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Latam inicia construção de hangar no Aeroporto de Miami


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Latam inicia construção de hangar no Aeroporto de Miami

 

Publicado em 04/06/2014 às 15h19

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O grupo Latam iniciou hoje, dia 4, a construção de um novo hangar de manutenção de 9.150 m2 no Aeroporto Internacional de Miami o primeiro da companhia nos Estados Unidos.

 

Segundo a empresa, o projeto representa um investimento de mais de 15,7 milhões de dólares, e estima-se a criação de mais de 300 novos empregos diretos e indiretos nos primeiros cinco anos.

 

Ainda de acordo com a Latam, A cobertura do hangar será desenvolvida para abrigar a cauda de uma aeronave do tamanho do Boeing 777-300 ou do Airbus A350, atendendo aos regulamentos da FAA com relação à altura da estrutura na área de carga.

 

O Aeroporto de Miami é considerado um dos mais movimentados dos Estados Unidos para o transporte internacional de carga. Em 2010, posicionou-se nos rankings de aeroportos como o mais importante do país para o transporte internacional de carga.

 

Nova estrutura

 

O hangar encontra-se na área de carga do aeroporto, no lote onde ficava localizado o edifício 715 antes de sua demolição pelo Condado de Miami-Dade. As instalações poderão armazenar aeronaves com tamanho máximo equivalente ao do Boeing 777-300, além de contarem com uma superfície de 6,2 mil m2, 1,6 mil m2 de área de armazenagem e oficinas, além de outros 1.350 mil m2 destinados a fins administrativos (escritórios, salas de máquinas, armazenamento de peças de reposição, entre outros).

 

As instalações oferecerão serviços de manutenção tanto para aeronaves de passageiros quanto de carga da LAN, TAM e suas afiliadas operando a partir de e para Miami. Atividades como controles diários, inspeções, troca de motores, reparos maiores e troca de componentes poderão ser realizados no local. O hangar também servirá como depósito de peças de reposição, componentes e motores de aeronaves.

 

A Lemartec Engineering and Construction Corporation e o escritório de arquitetura Perez & Perez Architects and Planners participam do desenvolvimento e da construção deste projeto.

 

- See more at: http://www.brasilturis.com.br/noticias.php?id=17175&noticia=latam-inicia-construcao-de-hangar-no-aeroporto-de-#sthash.cid6ceDi.dpuf

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Pessoal, MIA é um hub grande para a LATAM e para Lan Cargo, eu acho que é por isso que o hangar tá lá. Aliás, a logistica de montar um hangar desses por lá deve ser bem mais fácil para lá que para o Brasil.

 

Se a Tam importa uma peça da Boeing e recebe ela no Brasil instala em um avião, ela paga tributos para entrar no Brasil?

 

Mas se a (Tam, LATAM) compra a peça aqui, e recebe em KMIA e faz a instalação por aqui, ela tem menor custo pelo menos de frete, e com o hangar esse vai economizar também na mão de obra que não vai precisar ser terceirizada, (Vai saber se o pessoal que oferece esses serviços em MIA não enfia a faca com esses serviços?!)

 

Atrás do KMIA tem um grandes prédios de escritórios, um da Airbus e outro da Boeing, mais uma vez simplificando a logistíca de peças e serviços.

 

É lamentável que nosso país perca tantas oportunidades de novos negócios e empregos, mas para os grandes empresários já passou do inviável fazer grandes investimentos num país tão instável política e economicamente como está o brasil. :S

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É isso mesmo. A LATAM é a maior operadora estrangeira em MIA. Só do Brasil ela recebe vôos de GRU, GIG, CNF, BSB, MIA, BEL, MAO e FOR, sem contar as bases da LAN (BOG, SCL, LIM, UIO, GYE), os vôos de quinta liberdade (CCS e CUN), fora os cargueiros. Atitude inteligente.

 

No passado a Ecuatoriana tinha hangar em MIA, a Panam em LHR e a Panair em SID.

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Problema no Brasil é a burocracia e impostos. Assim como o custo do QAV é impactado pelo ICMS.

 

QSC até hoje sofre problema com importação por falta de unidade alfandegada. GRU também deve contar com unidade.

 

1j5sq.jpg

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Ué, por que vão fazer para receber o 77W se vão desativar os mesmos?

 

O escritório de arquitetura tem bastante projetos em MIA (como ampliação das concourses, terminais de carga e hangares), sendo a LAN um de seus clientes. Já a empresa de engenharia tem experiência em hangares para aviação executiva.

