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Estado RS tem 15 terminais incluídos no Plano de Aviação Regional do País


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Estado tem 15 terminais incluídos no Plano de Aviação Regional do País
Pelotas faz parte do plano nacional e deverá receber melhorias para atender passageiros
Funcionando sob a superintendência da Infraero, os aeroportos internacionais de Uruguaiana, Bagé e Pelotas integram a lista de sete estruturas aeroportuárias do Estado que ainda estão em fase de estudo de viabilidade técnica (referente a questões legais e ambientais) para futuros investimentos do Plano de Aviação Regional, lançado em 2012 pelo governo federal.
Outros oito terminais gaúchos já passaram por essa etapa e agora aguardam os resultados dos estudos preliminares, que estão sendo formulados por equipes contratadas pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República para apresentar soluções de melhorias que turbinem sua capacidade operacional no decorrer da próxima década (até 2025).
Concluída esta fase, o grupo mais adiantado no processo passa a esperar pelos projetos de engenharia que devem apresentar valores e definir prazos para a realização das obras em cada aeroporto

. Dentro da estimativa do governo federal, os primeiros editais de licitações para obras devem ser abertos no segundo semestre deste ano.
Ao todo, 15 aeroportos do interior do Rio Grande do Sul serão contemplados pelo programa federal de investimento em logística, que injetará recursos de R$ 7,4 bilhões em 270 aeroportos regionais em todo o País.

De acordo com o projeto inicial, a estimativa era de que somente o Rio Grande do Sul recebesse R$ 994,4 milhões. No entanto, o secretário executivo da SAC, Guilherme Ramalho, pondera que o investimento total a ser destinado aos aeroportos gaúchos pode ser maior ou menor do que esse montante.
“Irá depender dos estudos econômicos realizados a partir da movimentação de cada terminal”, explica Ramalho.

“Também não podemos garantir ainda a realização de todas as demandas apresentadas pelos aeroportos que já passaram por análise de viabilidade técnica no Rio Grande do Sul, porque, para isso, é preciso que sejam concluídos os projetos de engenharia”, ressalta.

Mas, segundo Ramalho, a ideia é resolver todas as carências, desde que façam jus ao potencial econômico e de demanda por voos de cada região.
Além dos três aeroportos regionais administrados pela Infraero, os outros 12, que funcionam sob a responsabilidade dos municípios onde se encontram ou do Estado, têm expectativas diversas, que vão desde a construção de salas de embarque e desembarque de passageiros até a criação de vagas para estacionamento de automóveis.
Em Uruguaiana, por exemplo, onde há fluxo pequeno de aeronaves de aviação geral (a maioria do grupo 2), ainda não ocorrem operações de voos comerciais.

Mesmo assim, o Aeroporto Internacional Rubem Berta carece de salas de embarque e de desembarque, do aumento da extensão da Seção Contra Incêndio e de um auditório para cursos e reuniões.
O superintendente do terminal, que é a principal porta de acesso de aviões que transportam empresários para a Argentina e o Chile, Jorge Tadeu Marques da Silva, conta que a visita da empresa Concremat Engenharia, contratada pelo Banco do Brasil (que atua como gerenciador de consórcios dos estudos para a SAC), ocorreu nos últimos dias 8 e 9 de maio.

“A equipe reuniu dados da estrutura que temos, mas ainda não realizou o levantamento de possíveis necessidades”, detalha Silva.
Necessidades de Uruguaiana estão vinculadas ao início dos voos regulares
Considerado um dos maiores aeroportos do Estado, o Rubem Berta, em Uruguaiana, tem 800 mil metros de área construída e dois balcões de check-in.

“A estrutura é boa para a forma como opera atualmente, sem voos regulares”, esclarece o superintendente, Jorge Tadeu da Silva.

Na pista (de 1.500 m de extensão e 30 m de largura), costumam pousar aviões particulares, táxis aéreos ou militares (helicópteros H269) e jatinhos executivos ou militares, como o BE36.
Localizado na zona Leste da cidade, próximo à BR-290, o terminal possui espaço para 60 automóveis estacionados, mas já prevê a ampliação de vagas em um projeto próprio de expansão, que está aguardando aprovação do plano diretor do município.

