Jump to content

CEO da Star Alliance - Avianca Brasil e Azul


GILMARM

Recommended Posts

Entrevista do CEO da Star Alliance em 28/5/2014
Há dois anos e meio como CEO da Star Alliance, o americano Mark Schwab, de 62 anos, experimenta em 2014 um dos mais desafiadores períodos de sua carreira. Ao mesmo tempo em que teve de lidar com a saída da TAM da aliança de 26 companhias aéreas que compõem a Star Alliance, a empresa acaba de inaugurar um repaginado terminal no aeroporto de Heathrow, em Londres, o terceiro maior do mundo, por onde passam mais de 20 milhões de passageiros por ano.

Filho de diplomata americano, Schwab morou dez anos no Brasil, onde iniciou, em 1975, sua carreira na extinta Pan American World Airways (PanAm), no Rio de Janeiro. O executivo acompanhou de perto o crescimento da aviação civil brasileira e atualmente negocia a entrada da Avianca Brasil e da Azul no pool de companhias aéreas responsáveis por mais de 18 mil voos diários para mais de 1.269 destinos em 193 países, totalizando uma receita de US$ 173,12 bilhões anuais. Atualmente, Schwab passa 176 dias do ano viajando e, na inauguração do terminal em Londres no mês passado, recebeu a AméricaEconomia para uma entrevista exclusiva. A seguir, os principais trechos da conversa.

AméricaEconomia – Por que o senhor decidiu iniciar a carreira fora dos Estados Unidos, sua terra natal?

Mark Schwab – Morei dez anos no Brasil quando pequeno, por isso falo português fluentemente. Foram cinco anos em Recife e outros cinco em Belo Horizonte. Meu pai era diplomata e eu fui criado em várias partes do mundo. Já morei no Japão e em Londres. Quando me formei, nos anos 1970, a economia americana estava muito ruim, não havia emprego. Foi quando decidi voltar ao Brasil, para o Rio de Janeiro, onde comecei na PanAm em 1975.

AE – O que mudou na aviação civil desde o início de sua carreira, nos anos 70?

Schwab – Muita coisa. Naquela época, os aviões eram pequenos, havia o Boeing 707, depois vieram o Jumbo, o DC10, o DC11, o Airbus 380. O volume do transporte aéreo multiplicou muitas vezes. A PanAm e a Varig tinham apenas um voo cada uma para Nova York por dia. Hoje são mais de oito em São Paulo e no Rio para lá todos os dias. Eram dez ou 12 companhias estrangeiras no Brasil. Hoje, há uma lista imensa. Só nós operamos com oito. Imagina se naquela época se pensaria em uma Air China ou numa Emirates Airlines no Brasil? Agora estão no país, e isso só tende a crescer.

AE – O número de passageiros brasileiros aumentou muito?

Schwab – É uma população grande, a maior da América Latina. Cerca de 40% dos voos da região são de brasileiros. O país viu sua classe média crescer, ter acesso às passagens, que ainda são caras, mas menos do que já foram. E, quando a classe média começa a viajar, o transporte aéreo cresce rapidamente. Por exemplo, me lembro do terminal velho do Galeão, no Rio de Janeiro. Na hora de embarcar andávamos no sol, na chuva. Hoje, os turistas querem vir ao Brasil nas mesmas condições dos melhores aeroportos do mundo.

AE – Em termos de infraestrutura, como é operar no Brasil?

Schwab – A infraestrutura está atrasada, sobretudo em relação ao acesso ao aeroporto, não há transporte. No caso de Guarulhos, com a privatização (ocorrida em fevereiro, a um investimento de R$ 6 bilhões, do Grupo Invepar e da operadora sul-africana ACSA, sendo R$ 1,7 bilhão do BNDES), isso tende a melhorar, assim como no Rio. Mas outras cidades do -país também precisam dessa infraestrutura, porque fica difícil criar oportunidades de negócios sem ter como chegar aos aeroportos. Por outro lado, a privatização nos deu um choque quanto aos novos -custos de operação. Por exemplo, o espaço da sala vip que a Star Alliance negociou em Guarulhos, no Terminal 3 que está sendo construído, foi o mais caro do mundo. Temos mais de mil lounges em todo o mundo e essa foi a mais cara. Não posso falar quanto foi, mas isso preocupa e, se essa é a tendência, de custar quatro vezes mais do que custava quando era da Infraero, torna-se impeditivo para o negócio.

