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Azul pretende cancelar encomenda de 50 jatos.


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10/11/2014 às 15h06 Ações da Embraer caem mais de 4%, na maior baixa do Ibovespa
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Por Daniela Meibak e João José Oliveira | Valor

SÃO PAULO - Atualizada às 16h05

As ações da fabricante de aeronaves Embraer recuavam mais de 4% na maior baixa do Ibovespa. O índice registra uma baixa de 0,14% na véspera do dia em que a Comissão Mista do Congresso Nacional deve votar a Medida Provisória MPV 652/2014, que regulamenta o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (Pdar).

A empresa aérea Azul pretende cancelar parte de uma encomenda de 50 aviões na nova família de jatos da fabricante, avaliada em R$ 3,1 bilhões, se a regulamentação do Pdar passar no Congresso e for sancionada pela presidente Dilma Rousseff da forma como foi redigida pelo relator.

“Da forma como está vamos cancelar a encomenda e vamos voar em aviões maiores”, disse o presidente da Azul, Antonoaldo Neves.

Por volta das 16h00, as ações da Embraer recuavam 4,12%, a R$ 23,28. No mesmo horário, o Ibovespa registrava uma baixa de 0,52%, com 52.947 pontos.

 

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Até porque a empresa tem 79 E190/195, quando da chegada dos A320, os E190 provavelmente sairão da frota e ainda haverá 57 E195, os mais velhos serão substituídos pelos E2. Suponho que a frota de E195E2 não passe destas 50 aeronaves.

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Essa mudanca e pessima para todos:

Pata a embraer que venderia mais avioes, usso gera receita e emprego

Para o mercado, com mais aviões mais emprego e gerado

 

Ficar achando que isso estragou a vida da azul e burrice

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Da REUTERS

 

 

São Paulo - As ações da Embraer exibiam a maior queda do Ibovespa nesta segunda-feira em meio a preocupações de investidores sobre desdobramentos de eventuais mudanças no plano do governo federal para incentivar a aviaçãoregional.

 

Às 16h04, as ações da companhia exibiam queda de 4,04 por cento, enquanto o Ibovespa tinha variação negativa de 0,64 por cento.

 

Na sexta-feira, a companhia aérea Azul, terceira maior do país, afirmou que poderá cancelar uma carta de intenção assinada em julho para encomenda de jatos da Embraer caso o projeto avance como está sendo proposto pelo relator Flexa Ribeiro (PSDB-PA), retirando limitações para número de assentos a serem subsidiados pelo governo federal.

O valor do pedido poderia chegar a 3,1 bilhões de dólares segundo preços de tabela dos aviões.

O texto que cria o plano de aviação regional será levado à discussão na terça-feira pela comissão mista que avalia no Senado o plano proposto pelo governo federal na medida provisória 652/2014.

A companhia aérea informou mais cedo que vai mandar ao mercado um comunicado se posicionando sobre o assunto ainda nesta terça-feira.

Na semana passada, o presidente da Embraer, Frederico Curado, afirmou que a companhia estava discutindo possíveis vendas de jatos regionais com as companhias aéreas Azul, TAM e Gol.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/embraer-lidera-perdas-do-ibovespa-com-receio-sobre-plano-de-aviacao-regional

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Plano de subsídio aéreo põe em risco US$ 1,87 bi, diz Azul

Divulgação
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Avião da Azul: o plano inicial propunha subsidiar a metade dos assentos em um voo determinado, até um limite de 60

Christiana Sciaudone e Anna Edgerton, da Bloomberg

São Paulo e Brasília - A Azul, a única companhia aérea brasileira que utiliza aviõesda Embraer SA, está ameaçando cancelar um pedido de US$ 1,87 bilhão caso os legisladores aprovem o mais recente plano para subsidiar voos para cidades pequenas.

O plano de aviação regional proposto é “um subsídio ruim”, disse o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, afiando as críticas da companhia ao programa que ela antes apoiava.

A medida revisada, que será votada neste mês, já não é um impulso tão significativo para a Azul ou para a Embraer, cujos modelos têm menos lugares do que os aviões da Boeing Co. e da Airbus Group NV.

“Para atender cidades de rotas regionais é necessário ter aviões pequenos”, disse Neves em entrevista por telefone. “Esse subsídio provoca uma distorção: utilizar aviões não regionais em mercados regionais”.