“Isso não entra nas melhorias que serão demandadas ao programa do governo federal, e também não foi oficializado nem apresentado para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil)”, pondera o superintendente.
De acordo com Silva, uma das necessidades prioritárias é o aumento da extensão de Seção Contra Incêndio, que atualmente tem infraestrutura de alojamento em torno de 5 m x 5 m. “Teria que ter o dobro do tamanho”, opina o administrador.

No local, trabalham 12 funcionários da Infraero, oito vigilantes e cinco colaboradores terceirizados para a limpeza de áreas verdes.

O aeroporto possui uma sala comum para embarque e desembarque, mas já vislumbra a necessidade de estruturas próprias para cada situação, uma vez que a Azul estuda operar na região a partir de 2015.

“Nesse caso, receberíamos uma aeronave de 60 lugares, e é preciso mais espaço para essa quantidade de passageiros”, justifica Silva.
Em Bagé, o Aeroporto Internacional Comandante Gustavo Kraemer vem passando por melhorias desde 2004, quando o terminal de passageiros aumentou de 280 m2 para 520 m2.

Construído em alvenaria em 1950, o espaço original tinha sido erguido com madeira em 1946, após funcionar por 14 anos onde atualmente está o aeroclube da cidade.
De acordo com o superintendente local, Jesus Heron Aguzzi Cougo, a estrutura funciona bem do jeito que está, mas vai precisar de modernização para receber um possível voo da Azul, ainda em fase de negociações.

“Temos salas de embarque e de desembarque climatizadas para o atendimento de aeronaves que vêm da Argentina e do Uruguai principalmente.”

No aeroporto, pousam e decolam jatos particulares (não há voos regulares regionais), de porte como o da aeronave Legacy-Embraer 145.
Bagé pretende ampliar pátio e melhorar pistas
Ocupando um sítio aeroportuário de 2,5 milhões m2, o Aeroporto Internacional Gustavo Kraemer necessita com urgência da ampliação do pátio, que atualmente tem 65 m x 55 m.

“Precisaria ficar em torno 100 a 150 metros para a chegada da Azul”, destaca o superintendente do empreendimento localizado no município de Bagé, Jesus Heron Aguzzi Cougo.

A expectativa agora é o resultado do estudo desenvolvido pela Concremat, que esteve no local no final de maio e fez o levantamento das instalações em dois dias.
Contando com 13 funcionários da Infraero, sete terceirizados e quatro vigilantes, o aeroporto tem estacionamento para mais de 60 automóveis, um balcão de check-in e estrutura para suportar bem os 60 pousos e decolagens por mês, incluindo radares como VOR e NBB e estação meteorológica de superfície.

Ali circulam passageiros em deslocamento para Uruguai e Argentina. “O aeroporto de Bagé é um dos melhores do Estado, mas não tem a mesma movimentação de aeronaves como em Uruguaiana”, destaca o superintendente, completando que a Infraero está realizando o cercamento da área patrimonial.

Quanto à expectativa de investimentos do Plano de Aviação Regional, Cougo resume: “Percebemos que eles notaram que é importante a ampliação do pátio, a melhoria da faixa de pistas e a finalização do cercamento das instalações”.
Meta do governo é disponibilizar acesso a 96% da população brasileira
Criado para construir ou melhorar aeroportos públicos regionais em vista da expansão “sem precedentes” do setor no País, nas palavras do secretário executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, Guilherme Ramalho, o Plano de Aviação Regional trabalha com a meta de dar cobertura de malha aérea compatível com o tamanho do Brasil – com 5,6 mil municípios – que vivencia atualmente um grande fluxo de pessoas nas 130 cidades que recebem voos regulares em todo o País.
“O número de passageiros triplicou em 10 anos, passando de 33 para 113 milhões de pessoas, com crescimento de volume em torno de 10% ao ano”, enumera Ramalho.

Com o tráfego aéreo muito concentrado nas grandes rotas brasileiras, as cidades com potencial turístico onde há demanda, mas falta oferta de voos comerciais, têm dificuldades com a logística de acesso, lembra o secretário executivo da SAC, ao defender o pensamento da presidente Dilma Rousseff, que idealizou o projeto.
Estudo realizado pelo governo detectou que, dentre os mais de 700 aeroportos públicos brasileiros, 270 estão localizados em cidades que têm não somente maior capacidade de cobertura geográfica que as demais, como também potencial turístico para desenvolver a região.