AE – Quais as consequências da saída da TAM da Star Alliance?

Schwab – A TAM sempre foi importante para a Star Alliance, porque o Brasil representa grande parte do tráfego aéreo na América Latina. Então não há como negar que a saída da companhia nos afetou. Mas, por outro lado, temos outras 12 companhias operando no Brasil, com voos internacionais para todos os continentes. E desde dezembro estamos negociando com a Avianca Brasil para ela entrar na nossa aliança, o que deverá ocorrer até o final de junho, com a intenção de operar os voos domésticos. O que precisamos é de in-fraes-trutura para operar em outros aeroportos fora do eixo Rio-São Paulo. Precisamos operar em Brasília, Recife, Salvador, por exemplo. Nós estamos também negociando com outra companhia brasileira (especulações dão conta de que seja a Azul) para criar conexões não só em Guarulhos, mas em todos os voos internacionais, inclusive para a América Latina.

AE – Quais os planos da Star Alliance para a América Latina?

Schwab – Estamos trabalhando ativamente com a Avianca Brasil, estamos em negociações com outra companhia brasileira e, até o fim do ano, uma empresa pequena do Equador chamada Aerogal vai entrar para a Star Alliance. Além disso, temos a Copa Airlines e a Avianca Bogotá, que também substituem a TAM nos voos para a região. A Avianca Bogotá começará, em julho, a fazer voos diretos para Londres, no novo terminal que inauguramos, e entrará em operação em 23 de junho. A América Latina é uma região muito importante para nós, mas representa menos de 10% do total de nossas receitas. Por isso temos de ampliar essa participação.

AE – Como será o novo terminal no aeroporto Heathrow, em Londres?

Schwab – Hoje há duas companhias grandes inglesas que dominam o mercado (Easy Jet e British Airways). Nossa ideia em Heathrow, por ter 20% de participação no aeroporto, foi criar um hub de companhias sem ter uma inglesa comandando. O Terminal 2 que estamos inaugurando será praticamente de 23 companhias da Star Alliance mais outras três (Aer Lingus, Virgin Atlantic Little Red e Germanwings). Teremos quatro salas vip para acomodar os passageiros da primeira classe e da classe executiva, em vez de 23, que serviriam uma para cada companhia. Temos orgulho de ter participado da total reconstrução dele, cujo novo nome será The Queen’s Terminal, em homenagem à rainha Elizabeth II, que inaugurou esse aeroporto há 54 anos. Nossa meta é que o tempo de conexões seja, inicialmente, de 60 minutos, com a expectativa de reduzir a 45 minutos, já incluindo as passagens pelos equipamentos de segurança. O novo -Heathrow terá lojas e comidas tipicamente inglesas para que quem passar por aqui experimente a Inglaterra.

AE – O que os atentados contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 representaram para a aviação civil?

Schwab – Representaram uma mudança total de paradigma. Todos os processos de segurança tiveram de mudar no mundo inteiro. A viagem do passageiro mudou, porque ele precisa de mais tempo para passar pela segurança. Mas, ao mesmo tempo, desenvolveu-se mais tecnologia. Já superamos essa fase, que durou uns dois anos. Eu estava no mercado norte-americano na época (na United Airlines) e vi o setor desabar 25% com o ataque.

AE – Em sua opinião, o que aconteceu com o voo MH 370 da Malasian Airlines, cujo avião desapareceu em fevereiro com 239 passageiros a bordo?

Schwab – Ninguém sabe, mas, até que saibamos, todos ficamos preocupados que aconteça de novo. Nesse se-tor, o que ocorre no passado serve de aprendizado para que possamos trabalhar juntos para garantir que não ocorra novamente. Temos de descobrir o mais rapidamente possível o que houve, mas foi lamentável.

