme planejado e a fase de estudos preliminares foi concluída com sucesso. O primeiro voo do avião está previsto para 2014 e a entrada em serviço para o final de 2015. Os estudos mostram que a capacidade de carga do KC-390 deverá superar aquela estabelecida nos requisitos iniciais e chegar a 23,6 toneladas.

 

Tecnologia

 

O KC-390 contará com a tecnologia CARP (Computed Air Release Point), integrada ao sistema digital de comandos de vôo (fly-by-wire), o que resultará em maior precisão no lançamento de cargas e menor carga de trabalho para a tripulação.

 

O avião terá ainda moderno sistema aviônico, incluindo dois visores frontais (Head-Up Display – HUD), e sistema completo de autodefesa. O KC-390 será totalmente compatível com a tecnologia de visão noturna (Night Vision Goggles – NVG). Mais rápido que seus competidores, o jato poderá operar em pistas curtas e semi-preparadas.

 

Dentre as principais missões, será utilizado para transporte de tropas e cargas.

fonte: site Reservaer

Edited by jambock

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Maior avião que a companhia já construiu, o KC-390 decolará pela 1ª vez em 2014.

 

(O Estado de S.Paulo) O maior avião que a Embraer construiu, o transporte de tropas, tanque para reabastecimento em voo e cargueiro de emprego geral KC-390, já tem a primeira decolagem marcada - será em novembro de 2014, pouco depois da cerimônia de roll out. Essa é uma festa tradicional, marca o momento em que um avião, ainda protótipo, deixa a linha de montagem e rola para fora do hangar, iniciando a etapa de avaliação da sua capacidade.

 

O primeiro voo de uma unidade de série será realizado dois anos depois, em 2016.

O Comando da Força Aérea é o principal investidor do programa. Em abril de 2009 foi autorizada a dotação total de R$ 3,028 bilhões para o desenvolvimento do projeto e produção dos modelos preliminares, dois deles, com duração de sete anos.

 

Há duas semanas a FAB anunciou a disposição de adquirir um lote inicial de 28 aviões KC-390. Pelo atual valor de mercado dos equipamentos da mesma classe, o negócio é estimado em R$ 3,04 bilhões.

"Com isso, o governo deixa claro que o programa é irreversível e afinado com a Estratégia Nacional", considera o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

 

O ministro tem planos para envolver a Embraer como receptora de tecnologias de ponta, e não apenas no setor aeronáutico, implícitas no processo de reequipamento das Forças Armadas. O tema foi discutido na semana passada, em São Paulo com Frederico Curado, presidente da empresa, e Orlando Ferreira Neto, vice-presidente para o mercado de Defesa. Segundo Jobim, foi uma discussão conceitual.

 

Mudanças. O KC-390 vai disputar um enorme e rico mercado internacional. De acordo com o presidente Curado, serão ao menos 700 aviões de transporte médio - na faixa pouco acima de 20 toneladas e cerca de 2.700 quilômetros de alcance - contratados até 2020. Ao longo do período, o produto vai sofrendo mudanças.

 

A carga útil, por exemplo, aumentou de 19,5 para 23,6 toneladas, quatro mil quilos a mais em relação à especificação inicial. O teste de volume, utilizando uma maquete industrial do compartimento interno, permitiu acesso de dois tipos de blindados, a carreta padrão do sistema Astros, lançador de foguetes da Avibrás, de 15 toneladas, e um veículo de comando, de 14 toneladas.

 

A configuração eletrônica adota tecnologia Computed Air Release Point, a CARP, que permite o lançamento de cargas com precisão. Os pilotos contarão com visores digitais e sistema de visão noturna a partir de recursos óticos integrados aos capacetes.

O KC-390 terá recursos específicos de autodefesa, como despistadores de mísseis e dispositivo de interferência eletrônica.

 

Os próximos meses serão intensos. Ainda não foi decidido o fornecedor dos motores, que devem ter "menos de 30 mil libras e mais de 25 mil libras de empuxo", diz Orlando Ferreira Neto. É uma forma de manter os custos baixos sem perdas no desempenho: o jato deve voar a 850 km/hora, com ganho de rendimento de ao menos 15% em relação aos concorrentes.

