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Ao evitar voar pela Malaysia Airlines você corre um risco menor de sofrer um acidente aéreo?


tm6631

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Um relatório analisou o histórico de 56 companhias aéreas do mundo todo para responder, com base nas estatísticas, se devemos ou não evitar aquelas com registros de acidentes fatais

 

ogo após o acidente com o voo MH17 da Malaysia Airlines, abatido na Ucrânia, poucos meses depois do sumiço do MH370, diversas pessoas se manifestaram no Twitter dizendo que, daqui para frente, jamais entrariam em um avião da companhia malaia. Para saber se esse tipo de postura faz algum sentido racional, o jornalista Nate Silver fez uma extensa pesquisa e publicou um relatório no qual avalia dados quantitativos e qualitativos sobre o histórico de 56 empresas aéreas de diversos países.

A metodologia adotada foi a seguinte: ele utilizou os dados disponibilizados pela Flight Safety Foundation sobre incidentes na aviação e selecionou companhias que estavam entre as 100 maiores do mundo e tinham operado ininterruptamente desde 1985. Ele dividiu este período de 30 anos em duas metades (1985 – 1999 e 2000 – 2014). Se for verificada uma correlação entre as taxas de acidente de uma mesma empresa em ambos os períodos, isto indica que o risco de ocorrências é persistente.

A tabela abaixo inclui o número total de acidentes e os que foram fatais, bem como a quantidade total de mortes. As médias foram calculadas com base em um trilhão de assentos-quilômetros oferecidos (quantidade total de assentos em todos os voos multiplicada pela quilometragem percorrida em todos os trechos).

silver-datalab-airlines-safety-table-11.(FOTO: REPRODUÇÃO/FIVETHIRTYEIGHT)

Silver destaca que companhias como a Avianca e a Kenya Airways tiveram muitos problemas em apenas uma das metades, assim como diversas outras. Segundo o jornalista, empresas como a China Airlines, que tiveram incidentes consideráveis em ambas as metades do banco de dados, são exceção. A conclusão foi que o número total de acidentes fornece um parâmetro ligeiramente mais confiável do que a quantidade de casos que foram fatais, que são muito raros, representando apenas um quarto do total. Acidentes recorrentes, mesmo que sem vítimas, podem indicar um risco potencial de problemas mais sérios no futuro.

Aplicando-se este critério, companhias como a Pakistan International Airlines, Ethiopian Airlines e a russa Aeroflot se mostram dignas de desconfiança: as taxas de ocorrência são persistentes. Para quem realmente quiser tomar precauções, Silver sugere que talvez seja uma boa evitar companhias aéreas de países em desenvolvimento, que possuem menores investimentos em segurança, treinamento e regulações. Mas, principalmente, evitar a todo custo voar pelas companhias contidas nesta lista negra: elas são banidas na Europa por apresentarem condições precárias.

Confira o ranking com as médias finais das empresas aéreas:

silver-datalab-airlines-safety-table-42.
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Prezado tm6631

Veja bem, a Malaysia perdeu duas moderníssimas aeronaves em função das rotas utilizadas, que passavam sobre áreas em conflitos. As aéreas americanas já estão evitando estas rotas, pelo perigo que apresentam.

Até essas ocorrências a Malaysia estava entre as Airlines de 1º mundo com menos desastres (segundo tabela acima postado por você)

Então, smj, não se trata de manutenção sofrível e, sim, de um problema de rota.

Uma medida preventiva é não voar em aéreas que ainda utilizam essas rotas.

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Oxente, a Aeroflot?

 

Bom, pode ser que no período da URSS poderia ter acidente a rodo, mas depois que virou Rússia, tirando o do A310 e da mancada do piloto, nunca mais ouvi acidente fatal. Só vi em foto de um IL-96 que pegou fogo.

 

 

Agora acho que a Malaysian tá zicada. Ô peste, perder dois aviões em menos de seis meses!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Não que a empresa seja ruim, tem um histórico excelente de segurança e manutenção, mas desses fatos, quebra as pernas e poucos tem coragem de embarcar. Eu mesmo não entro nem amarrado. Sei lá, eu acredito nessas coisas místicas, de aura.

 

Deve estar com a aura pesada a empresa, só pode.

 

Eita que o presidente da MH deve estar a base de Rivotril 2 mg

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Me desculpem... Mas ridículo aproveitar de uma situação a qual a companhia aérea não teve 'culpa' pelos incidentes (O MH370 ainda não é de gestão da companhia aérea até que se ache algo ou se prove o contrário) para fazer uma matéria dessas.

 

Parece até que estão escolhendo a Malaysia para derrubar aviões... Por um acaso eram 2 aviões lotados e 2 aviões grandes...

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Prezado tm6631

Veja bem, a Malaysia perdeu duas moderníssimas aeronaves em função das rotas utilizadas, que passavam sobre áreas em conflitos. As aéreas americanas já estão evitando estas rotas, pelo perigo que apresentam.

Até essas ocorrências a Malaysia estava entre as Airlines de 1º mundo com menos desastres (segundo tabela acima postado por você)

Então, smj, não se trata de manutenção sofrível e, sim, de um problema de rota.

Uma medida preventiva é não voar em aéreas que ainda utilizam essas rotas.

 

Não expressei em momento algum sobre a manutenção da Malaysia, postei a reportagem em forma integral postada no site da revista Galileu, que é referencia em ciências, abortando o lado cientifico da pesquisa realizado pela Flight Safety Foundation, e concordo contigo que a melhor medida, seria as empresas aéreas não sobrevoassem áreas em conflitos, que resultaram a perda do MH17 e as 298 vidas.

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É normal voar sobre áreas de conflito Por mais assustador que seja, voos desse tipo são frequentes para as companhias aéreas

Após a queda do avião da Malaysia Airlines na semana passadae o desaparecimento do voo AH5017 em uma região de militantes no Mali, muitos tentam entender por que voos comerciais optam por rotas em zonas de conflito. E isso é mais comum do que imaginamos.

A resposta aos questionamentos é mais óbvia simples, de acordo com a CNN: dinheiro. Voos com rotas mais extensas – como as estipuladas àqueles que não quiserem sobrevoar essas zonas – exigem mais combustível, mais horas voando e isso gera prejuízo, como bem explicamos nesse post.

 

Muitos aviões viajam por rotas como a do MH17 e em outras áreas de guerra diariamente. Por exemplo, é possível que um avião americano voe sobre o Iraque, desde que se encontre a uma altura de 20 mil pés; o mesmo para voos sobre a Síria e o Afeganistão. E apesar do parecer da FAA (Federal Aviation Administration) alertar sobre tais lugares, quem dá a palavra final sobre a rota é a companhia aérea responsável.

 

Como disse Tony Tyler, executivo da International Air Transport Association, à CNN: “Companhias aéreas sempre terão que tomar decisões sobre quais cidades são seguras para operar”. Na semana passada, mais de 800 voos de diferentes empresas optaram pela mesma rota que o da Malaysia Airlines.

 

Sobre o caso do MH17, o diretor comercial da companhia disse à CNN: “A rota foi aceita pelo controle de tráfego europeu. Exatamente como muitos outros, nós optamos por essa rota, que vinha sendo realizada há várias semanas por diferentes empresas. E com centenas de aviões passando por lá diariamente, nós acreditávamos que aquela era uma região segura”.

http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2014/07/e-normal-voar-sobre-areas-de-conflito.html

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