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Inframérica está inadimplente em Natal e Brasília


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Inframérica está inadimplente em Natal e Brasília

O consórcio Inframérica, que detém as concessões dos Aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN) e de Brasília, passa por dificuldades financeiras e continua inadimplente com alguns fornecedores da obra do aeroporto da Grande Natal, inaugurado às pressas em junho, para a Copa do Mundo, sem estar devidamente concluído.

 

Além de distante do Centro da capital potiguar (em torno de 40 quilômetros), o Aeroporto de São Gonçalo não emplacou. O caminho é inseguro e escuro, mal sinalizado e com buracos na pista. Os táxis a partir de Ponta Negra e Via Costeira (principais polos hoteleiros de Natal) chegam a custar R$ 100. O estacionamento custa R$ 8 (primeira hora). Com menos de cinco meses de operação, o terminal já tem, inclusive, algumas lojas fechadas, como o Portal PANROTAS adiantou.

 

E a pressa na inauguração, no caso, foi inimiga da operação. O aeroporto foi obrigado a devolver as taxas de embarque a todos os passageiros (muitos não foram receber), em respeito à cláusula na qual só é possível a cobrança com todos os itens básicos em funcionamento, o que não foi o caso do Aeroporto Aluízio Alves.

 

Um grupo de credores já foi instituído em Natal. Conta com 32 empresas. A dívida da Inframérica, segundo os fornecedores, chega a R$ 70 milhões no Rio Grande do Norte. A maioria dos credores é de pequenas e médias empresas da Grande Natal, algumas das quais precisaram de financiamento para executar o serviço.

 

 

Pelo rumo da carruagem, Natal deve voltar para Infraero.

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  • 4 months later...

ANAC autoriza cobrança de Tarifa de Embarque no ASGA

 

Está no Diário Oficial da União de 20/03:

 

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

 

DECISÃO No - 21, DE 17 DE MARÇO DE 2015

 

Autoriza a cobrança de Tarifa de Embarque no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante - ASGA.

 

A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício das competências que lhe foram outorgadas pelos arts. 8º, inciso XXV, da Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005, 4º, inciso XXVI, e 11, inciso III, do Anexo I ao Decreto nº 5.731, de 20 de março de 2006, considerando o que consta do processo nº 00058.023966/2015-44, deliberado e aprovado na Reunião Deliberativa da Diretoria realizada em 17 de março de 2015, decide:

 

Art. 1º Autorizar a cobrança da Tarifa de Embarque prevista no item 2.1.2.1.1 do Anexo 4 do Contrato de Concessão de Aeroportos - CCA nº 001/ANAC/2011 - SBSG, referente à concessão dos serviços públicos para a construção parcial, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante - ASGA.

 

Parágrafo único. A autorização de que trata esta Decisão fica condicionada à validação do Nível de Proteção Contra incêndio Existente - NPCE 9.

 

Art. 2º Ficam mantidas as demais disposições do Termo Aditivo nº 002/2014, da Ordem de Serviço nº 3, ambos de 30 de maio de 2014, e do CCA nº 001/ANAC/2011 - SBSG.

 

Art. 3º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.

 

MARCELO PACHECO DOS GUARANYS

Diretor-Presidente

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Faltou transparência sobre quais itens não foram atendidos, para SGA ter tido a cobrança de serviços suspensa, quando VCP e GRU também não cumpriram todas as obrigações e tiveram aumento de tarifas antes mesmo de serem inaugurados. Se o aeroporto não estava capaz de operar como transferiram os vôos?

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. Se o aeroporto não estava capaz de operar como transferiram os vôos?

Meu querido, voce é mais inteligente que isso... Todos nos sabemos muito bem porque os voos foram transferidos... Infelizmente.

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Engevix confirma sondagem, mas não garante venda de participação em aeroporto de SGA “Eles estão sendo sondados pelo mercado, mas não há nenhuma decisão sobre o assunto”, garantiu a assessoria da empresa

Por Virgínia França

A assessoria de comunicação da empresa Engevix, uma das empresas que administram o aeroporto internacional Governador Aluizio Alves, em São Gonçalo do Amarante, comunicou que a parte pertencente à empresa no terminal está sendo “sondada pelo mercado”.

“Eles estão sendo sondados pelo mercado, mas não há nenhuma decisão sobre o assunto”, garantiu a assessoria.

O assunto veio à tona nesta quinta-feira (19), após a entrevista de um dos executivos da Engevix ao jornal Folha de S. Paulo, Cristiano Kok, presidente do conselho de administração da empresa.

