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Mais voos entre América Latina e África


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Mais voos entre América Latina e África Internacional

Acordo de céus abertos pretende ampliar ligação entre os dois continentes, facilitando a vida dos passageiros

porPublicado: 26/11/2014 16h01Última modificação: 26/11/2014 19h46
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Número ilimitado de voos, abertura de novas rotas e liberdade tarifária. Esses são os principais pontos apresentados no acordo de céus abertos (“open skies”) entre países africanos e latino-americanos proposto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e aprovado na XXI Assembleia da Comissão Latino-Americana de Aviação Civil (Clac), realizada na Guatemala no final da semana passada.

O acordo foi apresentado à Secretária Geral da Comissão Africana de Aviação Civil (Cafac), Sosina Yiabo, que participou da Assembleia da Clac. Caso seja aprovado pelos países africanos, significará um salto nas relações e na conectividade entre as duas regiões.

Os direitos de tráfego serão ampliados até a chamada sexta liberdade do ar, segundo a proposta (veja abaixo). Isso significa que países que aderirem ao acordo poderão transportar passageiros e carga através de outros do bloco. Uma empresa brasileira, por exemplo, poderá fazer voos para Angola e estendê-los até a Nigéria, com frequência ilimitada – algo que não pode ser feito hoje.

O objetivo é criar condições para as operações a médio e longo prazo, além de preencher uma lacuna existente quanto a ligações aéreas entre os dois continentes. O acordo também facilitará o comércio entre os países da América Latina e da África.

”A ideia do acordo é criar condições para que as empresas ampliem os voos entre as duas regiões e criem novas linhas. Há empresas como a South African, a Taag Linhas Aéreas de Angola, a Royal Air Maroc e a Ethiopian Airlines que já têm voos para o Brasil, por exemplo”, afirmou Roque Felizardo, gerente de Acordos Internacionais da Anac.

As exigências de segurança de voo continuam as mesmas, e a exploração de voos domésticos em outros países, o chamado tráfego de cabotagem, continua proibida de parte a parte.

Segundo Felizardo, há ainda interesse de outras empresas em operar voos entre a África e o Brasil. “Esperamos que o acordo viabilize outras ligações entre a América do Sul e a África, uma vez que os direitos de tráfego acessório ampliam as oportunidades comerciais das empresas, por permitirem a exploração de outros mercados, além dos pontos de origem e destino dos voos”, explicou.

A entrega da proposta pela Clac para a Cafac marcou o último ato oficial do diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys, como presidente da comissão.

A proposta de acordo compreende 22 países da América do Sul, América Central, Caribe e México e a Cafac, que tem 54 países-membros. O acordo entra em vigor a partir da adesão de no mínimo três países de cada continente.

Um acordo de céus abertos já havia sido aprovado também entre os países da Clac, e está agora em fase de ratificação em cada um deles. No Brasil, ele ainda tramita no Executivo, para depois ser enviado ao Congresso.

Liberdades do ar


As Liberdades do Ar são um conjunto de direitos de aviação comercial, pelos quais é concedida às empresas aéreas de um país a prerrogativa de entrar e pousar no espaço aéreo e no território de outro país. O Acordo de Trânsito de Serviços Aéreos Internacionais abre as duas primeiras liberdades a todos os signatários. O Acordo de Transporte Aéreo Internacional, por sua vez, abre aos signatários todas as cinco liberdades do ar definidas numa convenção internacional de 1944. Diferentemente da convenção, poucos países assinaram o acordo de transporte, preferindo negociar as liberdades do ar por meio de acordos bilaterais de serviços aéreos.

As duas primeiras liberdades são chamadas "liberdades técnicas". As terceira e quarta liberdades são conhecidas como "tráfego fundamental", pois dizem respeito ao tráfego de passageiros e carga exclusivamente entre as duas partes. A quinta liberdade é chamada "tráfego acessório", pois é outorgada no âmbito de uma operação de tráfego fundamental.

  • Primeira Liberdade

O direito de sobrevoar o território de um país sem pousar.

  • Segunda Liberdade

O direito de fazer uma escala técnica (reabastecimento ou manutenção) no território de outro país, sem embarcar ou desembarcar passageiro ou carga.

  • Terceira Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga do território do país de nacionalidade da aeronave para o território de outro país.

  • Quarta Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga do território de outro país para o território do país de nacionalidade da aeronave.