A briga sobre o programa regional gira em torno de como os subsídios deveriam ser distribuídos dentro da proposta de R$ 500 milhões (US$ 195 milhões).

O plano inicial propunha subsidiar a metade dos assentos em um voo determinado, até um limite de 60, o que ajudava companhias como a Azul, que possuem modelos compactos da Embraer. Agora, o limite de 60 lugares foi retirado, o que significa que as empresas com modelos maiores também poderiam receber o subsídio.

“Se isso acontecer, a Azul vai liberar seu animal spirit e comprará aviões 737-800 ou A320”, disse Neves no dia 7 de novembro, referindo-se aos novos modelos da Boeing e da Airbus. “Aí poderemos competir de igual para igual”.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras SA, empresa de capital fechado comandada pelo fundador da JetBlue Airways Corp., David Neeleman, aprofundou os vínculos com a Embraer, com sede em São José dos Campos, São Paulo, através de um acordo assinado em julho para a compra de 30 unidades do modelo atualizado E2, da categoria de 100 assentos.

As companhias aéreas geralmente recebem descontos em relação aos preços de tabela.

Estímulo para a Embraer?

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA, a unidade TAM da Latam Airlines Group SA e a Avianca Brasil também disseram que estavam analisando a compra de modelos da Embraer antes do programa regional.

Atualmente, elas utilizam aviões da Boeing e da Airbus, ao passo que a frota da Azul, com sede em Barueri, São Paulo, está composta apenas por modelos da Embraer.

O senador Fernando de Souza Flexa Ribeiro, que apoiou as modificações na lei de aviação regional, disse na semana passada que elevar o limite de lugares subsidiados abriria o programa a mais forças do mercado. Segundo ele, a lei não deveria definir o tipo de avião que será subsidiado.

Para a Embraer, um programa de subsídios que cubra o uso de aviões maiores em mercados secundários vai acabar custando mais dinheiro.

“O custo de se utilizar um avião de maior porte nestas rotas será bem mais elevado, pois as aeronaves voarão com uma grande quantidade de assentos vazios, aumentando a necessidade de apoio para que sua operação seja economicamente viável”, disse a fabricante de aviões em declaração enviada por e-mail.

A Azul vai devolver 10 aviões regionais ou aeronaves turboélice ATR, caso a versão atual da lei seja aprovada, disse Neves, e poderia abandonar 20 destinos pequenos e somar modelos da Airbus ou da Boeing.

A Azul está prestes a fechar um negócio para adicionar US$ 3,6 bilhões em aviões Airbus de fuselagem estreita, com capacidade para até 189 pessoas, disseram três fontes do setor no mês passado.

Caso os legisladores retomem os termos iniciais para os subsídios, a Azul começaria a atender 20 novas cidades no primeiro ano e somaria seis novos aviões regionais. Nos anos seguintes, a empresa agregaria de 10 a 15 novas cidades e 15 novos aviões cada ano, disse Neves.

“O plano foi concebido para uma quantidade limitada de assentos, o que é fundamental para garantir a lógica do programa”, disse Neves.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/plano-de-subsidio-aereo-poe-em-risco-us-1-87-bi-diz-azul

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Essa matéria diz muito sobre a azul.

 

É uma demonstração de uma grande característica da azul (MARKETING, jogo de cena) pra criticar o sistema que prejudicou ela dessa vez, mas ela sempre a beneficiou (LOBBY)

 

É assim que se joga o jogo na brasilandia, só não vale a azul reclamar. Ela manja bem de como caminha a humanidade...

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Essa mudanca e pessima para todos:

Pata a embraer que venderia mais avioes, usso gera receita e emprego

Para o mercado, com mais aviões mais emprego e gerado

 

Ficar achando que isso estragou a vida da azul e burrice

 

Eu acho que o governo não tem que bancar voo de ninguem, eu acho que ele deveria melhorar os aeroportos regionais, diminuir um pouco a carga tributária e deixar as empresas crescerem, temos coisas muito mais importantes ae em relação a segurança publica, saúde e educação para dar dinheiro para por jato em regional.

 

Essa é minha opnião, claro, respeito quem for contra.

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A Azul até agora conseguiu tudo o que queria, voar com 3 comissarios ,um a cada 50 pax e não um por porta, que daria 4( mudaram a interpretação da lei para favorecer a Azul) reabriram o Sdu( que depois acarretou em slots tb para as concorrentes) conseguiu que tirassem da aviacao regional slots em CGH,( a Avianca brigou senão ficaria sem slots) e agora esse lobby todo para se beneficiar do plano de aviação,não era a Azul rentável mesmo antes do subsídio ?

