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TAM decide até 1º tri de 2015 avião que usará regionalmente


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Jean Pierre Pingoud/Bloomberg

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TAM: companhia aproveitará a aviação regional para alimentar suas rotas troncais no Brasil e destinos internacionais








Guarulhos - A TAM, da Latam Airlines, deve decidir até o fim do primeiro trimestre de 2015 qual avião usará para operar aviação regional no Brasil, com a opção de turboélice já descartada, disse nesta terça-feira o presidente-executivo da holding TAM SA, Marco Bologna.


"Hoje, pela escala da aviação regional, faz sentido introduzir um avião menor. Até o final do primeiro trimestre de 2015 deveremos anunciar como vamos operar este mercado e qual equipamento vamos utilizar", disse o executivo a jornalistas, acrescentando que o ideal para a empresa é iniciar a operação com aviões de nova geração de aviões com até 100 assentos, que consomem menos combustível.



O executivo comentou que a empresa esta avaliando aviões Embraer, mas também o novo modelo CSeries, da canadense Bombardier, e até os modelos das estreantes no mercado de aviação regional Mitsubishi, do Japão, e Sukhoi, da Rússia.


Para minimizar o problema de disponibilidade de entrega dos aviões, a TAM poderá recorrer a acordos-ponte com empresas de leasing de aeronaves ou ao mercado secundário de jatos, disse Bologna.



O grupo Latam inaugurou no aeroporto de Guarulhos nesta terça-feira a maior sala VIP do grupo, um espaço de 1.800 metros quadrados que consumiu investimentos de 10 milhões de reais.


Bologna afirmou que a companhia aproveitará a aviação regional para alimentar suas rotas troncais no Brasil e destinos internacionais. Para a empresa, o interesse na aviação regional está em aeroportos que movimentem até 1 milhão de passageiros por ano em cidades com cerca de 300 mil a 350 mil habitantes.



Os novos aviões menores da empresa, que é uma das maiores operadoras de aeronaves Airbus do mundo, poderão servir também para atendimento nas fronteiras do Brasil com outros países da região, disse Bologna.



Segundo o executivo, a empresa está montando seus voos regionais sem considerar os subsídios acordados no plano do governo federal para incentivo ao segmento. "A melhor forma de incentivo é no custo (...) Estamos focados no fluxo de passageiros, mais que nos subsídios. Quem me garante que mesmo com subsídio vai ter passageiro?", afirmou.



Porém, ele reconheceu que os subsídios às passagens aéreas previstos no plano federal servirão como uma fonte de recursos para acelerar a implementação das futuras rotas regionais.


Na avaliação de Bologna, para 2015 o mercado brasileiro de aviação deve repetir o crescimento esperado para a demanda neste ano, de 5 por cento.


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Achei que poderiam considerar turbo-hélices como os Dash, pelo jeito vai ser de jato mesmo, se a quem escolhesse fosse realmente a TAM a Embraer já tinha levado, mas como agora quem manda é lá do Chile... Sei não ein...

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O Sukhoi é o mais baratinho.....

Mas e o custo de homologar no Brasil? Será que final valeria a pena? A Tam seria o boi de piranha das outras empresas :lol:

 

Uma coisa que chamou atenção é que não descartam o mercado de usados, o que deixa praticamente a Embraer sozinha.

 

A Tam sempre tem esta história, foi assim com o Fokker 100 e no final ou vem mais Airbuses ou congelam o assunto.

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Achei que poderiam considerar turbo-hélices como os Dash, pelo jeito vai ser de jato mesmo, se a quem escolhesse fosse realmente a TAM a Embraer já tinha levado, mas como agora quem manda é lá do Chile... Sei não ein...