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O hangar encontra-se na área de carga do aeroporto, no lote onde ficava localizado o edifício 715 antes de sua demolição pelo Condado de Miami-Dade. As instalações poderão armazenar aeronaves com tamanho máximo equivalente ao do Boeing 777-300.

 

 

Ou seja o hangar terá capacidade para o T7W

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O hangar encontra-se na área de carga do aeroporto, no lote onde ficava localizado o edifício 715 antes de sua demolição pelo Condado de Miami-Dade. As instalações poderão armazenar aeronaves com tamanho máximo equivalente ao do Boeing 777-300.

 

Pena que não estão pensando no B777-X

 

 

Ou seja o hangar terá capacidade para o T7W

Ué, por que vão fazer para receber o 77W se vão desativar os mesmos?

 

O escritório de arquitetura tem bastante projetos em MIA (como ampliação das concourses, terminais de carga e hangares), sendo a LAN um de seus clientes. Já a empresa de engenharia tem experiência em hangares para aviação executiva.

Mas os mesmos ainda tem 5 anos pela frente,e,pelo visto,não estão pensando pequeno,uma vez tendo a infra-estrutura instalada é melhor usar lá ,se necessário,que depois remodelar,reformar.

 

O fato da Latam instalar agora (2014/15)as novas poltronas na C dos B777 indica que a empresa dificilmente os desativara em 2019,mas,por ora,não sabemos qual o foco da Latam

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Eu particularmente acho difícil a TAM desativar o B777 em favor do A350 ou de qualquer avião menor. Hoje já estamos vendo a empresa caminhar para um cenário de 2 GRU-JFK noturnos com pequeno intervalo de tempo e o mesmo no GRU-MIA. Não vejo espaço para diminuição de equipamento, pelo contrário, uma melhoria na nossa economia pode no médio prazo até transformar em realidade algo que parecia loucura: o A380 operando em uma companhia brasileira. Claro que isso pode mudar caso a empresa opte por uma estratégia de diluir suas partidas internacionais no futuro, deslocando operações para GIG, BSB e Nordeste.

 

 

 

Enviado do meu iPad usando o Tapatalk

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Questão de necessidade mesmo. A maior operação da Latam e sem hangar, fazendo tudo a céu aberto. E fora o potencial de atender as estrangeiras, numa emergência.

Sim,Gru é uma necessidade para o grupo,não podem ficar sem um Hangar,acho que o MRO de Gru atenderá somente nececissades corriqueiras e manutenções leves na frota wide,enquanto Mia ficará com as manutenções pesadas,paralelamente devem anexar o maior centro cargueiro do Brasil em Gru,só não sei onde construirão isso tudo,a carga deverá pagar o custo da obra inteira

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Areas em GRU pra esse hangar, pode ser no lugar do atual cemiterio de aeronaves, no atual(futuro ex)Teca, na area do morrinho, área ao lado do T4.

tem algumas áreas ainda, só não sei qual a metragem que a Latam vai querer.

Aquela área ao lado do T4 seria um bom terminal 5 ou continuação do T4.

 

:cheer: :cheer:

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Areas em GRU pra esse hangar, pode ser no lugar do atual cemiterio de aeronaves, no atual(futuro ex)Teca, na area do morrinho, área ao lado do T4.

tem algumas áreas ainda, só não sei qual a metragem que a Latam vai querer.

Aquela área ao lado do T4 seria um bom terminal 5 ou continuação do T4.

 

:cheer: :cheer:

Mas nesta área,a Gol já montou seu terminal de cargas,não tem mais como esticar o,T4,que nada mais é um galpão reformado,para virar um verdadeiro terminal alongado em sentido a pista

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Eu particularmente acho difícil a TAM desativar o B777 em favor do A350 ou de qualquer avião menor. Hoje já estamos vendo a empresa caminhar para um cenário de 2 GRU-JFK noturnos com pequeno intervalo de tempo e o mesmo no GRU-MIA. Não vejo espaço para diminuição de equipamento, pelo contrário, uma melhoria na nossa economia pode no médio prazo até transformar em realidade algo que parecia loucura: o A380 operando em uma companhia brasileira. Claro que isso pode mudar caso a empresa opte por uma estratégia de diluir suas partidas internacionais no futuro, deslocando operações para GIG, BSB e Nordeste.

 

 

 

Enviado do meu iPad usando o Tapatalk

Mas podem preparar os lencinhos pra :cry: daqui a 5-6 anos.

 

Quantos WB a JJ está voando hoje? 10 77W, 8 76W, 8-10 A330? total 26-28. A350 encomendados 27.

 

Vcs não prestam atenção nas estatísticas/dados que as empresas divulgam....