 

Ainda assim, não será uma aeronave experimental. Em entrevista durante o Salão de Farnborough, na Inglaterra, Ferreira declarou que "a ideia é empregar o máximo de conhecimento provado - não estamos reinventando a roda aqui". O resultado final, garante, "é oferecer performance e custo em condição de vantagem frente ao mercado".

 

Em missão de reabastecimento aeronaves no ar - inclusive de outros KC-390 - o birreator leva a bordo 37,4 toneladas de combustível, 14 das quais acomodadas em dois tanques extras.

No novo desenho de mobilização de Forças o deslocamento rápido exige transporte aéreo para qualquer ponto. Prevendo o pouso e decolagem em pistas precárias, o KC-390 pode atuar sobre terreno semipreparado, com buracos de até 40 centímetros de profundidade.

 

Soldados equipados, prontos para entrar em ação, ou os feridos evacuados de áreas devastadas por catástrofes, vão viajar no conforto de uma cabine pressurizada e climatizada da mesma forma que nos aviões comerciais.

 

Gavião Peixoto. A cadência de produção prevê uma aeronave e meia, de série, por mês. As instalações industriais de complexo de São José dos Campos serão expandidas, mas a maior parte dos investimentos será concentrada na planta de Gavião Peixoto, 300 quilômetros distante de São Paulo. Ali vai funcionar a linha final de montagem. O programa do cargueiro vai gerar, até 2016, perto de 1,8 mil novas vagas, 600 delas na Embraer, acredita o Sindicato dos Metalúrgicos. Há uma certa euforia na pequena cidade de 4,2 mil habitantes na região noroeste. A fábrica mantém 2.221 vagas.

 

"O programa KC-390 vai consolidar o segundo polo aeronáutico em Gavião Peixoto", sustenta o economista e consultor João Victor de Freitas, para quem "essa é a saída para o estrangulamento da unidade de São José dos Campos, e uma forma de estimular o surgimento de outro núcleo especializado, estrategicamente distante do primeiro".

Fonte: Roberto Godoy para O Estado de S.Paulo 18 ago 2010

 

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EMBRAER anuncia discussões de parceria para o KC-390 com a indústra aeronáutica chilena

 

Força Aérea do Chile declara intenção de adquirir seis jatos de transporte militar

 

São José dos Campos, 24 de agosto de 2010 – A Embraer participou de cerimônia ocorrida hoje, em Santiago, no Chile, quando os Ministros da Defesa do Brasil e do Chile assinaram Declaração de Intenções para a participação do Chile no programa do jato de transporte militar KC-390. Com base neste acordo, a Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer), do Chile, engajase nas discussões sobre a participação no desenvolvimento do avião e no fornecimento de parte

 

da estrutura. A declaração também marca o início das negociações visando à futura aquisição de seis aeronaves KC-390 para equipar a Força Aérea do Chile (FACH).

“Tivemos recentemente uma mostra inequívoca de apoio do governo brasileiro ao KC-390, com a declaração de intenção de aquisição inicial de 28 unidades por parte da Força Aérea Brasileira (FAB). É com grande satisfação que vemos o Chile juntar-se nesta direção”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa.

 

“Temos um ótimo relacionamento com a Enaer e esperamos expandi-lo ainda mais por meio desta parceria, que não somente demonstra o apreço do governo chileno pelo KC-390, que consideramos um produto vencedor, mas também o interesse mútuo em integrar as bases industriais de defesa dos dois países.”

 

A bem-sucedida parceria industrial entre Brasil e Chile remonta à década de 1990, quando a Enaer começou a destacar-se como fornecedora de estruturas para o jato regional ERJ 145, com 50 assentos, fabricado pela Embraer. Em 2008, a FACH encomendou 12 aviões Super Tucano da Embraer para missões de treinamento tático de pilotos, todos já entregues e em operação.

