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Em Imperatriz, juiz dá ordem de prisão a funcionários da TAM


PT-KTR

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Em Imperatriz, juiz dá ordem de prisão a funcionários da TAM Magistrado tentava embarcar em voo para Ribeirão Preto.
Três funcionários foram conduzidos ao plantão central da cidade.

Do G1 MA

Três funcionários da empresa TAM Linhas Aéreas de Imperatriz foram mandados ao plantão central da Polícia Civil, após receberem ordem de prisão do juiz Marcelo Baldochi. Segundo depoimentos prestados pelos funcionários na delegacia, o magistrado teria ordenado a prisão dos funcionários ao ser impedido de entrar em uma aeronave, minutos após os procedimentos de embarque serem encerrados.

O episódio aconteceu na noite de sábado (6), quando o juiz tentou embarcar em um voo para Ribeirão Preto, em São Paulo. O magistrado então teria ordenado as prisões e chamado a Polícia Militar. Após as conduções à delegacia, o juiz conseguiu o embarque, mas em uma aeronave de uma outra empresa.

O G1 não conseguiu contato com o juiz Baldochi. O delegado regional de Imperatriz, Francisco de Assis Ramos, informou que não vai se pronunciar sobre o assunto até esta segunda-feira (8), quando pretende apurar melhor o caso. Delegado de plantão na hora do episódio, Marcelo Fernandes informou também não querer falar a respeito e não confirmou se os funcionários da empresa foram detidos.

Em nota, a TAM informou “que está colaborando e prestando todos os esclarecimentos às autoridades”. Leia abaixo a íntegra da nota:

Leia abaixo a íntegra da nota:
A TAM informa que segue todos os procedimentos de embarque regidos pela Legislação do setor.
A empresa informa ainda que está colaborando e prestando todos os esclarecimentos às autoridades.

http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2014/12/em-imperatriz-juiz-da-ordem-de-prisao-funcionarios-da-tam.html

VIVEMOS UMA FALÊNCIA MORAL neste brasil

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Só gostaria de saber se a empresa ficará do lado dos funcionários ou irá preferir lavar as mãos.

 

 

TÁ DIFÍCIL DEMAIS ESSE PAÍS.

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A Regra é clara e vale para todos!

Parabéns aos funcionários, que não deixaram o mesmo embarcar.

 

Dias desses o assessor do Prefeito da minha cidade, veio imprimir o Cartão do embarque do Prefeito e me falou que o mesmo poderia atrasar..

Eu deixei bem claro, 15 minutos antes do horário de partida encerra-se o embarque, o assessor me falou: Ele é o Prefeito ! Eu disse. O Senhor entendeu neh? La estava o Prefeito com 30 minutos

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Esse é o pior tipo de autoridade possível, por isso que sou da opinião que seria necessário uma lei que autoridade só é autoridade durante o seu respectivo horário de trabalho!!!

 

Não é necessário editar uma lei - mais uma - só para tratar disso. Já há várias leis que tratam do abuso de autoridade, abuso de prerrogativa, carteirada e tals. O grande problema é que as pessoas se submetem aos desígnios dessas autoridades. Eu realmente não espero que a TAM vá fazer algo em favor dos empregados, mas se eu fosse do sindicato já teria acionado advogados para acertar esse juiz na corregedoria do TJMA e, em dependendo da situação, no CNJ.

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E olha que na Internet tem umas reportagens dizendo que Sua Excelência já foi assunto de reportagem do Fantástico por uma suposta manutenção de empregados em regime análogo ao de trabalho escravo na fazenda dele no MA. Mas como as leis são muito severas no país, a punição mais extrema para um magistrado pode ser ir para casa com a aposentadoria...

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Eu até ia postar algo no tópico, mas segui o conselho do colega Debesa aqui em cima e acabei até ficando com medo desse juiz.

 

Melhor me calar....vai que ele manda vir me buscar!