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Na boa. Pode ser jogo da Azul, mas ela está corretíssima, é ridículo um plano de aviação regional beneficiar aeronaves gigantes ao invés de fomentar aeronaves menores.

 

A azul está prestando um grande serviço à verdadeira aviação regional. Empresas que operam Ler ou aviões desse porte serão muito mais prejudicadas que a Azul com essa alteração, no entanto elas não tem um cem avos da força que a AD tem para brigar com o governo.

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Eu acho que o governo não tem que bancar voo de ninguem, eu acho que ele deveria melhorar os aeroportos regionais, diminuir um pouco a carga tributária e deixar as empresas crescerem, temos coisas muito mais importantes ae em relação a segurança publica, saúde e educação para dar dinheiro para por jato em regional.

 

Essa é minha opnião, claro, respeito quem for contra.

 

Concordo!

Pra mim tem que investir em controle do trafego aéreo, meteorologia e infra estrutura aeroportuária.

 

Subsidio no Brasil é muito mal estruturado, tem data de começo mas nunca tem de final e ainda acaba nas mãos de poucos e no bolso de muitos.

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É o subsídio mais sem noção e errado que eu já vi.... e digo: SE sair, não vai dar em nada.... em pouco tempo vai voltar tudo como estava, só os patrões ficarão com os bolsos cheios por um tempo.

 

Não adianta aumentar voo se não tem aonde ir e nem aonde pousar o avião...

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A passagem aérea está influenciando a inflação, o governo vai dar dinheiro a qualquer um e inicialmente para rotas específicas já existentes ou seja esse plano da aviação é só uma forma de conter um dos índices que mais elevam o resultado da inflação o preço da passagem. Não estão preocupados com o desenvolvimento da aviação e sim com a inflação o subsídio é uma forma de conter os preços.

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Acho que a origem e o fundo que o governo criou.

 

Agora chama atencao ja que estamos falando de voos regionais falar de Boeing e Airbus. Primeiro que inexiste estrutura nos aeroportos para operacao destas aeronaves em aeroportos medios e mesmo que existisse deveria haver uma limitacao de modelo de aeronave.

 

Pois estamos falando de um incentivo. E este deve ser dado para geracao de empregos no Brasil mesmo que o aeroporto fosse habilitado a operar um B738 devemos considerer que a cidade tem mercado suficiente para tornar viavel a operacao. Portanto nao deveria haver incentivo.

 

Determinado as cidades que seriam beneficiadas Medias deveria haver um limitador do numero de assentos/aeronave peso ate XXX alegiveis ao incentivo. Nao tem sentido estimiular a opereracao de grandes aeronaves em mercados pequenos.

 

Deveria haver uma reducao/eliminacao do imposto dos governos na operacao Ja que o objetivo e promover o desenvolvimento das cidades.

 

 

.

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Engraçado anos atrás falavamos da proximidade da TAM e GOL com o governo e agora julgamos a Azul. O plano original beneficiaria a Azul? SIM, mas beneficiaria muito mais a Embraer ja que as outras majors brasileiras se disposeram a comprar Ejets para ganhar mais subsidios do plano. Suborno e totalmente imoral (além de criminoso) mas lobby é algo do dia-a-dia no mundo ou os senhores acham quem o Senador Flexa Ribeiro é um exímio conhecedor da economia de transporte aéreo? Acreditam seriamente que TAM,GOL e AVIANCA viram isso tudo e ficaram quietas?! Não senhores,elas não ficaram e fizeram lobby tal como AZUL e EMBRAER. A atitude desse barulho é boa pois assim espero que o plano seja repensado desde o princípio pois já tivemos dois planos de incentivo a aviação regional no Brasil e ambos davam, no final, dinheiro na mão das empresas e todos nós sabemos o resultado trágico que isso foi.

Observem que apenas com pequenos incentivos de ICMS no combustível temos voos internacionais em Fortaleza, a Azul inaugura 3 novas bases na Bahia além de muitos outras coisas que não temos idéia. Que o plano saia mas sem por dinheiro na mão das empresas e que realmente incentive aquilo que precisa de apoio para sobreviver no mercado atual

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