Dessas mais de duas centenas de empreendimentos, 15 estão no Rio Grande do Sul.

Focada em dotar municípios de interior de infraestrutura aeroportuária que permita operação com voos regulares, quando Dilma lançou, há um ano e meio, o programa de incentivo à logística, disse que a meta é que 96% da população brasileira viva a um raio de até 100 quilômetros de um aeroporto com essas características.
Desde então, foram desenvolvidos estudos de viabilidade em 195 aeroportos, oito deles no Estado.

“Desses, todos estão na fase preliminar para o projeto de engenharia, que deve ficar pronto em 60 dias”, garante Ramalho. Segundo o gestor, a ideia é que, até 2016, a maioria dos aeroportos que integram a lista de beneficiados com os investimentos do programa já esteja em obras.
No caso de novos empreendimentos, o tempo de maturação é maior, pois “exigem estudos mais complexos, que também já estão em execução”, explica Ramalho.

“O diagnóstico de cada aeroporto que será beneficiado é muito importante na elaboração dos projetos de engenharia, e as empresas contratadas para esta empreitada têm o desafio de padronizar as obras, para que tenham escala e qualidade semelhantes”, completa.

Isso explica a demora do processo, justifica o secretário executivo da SAC. “Faz parte da natureza de contratação pública.
Pelotas opera fluxo de passageiros com voos diários e grande ocupação
Em Pelotas, além da expectativa da tramitação de um projeto de lei que prevê a definição de um nome para o aeroporto internacional que opera na cidade, 19 funcionários da Infraero, 35 terceirizados e o superintendente do terminal aguardam o resultado do levantamento feito recentemente pela Concremat dentro do Plano de Aviação Regional.

Um terminal de passageiros é a principal demanda. O atual é uma estrutura criada na década de 1960, e ampliada e reformada em 1998, quando passou a funcionar sob a responsabilidade da Infraero.
Segundo o superintendente, Francisco de Assis Lunes Camejo, o terminal, o pátio e a pista atendem à demanda em Pelotas.

“Mas, lógico que temos que pensar em investimento de longo prazo, pois o fluxo de pessoas é crescente: no primeiro trimestre de 2013 recebemos 800 passageiros por mês, já no final do ano eram 5 mil/mês”, afirma o administrador, explicando que a mudança ocorreu com a implementação de dois voos diários da companhia Azul (que liga a cidade à Capital).
Camejo conta que o processo dentro do programa do governo federal iniciou com o cadastramento do aeroporto junto ao Banco do Brasil, que está gerenciando os estudos, para depois passar por levantamento geodésico (via satélite) de todo o sítio aeroportuário, até a chegada da Concremat, que realizou o levantamento in loco as as instalações do aeroporto no decorrer de uma semana durante maio.
“Os técnicos também fizeram uma visita à prefeitura, para conhecer o Plano Diretor de Pelotas, e o do aeroporto, e explicaram que o próximo passo é realizar as projeções de crescimento do empreendimento.”

Esta mesma operação está ocorrendo nos três aeroportos administrados pela Infraero. Já os empreendimentos municipais ou estaduais estão sendo avaliados pela IQS, de acordo com a Secretaria de Aviação Civil.
Pelotas precisa de estacionamento para veículos, que já apresenta carência de vagas, e mais acessos ao aeroporto, bem como a ampliação do terminal de passageiros (que tem 1.052 m2 de área construída), do saguão e das salas de embarque e desembarque.

“As existentes são para voos domésticos, mas também podem ser conjugadas, quando necessário, o que é frequente”, destaca Camejo.
No terminal, a maior aeronave em operação é a ATR 72, da Azul, com capacidade para 72 passageiros, e que tem tido taxa de ocupação de 85% em média.

No local, também há constante fluxo de aviões particulares, principalmente jatos executivos. Diariamente, decolam de lá voos para o Uruguai, a Argentina, e o Chile.