 

“Vemos com muita satisfação e orgulho que a qualidade do trabalho realizado por nossos profissionais seja reconhecida, permitindo-nos assim participar deste novo e relevante programa de produção de uma aeronave como o KC-390”, afirmou o Diretor-Executivo da ENAER, General Pedro Bascuñan. “A participação no projeto não beneficia apenas a Embraer e a ENAER, mas a ambos países, ao gerar fontes de emprego e impulsionar o desenvolvimento industrial.

 

A possibilidade de trabalhar conjuntamente no programa KC-390 se apresenta como uma interessante alternativa para fomentar a fabricação de estruturas aeronáuticas em nossas instalações. Agradecemos o interesse mostrado pela Embraer de trabalhar conosco cada vez que inicia o desenvolvimento de novas aeronaves, sejam civis, comerciais ou militares.”

 

No último mês de julho, no Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, a Embraer e a FAB divulgaram uma intenção de compra inicial, pelo governo brasileiro, de 28 jatos KC-390 para renovação da frota. O acordo anunciado hoje marca uma nova etapa no relacionamento entre os dois países e entre a Embraer e Enaer.

 

Nota DefesaNet

A Empresa Nacional de Aeronáutica do Chile (ENAER) é fornecedora da EMBRAER desde o ERJ 145. Não participa do EMB170/190, mas fornece partes estruturais para os Phenom 100 e 300.

 

Há o desejo de retomar a participação aos níveis do ERJ 145 porém a capacidade financeira da empresa é um limite. Alguns dos requisitos do KC-390 atendem perfeitamente ao Chile, tal como operar na Antártida. A necessidade de pousos nas áreas desérticas do norte do país não devem ser um maior problema ao projeto KC-390.

 

Porém, o Chile tem necessidade urgente de aviões de transporte, uma necessidade que foi sentida nos terremotos de Fevereiro e março deste ano. É possível que adquira o italiano Alenia C-27J e também receba mais Hércules C-130 dos Estados Unidos em caráter emergencial.

fonte: DefesaNet 24 agosto 2010

 

 

 

 

 

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JAMBOCK parabéns pelas atualizações das informações do projeto! :rev:

 

Estava querendo conhecer melhor as novidades do projeto :goog: e dei uma boa navegada pelas informações desse tópico e gostei muito do que vi.

 

Go ahead EMBRAER (e que venha as grandes aeronaves civis também)! :thumbsup:

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Os chilenos estão estudando o reequipamento de sua frota de cargueiros.

À época dos desenhos abaixo, a capacidade do C-390 ainda era de 19 toneladas.

Atualmente, foi recalculada para 23,5 toneladas. Fato que o deixa em melhores condições para competir com o C-130.

Reemplazo_Hercs.jpg

 

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Imagino que seja só um chute na configuração de motores, pra não colocar uma nota dizendo que os motores não haviam sido escolhidos ainda.

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Pode ser um estudo que os chilenos estejem desenvolvendo, plausível perfeitamente, pode ser uma alternativa aos GE puros atuais dos 170/190....mais ficou bonito figura !

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Reemplazo_Hercs.jpg

 

Só gritando mesmo!

 

TAQUEUPARIU!!!

 

MAS VAI FAZER AVIÃO BONITO ASSIM LÁ EM GAVIÃO PEIXOTO!!!!

 

EMBRAER RULEIA!!!!

 

 

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Pode ser um estudo que os chilenos estejem desenvolvendo, plausível perfeitamente, pode ser uma alternativa aos GE puros atuais dos 170/190....mais ficou bonito figura !

O (K)C-390 vai precisar de um motor bem mais potente que os E-Jets.

Entao a utilizaçao dos CFMs é bem plausivel.