“Espero que [a empresa] não [quebre]. Vendemos nossa empresa de energia e colocamos à venda nossas participações nos aeroportos de Brasília e Natal, e o estaleiro no Sul. Devemos mais de R$ 1,5 bilhão a bancos e fornecedores. Se tudo der certo, vamos encolher, mas continuar vivos. O faturamento do ano passado, que foi de R$ 3 bilhões, cai para R$ 1 bilhão”, declarou o executivo à Folha.

A empresa de energia a qual Kok se refere é a Desenvix Energias Renováveis, vendida por R$ 500 milhões para a norueguesa Statkraft Investimentos.

Porém a assessoria de comunicação da Engevix declarou que “após a venda da Desenvix, a situação da Engevix é mais confortável e a venda de outros ativos, como os aeroportos, é algo secundário”.

Além da Engevix, a Corporación América S/A também administra o terminal aeroportuário, formando o Consórcio Inframérica. O Aeroporto Aluizio Alves foi inaugurado ao fim de maio do ano passado, com investimento de meio bilhão de reais.

Atualizado em 19 de março às 17:36

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COMUNICADO AO MERCADO

Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2015 - INVESTIMENTOS E PARTICIPACÕES EM INFRAESTRUTURA S.A. - INVEPAR("INVEPAR" ou "Companhia"), atendendo ao disposto na Instrução CVM nº 358/02, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que recebeu, em 09.02.2015, intimação judicial do arresto de 8,89% das ações da Companhia detidas pela OAS Infraestrutura S.A. A decisão de arresto foi proferida nos autos da Ação de Execução de Título Extrajudicial promovida por Pentágono S/A Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários em face da OAS S.A. e da Construtora OAS S.A., em trâmite na 6ª Vara Cível da Comarca de São Paulo. A Companhia informa que já encaminhou referida intimação ao banco escriturador de suas ações para providências cabíveis.

Adicionalmente, a Companhia reitera seu compromisso de fornecer tempestivamente informações adequadas aos seus acionistas e ao mercado sempre que houver qualquer Fato Relevante, na forma da legislação em vigor.

http://ri.invepar.com.br/invepar/web/conteudo_pt.asp?idioma=0&tipo=43909&conta=28&id=208752

Arrocho no crédito pode atrasar obras de aeroportos e rodovias

Mon, 16 de March de 2015
Fonte: O Estado de São Paulo

O arrocho no crédito pode comprometer o cronograma de obras das concessões de rodovias e aeroportos. As empreiteiras que precisam de empréstimos de longo prazo para tocar as obras estão tendo dificuldade para fechar financiamentos. Um dos grandes problemas é conseguir a carta fiança de um banco privado para garantir o empréstimo de longo prazo no BNDES.

 

As restrições se avolumaram. As cláusulas que preveem o vencimento antecipado da dívida exemplificam bem a situação. Antes, limitavam-se a casos de inadimplência ou redução de nota de classificação de risco. Agora incluem uma novidade: o banco pode antecipar a cobrança da dívida se o tomador for incluído em investigações da Polícia Federal e do Ministério Público ou condenado, mesmo que em primeira instância, na Justiça, a pagar credores.

 

Mesmo com o crédito secando , há quem acredita que é questão de tempo para o cenário melhorar. O importante é resistir. Esse é o caso da UTC. A empresa tem um volume considerável de negócios no setor de óleo e gás, está na lista das 25 empresas que estão sob quarentena na Petrobrás e o seu presidente permanece preso. Ainda assim, garante que não tem ativo à venda - apesar de a reportagem conversar com interessados em sua participação no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Em nota, também disse serem "infundados” os boatos de que pediria recuperação.

 

Banco chinês.

 

Outra construtora, considerada frágil, mas que trabalha para se preservar, é a Engevix. Um dos principais executivos da empresa, José Antunes Sobrinho, diz que, com a venda da participação que o gru- po detinha na Desenvix, do setor de energia, por R$ 500 milhões, está sendo possível reestruturar a dívida da empreiteira. Além disso, parte dos recursos está sendo destinada à construção da usina hidrelétrica de São Roque, em que havia exigência do BNDES de aporte de recursos para liberação do financiamento de longo prazo.

 

Segundo Antunes, a Engevix tem negociações avançadas com um banco chinês que não está preocupado com a Lava Jato e exige em troca dos recursos o uso de equipamentos da China no projeto. Para Antunes, no entanto, seria importante para o grupo fechar o acordo de le-niência proposto pelo governo. Assim, a empresa colabora com as investigações, se livra de possíveis processos por improbidade e destrava o crédito.

 

O que preocupa é que as restrições ao crédito têm atingido todas as empresas, mesmo as maiores, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa (BH Airport). "Obras na fase inicial exigem grande volume de investimento: sem financiamento será complicado para qualquer uma cumprir o cronograma e vamos assistir algo com o filme ‘OHL -A missão”’, diz um executivo, numa alusão a empresa espanhola que não conseguiu cumprir as obras previstas e vendeu as concessões sem cumprir a maioria dos contratos.