 

Então vou desenhar, de jan a abr/14 a Latam reduziu oferta de assentos ASK em relação ao mesmo período de 2013 em 6,6%. Os RPKs caíram no mesmo período 1,8%. E o que isso quer dizer:: ela cortou 1.55 bilhão de assentos/km nos quatro primeiros meses de 2014. Só para ilustrar isso equivale a 2,9 vôos GRU-MIA diários de A330. Entendeu porque ela não precisa de avião com mais de 300 lugares? Ela precisa manter frequências, senão daqui a pouco vai ter rota operando 4-5 vôos por semana de 77W.

 

http://www.latamairlinesgroup.net/External.File?t=2&item=g7rqBLVLuv81UAmrh20Mp+cYzjfIDt+HJ1jos1j118Iir/AjJglqPimWe9HjXSZnM/zKEc5pLScaf5Cpn9qKvQ==

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Desculpem, cometi um erro. 1,5 bilhão de assentos/km equivalem a 2,9 vôos diarios em um ano. Como isso se refere a 4 meses, então são 8,8 vôos diários num período de 4 meses.

 

1.550.000.000 / (6600kms x 223pax) = 1053 vôos em 120 dias = 8,8 vôos/dia.

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Mas podem preparar os lencinhos pra :cry: daqui a 5-6 anos.

 

Quantos WB a JJ está voando hoje? 10 77W, 8 76W, 8-10 A330? total 26-28. A350 encomendados 27.

 

Vcs não prestam atenção nas estatísticas/dados que as empresas divulgam....

 

Então vou desenhar, de jan a abr/14 a Latam reduziu oferta de assentos ASK em relação ao mesmo período de 2013 em 6,6%. Os RPKs caíram no mesmo período 1,8%. E o que isso quer dizer:: ela cortou 1.55 bilhão de assentos/km nos quatro primeiros meses de 2014. Só para ilustrar isso equivale a 2,9 vôos GRU-MIA diários de A330. Entendeu porque ela não precisa de avião com mais de 300 lugares? Ela precisa manter frequências, senão daqui a pouco vai ter rota operando 4-5 vôos por semana de 77W.

 

http://www.latamairlinesgroup.net/External.File?t=2&item=g7rqBLVLuv81UAmrh20Mp+cYzjfIDt+HJ1jos1j118Iir/AjJglqPimWe9HjXSZnM/zKEc5pLScaf5Cpn9qKvQ==

Concordo contigo que é necessário manter frequências e rotas (no caso Mia e Jfk que tem origens diferentes no Brasil) mas tb não podemos ignorar o fato que Gru,o maior Hub tem pouca margem para aumentar frequências e o caminho é ofertar mais assentos nos poucos slots que a Cia opera,isso independente de ter frequências oriundas de outras cidades,o mercado O€D é grande e tende a aumentar

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Posted Today, 18:57

AF085, on 06 Jun 2014 - 17:31, said:snapback.png

Mas podem preparar os lencinhos pra :cry: daqui a 5-6 anos.

Quantos WB a JJ está voando hoje? 10 77W, 8 76W, 8-10 A330? total 26-28. A350 encomendados 27.

Vcs não prestam atenção nas estatísticas/dados que as empresas divulgam....

Então vou desenhar, de jan a abr/14 a Latam reduziu oferta de assentos ASK em relação ao mesmo período de 2013 em 6,6%. Os RPKs caíram no mesmo período 1,8%. E o que isso quer dizer:: ela cortou 1.55 bilhão de assentos/km nos quatro primeiros meses de 2014. Só para ilustrar isso equivale a 2,9 vôos GRU-MIA diários de A330. Entendeu porque ela não precisa de avião com mais de 300 lugares? Ela precisa manter frequências, senão daqui a pouco vai ter rota operando 4-5 vôos por semana de 77W.

http://www.latamairl...Scaf5Cpn9qKvQ==

Concordo contigo que é necessário manter frequências e rotas (no caso Mia e Jfk que tem origens diferentes no Brasil) mas tb não podemos ignorar o fato que Gru,o maior Hub tem pouca margem para aumentar frequências e o caminho é ofertar mais assentos nos poucos slots que a Cia opera,isso independente de ter frequências oriundas de outras cidades,o mercado O€D é grande e tende a aumentar

 

 

 

A queda ocorreu devido ao cancelamento da operação GIG - Europa. O que não quer dizer que a operação GRU não vai ser ampliada. Alias já existe uma sinalização neste sentido. Tudo depende do comportamento econômico.

 

Vale lembrar que BSB também tem potencial, agora com estrutura, de ampliação da oferta.

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