Fonte:America Economia Brasil
Pessoal, na boa. Para mim a AZUL ira entrar na aliança até no meio do ano que vem. Podem escrever.
Link to comment
Share on other sites

 

Entrevista do CEO da Star Alliance em 28/5/2014
Há dois anos e meio como CEO da Star Alliance, o americano Mark Schwab, de 62 anos, experimenta em 2014 um dos mais desafiadores períodos de sua carreira. Ao mesmo tempo em que teve de lidar com a saída da TAM da aliança de 26 companhias aéreas que compõem a Star Alliance, a empresa acaba de inaugurar um repaginado terminal no aeroporto de Heathrow, em Londres, o terceiro maior do mundo, por onde passam mais de 20 milhões de passageiros por ano.

 

Filho de diplomata americano, Schwab morou dez anos no Brasil, onde iniciou, em 1975, sua carreira na extinta Pan American World Airways (PanAm), no Rio de Janeiro. O executivo acompanhou de perto o crescimento da aviação civil brasileira e atualmente negocia a entrada da Avianca Brasil e da Azul no pool de companhias aéreas responsáveis por mais de 18 mil voos diários para mais de 1.269 destinos em 193 países, totalizando uma receita de US$ 173,12 bilhões anuais. Atualmente, Schwab passa 176 dias do ano viajando e, na inauguração do terminal em Londres no mês passado, recebeu a AméricaEconomia para uma entrevista exclusiva. A seguir, os principais trechos da conversa.

 

AméricaEconomia – Por que o senhor decidiu iniciar a carreira fora dos Estados Unidos, sua terra natal?

 

Mark Schwab – Morei dez anos no Brasil quando pequeno, por isso falo português fluentemente. Foram cinco anos em Recife e outros cinco em Belo Horizonte. Meu pai era diplomata e eu fui criado em várias partes do mundo. Já morei no Japão e em Londres. Quando me formei, nos anos 1970, a economia americana estava muito ruim, não havia emprego. Foi quando decidi voltar ao Brasil, para o Rio de Janeiro, onde comecei na PanAm em 1975.

 

AE – O que mudou na aviação civil desde o início de sua carreira, nos anos 70?

 

Schwab – Muita coisa. Naquela época, os aviões eram pequenos, havia o Boeing 707, depois vieram o Jumbo, o DC10, o DC11, o Airbus 380. O volume do transporte aéreo multiplicou muitas vezes. A PanAm e a Varig tinham apenas um voo cada uma para Nova York por dia. Hoje são mais de oito em São Paulo e no Rio para lá todos os dias. Eram dez ou 12 companhias estrangeiras no Brasil. Hoje, há uma lista imensa. Só nós operamos com oito. Imagina se naquela época se pensaria em uma Air China ou numa Emirates Airlines no Brasil? Agora estão no país, e isso só tende a crescer.

 

AE – O número de passageiros brasileiros aumentou muito?

 

Schwab – É uma população grande, a maior da América Latina. Cerca de 40% dos voos da região são de brasileiros. O país viu sua classe média crescer, ter acesso às passagens, que ainda são caras, mas menos do que já foram. E, quando a classe média começa a viajar, o transporte aéreo cresce rapidamente. Por exemplo, me lembro do terminal velho do Galeão, no Rio de Janeiro. Na hora de embarcar andávamos no sol, na chuva. Hoje, os turistas querem vir ao Brasil nas mesmas condições dos melhores aeroportos do mundo.

 

AE – Em termos de infraestrutura, como é operar no Brasil?

 

Schwab – A infraestrutura está atrasada, sobretudo em relação ao acesso ao aeroporto, não há transporte. No caso de Guarulhos, com a privatização (ocorrida em fevereiro, a um investimento de R$ 6 bilhões, do Grupo Invepar e da operadora sul-africana ACSA, sendo R$ 1,7 bilhão do BNDES), isso tende a melhorar, assim como no Rio. Mas outras cidades do -país também precisam dessa infraestrutura, porque fica difícil criar oportunidades de negócios sem ter como chegar aos aeroportos. Por outro lado, a privatização nos deu um choque quanto aos novos -custos de operação. Por exemplo, o espaço da sala vip que a Star Alliance negociou em Guarulhos, no Terminal 3 que está sendo construído, foi o mais caro do mundo. Temos mais de mil lounges em todo o mundo e essa foi a mais cara. Não posso falar quanto foi, mas isso preocupa e, se essa é a tendência, de custar quatro vezes mais do que custava quando era da Infraero, torna-se impeditivo para o negócio.