 

Eu acho que na verdade é essa opção definida pelo jato tem outros motivos que não propriamente o regional. Operar um turboélice limita um pouco a concorrência e até mesmo a distância. A TAM parece estar interessada numa aeronave mais flexível, como os E-Jets mesmo, que podem operar tanto um CGH-CNF como um GRU-RAO ou mesmo na ponte aérea. Obviamente não falo no sentido técnico, mas sim em concorrer de igual pra igual em termos de produto/serviço. Um ATR ou Dash reduziria o escopo ao regional apenas, enquanto Embraer ou CRJ poderiam ser utilizados em rotas do A320 em horário de menor procura. Porque custo por custo, optariam pelo ATR imagino.

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E175,

 

Considerando seus exemplos - e apenas eles - o Q400 faria tão bonito quanto qualquer jato, estamos a falar de um avião que a fabrica propaga o tão comentado 360 IAS... agora em pernas mais longas realmente você tem razão. Agora quanto ao Yoshioff que disse que "se quem escolhesse fosse realmente a TAM, a Embraer tinha levado"... a TAM nunca quis Embraer... usou EMB110 pois herdou da VASP e pronto, não adotou o E120, não adotou os ERJ e tampouco o E-Jet... é mais facil o Chileno querer o E-Jet...

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1) Ta pintando o futuro sucessor do baby A319 na frota JJ.
2) Eu acho que será mesmo o Embraer E2, porém começarão com alguns "usadinhos" da atual geração.
3) Quase certeza que esse "futuro membro" da frota também será utilizado pelas Afiliadas PZ (Paraguay) e Equador/Colombia, fazendo-se assim uma "interligação regional" entre seus hubs e cidades do Norte/Centro-Oeste do Brasil (com avião menor, há espaço para um BOG/MAO, BOG/BSB, LIM/MAO, LIM/BSB, PVH/RBR/LIM, além da possibilidade de se fazer voos triangulares conectando BEL-MAO à Georgetown, Paramaribo e Cayena.

Interessante que ele citou que o plano inclui voos regionais pôs fronteira, ou seja,teremos voos internacionais sendo operados por aeronaves menores que os atuais A320

Truco!

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Eu acho que na verdade é essa opção definida pelo jato tem outros motivos que não propriamente o regional. Operar um turboélice limita um pouco a concorrência e até mesmo a distância. A TAM parece estar interessada numa aeronave mais flexível, como os E-Jets mesmo, que podem operar tanto um CGH-CNF como um GRU-RAO ou mesmo na ponte aérea. Obviamente não falo no sentido técnico, mas sim em concorrer de igual pra igual em termos de produto/serviço. Um ATR ou Dash reduziria o escopo ao regional apenas, enquanto Embraer ou CRJ poderiam ser utilizados em rotas do A320 em horário de menor procura. Porque custo por custo, optariam pelo ATR imagino.

Vejo como ideal a dupla ATR72 com E17/90.

O ATR pra rota do interior, gastando pouco combustível e não solando demais nas tarifas. Porém limitado a entrar nas rotas de ponte nos horários de menor demanda. E os Ejets revezando com os Airbus.

Porém, dois novos modelos gerariam custos mais elevados e aí entro na questão da possibilidade de usar ATR em algumas pontes (CGH-SDU, SDU-CNF/Pampulha). Será que vingaria aí ? O preço poderia ser bem mais em conta o praticado nos horários de pico além do ATR poder atuar no setor de carga noturno, aumentando seu uso.

 

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Vejo como ideal a dupla ATR72 com E17/90.

O ATR pra rota do interior, gastando pouco combustível e não solando demais nas tarifas. Porém limitado a entrar nas rotas de ponte nos horários de menor demanda. E os Ejets revezando com os Airbus.

Porém, dois novos modelos gerariam custos mais elevados e aí entro na questão da possibilidade de usar ATR em algumas pontes (CGH-SDU, SDU-CNF/Pampulha). Será que vingaria aí ? O preço poderia ser bem mais em conta o praticado nos horários de pico além do ATR poder atuar no setor de carga noturno, aumentando seu uso.