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Tanto o CFM56 quanto o IAE V2500 atendem os requisitos de empuxo, justamente os fabricantes selecionados pela Embraer para o fornecimento de motores. Dei uma olhada, o IAE é um pouco(coisa de 100 lb, bem pouco mesmo) mais leve que o CFM, mas consumo específico de combustível e empuxo são similares. O CFM, porém, possui variantes mais potentes que as do IAE, então a escolha do CFM poderia ajudar caso a aeronave fosse alongada. Nesse caso, iria de CFM. A manutenção não parece ser muito complicada de ser feita, já que é usado em aviões muito usados no mercado(737, A320), possui variantes de maior potência já em amplo uso(A340-200/-300), além de não "chorar" na decolagem como os IAE. :rolleyes:

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Colômbia indica compra de 12 cargueiros KC-390 da Embraer

Plantão | Publicada em 01/09/2010 às 16h11m

Reuters/Brasil Online

 

 

SÃO PAULO (Reuters) - O governo da Colômbia manifestou a intenção de comprar 12 aviões de transporte militar da Embraer, o KC-390, ampliando para 46 unidades o total de indicações de aquisição da aeronave por forças aéreas.

 

Segundo a Embraer, foi assinado em Brasília, nesta quarta-feira, uma declaração de intenções entre os ministros da Defesa do Brasil e da Colômbia "visando à participação do país vizinho no programa de desenvolvimento e na produção do jato de transporte militar KC-390".

 

"É o primeiro passo nas negociações bilaterais que definirão os termos e condições da participação da Colômbia no programa, e que poderá resultar na implantação de uma fábrica de peças usinadas naquele país para atender ao mercado aeronáutico, e na aquisição, por parte do governo colombiano, de 12 aviões KC-390", destacou a Embraer.

 

Em 24 de agosto, um acordo parecido foi assinado no Chile, pelo qual a Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer) daquele país se comprometeu a discutir sua participação no desenvolvimento do avião e no fornecimento de parte da estrutura. O Chile vai avaliar a compra de seis aviões KC-390.

 

Em julho, durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra, a Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) divulgaram uma intenção de compra inicial, pelo governo, de 28 jatos KC-390 para renovação da frota.

 

Embora não tenha divulgado o preço do KC-390, a fabricante já informou querer um terço do mercado global de cargueiros estimado em 700 unidades em 15 anos, o que significaria receita de 18 bilhões de dólares. Com base nisso, é possível chegar a um valor médio por aeronave próximo a 80 milhões de dólares.

 

Nessa base, o valor potencial das vendas das 46 unidades em negociação com Brasil, Chile e Colômbia seria de perto de 3,7 bilhões de dólares.

 

A previsão é que o primeiro voo do cargueiro da Embraer ocorra em 2014, com entrada em serviço no final de 2015.

 

As ações da Embraer disparavam 4,44 por cento às 16h08, para 11,28 reais. No mesmo horário, o Ibovespa avançava 2,61 por cento.

 

(Reportagem de Cesar Bianconi)

 

Fonte:Reuters/Brasil Online

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Colômbia indica compra de 12 cargueiros KC-390 da Embraer

SÃO PAULO (Reuters) - O governo da Colômbia manifestou a intenção de comprar 12 aviões de transporte militar da Embraer, o KC-390, ampliando para 46 unidades o total de indicações de aquisição da aeronave por forças aéreas.

 

Em 24 de agosto, um acordo parecido foi assinado no Chile, pelo qual a Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer) daquele país se comprometeu a discutir sua participação no desenvolvimento do avião e no fornecimento de parte da estrutura. O Chile vai avaliar a compra de seis aviões KC-390.

 

Em julho, durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra, a Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) divulgaram uma intenção de compra inicial, pelo governo, de 28 jatos KC-390 para renovação da frota.

 

28 para o Brasil + 12 para a Colômbia + 6 para o Chile = 42 aeronaves

 

Mas a França não tinha dito que estudava a compra de 12 KC-390 também?

 

E ainda tem a possibilidade de Portugal comprar para substituir os seus C-130?

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Portugal também participará de projeto de jato militar da Embraer

 

O governo de Portugal firmou hoje acordo com o governo brasileiro para participar do programa de desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390, que será fabricado pela Embraer. O acordo prevê a compra de seis aviões para a Força Aérea Portuguesa.

 

Portugal é o terceiro país a integrar a parceria internacional para construção do KC-390 em menos de um mês. Em agosto, o governo do Chile oficializou seu interesse no projeto. A Empresa Nacional de Aeronáutica (Enaer) chilena pretende comprar seis unidades do modelo. No início deste mês, a Colômbia também assinou uma declaração de intenções para cooperação e futura aquisição de 12 aviões.