 

AE – Quais as consequências da saída da TAM da Star Alliance?

 

Schwab – A TAM sempre foi importante para a Star Alliance, porque o Brasil representa grande parte do tráfego aéreo na América Latina. Então não há como negar que a saída da companhia nos afetou. Mas, por outro lado, temos outras 12 companhias operando no Brasil, com voos internacionais para todos os continentes. E desde dezembro estamos negociando com a Avianca Brasil para ela entrar na nossa aliança, o que deverá ocorrer até o final de junho, com a intenção de operar os voos domésticos. O que precisamos é de in-fraes-trutura para operar em outros aeroportos fora do eixo Rio-São Paulo. Precisamos operar em Brasília, Recife, Salvador, por exemplo. Nós estamos também negociando com outra companhia brasileira (especulações dão conta de que seja a Azul) para criar conexões não só em Guarulhos, mas em todos os voos internacionais, inclusive para a América Latina.

 

AE – Quais os planos da Star Alliance para a América Latina?

 

Schwab – Estamos trabalhando ativamente com a Avianca Brasil, estamos em negociações com outra companhia brasileira e, até o fim do ano, uma empresa pequena do Equador chamada Aerogal vai entrar para a Star Alliance. Além disso, temos a Copa Airlines e a Avianca Bogotá, que também substituem a TAM nos voos para a região. A Avianca Bogotá começará, em julho, a fazer voos diretos para Londres, no novo terminal que inauguramos, e entrará em operação em 23 de junho. A América Latina é uma região muito importante para nós, mas representa menos de 10% do total de nossas receitas. Por isso temos de ampliar essa participação.

 

AE – Como será o novo terminal no aeroporto Heathrow, em Londres?

 

Schwab – Hoje há duas companhias grandes inglesas que dominam o mercado (Easy Jet e British Airways). Nossa ideia em Heathrow, por ter 20% de participação no aeroporto, foi criar um hub de companhias sem ter uma inglesa comandando. O Terminal 2 que estamos inaugurando será praticamente de 23 companhias da Star Alliance mais outras três (Aer Lingus, Virgin Atlantic Little Red e Germanwings). Teremos quatro salas vip para acomodar os passageiros da primeira classe e da classe executiva, em vez de 23, que serviriam uma para cada companhia. Temos orgulho de ter participado da total reconstrução dele, cujo novo nome será The Queen’s Terminal, em homenagem à rainha Elizabeth II, que inaugurou esse aeroporto há 54 anos. Nossa meta é que o tempo de conexões seja, inicialmente, de 60 minutos, com a expectativa de reduzir a 45 minutos, já incluindo as passagens pelos equipamentos de segurança. O novo -Heathrow terá lojas e comidas tipicamente inglesas para que quem passar por aqui experimente a Inglaterra.

 

AE – O que os atentados contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 representaram para a aviação civil?

 

Schwab – Representaram uma mudança total de paradigma. Todos os processos de segurança tiveram de mudar no mundo inteiro. A viagem do passageiro mudou, porque ele precisa de mais tempo para passar pela segurança. Mas, ao mesmo tempo, desenvolveu-se mais tecnologia. Já superamos essa fase, que durou uns dois anos. Eu estava no mercado norte-americano na época (na United Airlines) e vi o setor desabar 25% com o ataque.

 

AE – Em sua opinião, o que aconteceu com o voo MH 370 da Malasian Airlines, cujo avião desapareceu em fevereiro com 239 passageiros a bordo?

 

Schwab – Ninguém sabe, mas, até que saibamos, todos ficamos preocupados que aconteça de novo. Nesse se-tor, o que ocorre no passado serve de aprendizado para que possamos trabalhar juntos para garantir que não ocorra novamente. Temos de descobrir o mais rapidamente possível o que houve, mas foi lamentável.

