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Programa de aviação regional é apresentado no Rio Grande do Sul


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  • 1 month later...

Meus prezados

Pronto para decolar

A última lâmina da apresentação que o ministro da Aviação Regional, Eliseu Padilha, fez ontem na Federasul tinha uma frase de efeito: "Senhores e senhoras, ajustem os cintos. Vamos decolar".

Padilha detalhou o Programa de Aviação Regional que ele garante ser prioridade da presidente Dilma Rousseff e garantiu que não faltarão recursos para investimentos em 15 aeroportos do interior do Estado. Para o Rio Grande do Sul estão previstos R$ 350 milhões do Fundo Nacional de Aviação Civil.

O ministro disse que as obras começarão pelos aeroportos de Passo Fundo, Rio Grande, São Borja, Santo Ângelo e Santa Rosa.

No final da tarde, Padilha apresentou o mesmo plano em reunião da Comissão Especial da Aviação Civil Regional da Assembleia, em audiência com 22 dos 55 deputados estaduais.

Prova de que, na prática, está atuando na articulação política: foi interrompido duas vezes por telefonemas dos ministros Joaquim Levy e Aloizio Mercadante para tratar do projeto da terceirização.

Fonte: jornal Zero Hora via CECOMSAER 16 ABR 2015

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Meus prezados

Pronto para decolar

A última lâmina da apresentação que o ministro da Aviação Regional, Eliseu Padilha, fez ontem na Federasul tinha uma frase de efeito: "Senhores e senhoras, ajustem os cintos. Vamos decolar".

 

Já decolamos ...

 

Capas-The-Economist-1.jpg

 

Esse ministro também vive junto com a "Dilma no País das Maravilhas" ...

 

Na minha "lâmina" dos sonhos ganho na Mega Sena todas as semanas.

No mundo real, isso nunca aconteceu (infelizmente ...).

 

Já coloquei minha opinião no tópico abaixo ...

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/114900-privatizacao-que-nao-decola/

 

Honestamente, esse assunto já se esgotou.

Não existem mais argumentos para comprovar que esse plano não virará realidade tão cedo.

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Meus prezados
Projeto de aviação regional busca ampliar rotas internas do país, mas empresas aguardam aprovação de subsídios no custo das passagens
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Voando para frente, o Rio Grande do Sul vai voltar no tempo. Neste caso, o voltar no tempo refere-se à época em que o Estado era coberto por linhas aéreas regulares da Varig e Rio-Sul. Modelos DC-3, C-46 e Avro e, depois, os turboélices Bandeirante e Brasília cruzavam os céus para ligar cidades gaúchas na velocidade do avião. Eram bem mais destinos do que os hoje atendidos por Azul, Avianca e Gol.
Há três meses no cargo, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, relança um projeto de R$ 310 milhões para fazer aeroportos do interior gaúcho decolarem. A proposta já ganhou muito destaque em dezembro de 2012, quando foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff. Até agora, nada. A ideia é muito boa: quer incentivar companhias aéreas a ampliarem rotas internas no país, não apenas as rentáveis ligações entre capitais e polos econômicos.
Como qualquer projeto, é preciso combinar com o outro lado. Oferecer infraestrutura adequada – pistas, controle de navegação e bombeiros – é o primeiro passo para atrair as empresas, mas elas aguardam a aprovação de subsídios no custo de passagens para o interior com a finalidade de tornar a operação rentável.
Dito assim, parece que as companhias tentam reverter a lógica do capitalismo de risco pelo capitalismo de mão beijada – aliás, tão comum no país. O subsídio, se concedido, virá para tentar livrar o bolso do passageiro do custo Brasil, essa praga que inclui impostos elevados e torna qualquer produto nacional, por mais barato que seja na sua produção, algo muito caro depois de entrar em cena a mão pesada do governo. Vamos aos cálculos: conforme empresas do setor de aviação, o custo do combustível pode ser até 200% maior em cidades do interior do país se comparado com o preço no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O bilhete aéreo fica entre 20% e 30% mais caro, inviabilizando uma rota e ainda fazendo o passageiro se perguntar por que tem de pagar mais para voar a mesma distância entre Porto Alegre e Florianópolis, por exemplo.
O ministro Padilha, discorda dessa diferença, diz que não é tanto assim, mas entende que a proposta para incentivar voos regionais é importante, por isso prevê para este primeiro semestre o decreto presidencial para a aviação regional. A conferir se não virá um vento de proa, afinal, a ordem do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é fechar todas as torneiras. O ponto a favor do incentivo à aviação é que, onde há voos, o desenvolvimento vem junto no avião, na forma de passageiro ou de cargas. Já que os dois lados – empresas e governo – estão se entendendo, em breve os quero-queros do céu gaúcho devem ganhar companhia de novos ATR, Embraer, Airbus e Boeing.
Fonte: por Marcelo Flach para jornal Zero Hora 20/04/2015 | 04h10

Reforma nos aeroportos regionais começará por Passo Fundo
Cidade é a primeira da lista do plano de aviação regional no Estado. Rio Grande, Santa Rosa, Santo Ângelo e São Borja também têm sinal verde para anteprojeto
O aeroporto de Alegrete é um dos 15 listados para receber recursos federais

No dia em que o ex-deputado Eliseu Padilha (PMDB) foi convidado para assumir a Secretaria de Aviação Civil, ouviu da presidente Dilma Rousseff que a prioridade das prioridades era colocar em pé um ambicioso plano de construção e modernização de aeroportos regionais.