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Atr não acredito que seria viável na ponte Cgh-Sdu, como dissestes, baixar os preços para lotar o avião, então é mais cômodo fazer isso num Ejet,ter uma frota de Ejets e Atr não é impossível,mas precisariam ter um número grande para justificar o custo maior é isso não é o foco da Tam, ela vai operar apenas algumas rotas específicas para abastecer seus Hubs, e como o próprio Bologna disse, tb voos internacionais regionais , ou seja, o Atr perdeu o chamariz para a Latam

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Atr não acredito que seria viável na ponte Cgh-Sdu, como dissestes, baixar os preços para lotar o avião, então é mais cômodo fazer isso num Ejet,ter uma frota de Ejets e Atr não é impossível,mas precisariam ter um número grande para justificar o custo maior é isso não é o foco da Tam, ela vai operar apenas algumas rotas específicas para abastecer seus Hubs, e como o próprio Bologna disse, tb voos internacionais regionais , ou seja, o Atr perdeu o chamariz para a Latam

Concordo com você.

Pra Latam melhor algumas rotas. Os confins deverão mesmo ser operados pelo Azul

 

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Aposto no CSeries, Por alguns motivos: 1º Problema de prazo de entrega com EMBRAER devido à fila de pedidos dela. 2º Pela ficha técnica dele, aparenta ser mais moderno que os Ejets atuais, e 20% mais econômico se comparado com o E190, sendo que o CS100 se comparar com o 175 e 190, equipado o com motor menor é 18900lbs, se comparar com o E-175 que é 14200lbs, é igual ou mais econômico que o mesmo segundo a fabricante. 3º e principal motivo, a Bombardier quer introduzir o produto na terra da EMBRAER pra bater de frente e ctz poderá ter uma oferta tentadora, como foi que aconteceu na época do Rolim em relação aos Fokkers e os Airbus, quando aqui dominava a Boeing. 4º Prazo de entrega.

 

 

Relação à turbohélice, olhem a compração do ATR-72-600 com Dash 8-Q400

 

http://theflyingengineer.com/aircraft/proud-to-fly-a-turboprop-q400-vs-atr72

 

 

Se optassem pelo Dash (idéia que já disseram que é descartada, pois não querem turbohélice.), e que também deve ser de grande interesse da Bombardier em bater de frente com o ATR aqui, o passageiro iria notar a diferença do produto em comparação ao ATR e as vantagens não são poucas. Para o Operador: Teto de serviço maior, velocidade maior, payload maior etc o que pode e compete com alguns jatos, incluindo o E175, com vantagem de operar em lugares mais restritos, justificaria o consumo maior de 300lbs a 400lbs à mais de combustível em relação ao ATR. E se operassem nos mesmos lugares onde operam as principais concorrentes, oferecendo além do equipamento um serviço diferenciado, com ctz a concorrência iria se coçar muito.

 

Um dos principais operadores de Dash: FlyBe e Ethiopian (frota bem ampla inclusive).

 

 

Desculpe se disse Besteira.

 

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Eles querem avioes menores para atender cidades de 350 mil habitantes? Mas que diabéisso????

 

 

 

 

Parece que nunca mais teremos uma VOTEC, PENTA, TAVAJ msmo

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Aposto no CSeries, Por alguns motivos: 1º Problema de prazo de entrega com EMBRAER devido à fila de pedidos dela. 2º Pela ficha técnica dele, aparenta ser mais moderno que os Ejets atuais, e 20% mais econômico se comparado com o E190, sendo que o CS100 se comparar com o 175 e 190, equipado o com motor menor é 18900lbs, se comparar com o E-175 que é 14200lbs, é igual ou mais econômico que o mesmo segundo a fabricante. 3º e principal motivo, a Bombardier quer introduzir o produto na terra da EMBRAER pra bater de frente e ctz poderá ter uma oferta tentadora, como foi que aconteceu na época do Rolim em relação aos Fokkers e os Airbus, quando aqui dominava a Boeing. 4º Prazo de entrega.