  • Quinta Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga entre o território de outro país e o território de um terceiro país, no âmbito de um serviço aéreo destinado a ou proveniente do país de nacionalidade da aeronave.

  • Sexta Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga através do território do país de nacionalidade da aeronave, entre o território de um terceiro país (ponto aquém) e o território do outro país contratante.

  • Sétima Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga entre o território de outro país e o território de um terceiro país, sem continuar o serviço aéreo para o território do país de nacionalidade da aeronave.

  • Oitava Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga entre dois pontos no território de outro país, no âmbito de um serviço aéreo destinado a ou proveniente do país de nacionalidade da aeronave. Trata-se de direitos de cabotagem, raramente concedidos.

  • Nona Liberdade

O direito de transportar passageiros e carga entre dois pontos no território de outro país, sem continuar o serviço aéreo para o território do país de nacionalidade da aeronave. Trata-se de direitos de cabotagem pura, raramente concedidos.

 

Fonte: http://www.aviacaocivil.gov.br/noticias/2014/11/mais-voos-entre-brasil-e-africa/view

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  • 1 month later...

No CAPA: http://centreforaviation.com/analysis/royal-air-maroc-to-grow-long-haul-routes-expand-to-china-and-consider-joining-a-global-alliance-204364

 

RAM to increase Sao Paulo 767 service

Sao Paulo is RAM's third and newest long-haul route, having been launched in Nov-2013. The service will remain with 767 equipment but will increase year-over-year frequencies from Jul-2015 although it appears that in Oct-2015 RAM will start approaching its 2014 capacity levels. As of Jan-2015 data is not provided for after Oct-2015.

RAM Sao Paulo monthly frequencies: Nov-2013 to Oct-2015F

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Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG
Note: RAM has not supplied data for after Oct-2015

 

 

Reports suggest RAM will launch Beijing service in 2015

 

RAM has discussed launching service to Asia, likely Beijing, in the medium term. But it appears these plans are being brought forward; Chinese reports quote the local Moroccan tourism office saying RAM will launch three-weekly Casablanca-Beijing services in Jun-2015. In 2015 Morocco plans to issue visas to Chinese travelling individually whereas other countries require a group visa, which limits visitor figures.

Exact Chinese visitor arrival figures to Morocco are unavailable but have been described as being in excess of 10,000 in 2013. This is a very low figure for an airline to launch a new long-haul route. The Chinese market is price sensitive, a challenge for premium cabins, and is highly seasonal. Further, RAM is not known to have a local partner in Beijing; but even airlines that do have a local partner have sometimes found challenges in making the relationship work and attracting feed.

Adding connections from Casablanca to elsewhere in Africa would likely provide only incremental traffic. With most of RAM's markets served less than daily, it will be challenged to offer convenient connections. Even on only the Beijing-Casablanca leg, RAM will compete with many low-priced one-stop services through Europe and the Gulf.

Lembro de ter lido, sobre ligar GRU a PEK, só não lembro se era a AT ou a Air Algerie. De qualquer forma, a menor rota entre GRU-PEK passa sobre o Marrocos. Vai ter que ser quase de graça, porque já tem tantas cias oferecendo Brasil-Asia por até USD1200 na Y, e a AT não é reconhecida por bons serviços.

http://www.gcmap.com/mapui?P=gru-pek

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Mercado AS-África é pequeno e mesmo a principal rota, GRU-JNB, é deficitário.

 

Há potencialidades, o mercado africano cresce e surgem novos players locais, mas nada se comparada ao boom asiático ou o latino-americano.

 

Novamente falta a união (produtiva) entre o Estado e as companhias aéreas brasileiras para crescer nessa região com as parceiras locais. Há dois mercados que podemos dominar: a África Austral, com hub em LAD; e RAI, que poderia servir de porta de entrada para a África Subsaariana e Europa Mediterrânea.

 

Para Luanda já perdemos para a EK.

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Voos Brasil-Africa, só se for por companhias africanas, já temos a South African, TAAG, RAM, TACV e Ethiopian, e pode aparecer a Kenya Airways ou Egypt Air, já as brasileiras, é melhor nem dizer

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Momento complicado para o Africa-Brasil...

 

Com as construtoras Brasileiras na corda bamba, não sei se vão continuar com a agressividade que lhes foi peculiar no ultimo ano, e governos não vão querer com certeza se relacionar com algumas delas. Talvez a Odebrecht siga forte, mas a expansão das demais, pode ser afetada. Junto vão os projetos das empresas Brasileiras no continente que devem sofrer baques e reduções de escopo.