 

Fonte:America Economia Brasil

Pessoal, na boa. Para mim a AZUL ira entrar na aliança até no meio do ano que vem. Podem escrever.

 

 

Eu acho que a Azul não deve investir nada em GRU e sim fortalecer seu hub em VCP, não é muito lógico ter metade das operações em cada aeroporto. A Avianca Brasil já tem uma base(restrita) mas relativamente estabelecida por lá e pode investir em aumentar isso e servir ao principal interesse da Star no Brasil, ter de volta a capilaridade perdida com a saída da JJ.

 

Está parecendo que realmente será uma questão de tempo para a azul entrar na Star, será que com a saída da US air, a Jetblue também não preencheria parte da lacuna deixada nos EUA? Cenas dos próximos capítulos...

Link to comment
Share on other sites

A base da Azul em GRU vai dar conectividade suficiente para sustentar interlines/code share/alianças. O plano de ligar as principais capitais com 2 ou 3 voos diários é o que as estrangeiras precisam para conectar seus voos. VCP sempre terá uma margem grande a frente.

Link to comment
Share on other sites

Por exemplo, o espaço da sala vip que a Star Alliance negociou em Guarulhos, no Terminal 3 que está sendo construído, foi o mais caro do mundo. Temos mais de mil lounges em todo o mundo e essa foi a mais cara. Não posso falar quanto foi, mas isso preocupa e, se essa é a tendência, de custar quatro vezes mais do que custava quando era da Infraero, torna-se impeditivo para o negócio.

 

Eu acho isso absolutamente chocante. Eu já fui mais interessado nesse assunto, mas acho que a Star tem salas próprias em LHR (ainda mais agora, claro), CDG, LAX, NRT e também em EZE, certo? Ninguém precisa ser muito esperto para saber que a renda nesses países é muito maior e, obviamente, também os custos com espaço (talvez não em EZE e LAX). E aí descobrimos que os custos para operar nos terminais privados chegam a ser 4 vezes mais caros que com a Infraero?!?

 

Onde vamos parar?

Link to comment
Share on other sites

Por outro lado, a privatização nos deu um choque quanto aos novos -custos de operação. Por exemplo, o espaço da sala vip que a Star Alliance negociou em Guarulhos, no Terminal 3 que está sendo construído, foi o mais caro do mundo. Temos mais de mil lounges em todo o mundo e essa foi a mais cara. Não posso falar quanto foi, mas isso preocupa e, se essa é a tendência, de custar quatro vezes mais do que custava quando era da Infraero, torna-se impeditivo para o negócio.

 

É galerinha que gosta de frequentar as F e C da vida, sair de GRU vai ficar cada vez mais caro.

 

Transmissão de pensamento, caro Alex.

Link to comment
Share on other sites

Nem sei se alguém já postou fotos, mas parece meio caidinha essa nova sala da Star para um espaço tão caro, sem muita pricacidade.

 

Do http://www.ajanelalaranja.com/2014/06/sala-vip-terminal-3-guarulhos.html

ublicado em 04-06-2014

Sala Vip da Star Alliance no Terminal 3 de Guarulhos

Nessa minha última viagem para o Canadá conheci a Sala Vip da Star Alliance ou a Star Alliance Lounge no novíssimo Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos.

Esta nova área que fica em uma espécie de mezanino bem depois de passar pela segurança, tem espaço total de 1.350 metros quadrados e capacidade para 295 pessoas sentadas.

Vou contar o que eu vi e usei por lá!

Bebidas: a sala tem 2 máquinas de café expresso, um tipo de vinho tinto e um de branco, uísque Red label, vodka Absolut, suco de laranja e refrigerante.

Comidas: salada de folhas, mini sanduíches de salame e de queijo, polenguinho, barra de cereal e dois tipos de doces.

Entrada-sala-vip.jpg

Comida.jpg

Salada-300x285.jpg

Salada de Folhas

A infra-estrutura: a área conta com wi-fi, tomadas espalhadas pelo chão, poltronas confortáveis, revistas e jornais.

