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Turkish Airlines reforça operação na América Latina


Dilson Rig

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Companhia estuda voos diretos da capital turca para o Rio de Janeiro, Santiago do Chile e Cidade do Panamá
Valor Econômico - 23/5/2014
A companhia Turkish Airlines definiu um plano ambicioso de expansão na América Latina para concorrer com outras companhias aéreas do Golfo como Emirates, Etihad e Qatar. Em entrevista ao Valor, o presidente executivo da companhia turca, Temel Kotil, disse que a partir do ano que vem fará voos de Istambul para Bogotá (Colômbia), Caracas (Venezuela), Havana (Cuba) e Cidade do México. Além disso, a companhia estuda voos diretos da capital turca para o Rio de Janeiro, Santiago do Chile e Cidade do Panamá. "Adoramos a América Latina e o Brasil. Estamos examinando comercialmente se abrimos a linha para o Rio", disse Kotil, que fez um balanço positivo do voo diário Istambul-São Paulo. O executivo destaca que "está contente" com as perspectivas na América Latina. Nem mesmo os problemas causados pelo governo da Venezuela que bloqueou US$ 3,9 bilhões da venda de bilhetes pelas companhias aéreas estrangeiras no país diminui o entusiasmo do executivo. "No fim, tudo dá certo", minimizou. A Turkish era uma companhia aérea estatal que só perdia dinheiro e se transformou uma empresa com 50,88% do capital privado e com ações negociadas no mercado. Tornou-se a décima-quinta do mundo em número de passageiros, a décima em faturamento e quinta em ganho operacional. Atualmente, os voos da Turkish Airlines e das demais companhias do Golfo com destino à América Latina estão concentrados em São Paulo e Buenos Aires. Mas a expectativa é que as companhias do Golfo continuem sua agressiva expansão internacional e logo estarão cobrindo boa parte da região. Indagado sobre a concorrência na América Latina com as demais aéreas, Kotil pontuou que "na verdade todas as companhias estão fazendo seu dever de casa e isso significa ampliar suas destinações para onde há demanda." O executivo exemplificou há dez anos a Turkish voava para 17 países e agora este número já é de 107. No fim do ano passado, a companhia fez encomenda no valor de US$ 6,9 bilhões para 70 aeronaves de diferentes dimensões junto a Boeing. Segundo o executivo, o que as companhias do Golfo estão fazendo particularmente é ligar a Ásia e Europa. E, aparentemente isso tem todo sentido. O próprio Kotil, que é tambem presidente da Associação das Empresas Aéreas da Europa, diz que o comércio Ásia-Europa aumenta de forma acelerada e o número de passageiros entre as duas regiões vem crescendo mais do que em outros regiões. "Quando colocamos os números em nossas fórmulas, chegamos à conclusão de que em dez ou 20 anos, a Europa e a Ásia vão ser um mercado comum para as aéreas, tão grande será a frequência de voos e de número de passageiros", afirmou. A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) vê melhora do faturamento das companhias das duas regiões. No caso da Europa, a estimativa é de um lucro de US$ 3,1 bilhões neste ano, o que representa mais do que o dobro dos US$ 1,2 bilhão registrados em 2013. As aéreas da Ásia-Pacífico podem ter lucro de US$ 3,7 bilhões neste ano ante os US$ 3 bilhões apurados em 2013. Ainda de acordo com a Iata, em relação às companhias da América Latina, a previsão é que o lucro aumente de US$ 400 milhões em 2013 para US$ 1 bilhão neste ano.

 

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A THY deveria reduzir sua expansão internacional e focar no lucro, pois teve prejuízo de U$$ 100 milhões no primeiro trimestre. O ASK cresceu mais que o RASK e a empresa postergou para o ano que vem novos vôos para América Latina.

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Pelo visto, o pessoal do "Valor Econônico" nem sabe qual é a capital da Turquia...... :suicide_anim:

Você tem razão....É o maior e, provavelmente, o mais respeitado jornal de economia do país, mas é de quinta categoria...... :cry:

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A THY deveria reduzir sua expansão internacional e focar no lucro, pois teve prejuízo de U$$ 100 milhões no primeiro trimestre. O ASK cresceu mais que o RASK e a empresa postergou para o ano que vem novos vôos para América Latina.

...é o caminho do crescimento de muitas,crescer a qualquer custo....depois consolidar e gerar lucros,vide Azul ,por exemplo

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Você tem razão....É o maior e, provavelmente, o mais respeitado jornal de economia do país, mas é de quinta categoria...... :cry:

Esse erro acontece nas melhores famílias. 99% do mundo acredita que Istambul é a capital da Turquia, Ancara é "capital fantasia"...rsrsrs

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A THY deveria reduzir sua expansão internacional e focar no lucro, pois teve prejuízo de U$$ 100 milhões no primeiro trimestre. O ASK cresceu mais que o RASK e a empresa postergou para o ano que vem novos vôos para América Latina.

