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Amazonas vai receber R$ 838 mi para construção e reforma de aeroportos


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Amazonas vai receber R$ 838 mi para construção e reforma de aeroportos

O Amazonas receberá um aporte estimado em R$ 838 milhões da Secretaria de Aviação Civil (SAC) para investir na construção de cinco novos aeroportos e em reforma de outros 20, todos situados no interior do Estado.

A medida integra o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, apontado como prioridade do governo federal para o setor.

Por meio da assessoria de imprensa, a SAC informou que a expectativa é que as primeiras licitações sejam lançadas a partir do segundo semestre deste ano.

“Os aeroportos que serão construídos do zero levarão, em média, até 30 meses para ficarem prontos, a partir da apresentação do projeto. Já para a reforma, a estimativa é de 8 a 18 meses”, destacou.

Amaturá, Codajás, Jutaí, Maraã e Uarini serão os municípios onde os novos aeroportos vão ser construídos.

São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos, Fonte Boa, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Tefé, Coari, Carauari, Eirunepé, Pauini, Boca do Acre, Lábrea, Humaitá, Manicoré, Borba, Nova Olinda do Norte, Maués, Itacoatiara e Parintins, receberão reforma e ampliação em seus aeroportos.

Além do Amazonas, os Estado do Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso também serão beneficiados com a medida. Ao todo vão ser investidos pela Secretaria de Aviação Civil R$ 2 bilhões na construção ou reforma de 80 aeroportos regionais destas regiões.

Conforme a SAC, o programa de aviação regional, criado em junho de 2013, pretende deixar 96% da população a pelo menos 100 quilômetros de um aeroporto apto ao recebimento de voos regulares.

Além de interiorizar o desenvolvimento econômico, visto que hoje o Produto Interno Bruto (PIB) da região Norte representa 5,3% do país, ou seja, R$ 53 bilhões.

Dados de uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial mostrou que o Brasil lidera o ranking dos países quando o assunto é “atrativo natural” e, segundo a SAC, a Amazônia tem grande influência nesse resultado.

Mas, de acordo com o anuário da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Norte ainda é a região onde menos se voa no Brasil.

Por sua vez, o secretário-geral da Associação Amazonense dos Municípios (AAM) e prefeito de Juruá, Tabira Ferreira, destacou, por meio da assessoria de imprensa, que os novos aeródromos representam a redenção dos moradores do interior, onde há municípios em que o único meio de se chegar com alimentos e medicamentos é por via aérea.

“Esperamos que o Governo Federal homologue também esses projetos de novos aeródromos”, frisou.

Regras flexíveis

Os aeroportos localizados na Amazônia Legal poderão ter regras mais flexíveis.

A Secretaria de Aviação Civil enviou à Casa Civil, em outubro de 2014, uma proposta de Medida Provisória que permite regulamento específico para a região.

Além disso, paralelamente ao investimento em infraestrutura, o governo federal vai subsidiar gastos das companhias aéreas com enfoque especial para a Amazônia.

Conforme a SAC, a ideia é que as empresas sintam-se confortáveis para operar as rotas regionais e que a população consiga arcar com o valor das passagens, uma vez que, atualmente um voo regional é, em média, 31% mais caro por quilômetro que um voo entre capitais.

“A Lei 14.097, aprovada em janeiro deste ano no Congresso Nacional, prevê os subsídios para a aviação regional com olhar especial voltado para a Amazônia”, afirmou em nota.

Fonte: Silane Souza para EM TEMPO (AM) via CECOMSAER 13 fev 2015

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  • 5 months later...

Meus prezados

Reformas de 25 aeroportos em municípios no interior do AM não conseguem sair do papel

A falta de infraestrutura aeroportuária tem ocasionado diversos problemas, como a descontinuação de voos para algumas regiões

Apesar dos aeroportos da Amazônia Legal serem considerados prioridade no Programa de Aviação Regional, criado em 2012 pelo governo federal, as obras de reforma e ampliação dos terminais de passageiros localizados no interior do Amazonas, que foram contemplados pelo projeto, ainda não iniciaram.

A falta de infraestrutura aeroportuária tem ocasionado diversos problemas, como a descontinuação de voos para algumas regiões.