 

A Força Aérea Brasileira (FAB) já havia anunciado em julho que deve adquirir 28 jatos. Com isso, a Embraer já conta com uma carteira de 52 pedidos do KC-390. O acordo com Portugal foi assinado em cerimônia realizada em Lisboa, com a presença dos ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e de Portugal, Augusto Santos Silva.

 

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/...r-917601389.asp

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Sem falar em uma MUITO provável compra de vários KC-390 pela África do Sul, com a participação da Denel no projeto, e substituindo os A400 cancelados...

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Meus prezados:

 

Argentina deve integrar projeto de novo jato militar da Embraer

 

Depois de Chile e Colômbia e, mais recentemente, Portugal oficializarem a intenção dos seus governos de participar do desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390, projeto encomendado à brasileira Embraer pela Força Aérea Brasileira (FAB), a Argentina deve ser o próximo parceiro do programa. Segundo fonte do setor de defesa do governo, os dois países já estão negociando os termos da carta de intenção para assiná-la em breve.

 

Na sexta-feira, os Ministérios da Defesa do Brasil e de Portugal assinaram uma Declaração de Intenções de parceria no programa do cargueiro brasileiro. O acordo, informou a Embraer, também marca o início das negociações para entrada de empresas portuguesas no projeto e na fabricação do novo avião. O governo português também revelou a intenção de adquirir seis aeronaves para equipar a Força Aérea de seu país.

 

Com os novos parceiros, o número de intenções de compra do KC-390 sobe para 52. Desse total, 28 são da FAB, seis do Chile, seis de Portugal e 12 da Colômbia. A África do Sul, de acordo com a fonte, ainda não definiu participação no projeto, mas segue na lista dos parceiros mais próximos do KC-390.

 

A Embraer planejou produzir 180 unidades do seu novo avião de transporte militar nos primeiros dez anos de comercialização da aeronave. A empresa identificou demanda potencial de 700 aeronaves na classe do KC-390, um negócio estimado em US$ 50 bilhões, sendo 100 delas na América do Sul.

 

O KC-390 começou a ser desenvolvido em abril do ano passado, a partir de um acordo assinado entre a Embraer e a FAB, que destinará US$ 1,3 bilhão para o projeto. O valor, segundo a FAB, cobre todas as atividades de concepção, desenvolvimento, ensaios, certificação e preparação para produção. Neste ano, segundo o gerente executivo do projeto do KC-390 na FAB, coronel Adalberto Zavaroni, o projeto receberá cerca de R$ 95 milhões. Para 2011, já existe previsão de aporte da ordem de R$ 220 milhões.

 

O programa de desenvolvimento do cargueiro, de acordo com o gerente do projeto, encerrou em maio a fase de estudos preliminares e trabalha, agora, na definição inicial dos principais sistemas que equiparão a aeronave. "Selecionamos oito sistemas que representam o coração da operação de um jato de transporte e de reabastecimento em voo, não só pelas suas características críticas, mas também pelo alto nível de tecnologia que agregam", explicou.

 

Nos últimos quatro meses, segundo Zavaroni, a Embraer e a Aeronáutica trabalharam em conjunto na definição dos requisitos relacionados ao motor, trem de pouso, comandos de voo e sistemas de manuseio e lançamento de carga. "Já identificamos alguns potenciais fornecedores para esses sistemas e a Embraer se encarregou de avaliar as ofertas sob o ponto de vista técnico e comercial. A FAB está analisando as propostas sob o ponto de vista de "off set" (compensação comercial, tecnológica e industrial)".

 

O gerente informou ainda que, até abril de 2010, as duas partes estarão envolvidas na definição dos requisitos e de fornecedores para os sistemas de missão do KC-390 (radares e aviônica), de reabastecimento em voo e de auto-defesa.

 

A indústria aeroespacial brasileira, de acordo com Zavaroni, também terá um papel de importante no programa de desenvolvimento do KC-390, seja através dos acordos de compensação (off set) ou também com o fornecimento de sistemas que envolvam tecnologias já dominadas no país. "A indústria nacional já tem competência em áreas estratégicas como a de aviônicos, estrutura e trem de pouso", afirmou.