 

Sim, importante parar e avaliar, mas a questão maior é tentar encontrar o que na expansão recente causou o resultado negativo. O futuro tem que ser melhor avaliado.

 

Agora, a empresa tem aviões a receber e estes precisam ser pagos. Ou seja, a menos que suspendam entregas, terão que colocar em uso.

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Será que o RIO teria demanda para sustentar um voo da TK e EK /

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Sinceramente deveriam trocar Caracas pelo Rio. Quanto ao erro do Valor, apesar de imperdoável por se tratar do maior jornal de economia do Brasil, é bem comum. Junta-se a Turquia, confusões sobre a capital do Canada e Austrália. No exterior esse erro também é recorrente e tem muita gente que não sabe da existência de Brasília.

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o voo poderia ser IST-GIG-SCL e no lugar de Caracas, acho que Lima seria mais atrativo. BOG e PTY tem a ver com a Star Alliance, mas Havana...

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Será que o RIO teria demanda para sustentar um voo da TK e EK /

 

Tudo depende da malha da Turkish. Ponto a ponto não tem em lugar algum da America Latina.

Mas tem muitos dias que a EK não é suficiente. E as pessoas buscam o que tem disponivel.

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Poderia ser algo como IST-GRU-SCL e IST-GIG-EZE, o mercado GIG-BUE é maior que SCL. Por outro lado bateria de frente com a EK.

GRU-SCL iria sobreofertar a rota, porém ela teria a vantagem no produto e para Star Alliance (LH e LX) seria uma foram de chegar em SCL através de GRU.

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Tudo depende da malha da Turkish. Ponto a ponto não tem em lugar algum da America Latina.

Mas tem muitos dias que a EK não é suficiente. E as pessoas buscam o que tem disponivel.

Lipe

Voce tem informaçao como andas a média de ocupaçao da rota DXB-GIG-DXB ?

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Eu acho que faz mais sentido uma terceira rota da Emirates do que uma segunda da Turkish no Brasil.

Mas BSB ou CNF teriam trafego corporativo suficiente para manterem rotas para DXB sem mesmo um ligação com NY, Paris, Londres ou Santiago que é aqui do lado?

 

 

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Mas BSB ou CNF teriam trafego corporativo suficiente para manterem rotas para DXB sem mesmo um ligação com NY, Paris, Londres ou Santiago que é aqui do lado?

 

 

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Nem em sonho.

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Mas BSB ou CNF teriam trafego corporativo suficiente para manterem rotas para DXB sem mesmo um ligação com NY, Paris, Londres ou Santiago que é aqui do lado?

 

 

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Podem ser usadas para cnx e liberar espaco no GIG e em GRU.

 

O que eu acho e que a Emirates tem mais apelo no Brasil e assim suportaria mais um voo do que a Turkish.

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o voo poderia ser IST-GIG-SCL e no lugar de Caracas, acho que Lima seria mais atrativo. BOG e PTY tem a ver com a Star Alliance, mas Havana...

 

 

E uma boa ideia esse voo sendo IST-GIG-SCL. Pois ligaria a Turquia ao segundo maior aeroporto do Brasil e ao terceiro maior mercado depois Brasil e Argentina.

:

 

Eu acho que seria ideal! Mas pensando friamente: como a TK aposta em conexões para Ásia saindo daqui, os voos teriam de ligar com o banco de conexões em IST (final da noite/início da madrugada na ida e recolhendo no meio da manhã na volta).

Tomando o GRU-IST como referência: se o voo chega 18h aqui e retorna às 4, 5h da manhã, são no máx 12h para fazer um bate-volta dentro da América Latina...Só que um GIG-SCL são pelo menos 4h, o que dá 8h só de voo;

Considerando:

1. chega 18h, 1:30h em solo - saída 19:30 pra SCL (já não conecta com praticamente nada chegando no GIG pra enviar pro Chile, e ainda bate de frente com a LA, que sai no mesmo horário com A319);

2. chega em SCL às 23:30 (horário BR), com turnaround de 2h (um pouco apertado pra um wide), saindo de lá às 01:30 (péssimo pra aproveitar o tráfego SCL-GIG);

3. pouso no GIG às 05:30 da manhã, com 1:30h em solo - saída pra IST às 07h da manhã somente;

 

O que daria um horário de chegada em IST só por volta de 1h da manhã, o que já não conectaria com quase nada por lá!

 

Espero não ter errado nos cálculos, mas pensando por ae acho que fica meio difícil encaixar um tag até SCL, seja de GRU ou do GIG...

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Lí no skyscrapercity sobre planos da LH introduzir o 747-8 em EZE e voltar a extender a rota até SCL.
Não sei se isso vai se concretizar com a Argentina em recessão este ano e inflação acima dos patamares normais.

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