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) informou por meio da assessoria de imprensa que, dos 25 aeroportos contemplados no Estado, 11 já estão em anteprojeto e licenciamento ambiental, ou seja, na última fase antes do processo de licitação, sete estão em estudo preliminar, cinco em estudo de viabilidade técnica e dois contam com estudos complementares.

Conforme a SAC, cada aeroporto é um caso e o avanço de cada um no programa depende de questões bem específicas. A expectativa da Secretaria é que as primeiras licitações sejam lançadas ainda neste segundo semestre de 2015.

Quanto ao valor do investimento, só será possível fechar quando os 25 aeroportos estiverem em fase de anteprojeto, mas em janeiro deste ano, a própria SAC divulgou que o investimento inicial para os aeroportos do Amazonas seria R$ 838,4 milhões. Também não há previsão para o fim das obras, muito menos, a data em que esses terminais serão entregues.

Azul

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, por exemplo, opera voos em sete cidades amazonense: Manaus, Parintins, Tabatinga, Tefé, Coari, Eirunepé e São Gabriel da Cachoeira. Mas desde junho, os municípios de Coari, Eirunepé e São Gabriel da Cachoeira, deixaram de receber temporariamente os voos da empresa. O motivo, a descontinuação do uso das aeronaves ATR 42 em sua frota e a falta de infraestrutura dos aeroportos para receberem os novos modelos de avião.

Em nota, a companhia informou que aguarda ajustes na infraestrutura desses aeroportos para operar nessas cidades com aeronaves maiores, modelo ATR 72, com capacidade para 70 assentos. “A empresa reforça mais uma vez sua expectativa de que conseguirá utilizar o ATR 72 e que a suspensão desses voos seja temporária”, informou.

A Azul assegurou ainda que não há previsão de descontinuação de voos em outras cidades do interior do Estado.

A Map Linhas Aéreas, por sua vez, garante que não suspenderá nenhuma rota das que já executa para o interior - Lábrea, Humaitá Manicoré, Carauari e Parintins. Pelo contrário, está pleiteando junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as linhas das cidades que deixaram de receber voos da Azul.

De acordo com o gerente regional de aeroportos da Map, Marconi Chagas, não há previsão de quando a companhia aérea terá respostas da Anac, mas enquanto aguarda, trabalham auxiliando as prefeituras desses municípios quanto à adequação dos aeroportos.

“Há muito tempo se fala nesse Programa de Aviação Regional, mas até hoje não vemos nenhum resultado”, lembrou.

Incremento

Entre os produtos que tiveram incremento em relação ao acumulado nos primeiros cinco meses de 2014, destacam-se: home theater 129,14%, condicionador de ar (janela (30,99%) e discos blu-ray (75,34%).

Produção rural

Seguindo o direcionamento de criar comissões para cuidar de segmentos específicos da atividade rural no Estado, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea) instaurou a Comissão Estadual de Fruticultura.

A comissão tem o objetivo de tratar dos problemas, dificuldades e pleitos dos fruticultores amazonenses com maior propriedade. Foram escolhidos para dirigir a comissão os produtores ; Expedito Santana de Souza, de Manacapuru; Raimundo José Amorim e Claudimar Mendonça, de Itacoatiara.

Já na primeira reunião, demandas voltadas para diminuição dos custos de insumos, segurança no campo e energia elétrica foram objeto da pauta.

O presidente da Faea, Muni Lourenço, ressaltou a importância da criação das comissões específicas no Amazonas. “É fundamental para que a Faea possa, como entidade maior de representação classista patronal do setor, levar os pleitos às autoridades e ao poder público”, afirmou.

Muni Lourenço lembrou que a Comissão Estadual de Fruticultura deve ter um compromisso e correspondência com a Comissão Nacional de Fruticultura, estabelecida na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Aeroportos

Segundo o mapa do Plano de Aviação Regional, os 25 aeroportos beneficiados no Estado do Amazonas são os de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos, Maraã, Fonte Boa, Jutaí, Amaturá, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Uarini, Tefé, Coari, Codajás, Carauari, Eirunepé, Pauini, Boca do Acre, Lábrea, Humaitá, Manicoré, Borba, Nova Olinda do Norte, Maués, Itacoatiara e Parintins.

Fonte: jornal A CRITICA (AM) via CECOMSAER 24 JUL 2015

 

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