Ainda conforme o superintendente, a atual pista de 1.980 metros não precisa de ampliação em um primeiro momento.

“Mas para o futuro, em um cenário daqui há 20 ou 30 anos”, diz ele “teremos de pensar nisso.” Localizado na zona Norte de Pelotas, com acesso para a BR-293, o terminal áereo de Pelotas tem um sítio aeroportuário de 2,6 milhões m2.
Passo a passo do Plano de Aviação Regional
O Estudo de Viabilidade Técnica (EVT) é a primeira fase do programa, quando uma empresa projetista avalia questões legais e ambientais para a construção ou expansão do aeroporto;
O EVT gera quatro opções de cenários para cada empreendimento, que são avaliados pela Secretaria de Aviação Civil.

Uma das alternativas é eleita pelo governo federal, conforme a necessidade de cada município e de cada região;
É realizado um estudo preliminar do EVT, definindo os detalhes do cenário escolhido, como, por exemplo, o tamanho do terminal de passageiros, da pista de pouso e do pátio do aeroporto;
Nesta fase, inicia o projeto de engenharia, que define como ficará a obra ao fim, além de estipular os valores e prazos;
Abertura do edital de licitação para contratação de empresa que executará a obra.
Fonte: jornal Zero Hora via CECOMSAER 3 jul 2014

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  • 4 weeks later...

Meus prezados:

É. Mas dos quinze, apenas três serão licitados, inicialmente...

Licitação de apenas três aeroportos regionais
Passados 18 meses do primeiro anúncio do plano do governo federal para construir ou modernizar terminais regionais do país, apenas três dos 15 aeroportos prometidos para o Estado têm previsão de licitação. Foi concluído o projeto básico das unidades em Passo Fundo, Rio Grande e Santa Rosa, mas as obras não devem sair do papel antes de 2015.

Para definir o orçamento dos projetos serão necessários três meses. E entre o lançamento do edital e a conclusão do processo de licitação para a escolha das empresas responsáveis pela execução, mais 150 dias, empurrando o início das obras para o próximo ano.

A proposta para os terminais de Rio Grande e Passo Fundo é bastante semelhante. Os dois municípios devem ganhar estrutura para receber aeronaves de grande porte, com pátio para abrigar até oito aeronaves simultaneamente e amplo terminal de passageiros. Em Santa Rosa, o terminal deve ter dimensões menores.

Está sendo realizado ainda estudo para avaliar se o aeroporto de Caxias do Sul estaria apto para o transporte de cargas, solicitação dos empresários da região.

Fonte: jornal Zero Hora 01 de agosto de 2014

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  • 5 months later...

Meus prezados:

(...)

Aviação regional

Durante o encontro o ministro Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil, aproveitou para solicitar a colaboração do governo estadual para a implantação do Programa de Investimentos em Logística: Aviação Regional.

O programa coordenado pela SAC adequará 270 aeroportos no interior de todo o país, para promover o desenvolvimento econômico e a integração de todo o território nacional, mediante a operação de voos comerciais regulares, de alta qualidade e a preços competitivos.
No Rio Grande do Sul, são 15 os aeródromos contemplados: Santa Rosa; São Borja; Uruguaiana; Alegrete; Santo Ângelo; Erechim; Passo Fundo; Santa Maria; Bagé; Santa Cruz do Sul; Caxias do Sul; Gramado; Pelotas; Rio Grande; e Santa Vitória do Palmar.
O governador do estado comprometeu-se a colaborar com o programa, na parte que lhe couber, especialmente no que tange ao Licenciamento Ambiental.
Fonte: Portal Brasil via CECOMSAER 13 jan 2015

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E o tal do aeroporto de Vacaria, que foi construído para carga? Mais um elefante branco... parece que todo argumento de aeroporto na região da serra se baseia em cargas...

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Santa Vitoria do Palmar?? Oi?? serio?

 

Seria para servir Santa Vitória, Chuí e a população do Departamento Uruguaio de Rocha.

 

Na minha opinião, um ponto que cai de maduro um Aeroporto é Alegrete, pois pode pegar demanda de Livramento, Uruguaiana, Alegrete, Rosário do Sul, Dom Pedrito e Santiago. Todos em um raio de no máximo 200km

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  • 2 months later...