Foi pelo desafio de fazer decolar esse jumbo que Padilha recusou o convite de Dilma para ser ministro da articulação política. O plano, anunciado na gestão do ministro Moreira Franco, patina em um emaranhado de problemas burocráticos, que Padilha promete começar a desatar ainda neste semestre.
No Brasil, o projeto prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos, dos quais 124 ganharam o selo de "prioritários" por critérios que vão da decisão estratégica do governo ao interesse das companhias aéreas em operar voos para essas regiões.

Marcelo Flach: nas asas do Rio Grande

No Rio Grande do Sul, são R$ 310 milhões para 15 aeroportos incluídos no plano de estímulo à aviação regional, 11 com o carimbo de prioritários. Desses, cinco estão no site do ministério com o status de "anteprojeto autorizado": Passo Fundo, Rio Grande, Santa Rosa, Santo Ângelo e São Borja. Isso significa que o edital de licitação pode ser lançado a qualquer momento.
— Para fazer a licitação desses cinco, dependemos apenas da licença ambiental — garante Padilha.

Os demais aeroportos incluídos no projeto são Caxias do Sul, Santa Maria, Bagé, Uruguaiana, Gramado/Canela, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Santa Vitória do Palmar, Alegrete e Erechim.
O primeiro aeroporto a passar por uma intervenção será o de Passo Fundo, em uma das regiões mais produtivas do Estado e com maior demanda por voos. Antes mesmo da licitação para a ampliação da pista e construção do novo terminal de passageiros, com 2.160 metros quadrados, do pátio de aeronaves e da estação de combate a incêndio, o ministro promete instalar um equipamento que permitirá a navegação por instrumentos. Atualmente, pousos e decolagens são suspensos em dias de muita chuva ou de forte neblina.

Dilma garante a Fortunati ampliação do aeroporto Salgado Filho
A Azul e a Avianca ameaçam suspender as operações no município se a estrutura do aeroporto não for adequada às necessidades. O voo da Azul entre Porto Alegre e Passo Fundo já está suspenso, mas Padilha recebeu da empresa a promessa de retomada assim que as obras forem realizadas e comecem a vigorar os subsídios previstos no Programa de Aviação Regional.
Dinheiro para obras já estaria garantido
Aos céticos que apontam o arrocho promovido pelo ministro da Fazenda,Joaquim Levy, como empecilho para o programa de aviação regional alçar voo, Padilha responde:
— Nós não dependemos do dinheiro do Tesouro. A Secretaria de Aviação Civil vai arrecadar R$ 4,4 bilhões neste ano com as taxas aeroportuárias e temos outros R$ 1,85 bilhão em caixa.

Airbus lança classe supereconômica com assentos mais estreitos
Em seguida, reconhece que Levy tem poder para retardar a liberação dos recursos.
— Claro que o ministro Levy precisa de dinheiro para fazer o superávit primário e vai tentar segurar o máximo, mas esse recurso é da aviação civil e será investido prioritariamente na aviação regional – explica Padilha.
Na maioria das 15 cidades, o programa prevê melhorar o aeroporto existente. As exceções são Caxias do Sul, Gramado/Canela e Santa Vitória do Palmar. O aeroporto Hugo Cantergiani, de Caxias, está "condenado", segundo Padilha, e não há como investir em ampliação.

CIC de Caxias defende a construção de aeroporto pela iniciativa privada

A opção do governo é construir um novo em Vila Oliva, provavelmente um terminal de 3.550 metros quadrados e pista com capacidade para receber aviões do porte do Boeing 737-800, de até 187 passageiros.
Como o aeroporto de Canela também foi considerado inviável para ampliação, recém agora serão iniciados os estudos para identificação de uma nova área. O aeroporto das Hortênsias servirá a Gramado e Canela, mas não há previsão de quando será possível lançar o edital de licitação.

Embora ainda conste da lista, o projeto de Santa Vitória do Palmar não é prioritário e deve continuar no papel por desinteresse das companhias aéreas em operar numa região de baixa densidade populacional.

Fonte: Rosane de Oliveira para o jornal Zero Hora 20/04/2015 | 04h01

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Padilha é aquele mesmo que disse que assim que o Conselho da Infraero aprovasse a ampliação da pista do Salgado Filho ele iniciaria imediatamente os trâmites licitatórios da referida ampliação e que já tinha até recursos próprios para tanto diretamente assegurados do FNAC (Fundo Nacional da Aviação Civil)?

