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JF convocará moradores para desapropriações no entorno do aeroporto de Londrina


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Meus prezados:

Justiça Federal vai convocar moradores para desapropriações da face norte do entorno do aeroporto de Londrina

O presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi, informou que os recursos serão liberados em três parcelas de R$ 10 milhões.

"Agora é a fase de convocar os vários proprietários das áreas para apresentar o valor das avaliações feitas e começar a definir esses acordos, que deverão ser amigáveis", disse à rádio Paiquerê AM.
O município encontrava dificuldades financeiras em garantir as desapropriações, o que impedia a entrega dos terrenos para que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ampliasse a pista de pouso e instalasse o ILS, equipamento que vai garantir condições de voos em dias de tempo instável e neblina.
Além de começar as compras dos imóveis da face norte, o município finaliza o recolhimento dos entulhos das desapropriações da face sul.

Nessa área também resta o Tiro de Guerra, que precisa ser retirado para que a Infraero construa um novo muro.
O projeto da prefeitura é entregar os 30 mil m² que vão sobrar do Tiro de Guerra para uma empresa implantar comércios, tendo como contrapartida a construção de uma nova sede para o Exército.

A administração ainda não divulgou quando deve lançar o edital para buscar essa empresa.
A Justiça Federal deve iniciar a convocação dos moradores de imóveis da face norte do entorno Aeroporto José Richa para negociar as desapropriações.

Com a liberação do empréstimo de R$ 30 milhões pelo governo do Estado, a Prefeitura de Londrina já possui os recursos necessários para adquirir os cerca de 50 terrenos, 33 deles na zona urbana e os demais na zona rural.

Fonte: O DIÁRIO.COM (PR) via CECOMSAER 24 out 2014

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  • 1 month later...

Meus prezados:

Codel espera concluir as desapropriações do entorno do aeroporto de Londrina até março de 2015

O projeto de lei que solicita autorização ao município de contratar empréstimos de R$ 50 milhões junto à Fomento Paraná, volta à pauta da Cãmara Municipal de Londrina nesta terça-feira (9), em segunda discussão.

Sendo aprovado em definitivo, o Município vai utilizar R4 30 milhões dos recursos para as desapropriações da face norte do Aeroporto Governador José Richa, para que a Infraero possa realizar as obras de ampliação do sítio aeroportuário, inclusive com a implantação do ILS, aparelho que permitirá pousos e decolagens com baixa visibilidade para as aeronaves.

No entanto, o empréstimo terá que ser aprovado, também, pela Secretaria de Tesouro Nacional, o que deve acontecer em até sete dias após o protocolo do pedido.

Para o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi, com este empréstimo aprovado, as negociações nas desapropriações devem ser concluídas entre fevereiro e março de 2015.

"No momento em que for aprovado pela Câmara, este empréstimo terá que ser aprovado também pela Secretaria do Tesouro Nacional. Acredito que neste ano mesmo a gente consiga iniciar as negociações.

E em janeiro a gente poderá convocar o Paraná Cidades e a Receita Federal para convocar os proprietários e iniciar os pagamentos das desapropriações, terminando entre fevereiro e março", afirmou em entrevista à Rádio Paiquerê AM.

De acordo com Veronesi, com as desapropriações finalizadas e repassando oficialmente as áreas para a Infraero, o aeroporto poderá fazer os orçamentos e licitações para as obras de infraestrutura previstas, com ampliação da pista, terminal de passageiros e plano diretor, além do ILS que já foi encomendado em dezembro de 2013 e tem prazo para entrega até junho de 2015. "Concluindo estas etapas conseguiremos antecipar o cronograma inicial para a licitação", afirmou.

Ele garante que o processo está dentro do cronograma previsto com a Infraero.

"Tínhamos previsto liberação de verba num período mais longo. Após a entrega oficial, vamos depender da Infraero, Anac, Cindacta, que são os responsáveis pelos projetos de infraestrutura. A nossa parte é conseguir a liberação da área do entorno do aeroporto para que estas entidades possam fazer seus orçamentos e licitações", assegurou.

Sobre a polêmica em torno da desapropriação da área do Tiro de Guerra, que fica na face sul do aeroporto, Bruno Veronesi diz que ainda não há previsão para isso.

Ele disse que nos próximos dias deverá ir a Curitiba com duas ou três alternativas para resolver esta questão "no prazo mais rápido, sem criar problemas com o Tiro de Guerra".

Ele acredita que uma solução poderá ser apresentada oficialmente nos próximos dias.

Fonte: Alexandre Sanches para o ODIÁRIO.COM (PR) via CECOMSAER 9 dez 2014

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