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KLM investirá 1 bi de euros em marca de baixo custo


Leonardo de Paula

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Aviação | 10/09/2014 09:07 KLM investirá 1 bi de euros em marca de baixo custo

 

Companhia aérea franco-holandesa quer investir no crescimento da sua unidade de baixo custo europeia, a Transavia

 

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Transavia: plano criará até 250 vagas para pilotos e aumentará a frota para mais de 100 aeronaves

 

Paris - A companhia aérea franco-holandesa Air France-KLM planeja investir 1 bilhão de euros (1,3 bilhão de dólares) no crescimento da sua unidade de baixo custo europeia Transavia, disse a empresa.

O plano criará até 250 novas vagas para pilotos até 2019 e aumentará a frota da Transavia para mais de 100 aeronaves ante 50 atualmente, disse o presidente-executivo Alexandre de Juniac ao jornal francês Les Echos.

Um porta-voz da Air France-KLM confirmou a notícia.

Juniac disse que a medida permitirá que o negócio "fique entre as maiores empresas de baixo custo na Europa" e não excluiu a possibilidade de uma aquisição para complementar o crescimento. "Se uma oportunidade se apresentar nós a avaliaremos, mas esse não é o caso no momento", afirmou ao jornal.

A segunda maior companhia aérea tradicional da Europa em receita disse na semana passada que seu Conselho aprovou um plano de abrir novas bases sob a marca Transavia na Europa, em uma tentativa de recapturar participação de mercado de rivais de baixo custo e de rápido crescimento no Oriente Médio.

Ao expandir suas operações de baixo custo, a Air France-KLM segue o exemplo da rival alemã Lufthansa, que está expandindo serviços mais econômicos por meio de sua companhia pouco conhecida Eurowings e considerando uma unidade econômica de voos de longa distância.

Tanto a Lufthansa quanto a Air France, contudo, emitiram alertas de lucro nos últimos meses e estão sob pressão de poderosos sindicatos diante de seus esforços para reduzir custos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/klm-investira-1-bi-de-euros-em-marca-de-baixo-custo

 

 

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Ta ai, um negócio que fico com dúvidas.
Como uma empresa monta uma versão de baixo custo, e ainda vê lucro?
Se esta empresa gerará lucro, porque não aplicar na empresa mãe?
Afinal, a empresa mãe não está gerando lucro compatível.

 

Abs,

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Ta ai, um negócio que fico com dúvidas.

Como uma empresa monta uma versão de baixo custo, e ainda vê lucro?

Se esta empresa gerará lucro, porque não aplicar na empresa mãe?

Afinal, a empresa mãe não está gerando lucro compatível.

 

Abs,

 

Justamente pelo baixo custo... a AFR-KLM são empresas pesadas, já uma TRANSAVIA simplesmente pode pagar "metade" para um funcionário, cobrar outras coisas, enfim... já com os tais sindicatos (que como em qualquer lugar do mundo preferem ver a empresa fechada do que cortar na carne) não aceitariam aplicar coisas que as low-cost aplicam em uma legacy...

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Ta ai, um negócio que fico com dúvidas.

Como uma empresa monta uma versão de baixo custo, e ainda vê lucro?

Se esta empresa gerará lucro, porque não aplicar na empresa mãe?

Afinal, a empresa mãe não está gerando lucro compatível.

 

Abs,

Na Alemanha a Lufthansa tem além da Eurowings(que voará no longo curso com os A340 aposentados e retrofitados da matriz Lh) a Germanwings que até março do ano que vem terá assumido todos os voos LH na Alemanha que não tenham origem ou destino Frankfurt ou Munique ,sendo que muitos funcionários na Lh serão demitidos e convidados a trabalhar no Germanwings pela metade do salário.

A própria Lh quando comprou a falida Swiss impôs condição de trabalharem por salários bem inferiores na nova Swiss e hj a filial suíça é uma das mais rentáveis do Grupo

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Ta ai, um negócio que fico com dúvidas.

Como uma empresa monta uma versão de baixo custo, e ainda vê lucro?

Se esta empresa gerará lucro, porque não aplicar na empresa mãe?

Afinal, a empresa mãe não está gerando lucro compatível.

 

Abs,

 

as LCLF são concorrentes importantes das legacy/full fare e abocanham clientes destas, não lhes restando muito a fazer que não seja criar uma companhia low cost capaz de concorrer neste mercado.

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O mercado europeu está passando pela mesma situação que as majors americanas tiveram nos anos 90 e 2000.

 

No primeiro período as empresas criaram divisões internas low-cost. Continental Lite, MetroJet, Delta Shuttle e United Shuttle são os exemplos. Mas era uma estrutura full-services sendo usada por low-cost e não deu certo. O segundo período foi logo após o 11/09 quando as empresas perceberam que não adiantava ter divisões, mas uma empresa nova, livre de vícios, assim surgiram a Ted e Song. Foi a forma que as americanas fizeram para competir e baixar o CASK geral, quando os sindicatos das empresas-mães toparam as concessões, essas empresas foram extintas.

 

Na Europa eles tentam seguir este modelo, mas vejo dois problemas: 1) sindicatos muito mais fortes que os americanos e da filosofia "juntos morreremos" e 2) ausência de instrumentos de recuperação judicial.

 

Isso fazem com que as empresas busquem fórmulas criativas de competir. A Lufthansa fez a fusão reversa entre Austrian e Tyrolean, pois esta é mais enxuta; a LH saiu de todos os vôos fora de MUC e FRA a favor da Germanwings; Air France-KLM seguindo timidamente os alemães; a recuperação da Iberia foi com o fortalecimento da Iberia Express e a Vueling, esta última se transformando na unidade paneuropéia da IAG.

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