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Rafael_CTA

Necessidade do Farol de Aeródromo

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Pessoal, estou iniciando um estudo sobre a necessidade da operação do farol de aeródromo para operação IFR ou VFR, diurno ou noturno. Nossa atual regulamentação deixa um pouco dúbio quais as atitudes devem ser tomadas no caso de inoperância e a real importância da funcionalidade do farol de aeródromo.

 

Gostaria que lessem alguns comentários que fiz e a resposta do DECEA:
http://servicos.decea.gov.br/sac/?i=andamento&p=A9154136&v=8CF8C1BBD093781A30DDBA52D61BD407

 

Para verificar o que os pilotos pensam com relação à operação do farol, segue enquete:
http://is.gd/IkMmKo

 

Espero que possam me ajudar nesta matéria.

 

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Essa quinta-feira à noite o farol de SBJR parou de funcionar. A fonia ficou uma confusão, pois todos queriam saber se havia previsão de retorno do farol, havia helicópteros, monomotores, jatos, todo mundo aguardando.

 

A torre informou que não havia previsão pra volta e alguns preferiram ficar esperando um pouco mais e outros decidiram alternar pro GIG e SDU (eu optei por alternar). Ao chamar a Torre Rio fui informado que o farol de SBJR havia voltado a funcionar e optei por regressar.

 

No fim das contas fui o número 5 pra pouso e havia mais gente atrás de mim e tinha gente esperando pra decolar também. Era uma noite com tempo tranquilo, teto alto e visibilidade maior que 10km, conforme os METARs.

 

19/07/2014 SBJR 192100Z METAR SBJR 192100Z 23003KT 9999 FEW025 BKN045 20/15 Q1023=

19/07/2014 SBJR 192200Z METAR SBJR 192200Z 00000KT 9999 BKN040 19/17 Q1023=

19/07/2014 SBJR 192300Z METAR SBJR 192300Z 00000KT 9999 BKN040 19/17 Q1023=

 

 

O farol de SBJR sofre essas panes com alguma frequência e sempre causa confusão no tráfego. O grande problema é que só dá pra alternar SBRJ ou SBGL.

SBRJ tem restrição de pátio, caso SBJR fique inoperante muito tempo, o Santos Dumont lota facilmente pra avião e helicóptero.

SBGL não tem problemas com pátio, mas não possui Avgas e muitas das aeronaves que operam em SBJR utilizam Avgas como combustível e, no caso de um eventual alternado, podem pousar com poucas reservas e não teriam como abastecer lá, trazendo dor de cabeça para uma nova decolagem no futuro.

 

De resto, é só Macaé e Juiz de Fora, que ficam longe (mais de 70NM).

 

Acho que é um debate interessante a se fazer. A questão levantada pelo DECEA é importante, pois em lugares muito isolados, o farol de aeródromo se torna bastante importante para facilitar a localização.

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Eu estava no ponto de espera e retornei ao pátio. Não esperei muito, mas essa não foi a primeira vez que ocorreu comigo. Entendo que as normas devem ser cumpridas, mas também devem ser questionadas. Quanto a resposta do DECEA, é um erro grave esse ponto de vista. Eles querem ser muito "paternais", acham que existem para impor regras aos pilotos e creio não ser assim. Desde os primeiros voos da humanidade, o sistema serve para prover informações que facilitem o julgamento do real responsável pela operação: o piloto. Em uma situação de excesso de tráfego, ok, a mão do DECEA é fundamental, porém qualquer outra medida de restrição, ao meu ver, não é aplicável. Se VMC, perde o farol do AD, o piloto decide se vai ou não. O risco é dele. Diferente de condições meteorológicas, onde há um profissional responsável por essa informação. O problema é que isso aumentaria o número de acidentes, que poderia sujar a imagem do Brasil junto a ICAO. Como a FAA está cagando para a ICAO, eles põem toda a responsabilidade da operação no piloto.

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