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Empresas aéreas atacam o drama da mala perdida


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Por SCOTT MCCARTNEY - Wall Street Journal
June 8, 2014, 7:18 p.m. ET
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Isaac Brekken for The Wall Street Journal
Bagagem passa por um scanner instalado sobre a esteira em um terminal do Aeroporto Internacional McCarran, em Las Vegas.
O número de malas atrasadas, danificadas ou perdidas pelas companhias aéreas caiu mais de 50% nos últimos seis anos, resultado de um esforço combinado de companhias de transporte aéreo e aeroportos do mundo todo.
As companhias aéreas extraviaram 21,8 milhões de malas no ano passado, ou 6,96 malas por 1.000 passageiros, segundo a Sita, uma empresa de comunicação e tecnologia de aviação que todo ano mede o desempenho das empresas no manuseio de bagagens. Os números ficaram bem abaixo da metade dos registrados em 2007, quando as empresas aéreas extraviaram 46,9 milhões de malas, ou 18,88 por passageiro, informa a Sita.
"Chegou um ponto, cinco ou seis anos atrás, que era constrangedor para o setor, companhias aéreas e aeroportos", diz Nick Gates, diretor de portfólio de bagagem da Sita em Londres.
O extravio de bagagens estava custando à indústria da aviação US$ 4 bilhões por ano em 2007. Repatriar malas extraviadas para seus donos custa, em média, US$ 100 por mala, e a frequência dos incidentes vinha crescendo constantemente até a época. Então, a Associação Internacional de Transportes Aéreos — ou Iata, na sigla em inglês — decidiu agir.
A taxa de extravio de bagagem nos Estados Unidos, registrada pelo Departamento de Transportes, recuou 54%, de 7,03 por 1.000 passageiros, em 2007, para 3,22 por 1.000 passageiros, no ano passado. Em todo o mundo, o número de bagagens extraviadas caiu 21% no ano passado em relação a 2012.
Um fator importante para a mudança de longo prazo nos EUA foi o fato de as companhias aéreas terem concluído que, depois que começassem a cobrar tarifas por bagagem, as expectativas dos passageiros iriam aumentar. As empresas gastavam o mínimo possível em manuseio de bagagens antes das tarifas porque o serviço não gerava receita.
Agora, as malas estão trazendo dinheiro e fica mais fácil de justificar novos equipamentos. Tarifas de bagagem também reduziram o volume de malas que passam pelo check-in, já que os passageiros passaram a levar mais bagagem nos compartimentos de bordo.
Melhoras na pontualidade dos voos levaram a grandes avanços no manuseio de bagagem, afirmam as companhias. Se os voos chegam no horário, os funcionários têm mais tempo de transferir as malas para os voos de conexão. Os aeroportos também passaram a se envolver mais e alguns, como o Las Vegas McCarran International, investiram em inovações para transportar as malas rapidamente das esteiras para as aeronaves.
A TSA, agência americana de segurança dos transportes, também tirou as máquinas de raios X dos terminais — onde as malas eram colocadas manualmente nas máquinas — e passou a usar máquinas instaladas sobre esteiras, que fazem a checagem mais rapidamente.
Quando as malas se extraviam, a Sita afirma que 81% acabam por chegar ilesas a seus donos. Bagagens danificadas ou que têm itens roubados respondem por cerca de 16% dos incidentes com bagagens, enquanto as malas declaradas perdidas ou roubadas representam 3% do total.
A Iata enviou equipes de especialistas a 80 aeroportos no mundo todo para avaliar as causas da perda de bagagens.
Um dos principais problemas levantados foi que as companhias aéreas não tinham um sistema de comunicação eficiente e os funcionários que manuseavam as malas frequentemente não sabiam quando elas vinham de outro avião ou quando tinham que ser transferidas rapidamente, diz Paul Behan, chefe de experiência do passageiro da Iata, que é sediada em Genebra.
Outro problema simples de resolver: fazer a limpeza adequada das impressoras de etiquetas para que os códigos de barras sejam nítidos o suficiente para as leitoras, diz Behan.
As empresas aéreas afirmam que as iniciativas coincidiram com a disponibilidade de tecnologia mais barata para escanear etiquetas e rastrear malas. Infraestrutura essencial nos aeroportos, como wi-fi, pode ser usada por escaneadores portáteis, e computadores instalados nos veículos de transporte de malas também fizeram a diferença.
Em 2007, a US Airways tinha o pior desempenho no manuseio de bagagens entre as maiores empresas aéreas americanas. Cerca de 1 em cada 118 passageiros teve sua mala extraviada naquele ano. No ano passado, a proporção de malas extraviadas foi 70% menor.
Robert Isom, chefe de operações da US Airways e agora chefe de operações da American Airlines, depois da fusão entre as duas, disse que a companhia precisou melhorar o manuseio de bagagem porque estava perdendo muito dinheiro na entrega de malas atrasadas.
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Os carregadores de malas agora sabem quantas malas precisam ser colocadas em cada voo e recebem alertas quando uma mala não apareceu no avião em que deveria viajar.
A Delta Air Lines apresentou o maior progresso no serviço de bagagem, entre as empresas americanas, desde 2007, ligeiramente acima da US Airways. A Delta informou que investiu mais de US$ 100 milhões em novas sistemas de manuseio de bagagem nos aeroportos de Atlanta e Nova York.
Já a Delta reduziu os incidentes com bagagens em 71% desde 2007. No ano passado, apenas 1 em cada 457 passageiros domésticos perderam a mala.