 

O mesmo que disse que ele, Dilma, Infraero e SAC "passaram a se preocupar com a segurança dos gaúchos" após o incidente da Azul que teve que desviar para a Base Aérea de Canoas por falta de extensão de pista no Salgado Filho e que agora fica com desculpas descabidas pra não ampliar, sendo que tds sabem que a desocupação do entorno só é necessária pra quando a pista já estiver pronta?

 

O mesmo que está ansioso e empolgado com o novo aeroporto de Portão, mesmo sabendo que a imensa esmagadora maioria dos gaúchos prefere que se priorize ao máximo o Salgado Filho e rejeite o novo aeroporto da conchinchina?

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Diante de tantas promessas, podíamos lançar uma bolsa de apostas.

 

Qual seria o primeiro aeroporto a ficar pronto 100% dentro das especificações e em que ano. Nem vou falar de prazos ...

 

Viracopos ?

Salvador ?

Goiânia ?

Porto Alegre ?

Galeão ?

Algum regional Brasil afora ?

 

A banca está aberta: façam suas apostas ...

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  • 6 months later...

Meus prezados

Governo do RS lança programa de desenvolvimento de aviação regional
Empresas aéreas participantes vão receber incentivos fiscais do governo. Companhia Azul Linhas Aéreas foi a primeira a aderir à iniciativa do RS.

O governo do Rio Grande do Sul lançou nesta segunda-feira (26) o Programa Estadual de Desenvolvimento da Aviação Regional em um cerimônia que contou com a presença do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha. A ideia é atrair o interesse de empresas aéreas para fazerem rotas dentro do Rio Grande do Sul e fomentar o desenvolvimento econômico, social e turístico do Estado.

Como contrapartida, a iniciativa prevê a concessão de incentivos fiscais para as companhias que aderirem ao programa, desde que garantam a operação de rotas regionais que atendam quatro ou mais municípios. Além disso, é preciso que as empresas aéreas promovam e incentivem pacotes para roteiros turísticos e eventos gaúchos, entre outras iniciativas.

A primeira companhia a aderir oficialmente a iniciativa foi a Azul Linhas Aéreas, que nesta segunda-feira (26) assinou o termo de acordo com o governo do Estado. A empresa oferece voos para Santa Maria, na Região Central; Pelotas, no Sul, e Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul. A partir desta terça-feira (27), a Azul passa a dispor de uma linha para Uruguaiana, na Fronteira Oeste, operando de domingo a sexta-feira.

Durante o ato, o governador José Ivo Sartori avaliou o programa. "Acredito que este programa é estratégico para diminuir as desigualdades econômicas e sociais das nossas regiões. É uma oportunidade que visualizamos no segmento e, com a parceria da Azul, conseguimos concretizar nesse ato”, afirmou o governador.

Já o ministro Eliseu Padilha destacou a democratização do acesso da população de baixa renda ao transporte aéreo, "com a redução de 48% do preço das passagens”, fato que, para ele, atribui-se à atuação livre do mercado e permite a concorrência entre as empresas. "Esse cenário é propício para a regionalização dos voos pelas companhias, e o Rio Grande do Sul soube perceber essa oportunidade e saiu na frente com seu programa”, concluiu.

Voo deve encurtar distâncias de Uruguaiana a Porto Alegre
Quem está acostumado a sair de Uruguaiana com destino a capital sabe muito bem, o que é enfrentar oito horas de viagem. "É muito complicado, muito cansativo", diz o pintor Jorge Luiz Leicine. Agora a distância entre as duas cidades de 630 quilômetros pode levar uma 1h50 de avião. "Nos possibilita ir a Porto Alegre em um dia e voltar no outro sem estresse nenhum", acredita o corretor de imóveis, Regis Guidolin.

A rota entre Uruguaiana e Porto Alegre estava suspensa há dois anos e meio. O secretário de Indústria e Comércio, Jorge Prestes Lopes, explica que o investimento de cerca de R$ 90 mil previsto para as adequações foi gasto "entre projeto, equipamento e infraestrutura". A aeronave tem capacidade para 70 lugares e a empresa oferece passagens promocionais por R$ 139.

O programa foi instituído a partir de um decreto deste ano e pretende colocar em operação, até 2017, vários aeroportos que possam atender cidades num raio de até 180 quilômetros.

Fonte: portal G1 via CECOMSAER 28 OUT 2015

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  • 9 months later...

Meus prezados

Aprovado o pedido de ampliação do novo projeto do aeroporto de Santa Rosa

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/rbs-noticias/videos/t/santa-rosa/v/pedido-de-ampliacao-do-novo-projeto-do-aeroporto-de-santa-rosa-rs-e-aprovado/4518117/

Fonte: G1 RBSTV 30 JUL 2016

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