Sala.jpg

Pelo auto-falante os voos das companhias são anunciados facilitando a vida dos usuários que deixam a sala na hora do embarque.

sala-outro-angulo.jpg

 

 

Que parede mal feita, parece que é um papel ou tecido mal colado num tapume de madeira.

Comida.jpg

Se alguém tiver mais fotos melhores.....

Link to comment
Share on other sites

Enquanto isso a sala da United no LHR T2

 

 

http://thedesignair.net/2014/04/11/uniteds-new-heathrow-t2-united-club-and-united-global-first-lounge/

 

United’s New Heathrow T2 United Club and United Global First Lounge

2ws6858.jpg?w=710&h=472

The launch of the new Terminal 2 at London’s Heathrow Airport has given some airlines the perfect excuse to design new lounges and configure the passenger experience for the more “modern” traveller. A prime example of this, is with United’s new United Club and Global First Lounges, that quite frankly, are surprisingly stunning.

1ws6956.jpg?w=710&h=472

Interestingly, United will be the first airline to operate from Terminal 2 when it opens on June 4, 2014, bringing its 17 daily Heathrow flights – currently split between Terminals 1 and 4 – “under one roof.” Later this year, the operations of United’s 22 Star Alliance partners serving Heathrow will progressively move to Terminal 2, the alliance’s new home at the airport.

Together, the two lounges occupy an impressive 22,000 square feet (2,043 square meters) of real estate in London Heathrow and are located near the airline’s dedicated gates in Terminal 2’s satellite concourse. Both lounges offer floor-to-ceiling windows with great views of the airfield, contemporary décor and nice touches such as vintage aviation-themed artwork. Both will offer complimentary food, beverages (including alcoholic beverages) and Wi-Fi and hundreds of power points.

United Global First Lounge

2ws6839.jpg?w=710&h=472

Reception area in United Global First Lounge, Heathrow T2

The United Global First Lounge, for customers travelling in United Global First (first class), is an oasis of privacy and personalized service. The centerpiece of the lounge’s dramatic design is an oversized Big Ben-style clock in the tea lounge section. Other features include a buffet area, a wine room, private phone booths and a quiet zone with couches and privacy drapes. Customers using the lounge will have the option of pre-flight dining from an à-la-carte menu. We love the design and the finishes, as it really does set the airline above some of the other Heathrow Lounges, not only this, the extra elements such as A-la-carte, make the lounge a truly international product.

2ws6869.jpg?w=470&h=313
2ws6468.jpg?w=232&h=155
1ws6901.jpg?w=232&h=154
1ws6956.jpg?w=706&h=471

Customers holding boarding passes for same-day travel in first class on flights operated by other Star Alliance carriers departing from Heathrow will be able to visit the United Global First Lounge.

United Club Lounge

1ws6828.jpg?w=710&h=472

United Club

The United Club, for United Club members and customers travelling in United BusinessFirst (business class), is the first facility outside the U.S. to feature the new United Club design concept. Its open layout has a variety of seating for over 280 guests. Amenities include a 25-seat full service bar, two buffet areas, a TV lounge and seven private phone booths.

2ws6349.jpg?w=680&h=1024

United Club, Heathrow T2

Adjacent to the United Club are eight spacious shower suites for the use of customers using either the Global First Lounge or the United Club, offering complimentary toiletries and valet service with garment pressing and steaming.

1ws7210.jpg?w=710&h=472

Bar in United Club, Heathrow T2

Star Alliance Gold members and business-class customers holding boarding passes for same-day travel on flights operated by other Star Alliance carriers departing from Heathrow will be able to visit the United Club.

2ws6593.jpg?w=470&h=313
2ws6362.jpg?w=232&h=154
1ws7035.jpg?w=232&h=155
1ws6975.jpg?w=216&h=324
1ws6839.jpg?w=486&h=324

The Heathrow facilities will be the eighth United Global First Lounge and the 50th United Club in the airline’s global network. A staggering figure, but worldwide, United is investing more than $50 million to renovate several United Club locations as it “works to create the largest and best lounge network of any U.S. carrier”. If the images above match the service level inside then United might just be able to boast that statement with a degree of truth!