 

E do lado de lá, o apetite comprador com a queda das commodities, pode ser muito menor. Angola, Nigeria e outras vão sofrer, e junto vai a Africa do Sul.

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EXCLUSIF: LA RAM INTÈGRE STAR ALLIANCE

Par Ndiaye Mar Bassine le 20/01/2015 à 14h37 (mise à jour le 20/01/2015 à 19h11)

dreamliner_ram.jpg

Le dreamliner sera mis à profit pour le développement des long-courriers et capter du trafic de l'alliance.

La compagnie n’en a pas encore fait l’annonce, mais elle a trouvé un accord avec Star Alliance. L’objectif est d’offrir ses lignes à la clientèle des autres compagnies de cette alliance, tout en développant le trafic en Afrique centrale et occidentale et les long-courriers.

La Royal Air Maroc aurait pratiquement finalisé les négociations avec une grande alliance de transport aérien. Cela devrait permettre à ses clients de voyager librement via d’autres compagnies, tout en offrant la même opportunité à leurs passagers respectifs. "Il s’agirait de la Star Alliance, avec laquelle la signature est imminente", nous affirme une source. Il y avait une short list de trois grandes alliances mondiales que le transporteur aérien avait retenu, dans laquelle figurait également Skyteam, OneWord à côté de Star Alliance.

Il convient de signaler que seuls 13% du trafic aérien en provenance ou vers le Maroc est contrôlé par les trois alliances, dont 6,2% pour Skyteam, 3,8% pour Oneword et 2,9% pour Star Alliance.

 

Les longs courriers en développement

Le fait d’intégrer une alliance est d’une importance stratégique pour la RAM et pour le transport international dans la zone Afrique de l’Ouest et Afrique Centrale, destination de prédilection de la RAM, après l’Europe.

RAM s’attend à une croissance de son marché long-courrier. Sao Paulo devrait connaitre une croissance alors que New-York et Montréal devraient voir leur desserte doubler pendant l’été 2015. La RAM a également des ambitions sur le marché chinois, conformément à la volonté marocaine de développer le tourisme avec l’empire du Milieu. Par ailleurs, la compagnie avait prévu de reprendre ses vols sur Dubaï avant de l’annuler.

 

http://www.le360.ma/fr/economie/exclusif-la-ram-integre-star-alliance-30213

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A Star Alliance com o ingressso da RAM consolidara sua hegemonia no continente africano juntando com a Egypt Air, Ethiopian e Soouth African e a OneWorld seguira sem um parceiro no continente.

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Há dois mercados que podemos dominar: a África Austral, com hub em LAD; e RAI, que poderia servir de porta de entrada para a África Subsaariana e Europa Mediterrânea.

 

Já falei em outras ocasiões: temos uma ótima localização (no Nordestes, especialmente Recife ou Natal) pra fazer um "hub" da América Latina (+ EUA e Canadá) para o Oeste africano, que poderia ter grande parte dos vôos feito com narrowbodies (737 ou A320), e nem estou considerando os 737 Max ou A320neo - ou seja, um modelo semelhante à Copa Airlines...

 

Ainda por cima praticamente não existem companhias "boas" no Oeste da África - as melhores estão muito para o sul (SAA) ou leste (Ethiopian, Kenya)...

 

 

Há potencialidades, o mercado africano cresce e surgem novos players locais, mas nada se comparada ao boom asiático ou o latino-americano.

 

Olha, a África Subsaariana atualmente é a região com maior crescimento econômico médio (acima de 5%), e com previsão de continuar neste faixa ou até aumentar pra 6-7%...

 

Acho que não há um crescimento tão grande no transporte aéreo devido aos conflitos / falta de segurança, falta de infra-estrutura, falta de companhias "sérias" (muitas companhias aventureiras e/ou como "lavagem de dinheiro"), burocracia para viajar, e por aí vai...

 

Por isso acredito que se houvesse uma companhia com um bom hub, produto, confiabilidade e preço razoável aqui no Brasil poderia crescer bastante, justamente pois teria uma vantagem de custo ao operar com narrowbodies ao invés dos wides de européias e africanas...

 

As tarifas pra lá em geral não são bem salgadas? (especialmente nos vôos com as européias - AF, BA, LH, etc)

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