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Demanda por voos domésticos cresce 4,3% em maio


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Demanda por voos domésticos cresce 4,3% em maio

 

Número representa uma desaceleração ante o crescimento registrado em meses anteriores deste ano, que ficou, em média, acima de 8%.

 

SXC.Hu

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Aviação: desaceleração já era esperada, já que aumento foi influenciado pela antecipação de eventos corporativos

 

São Paulo - A demanda por voos domésticos das quatro maiores empresas aéreas do Brasil cresceu 4,3 por cento em maio sobre igual mês de 2013, informou a associação que representa o setor, Abear, nesta terça-feira.

Segundo a Abear, o número representa uma desaceleração ante o crescimento registrado em meses anteriores deste ano, que ficou, em média, acima de 8 por cento.

A associação afirmou que a desaceleração já era esperada, já que o aumento visto nos meses de janeiro a abril foram influenciados pela antecipação de eventos corporativos como congressos e reuniões em função da Copa do Mundo em junho e julho.

"Identificamos o adiantamento de compromissos e viagens do público corporativo, que é maioria, o que reforçou o crescimento natural do setor nesse início de 2014", afirmou Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, em comunicado.

"Mas já em meados de maio, com a diminuição das viagens de negócios, houve desaceleração do crescimento", completou. A oferta, por sua vez, teve um recuo de 1,8 por cento na mesma base de comparação, resultado atribuído à continuidade da estratégia de grandes empresas como TAM e Gol de controlar a oferta diante de altos custos com combustível.

Com alta na demanda e queda na oferta, a taxa de ocupação média de TAM, Gol, Azul e Avianca ficou em 78,6 por cento em maio, recorde para o mês.

No mês passado, a TAM continuou liderando o mercado, com fatia de 38,4 por cento, seguida por Gol, com 35,7 por cento, Azul, com 17,3 por cento, e Avianca, com 8,6 por cento.

 

 

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24/06/2014 10:55

Em ritmo mais lento, aviação nacional segue crescendo

Taxa de ocupação média, mais uma vez, é recorde no mês e fica próxima de 80% no ano


Na comparação das estatísticas operacionais de maio de 2014 ante o mesmo mês do ano passado, a demanda da aviação doméstica nacional cresceu 4,3%, avançando de um total consolidado de 6,9 bilhões para 7,2 bilhões de RPKs (passageiros-quilômetros transportados). O desempenho é resultado das operações no período de AZUL, AVIANCA, GOL e TAM, integrantes da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR). A variação revela um arrefecimento do ritmo de crescimento dos quatro primeiros meses do ano, que na média ficou acima de 8%.


“Esse comportamento da demanda era esperado e foi levado em consideração no planejamento do setor para esse ano atípico, na medida do possível, uma vez que sempre há certo grau de imprevisibilidade. O crescimento registrado, especialmente a partir de fevereiro, esteve bem acima da relação histórica do ritmo de evolução da aviação com a atividade econômica nacional”, conta Eduardo Sanovicz, presidente da ABEAR. “Identificamos o adiantamento de compromissos e viagens do público corporativo, que é maioria, o que reforçou o crescimento natural do setor nesse início de 2014. Mas já em meados de maio, com a diminuição das viagens de negócios, houve a desaceleração do crescimento”, explica. “Em junho e julho essa tendência deve continuar, pois com a Copa as viagens estão concentradas nas rotas que envolvem as cidades-sede e as partidas das principais seleções”, projeta o executivo.


Pelo lado da oferta, as companhias seguem praticando um controle atento. E que vem resultando nas boas taxas de ocupação dos voos, estatística em apreciação mais sensível pelo menos desde outubro do ano passado. Em maio as companhias ofertaram juntas 9,2 bilhões de ASKs (assentos-quilômetros disponíveis), total 1,8% abaixo de 2013. Com isso, no período o Load Factor ficou em 78,6% - recorde para maio na série de dados –, alta de 4,5 pontos percentuais no ano. Ao longo dos cinco meses de 2014 o aproveitamento médio está em 79,4%, índice considerado muito bom pela indústria. Os passageiros embarcados em maio somaram 6,5 milhões, crescimento de 2,0% em relação a maio de 2013. No ano o total supera 35 milhões de passageiros em voos dentro do Brasil.


Em maio, a TAM teve 38,4% de participação de mercado, seguida por GOL, com 35,7%, AZUL, com 17,3%, e AVIANCA, com 8,6%.


Nesse momento, pela avaliação dos totais móveis (séries consolidadas de resultados de 12 meses, registradas mês a mês), a aviação doméstica nacional evolui a uma taxa anualizada de 6,5% de crescimento para a demanda e de 1,3% de retração para a oferta.


Internacional – GOL, com 13,4% de participação, e TAM, com 86,6%, são as únicas companhias nacionais operando voos para o exterior no momento. Para essas empresas, em maio a demanda também apresentou alta, de 2,3%, para 2,3 bilhões de RPKs. A oferta, por sua vez, disciplinada assim como no mercado doméstico, registrou retração de 4,5%, para 2,8 bilhões de ASKs.


Como resultado da relação entre oferta e demanda, o fator de aproveitamento ficou em 83%, expressiva elevação de 5,5 pontos percentuais. Os passageiros internacionais embarcados no mês somaram 383 mil, 3,5% a mais do que em maio de 2013. O número acumulado de passageiros internacionais no ano é de 1,9 milhão.


Para baixar o release e as tabelas divulgadas, clique aqui.



http://www.abear.com.br/releases/em-ritmo-mais-lento-avia-o-nacional-segue-crescendo


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Aproveitando,

 

7/06/2014 09:44
Quem comprou passagens aéreas para a Copa em cima da hora se deu bem
Levantamento do Decolar.com mostra que o preço das passagens caíram nas vésperas das principais partidas da primeira fase

Algumas datas da primeira fase da Copa do Mundo 2014 tiveram médias de preço de passagens aéreas semelhantes aos do início do ano e, quem aproveitou a queda nos valores mesmo em cima da hora, chegou a pagar menos do que quem comprou com antecedência, nos três primeiros meses do ano.

De acordo com levantamento da Decolar.com, a média de preço dos voos com destino às cidades-sede da Copa caíram às vésperas das principais partidas como Brasil 3 x 1 Croácia (12/06, em São Paulo), Espanha 1 x 5 Holanda (13/06, em Salvador) e Alemanha 4 x 0 Portugal (16/06, em Salvador).

“As companhias aéreas ampliaram a oferta para as cidades-sede. Além disso, ocorreu uma diminuição nas reservas corporativas, gerando aumento de lugares disponíveis para os consumidores finais a preços atraentes”, disse o diretor da Decolar.com, Alípio Camanzano.

No entanto, os preços deverão subir na segunda fase do mundial, que começa esse fim de semana. “Restam pouquíssimas opções para conferir as próximas fases nas cidades-sede e com preços acima dos valores pagos por quem garantiu suas passagens com antecedência”, afirma Camanzano.

Fonte: Época Negócios.

http://www.abear.com.br/noticias/quem-comprou-passagens-a-reas-para-a-copa-em-cima-da-hora-se-deu-bem

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