 

O KC-390 vai substituir a frota de C-130 da FAB, utilizada hoje nas áreas de transporte logístico pesado, busca e resgate, ressuprimento aéreo, evacuação médica, combate a incêndio florestal e reabastecimento em voo. O preço da aeronave, segundo o gerente do projeto, deve ser menor que o do C-130, que custa na faixa de US$ 80 milhões a US$ 90 milhões.

fonte: Virgínia Silveira para Defesanet 13 set 2010

 

 

 

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Governo tcheco manifesta intenção de adquirir dois KC-390

São José dos Campos, 13 de setembro de 2010 – Em cerimônia realizada hoje em Praga,República Tcheca, os ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e da República Tcheca, Alexandr Vondra, assinaram uma Declaração de Intenções para a participação do país europeu no programa de desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390. O acordo marca o início das negociações para a participação da indústria tcheca no projeto e na fabricação do novo avião e também para a futura aquisição de duas aeronaves KC-390 pelo governo tcheco.

 

“Estamos muito satisfeitos com o interesse demonstrado pelo governo tcheco em participar do programa KC-390 e esperamos que esse país venha a consolidar-se como mais um parceiro nesta bem-sucedida empreitada”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa, também presente na cerimônia. “O novo acordo reafirma o potencial de sucesso do KC-390. A perspectiva de cooperação com a tradicional indústria aeronáutica tcheca nos entusiasma e acreditamos que este possa ser o início de uma relação sólida e de longo prazo.”

 

Este é o quarto anúncio de negociação de parcerias internacionais para o programa KC-390 feito pela Embraer após o 47º Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, em julho, quando a Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou a intenção de adquirir 28 jatos. Chile, Colômbia e Portugal já iniciaram discussões para definir as condições de participação no projeto e na fabricação do novo avião de transporte militar. Com a entrada da República Tcheca, tais negociações poderão resultar na venda agregada de 54 aviões KC-390 para as forças aéreas desses cinco países.

 

fonte: http://www.aereo.jor.br/2010/09/13/governo...rir-dois-kc-390

 

Para nao perdermos a conta:

Republica Tcheca: 2

Argentina

Portugal: 6

Colombia: 12

Chile: 6

Africa do Sul

Brasil: 28

 

E é claro, Franca OU Suecia!

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Tanto o CFM56 quanto o IAE V2500 atendem os requisitos de empuxo, justamente os fabricantes selecionados pela Embraer para o fornecimento de motores. Dei uma olhada, o IAE é um pouco(coisa de 100 lb, bem pouco mesmo) mais leve que o CFM, mas consumo específico de combustível e empuxo são similares. O CFM, porém, possui variantes mais potentes que as do IAE, então a escolha do CFM poderia ajudar caso a aeronave fosse alongada. Nesse caso, iria de CFM. A manutenção não parece ser muito complicada de ser feita, já que é usado em aviões muito usados no mercado(737, A320), possui variantes de maior potência já em amplo uso(A340-200/-300), além de não "chorar" na decolagem como os IAE. :rolleyes:

se for para botar potencia por potencia, é melhor caçar algumas PW2000 (motorizam os 757) e ir para o abraço

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Meus prezados:

Força Aérea FM: Aeronáutica apresenta projeto KC-390 em São José dos Campos

O Comando da Aeronáutica realiza, nesta terça (21) e quarta-feira (22), na cidade de São José dos Campos, o 2º Workshop de Offset do Projeto KC-390. De acordo com o gerente executivo do projeto, Coronel-Aviador Adalberto Zavaroni, o objetivo do evento é aproximar os potenciais fornecedores de equipamentos estrangeiros e potenciais beneficiários brasileiros. A aeronave tem previsão de primeiro voo em 2014.

Eis a entrevista com a Rádio Força Aérea FM:

http://www.fab.mil.br/portal/cabine/audios/8e9077668f.mp3

fonte: CECOMSAER 21/09/2010 - 17h11

 

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