Meus prezados
Aeroportos do interior sofrem com falta de manutenção no RS

http://globotv.globo.com/rbs-rs/rbs-noticias/v/aeroportos-do-interior-sofrem-com-falta-de-manutencao-no-rs/4052716/

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  • 1 month later...

Meus prezados

Aeroporto de Passo Fundo deve ser o primeiro a passar por obras no RS
Companhias ameaçam encerrar operações no terminal devido a falhas. São previstos R$ 44 milhões para melhorias, diz o ministro da Aviação Civil.

As obras de infraestrutura em 15 aeroportos regionais do Rio Grande do Sul devem começar por Passo Fundo, no norte do estado.

O terminal que só no ano passado recebeu mais de 160 mil passageiros apresenta falhas na infraestrutura, motivo pelo qual as companhias aéreas ameaçam encerrar as operações na cidade gaúcha, como mostra reportagem do RBS Notícias.

Nos horários de voos, a sala de embarque fica cheia, e falta espaço dentro do terminal. “É necessário que se faça alguma coisa, tendo em vista ser o município de Passo Fundo tão forte na saúde e educação. Acredito que precisa ser modificado", diz a professora Neusa Vans.

Duas companhias aéreas operam no aeroporto com cinco voos diários. A maioria das aeronaves decola com todos os assentos ocupados.

"A estrutura não comporta a quantidade de passageiros e nem tampouco o conforto. Eu acho péssima a estrutura", diz a estudante Andréia Ferri.

Toda a área do terminal, que pertence ao estado, apresenta problemas. Pousos e decolagens em dias de chuva são prejudicados. O principal equipamento de navegação, que auxilia os pilotos, está fora de operação por falta de recursos.

O aparelho foi consertado no fim do ano passado, mas depende de uma análise da aeronáutica para entrar em funcionamento. A empresa que consertou, ainda não recebeu o pagamento pelo serviço.

O cercamento do aeroporto está fora dos padrões de segurança da agência nacional de aviação civil. Parte é em madeira. Em um ponto, apenas arames impedem a invasão da área.

Segundo o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, outros quatro aeroportos são considerados prioritários pelo governo federal: Rio Grande, Santa Rosa, Santo Ângelo e São Borja.

Só para Passo Fundo, estão previstos R$ 44 milhões para ampliação da pista e do terminal de passageiros.

"Assim que tivermos as licenças ambientais e eu tenha a definição de valores, a gente vai para a licitação. A licitação é feita pelo Banco do Brasil, e nestes aeroportos os trabalhos vão ser relativamente pequenos, porque são aeroportos que estavam sendo ou são operados ainda hoje", afirma o ministro.

A Secretaria Estadual de Transportes e Mobilidade afirma que o equipamento de navegação do Aeroporto de Passo Fundo precisa ser aferido por uma equipe da aeronáutica, e que o órgão trabalha para que o sistema volte a funcionar o mais breve possível.

Sobre o pagamento, a secretaria diz que o processo é analisado depois do decreto de contingenciamento de gastos estabelecido pelo governo estadual.

Fonte: Do G1 Rs via CECOMSAER 3 MAI 2015

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  • 11 months later...

Meus prezados

Aeroporto de Passo Fundo deve ser o primeiro a passar por obras no RS

Companhias ameaçam encerrar operações no terminal devido a falhas. São previstos R$ 44 milhões para melhorias, diz o ministro da Aviação Civil.

As obras de infraestrutura em 15 aeroportos regionais do Rio Grande do Sul devem começar por Passo Fundo, no norte do estado.

...

Fonte: Do G1 Rs via CECOMSAER 3 MAI 2015

Decolagem

A Fepam entrega amanhã ( 22/4 ) a licença ambiental para ampliação do aeroporto de Passo Fundo.

Fonte: coluna Informe Especial - jornal Zero Hora 21 ABR 2016

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Ainda no começo do ano, passou na TV que as obras em Santo Ângelo (GEL) estavam praticamente paradas e que, por isso, o início dos voos da Azul pra lá possivelmente atrasaria. A Azul fez o pedido pra começar em março. Depois pediu pra setembro e até agora o voo não foi autorizado. :/

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