 

http://www.portalntc.org.br/rodoviario/arrocho-no-credito-pode-trasar-obras-de-aeroportos-e-rodovias/55490

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  • 2 weeks later...

Tudo bem, tudo bem.... Em Brasília ela pode estar inadimplente tbm, porém a matéria só cita Natal.

 

A credibilidade dos meio se perde com o andar da carruagem. Sabemos que a situação é difícil, mas a realidade imparcial da coisa ta longe de ficarmos sabendo. Dito isso, pode ser que os 70 milhões aos olhos do leitor pode parecer um dinheiro infinito, mas como disse o camarada ai em cima, não é tanto pro tamanho do negócio. Aqui no trabalho somos credores em um processo de recuperação judicial de uma média rede de supermercados, a dívida total em recuperação ta na casa dos 60 milhões, para eles sim é uma divida que acabou com o negócio.

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  • 1 month later...

Qual é a fonte dessa informação?

Meus prezados

Engevix vende participação nos aeroportos de Natal e de Brasília

Empresa investigada na Lava Jato fez negócio com a Corporación América. Contrato ainda depende de revisão e aprovação da Anac e Cade.

Investigada pela operação Lava Jato, a construtora Engevix confirmou na tarde desta quarta-feira (6) que assinou termo de compromisso com a Corporación América no qual vende à holding argentina sua participação nos aeroportos de Brasília e Natal. Em nota enviada à imprensa, a Engevix diz que "confirma assim a sua decisão de desinvestir no negócio de aeroporto e a Corporación América, de reforçar os seus investimentos no setor aeroportuário, setor no qual já opera com 53 aeroportos em todo o mundo". O valor da transação não foi divulgado.

A nota lembra ainda que o contrato de venda ainda deve passar pela revisão e aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que, por isso, "as divulgações dos detalhes da transação estão sujeitas a cláusula de confidencialidade". A Inframérica, consórcio que administra os dois aeroportos, vai comunicar o fechamento da transação, uma vez que seja aprovada pelos órgãos de controle estatais.

O Consórcio Inframérica, formado pela Engevix e pela Corporación America, venceu em 2011 o leilão que concedeu aos dois grupos o direito de construir, manter e explorar o aeroporto localizado no município de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. A proposta do consórcio foi de R$ 170 milhões. O mesmo grupo venceu o leilão para o aeroporto de Brasília, em fevereiro de 2012, com lance de R$ 4,5 bilhões.

O consórcio Inframérica tem 100% do aeroporto de Natal e 51% de Brasília (neste, os restantes 49% são da Infraero) e movimenta 21 milhões de passageiros anualmente. Nos dois terminais, a Engevix detém metade da participação total da Inframérica, com o restante pertencente à Corporación America.

Fonte: G1 via CECOMSAER 7 MAI 2015

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O negocio deve estar tão feio que a meses estão sem terminar o forro de teto da área de esteiras de bagagem em BSB. Tá toda fiação a mostra lá, sistema de ar condicionado etc.... E nenhum sinal de que o forro vai ser colocado tão cedo. Isso é Brasil.

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Todos os consórcios estão com problemas financeiros. Dependem de novos aportes e/ou empréstimos pra capital de giro, só pra tocar o operacional. Dinheiro pra novas obras então, só com a bondade do BNDES.

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O negocio deve estar tão feio que a meses estão sem terminar o forro de teto da área de esteiras de bagagem em BSB. Tá toda fiação a mostra lá, sistema de ar condicionado etc.... E nenhum sinal de que o forro vai ser colocado tão cedo. Isso é Brasil.

 

Ainda está assim?

 

A última vez que desembarquei aqui foi em Julho do ano passado e estava assim.

 

Sem falar das eventuais cascatas que se foram em dias de chuva mais forte.

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  • 1 year later...

Meus prezados

Inframérica pede R$ 1 bi à Anac

Leiloado em 2011 como projeto-piloto das privatizações no setor, o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) tornou-se fonte de problemas para a empresa responsável por sua operação e precisa de um ajuste bilionário nas contas para não ficar inviável. O grupo argentino Inframérica levou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um pedido de reequilíbrio econômico-financeiro da concessão do aeroporto que soma R$ 1,002 bilhão.