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Não é necessário editar uma lei - mais uma - só para tratar disso. Já há várias leis que tratam do abuso de autoridade, abuso de prerrogativa, carteirada e tals. O grande problema é que as pessoas se submetem aos desígnios dessas autoridades. Eu realmente não espero que a TAM vá fazer algo em favor dos empregados, mas se eu fosse do sindicato já teria acionado advogados para acertar esse juiz na corregedoria do TJMA e, em dependendo da situação, no CNJ.

Rafael, sabe por que ainda existe isso no Brasil? Porque a justiça brasileira é baseada no corporativismo.

 

Infelizmente os três funcionários da Tam estão com as mãos amarradas, pois as leis não funcionam para quem esta acima delas, como juízes, delegados, e outros que se valem de um cargo público para brincarem de deuses.

 

Como disse o saudoso Joaquim Barbosa, a quem espero que um dia chegue à presidência: "Bandidos de toga".

 

O Brasil virou uma ditadura tal qual Cuba onde ninguém pode mostrar que uma autoridade esta errada.

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Não ouvi a versão do juiz, mas admitindo-se que ee esteja errado, e pediu um privilégio que era ilegal, a TAM pode representar no CNJ, e o juiz terá uma grande chance de ser advertido.

 

Pode-se tambem pensar no crime de abuso de autoridade, que em tese estaria presente.

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Manda ele entrar no site e falar com presidente da próxima vez.....

 

Pode até ser que o que ele falou seja verdade, o que eu não acredito!

 

Mas prender funcionários da empresa não foi legal!

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(...)

 

Pois há quem continue sendo flagrado utilizando-se de formas contemporâneas de trabalho escravo. Como o próprio juiz Marcelo Baldochi.

 

Em 2007, um grupo móvel de fiscalização, coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, resgatou 25 escravos da fazenda Pôr-do-Sol, no município de Açailândia (MA), de propriedade do juiz. Entre eles, havia um adolescente de 15 anos. Os trabalhadores faziam a derrubada da mata e o roço do pasto para o gado, com exceção de duas mulheres, que cozinhavam para o grupo.

 

De acordo com o relatório, o grupo móvel chegou ao local após denúncia de um fugitivo. O isolamento geográfico, a retenção de salários e a existência de dívida ilegal caracterizaram a situação encontrada como trabalho escravo. Na cantina, os trabalhadores contraíam dívidas com artigos alimentícios e equipamentos de proteção individual, como botas e luvas. As condições de alojamento eram degradantes e insalubres.

 

Tentou-se punir Marcelo criminalmente, mas as tentativas não têm prosperado. O Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão já chegou a cancelar uma indenização concedida a um trabalhador pelo caso. Marcelo entrou na entrar na “lista suja” do trabalho escravo, que relaciona os que foram flagrados usando esse tipo de mão de obra e que é usada por bancos e empresas para cortar negócios, mas saiu devido a um recurso judicial.

 

Através de sua atuação como juiz, ele também interferiu em um julgamento de outro produtor, Miguel de Souza Rezende – que já foi flagrado mais de uma vez ao usar escravos em suas propriedades de gado no Maranhão. A ação do juiz, de autorizar a mudança de esfera para o julgamento do réu, foi visto pela sociedade civil e o Ministério Público como danosa ao processo. Pois, possibilitando a consequente extensão do prazo, poderia contribuir com a prescrição do crime contra Miguel.

 

Enfim, em 2011, uma nova operação guiada por denúncias de trabalhadores resultou no resgate de quatro pessoas em condições análogas às de escravos na fazenda Vale do Ipanema, em Bom Jardim (MA), onde Marcelo criava gado.

 

 

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/12/08/juiz-que-deu-voz-de-prisao-ao-nao-entrar-em-voo-ja-usou-escravos-duas-vezes/

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Para tudo.

 

Ele tinha check-in feito e ficou fazendo o que no balcão ?

No minimo tinha bagagem pra despachar e chegou depois dos 30 minutos regulamentados ..

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