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Serviço protege espaço aéreo sobre casas contra passagem de drones


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Serviço protege espaço aéreo sobre casas contra passagem de drones

Por enquanto, a recém-lançada Noflyzone.org conta com o acordo de três fabricantes de drones. Iniciativa visa garantir privacidade no futuro

A ideia de que no futuro sua casa seja sobrevoada por drones e - muito provavelmente - observada por eles é um pouco preocupante.

Pois um entusiasta da aviação na Califórnia lançou nesta terça um serviço que promete dar a pessoas maior controle, ao programá-lo para o modo "no-fly zone drone" ao redor de sua casa ou apartamento ou, enfim, qualquer propriedade.

Por enquanto, apenas três fabricantes de drone concordaram respeitar os pedidos do novo projeto batizado de No Fly Zone que não têm até então nenhuma base legal.

Operada por Ben Marcus, um piloto particular e operador de drone, a Noflyzone.org tem sede em Santa Monica, Califórnia. Para ele, iniciativas como essas serão fundamentais para preservar e proteger a privacidade das pessoas muito em breve.

"Cerca elétrica" para drone

Qualquer pessoa pode colocar seu endereço na base do Noflyzone para criar áreas de proteção. No entanto, não há nenhuma certificação de que ela de fato está sendo feita, apesar de que no momento do cadastro é pedido aos usuários que enviem um e-mail para receber uma verificação do pedido. Segundo Marcus, um segundo e-mail pede um comprovante de residência. A zona de proteção é de 152 metros ao redor de cada propriedade.

O endereço será convertido para pontos latitudinais e longitudinais e mais uma série de pontos que mapeiam de forma mais precisa a propriedade. Esse mapa é oferecido aos operadores de drones para inclusão no banco de dados "no-fly". A ideia é que o mesmo banco seja consultado toda vez que um drone levanta voo.

Por enquanto, o cadastro do endereço é gratuito. Embora já há planos para serviços premium.

Por exemplo, a companhia espera permitir que pessoas consigam administrar suas preferências na plataforma. Dessa forma, elas evitariam a aproximação de drones bisbilhoteiros, mas permitiriam a entrega de encomendas feitas por veículos não tripulados.

Marcus espera que outras companhias também aceitem participar do banco de dados da No-Fly de forma voluntária.

Nos Estados Unidos, a Federação de Aviação do país ainda não regularizou a atual situação de drones. Da mesma forma, o Brasil dá passos lentos na direção de uma regulamentação. Por aqui, usuários precisam pedir autorização junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para voos experimentais.

Sua operação depende da emissão do ‘Certificado de Autorização de Voo Experimental’, concedida depois de devidas comprovações de segurança e aeronavegabilidade por parte do interessado.

Fonte: IDGNOW! (SP) via CECOMSAER 11 fev 2015

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