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Aéreas não aproveitam acordos bilaterais, diz SAC


PP-CJC

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Boa tarde amigos Forenses.

 

Aéreas não aproveitam acordos bilaterais, diz SAC

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Da esquerda para direita: Paulo Kakinoff (Gol), José Efromovich (Avianca), Eduardo Sanovicz (Abear), Moreira Franco (SAC), Marcelo Guaranys (Anac), Claudia Sender (Tam), e José Mario Capriolli (Azul)

 

Reunido com sindicato dos aeroviários hoje de manhã, o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, lamentou o fato de as companhias aéreas brasileiras não aproveitarem da melhor maneira os acordos bilaterais que são feitos para aumentar a malha aérea internacional.

“Eu vejo a Tap voando para as principais capitais brasileiras, a American Airlines com inúmeros voos, a Iberia crescendo sua presença no País e me pergunto qual razão das companhias brasileiras não aproveitarem os acordos bilaterais e aumentarem suas frequências para o exterior”, falou durante o evento Aviação em Debate, promovido pela Abear e que aconteceu durante todo dia de hoje, no Rio de Janeiro

Representando a presidente Dilma Rousseff, candidata a releição à Presidência da República, o ministro Moreira Franco foi o primeiro a receber a carta com pauta de trabalho do setor para a concretização das metas propostas pela Agenda 2020. O mesmo documento será entregue aos principais candidatos à Presidência da República.

 

Fonte – Panrotas – Publicada em 06/08/2014 17h24

 

Abraços

 

PP-CJC

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"(...) me pergunto qual razão das companhias brasileiras não aproveitarem os acordos bilaterais e aumentarem suas frequências para o exterior"

Esse é o momento que a gente faz aquela cara de sacana e fala, apontando pra cara dele: "você sabe sim, deixe de ser besta. Tá fazendo aloka, ministro?".

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Pior é que junto com o que o Flyer One mencionou, devia vir um comentário bem direto:

 

Que tal desonerar os voos, a operação aeroportuária, a aquisição de aeronaves, facilitar o investimento Brasileiro corporativo e de pessoas no exterior, incentivar a imigração de Brasileiros ao exterior, atrair mais turistas com foco em segurança publica, maior limpeza das cidades e melhor sinalização e facilitar também a imigração de estrangeiros ao Brasil ?

Dai teremos mercados novos para explorar....

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Porque não da para competir de maneira a ter lucro pois, entre muitoa outros motivos, o custo Brasil de uma cia aérea é altissimo.Mania que o governo tem de falar mal da gestão das empresas aéreas, parece que todos os piores executivos do Brasil estão nelas!! Faça a lição de casa antes de criticar!

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Esse é o momento que a gente faz aquela cara de sacana e fala, apontando pra cara dele: "você sabe sim, deixe de ser besta. Tá fazendo aloka, ministro?".

 

 

Essa realmente foi a Perola das Perolas do Ministro. Porque será? :anta: :suicide_anim:

É o cinismo crônico do governo que completa doze anos no poder.

Se o chefe mor nunca soube de nada, imagina o ministro!

Não sei de nada. Nunca souberam de nada.

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Se os acordos comerciais acompanhassem os bilaterais de frequências aéreas quem sabe. Egito e Israel não são opções.

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Pior é que junto com o que o Flyer One mencionou, devia vir um comentário bem direto:

 

Que tal desonerar os voos, a operação aeroportuária, a aquisição de aeronaves, facilitar o investimento Brasileiro corporativo e de pessoas no exterior, incentivar a imigração de Brasileiros ao exterior, atrair mais turistas com foco em segurança publica, maior limpeza das cidades e melhor sinalização e facilitar também a imigração de estrangeiros ao Brasil ?

Dai teremos mercados novos para explorar....

 

no mundo perfeito é assim.

no brasil vc nao pode criticar o governo!

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O ministro está 80% equivocado.

 

Os outros 20% eu ponho na conta das empresas brasileiras, que, sim, não têm uma política de expansão agressiva, são conservadores e só comem "arroz com feijão".

 

Apesar de as condições no Brasil não serem as mais favoráveis, o ministro chamou os empresários de bundões e se perguntou, "porque aqui não tem flag carrier?". É isso Arnaldo?

 

Ele sabe 80% das respostas às perguntas que ele mesmo formulou. As outras 20%, fica para as empresas.

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Ele não está todo errado, o custo Brasil influencia sim e o governo não defende o interesse das empresas*. Mas o por que das empresas não investirem em rotas Brasil-EUA quando criou uma reserva de mercado, lá em 2007? Não havia nenhuma empresa operando GIG-JFK (!), CNF-MIA e BSB-MIA e só foi a AA colocar nestas duas últimas que a Tam "reagiu".

 

* Cadê o governo protegendo a Varig na pretensão de voar para o Japão via Europa? O governo japonês proibiu ou colocou barreiras absurdas para os vôos GRU-Europa-NRT e o governo não fez nada, bastava falar que cancelaria os direitos de tráfego entre JFK e GRU da JAL que eles iam pensar bem.

 

Mas é o sujo falando do mal lavado.

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