 

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  • 4 months later...

Meus prezados:

Malas vigiadas pelas câmeras.
Tramita no Senado um projeto de lei que prevê o monitoramento das esteiras de bagagem dos aeroportos por câmeras de vídeo, para auxiliar o consumidor nas reclamações por furto, extravio ou dano em suas malas. De acordo com a proposta da senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), a colocação das bagagens nas esteiras deverá ser filmada e as imagens, exibidas em tempo real para os passageiros que aguardam suas malas. O projeto de lei está sendo analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), responsável pela votação final.
Fonte: jornal Correio do Povo (POA-RS) 14 out 2014

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Meus prezados:
Em sequencia a:
http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/51493-90-mil-malas-sao-extraviadas-todos-os-dias-no-mundo-diz-relatorio/?hl=%2Bmalas+%2Bextraviadas
Bluesmart, a mala que recarrega seu celular, tem GPS e trava eletrônica


Estórias de pessoas que perdem suas malas durante viagens são comuns. Mas e se fosse possível monitorar a localização de seu acessório e garantir, assim, que tipo algum de confusão acontecesse? É justamente esta a proposta de Bluesmart, uma mala inteligente equipada com sensores que, além de fazer com que um eventual rastreamento seja possível, conta com um sistema de trava digital que pode ser controlado a partir de um smartphone.
Por US$ 235 (cerca de R$ 580, em conversão direta), a Bluesmart é também uma bateria portátil que pode fornecer energia por até seis vezes a dispositivos com conexão USB a partir de uma única carga.

Demais leitores informam quanto peso está sendo carregado e alertam os usuários sobre obstáculos – notificações como estas são enviadas a um aplicativo que pode ser instalado em celulares.
https://images.indiegogo.com/file_attachments/883343/files/20140925190615-20140925_Bluesmart_Lock_Gif_Long.gif?1411697175

O gerenciamento de uma viagem pode ser feito através do app TripIt.

Compartimentos dedicados a tablets e a smartphones prometem facilitar a vida de quem decidir usar a Bluesmart – projeto que ganhou vida após ter sido financiado por meio do IndieGogo – ainda com 36 dias para ser encerrada, a campanha já atingiu US$ 56 mil de seus US$ 50 mil solicitados (confira mais detalhes: https://www.indiegogo.com/projects/bluesmart-world-s-first-smart-connected-carry-on
Fonte: TECMUNDO

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  • 2 years later...

Meus prezados

EM TEMPO REAL

A companhia aérea DELTA agora permite que os passageiros monitorem a localização de sua bagagem por meio de um aplicativo de celular.

A tecnologia está disponível em 84 aeroportos dos Estados Unidos. Segundo o site The Verge, o monitoramento não é tão preciso quanto um GPS.

Na verdade, a localização só é atualizada quando a etiqueta da bagagem é escaneada por um profissional - por exemplo, quando é descarregada do avião.

Fonte: jornal Zero Hora/RS 27 OUT 2016

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Para quem não conhece, sugiro o Tile. Funciona muito bem.... depois do meu último evento com a Copa, me indicaram. Comprei e realmente funciona.

 

Abraços.

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  • 4 months later...

Meus prezados

Uma solução, semelhante a da Bluesmart:

Estudantes de Estância Velha/RS criam dispositivo para rastrear bagagem e evitar extravios em voos
Feito com um aparelho GPS e chip de celular, protótipo do produto envia mensagens de texto para o dono da bagagem com a sua localização
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Vitória Gabriela Nunes e Gabriela Pittella de Freitas criaram o BagLinkFoto: Omar Freitas / Agencia RBS
Duas jovens de Estância Velha, no Vale do Sinos, projetaram a solução para um problema que gera prejuízo e dor de cabeça para viajantes e gastos para companhias aéreas: extravio de bagagens.Vitória Gabriela Nunes e Gabriela Pittella de Freitas, ambas de 17 anos, criaram um protótipo de um sistema que rastreia a bagagem e, por mensagem de texto, também avisa se foi aberta.
Feito com um rastreador de automóveis, antenas GPS e GSM, um chip de celular e um sensor de pressão, o aparelho pesa cerca de 50 gramas e deve ser acoplado à mala.
— Quando ele não achar a posição de GPS, ele pode sincronizar com qualquer antena de celular, que é uma tecnologia anterior ao 3G e ao 4G — explica Jair Carlos Muller, professor de física e co-orientador do projeto.

O dispositivo ganhou o nome de BagLink. De quebra, ao desenvolver o projeto, elas se tornaram amigas — antes, se falavam pouco — e hoje têm em mãos um produto com potencial de vendas. Desde abril de 2015, quando o sistema começou a ser desenvolvido, o protótipo ganhou algumas melhorias e diminuiu de tamanho em relação ao primeiro teste. O dispositivo pode ser localizado por meio de ligações para o número do chip.

Depois de telefonar e deixar tocar algumas vezes, o usuário desliga e logo recebe uma mensagem de texto com um link para o mapa que mostra onde está a mala.O sensor de pressão, que serve para avisar quando a mala for aberta ou violada, detecta o peso dos objetos pessoais — é necessário apenas cerca de 60 gramas para ativá-lo. Quando há deslocamento dos objetos que pressionam o sensor, e ele é ativado, o viajante recebe uma mensagem de texto com ¿Help me!¿ (ajude-me, em inglês) com a localização, data e hora.

— Fizemos um estudo sobre qual era o mínimo de gramas compactadas para acionar esse dispositivo. Antes, ele precisava em torno de 100 gramas, agora baixamos para 62 gramas — explica Vitória.

As criadoras do BagLink explicam que o produto teria potencial para ser vendido para empresas áreas e para clientes preocupados com o conteúdo da sua bagagem.

— Fizemos uma pesquisa no (aeroporto) Salgado Filho e vimos que muita gente estaria disposta a pagar por um desses. As empresas também poderiam ver quais voos e em quais turnos estão sumindo as bagagens para controle maior — diz Gabriela.
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Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

 

O projeto foi apresentado pela primeira vez em 2015, na mostra de projetos científicos do Colégio Luterano Arthur Konrath, a chamada Mostra Clak, quando as meninas estavam no segundo ano do Ensino Médio. A feira acontece anualmente e pede a participação de todos os alunos dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico da escola.

Depois da estreia do produto, elas já o levaram para mostras no Peru, em um evento científico. Hoje, Gabriela trabalha em uma empresa de tecnologia. Vitória faz curso técnico em cinema. Nesta semana, elas estão em São Paulo, junto a outros estudantes gaúchos, para participar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), na Universidade de São Paulo (USP), que reúne projetos de jovens cientistas de até 20 anos. Os primeiros colocados da mostra da escola são selecionados para a feira.

As adolescentes nunca testaram o produto em um avião comercial. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), qualquer dispositivo com GPS ou antenas emissoras de sinais precisariam de uma certificação do órgão antes de ser levado dentro de uma aeronave. Segundo a assessoria da agência, é preciso ter a certeza que não poderia interferir na navegação da aeronave. Os próximos passos das meninas são diminuir o produto e pensar em alternativas para patenteá-lo e produzi-lo.

Elas também pensam em desenvolver um aplicativo para smartphone para o controle da localização da bagagem. Produzido em massa, mil unidades do aparelho custariam cerca de R$ 150 cada, elas afirmam. Na escola, as exigências para participar das feiras, segundo os professores, são benéficas para uma possível carreira na ciência ou na área da tecnologia.

— Converso com outros professores, e sempre comentamos que não tivemos um Ensino Médio com tanta qualidade. Elas têm uma cancha de feiras, isso faz com que elas estejam preparadas — diz o orientador Aldrim Vargas de Quadros, professor de biologia.
Fonte: Por: Paula Minozzo clicrbs 22/03/2017 - 14h28min | Atualizada em 22/03/2017 - 15h14min

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A american também já permite monitoramento

A cada etapa você pode verificar O status e alertar qualquer desvio

 

Esse é o voo que fiz mais recente

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tem o trackage, o trackdot.

Estou em negociação com um deles para oferecer como aluguel para os meus passageiros na agência!

 

Não conhecia..

 

interessante!!

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Falta um serviço pra impedir que a Gol destrua minhas malas. Incrível como todo voo com a G3 é uma mala destruida enquanto nas outras nunca nada acontece. Não pode ser simples coincidência.

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Falta um serviço pra impedir que a Gol destrua minhas malas. Incrível como todo voo com a G3 é uma mala destruida enquanto nas outras nunca nada acontece. Não pode ser simples coincidência.

 

 

Talvez o motivo seja o avião. O 737 não utiliza container, já o A320 pode utilizar, não sei se é o caso na TAM/Avianca.

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