Arrivals Lounge

Cleverly, the airline has also introduced an arrivals lounge for their United Global First and United BusinessFirst customers arriving at Terminal 2 from the U.S. will be able to enjoy a complimentary shower and refreshments at the Arrivals Lounge, located in the terminal’s Arrivals Hall.

“We’re very excited about our move to Terminal 2 and these extensive and sophisticated lounges reflect the importance of Heathrow to United’s global route network,” said Jake Cefolia, United’s vice president of Atlantic & Pacific sales. “We operate more flights to and from Heathrow than any other U.S. airline, and many of our most valued customers travel regularly on the 17 daily flights that link London with six of our U.S. hubs. These lounges will enable us to provide these customers with the best levels of service on the ground as well as in the air.”

Way to go United! We are sold! We’re already scratching at our computer screens to get tickets from Heathrow so we too can experience these lounges first hand!

Acho que foi daqui que a Inframérica se inspirou pra fazer aquele detalhe no Pier Sul, o T2 já está pronto a quase 1 ano....

 

1ws6828.jpg?w=710&h=472

 

14062286743_6db735469e_b.jpg

Link to comment
Share on other sites

Outro Lounge no T2.

 

http://thedesignair.net/2014/05/07/plaza-premium-impress-at-heathrows-terminal-2/

 

 

 

Plaza Premium Impress At Heathrow’s Terminal 2

lhr_lounge-e1399445807691.jpg?w=710&h=51

We have been pretty impressed by Plaza Premium‘s latest few lounges, and this new lounge, announced forLondon Heathrow’s Terminal 2 is no exception to their rule. The latest lounge, which open on June 4th, the same day the terminal opens, will be Hong Kong based Plaza Premium’s first venture in Europe. The innovative lounge has been designed to enhance the airport experience for travellers – regardless of the choice of airline or class of travel – for just £38 per person for two hours.

lhr_vip-room-e1399445878937.jpg?w=710&h=

As we expand the Plaza Premium Lounge brand internationally, we also seek to consistently enhance the airport experience for our guests by introducing new and exciting facilities, in this upcoming lounge, our Wellness Spa in the lounge has partnered with ila, an organic English spa brand with fanfare such as Gwyneth Paltrow, Sienna Miller, to name a few, we have come together to design a beautiful exclusive range of treatments to tackle travel woes.” The airline has pulled out all the stops, offering shower facilities, private relaxation suites, champagne bar as well as a celebrity chef menu to entice and excite.

lhr_lounge_1-e1399445832776.jpg?w=710&h=

The design seems sympathetic to London, with familiar lines and finishes found in some of London’s most prestigious hotels, whilst still holding true to interior designer, Kinney Chan’s (of KCA Associates) design vision, that is found in all of Plaza Premium’s newest lounges.

lhr_private-relaxation-suites-e139944585

We love the fact that the space has been considered with the user in Mind. The 8,100 sq ft lounge, that can seat 180 people is open from 5am to 11pm daily, suiting the airports commercial opening times. The creation of 5 private en-suite relaxation rooms, that look more like 5 star luxury hotel suites are available for passengers with long connecting times at an extra cost. Other items which are additional to the £38 entrance fee are vintage champagnes and their spa treatments. We also love the interior design, it’s elegant, opulent and interesting. As far as we are concerned, it weighs in far above our expectations of what £38 would get you in an airport.

lhr_lounge-and-dining-e1399445941527.jpg

This will give United’s equally fantastic T2 lounge a run for its money. One thing is for sure, with 50 lounges from Plaza Premium expected to launch by end of 2015 including a luxury lounge in Sydney, Plaza Premium are starting to corner the market of pay-for High Quality Luxury Lounges around the world.

 

 

38 libras pra usar esse louge, uns R$150. Quanto é mesmo aquela sala vip de GRU?

Link to comment
Share on other sites

538fa5bb551c4c73a9d37795767f2254-star-al

London Heathrow’s new Terminal 2 is now open and will be the hub for all Star Alliance members flying out of the airport – so what about the lounges where travellers will rest their weary feet?

The cavernous T2 – which also goes by the name of The Queen’s Terminal, in honour of Queen Elizabeth II – will host six lounges.