A operadora lista 21 pontos que teriam mudado radicalmente as premissas originais da licitação e ameaçam a continuidade do negócio. Para a agência, isso faz parte dos riscos do negócio. O valor pleiteado como compensação pelos supostos desajustes supera as cifras combinadas do lance vencedor da Inframérica no leilão e do investimento realizado até hoje. Ela arrematou a concessão ao oferecer R$ 170 milhões em outorga, que é paga em parcelas anuais, e desembolsou cerca de R$ 500 milhões para erguer do zero um terminal de passageiros. Somente a pista foi construída pela União.

O contrato de São Gonçalo do Amarante dura até 2039 e a Infraero não tem participação na concessionária. De acordo com a Inframérica, o aeroporto de Natal - desativado no mesmo dia da inauguração de São Gonçalo do Amarante - era um dos cinco que mais cresciam em todo o mundo quando a licitação foi realizada. Como reflexo da crise, o movimento de passageiros deve ter queda de 16% apenas em 2016 e hoje é 40% inferior ao projetado pelos estudos de viabilidade que o governo apresentou na época.

"O modelo de negócios está longe do que qualquer um poderia imaginar", afirma o presidente da concessionária, Daniel Ketchibachian. Conforme explica o executivo, a Inframérica não pleiteia R$ 1 bilhão em ressarcimento do governo, mas indica que esse seria o valor do desequilíbrio no fluxo de caixa ao longo dos 28 anos de contrato. Ele lembra que há três formas possíveis de compensação: mais prazo na concessão, aumento de tarifas e redução da outorga devida. "Mas ninguém consegue viabilizar esse aeroporto sem um reequilíbrio."

Procurada pelo Valor, a Anac confirmou ter recebido o pedido da Inframérica e sinalizou que não deve acatar integralmente a tese apresentada. Em nota à reportagem, a agência sustentou que os estudos de viabilidade técnica e econômica são "meramente referenciais" para a definição do valor mínimo de outorga no leilão. O lance vencedor teve ágio de 228%. "O contrato atribui esse risco (risco de demanda) expressamente à concessionária, independentemente da intensidade de variação da demanda. Logo, a única interpretação contratual possível é que esse risco é absorvido pela concessionária, não havendo direito a reequilíbrio em situações como essa", diz a nota.

Ketchibachian rebate a argumentação. "Uma coisa é o risco empresarial, que nós obviamente aceitamos. Mas, quando nada dá certo no meio do caminho, é preciso ter bom senso", defende o executivo. Ele elogia a disposição do novo governo em ouvir os problemas do setor e avalia que não houve erro de cálculo da Inframérica, controladora também do aeroporto de Brasília, no leilão.

"Fizemos tudo como manda o figurino. Não colocamos a outorga nas nuvens, o terminal não é cinco vezes maior do que o necessário", pondera Ketchibachian, referindo-se a críticas das autoridades a algumas concessões que se tornaram problemáticas, como o Galeão (RJ) e Viracopos (SP). "O que não se pode fazer é negar que houve uma crise de proporções bastante severas."

Além da distância entre os estudos e a realidade, a Inframérica tem mais duas dezenas de contestações. Elas incluem, por exemplo, os recursos próprios investidos na construção de um acesso rodoviário ao novo aeroporto. A obra era de responsabilidade do governo estadual, mas atrasou tanto que a concessionária se viu forçada a tirar dinheiro do próprio bolso. Caso contrário, o terminal de passageiros teria sido inaugurado com uma estrada de terra para ligá-lo à cidade.

Outro pedido tem como alvo o período de dez meses em que a Inframérica ficou impedida, por decisão da Anac, de cobrar tarifas de embarque. O aeroporto só precisava ser aberto em novembro de 2014, mas a entrega foi antecipada para a Copa do Mundo. Na avaliação da agência, as obras exigidas no contrato não haviam sido concluídas - o cálculo apontava 98% de execução.

Ketchibachian diz que a defasagem nas tarifas da torre de controle de São Gonçalo do Amarante, que é operada pela concessionária e não pelo Comando da Aeronáutica, tem gerado prejuízo de R$ 5 milhões por ano. Segundo ele, o custo de operação que constava do edital estava subestimado e jamais houve correção.

Caso o reequilíbrio seja total ou parcialmente rejeitado pela Anac, o executivo afirma que a Inframérica pretende levar sua demanda à Justiça, mas descarta a hipótese de devolver a concessão. Uma medida provisória prestes a ser publicada facilita a devolução para empreendimentos com dificuldades financeiras.

"Somos operadores aeroportuários, não um fundo de investimentos", ressalta Ketchibachian. A Corporación América, que controla a Inframérica, administra 53 aeroportos em todo o planeta, incluindo na América do Sul e na Europa. "Não está na nossa visão, de curto ou de longo prazo, devolver qualquer concessão."

Fonte: jornal VALOR ECONOMICO via CECOMSAER 22 SET 2016

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