 

 

Não vejo problemas na fila da Embraer, o backlog é de aproximadamente 500 aeronaves entre a série atual e a E2, porém se observar em seu ultimo balanço ela entregou 19 aeronaves no 3T14 contra 29 no 2T14, pode-se deduzir que haveria uma certa folga para entregas a curto prazo, já o CSeries que está atrasado a bons meses, ainda sequer sabemos quais serão os reais resultados deles na operação regular, ainda mais com o E2 conseguiu anular a vantagem de consumo que o CSeries tinha.

 

E se o Bombardier continuar atrasando (LH que o diga) é bem capaz de ver o E2 em operação e ele ainda em fase de testes.

 

ps: Apenas uma notícia requentada do ultimo mês pra ilustrar bem como deve andar a cabeça de quem comprou os canadenses:

http://www.bnn.ca/News/2014/10/6/Bombardier-CSeries-delay-forces-Lufthansas-Swiss-to-lease-jets.aspx

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Vejo como ideal a dupla ATR72 com E17/90.

O ATR pra rota do interior, gastando pouco combustível e não solando demais nas tarifas. Porém limitado a entrar nas rotas de ponte nos horários de menor demanda. E os Ejets revezando com os Airbus.

Porém, dois novos modelos gerariam custos mais elevados e aí entro na questão da possibilidade de usar ATR em algumas pontes (CGH-SDU, SDU-CNF/Pampulha). Será que vingaria aí ? O preço poderia ser bem mais em conta o praticado nos horários de pico além do ATR poder atuar no setor de carga noturno, aumentando seu uso.

 

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Bom, a Azul faz isso hoje voando de PLU para VCP e GRU com várias frequências por dia e enche. Mas faz porque há restrição, a vontade dela mesmo era colocar o Embraer por lá. E a Pampulha é um caso especial, funciona porque oferece a vantagem de ser central e não há concorrência operando outra coisa. Se em uma determinada rota houver condições técnicas e de demanda (que é o caso das pontes) de se usar um jato do porte do B737/E190 rapidamente a concorrência o fará. Isso já acontece em algumas rotas regionais como UDI, RAO, etc. Não vejo muito sentido em apostar nisso. E a TAM ao descartar o turboélice indica que também não vê vantagem. O Embraer sim, como disse antes, serve as duas funções e pode ser o substituto do A319, como disse o colega.

 

Esse plano regional dificilmente vai levar aeronaves aos destinos mais remotos. Veremos uma série de rotas já operadas sendo enquadradas como regional ou ganhando mais uma ou duas opções de empresa, podendo até deixar de ser rentável a longo prazo. Poderemos ver por exemplo a TAM ingressando em mercados que não opera hoje, mas que já são operados pela Azul ou Gol, coisas do tipo. Deve ter seus aspectos positivos, mas não será essa revolução aérea que o GF pinta.

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Futuro avião regional da TAM já está divulgado no ensino da companhia!15a12410bdf09d8fd23aca0a0cf0d32e.jpg

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É possível enviar uma imagem mais clara,sem recortes? Já estao em treinamento distribuindo cartilhas do equipamento ?

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Só conseguir tirar essa foto! É só um folder de apresentação que será entregue futuramente para os funcionários e nesse folder fala do plano regional da tam e da aeronave escolhida que é essa aí da foto!

 

 

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Só conseguir tirar essa foto! É só um folder de apresentação que será entregue futuramente para os funcionários e nesse folder fala do plano regional da tam e da aeronave escolhida que é essa aí da foto!

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Obrigado, já é de grande valia,mas pode ser que seja meramente ilustrativa a foto ou trata-se de algo já oficial,material de estudo que ainda não chegou nas mãos dos futuros aviadores deste equipamento ?

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