Lufthansa will operate the main lounge in the T2A terminal, while Air Canada, Singapore Airlines and United Airlines will all operate lounges in the T2B satellite terminal.

United will in fact have two separate lounges: a United Club and United Global First Lounge.

534b63e27368423eb5624eeb767f2254-united-

Both have been developed around the United Club concept already seen in the airline's Chicago, Seattle and San Diego lounges, and will be United’s first international lounges sporting the new look.

534b63f0b5084bd7a01f4f0a767f2254-united-

Totalling around 2,000 square metres (22,000 square feet) in area, the lounges will feature floor-to-ceiling windows with views of the airfield plus the usual creature comforts such as shower suites.

But United won’t be alone in the swish lounge stakes.

The neighbouring Singapore Airlines SilverKris lounge will adopt the 'home away from home' model of SQ’s new-look lounge concept which made its debut in Sydney late last year.

52afbc314f544588b4c85cd0767f2254-singapo

Created by Singapore-based architectural and interior design firm ONG&ONG, this divides each lounge into a number of distinct personal spaces “designed and modelled after elements of a home.”

52afba52741c439f808d5a8b767f2254-singapo

In addition to living room spaces, special 'productivity pods' will offer added privacy for working before your flight.

52afbc279c604d1aa5be5cc2767f2254-singapo

The dining area is reminiscent of a kitchen, albeit a well-stocked one, with a menu built around a ‘taste of Singapore’ concept featuring iconic dishes from Singapore such as laksa and mee siam, alongside meals from around the world.

52afba6a57244aa79eae5ca3767f2254-singapo

Only one airline not belonging to the Star Alliance family – that being Ireland’s Aer Lingus – will have a lounge at T2.

There’ll also be an independent ‘pay-in’ Plaza Premium lounge (below).

532162b454484616b7792f1e767f2254-london-

This will feature a live cooking station serving made-to-order dishes plus a daily tapas selection and a la carte menu with ‘guest recipes’ by British celebrity chefs.

Other high society touches include a champagne bar and organic spa with a range of travel fatigue-busting treatments.

Link to comment
Share on other sites

Quem sabe com a investida da Azul no mercado internacional, o próximo passo não seja negociar com a aliança num futuro não muito distante...

Link to comment
Share on other sites

Lastimável o preço em Gru e ainda assim fizeram uma sala simples e sem muitos apetrechos,diferente de Lrh,já a Latam promete a maior sala Vip do Grupo Latam,vamos aguardar outubro para ver como será este projeto

Link to comment
Share on other sites

E tem gente que acredita que a GRU, ABV ou ARJ vão dar desconto pras aéreas nas tarifas de pouso/estadia, vai nessa.

 

Tem mais de uma forma para fechar a conta. Acho que sim que serão dados descontos, mas não para qualquer operação e por período indefinido.

Link to comment
Share on other sites

Eu acho isso absolutamente chocante. Eu já fui mais interessado nesse assunto, mas acho que a Star tem salas próprias em LHR (ainda mais agora, claro), CDG, LAX, NRT e também em EZE, certo? Ninguém precisa ser muito esperto para saber que a renda nesses países é muito maior e, obviamente, também os custos com espaço (talvez não em EZE e LAX). E aí descobrimos que os custos para operar nos terminais privados chegam a ser 4 vezes mais caros que com a Infraero?!?

 

Onde vamos parar?

 

Por isso citei que a briga da AA foi forte e até onde eu sei, trouxe até executivos da AA para negociar.

E isso explica as cias da Star mudando primeiro...cederam mais facilmente que a American/OneWorld e a Delta/SkyTeam.

 

E não devemos esperar muitos lounges. Teremos poucos.

Link to comment
Share on other sites

Resta saber onde o pessoal da Sky Team ficará... O que temos até agora é um da Latam/OW, um da Star Alliance e o da American, que deve absorver alguma coisa da OW e sua própria demanda que já é altíssima. Tem dias que a AA ofertará 360 assentos premium em GRU, ainda tem o pessoal da econômica com status gold que pode acessar o lounge.

 

 

Enviado do meu iPad usando o Tapatalk

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade