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EB vai de avião ?

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Garantindo Presença
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O Exército Abre as Suas Asas!
Por: Leandro Casella
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Quase três décadas após o início do processo de sua reativação, a Aviação do Exército (AvEx) conquistou um grau de maturidade operacional importante, a ponto de ser hoje inimaginável o dia a dia da Força Terrestre sem o apoio de suas aeronaves. Dentro de um processo natural de evolução, a AvEx está projetando o seu futuro, que deverá passar pela implantação da aviação de asa fixa e a ampliação da sua força de helicópteros nos próximos anos.

 

Via: http://www.forcaaerea.com.br/atual.asp

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Roberto Lopes

Exclusivo para Forças Terrestres

Dezesseis meses depois de ter iniciado, formalmente, os estudos para implantar a sua primeira unidade aérea dotada de aviões, o Comando do Exército, finalmente, deu, a si próprio, um prazo para que isso se torne realidade: o ano de 2019.

O Plano Estratégico do Exército 2016-2019, divulgado às vésperas do Natal, incluiu “a criação de Unidade Aérea de Asa Fixa” entre as providências de “Mobilidade Estratégica” que devem garantir à Força Terrestre brasileira capacidade de “Pronta Resposta Estratégica” – uma das nove “capacidades militares terrestres” elencadas como prioritárias nesse período.

No cenário da América do Sul, o Brasil é (ao lado do Paraguai) o país mais atrasado no emprego de aviões pela Força Terrestre.

Todos os principais exércitos sul-americanos possuem aeronaves de asa fixa, normalmente reservadas às missões de ligação e observação, transporte e lançamento de paraquedistas. O Exército boliviano, por exemplo, utiliza aviões desde a década de 1980.

No primeiro semestre de 2013, o Comando de Operações Terrestres (COTER) sugeriu ao Estado-Maior do Exército (EME) que esse órgão tentasse viabilizar a formação da unidade de asa fixa da corporação por meio de um artifício: apresentar a novidade como um “subprojeto do SISFRON, com emprego dual na Logística de Aviação do Exército”.
A justificativa do benefício ao Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) ficaria por conta de oficiais da 2ª Subchefia do EME, de Planejamento Operacional.

A 6 de agosto daquele ano, a portaria nº 155/2013 do EME criou o “Grupo de Trabalho para estudo de viabilidade de projeto para a implantação de aeronaves de asa fixa no âmbito do EB”.

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Aeronaves e dúvidas - Os oficiais do Exército se fixaram em ao menos dois tipos de aeronaves para dar início às operações de sua Aviação de Asa Fixa: o americano Cessna 208 Caravan, na Força Aérea Brasileira (FAB) conhecido como C-98, e o europeu CASA C-295, na Aeronáutica denominado C-105A Amazonas. Mas a incorporação desses modelos deve obedecer a um cronograma de efetivação por fases – a “implantação faseada”, como o Exército chama –, que, possivelmente, terá início com os vôos do Caravan.

O Exército irá explorar ao máximo a possibilidade de empregar as mesmas aeronaves já utilizadas pelo Comando da Aeronáutica. A “comunalidade de meios” facilitará um dos objetivos dos chefes da Força Terrestre: obter que seus aviões possam ser acolhidos para revisão, manutenção (preventiva e intempestiva) e modernização em oficinas de grande porte da Força Aérea, como o PAMA-SP (Parque de Material Aeronáutico de São Paulo).

Alguns oficiais que participam do grupo de trabalho incumbido de organizar a implantação da Aviação de Asa Fixa no Exército, defendem que, no futuro, todo o serviço técnico requerido pelas aeronaves seja feito em organizações do CAVEX (Comando de Aviação do Exército), mas chegou-se à conclusão de que esse objetivo requer um prazo para ser alcançado.

Há outras questões a serem equacionadas, como a da cooperação com a Força Aérea Brasileira.

Os oficiais do Exército examinam, por exemplo, a conveniência de suas unidades de asa fixa compartilharem o espaço de bases aéreas hoje operadas pela FAB, usufruindo, assim, de hangares e da infraestrutura logística já existentes. E analisam também a possibilidade de emprego do seu pessoal na coordenação do espaço aéreo.
O Exército está certo de que terá a cooperação da Aeronáutica e da Marinha para a formação dos seus pilotos de aviões, mas investiga a utilidade de criar a sua própria escola de formação de oficiais aviadores.

O período de implantação será, certamente, o mais difícil. Especialmente no tocante à formação de recursos humanos.

O Exército terá que decidir se abrirá a pilotagem de aeronaves de asa fixa aos atuais pilotos de helicópteros da corporação; se aceitará a transferência de aviadores da Força Aérea para os seus quadros, e também se irá recrutar pessoal de vôo no meio civil.

Pelotões de Fronteira – O Exército identificou o Comando Militar do Oeste – onde está sendo implantando o projeto-piloto do SISFRON –, o Comando Militar da Amazônia, a Brigada de Infantaria Paraquedista do Rio de Janeiro (em processo de transferência para o estado de Goiás) e o Comando de Logística do Exército como os principais usuários dos seus aviões.

As mesmas análises estabeleceram um grupo de “demandas doutrinárias” que se apresentam à Aviação de Asa Fixa: a ligação de comando; a observação aérea; o controle de danos; as atividades relativas à chamada Segurança de Área de Retaguarda (SEGAR); os desdobramentos exigidos pela Logística da Aviação do Exército; os rodízios e o apoio logístico às regiões de fronteira e aos Pelotões Especiais de Fronteira; e as missões subsidiárias e de misericórdia.

Mas está claro que, por sua capacidade de carga consideravelmente maior que a dos helicópteros, essas aeronaves terão um papel preponderante no apoio aos destacamentos fincados nas áreas de divisa internacional consideradas mais remotas e necessitadas de aprovisionamento. O grupo de trabalho que estuda a implantação da Aviação de Asa Fixa na Força Terrestre prevê que, de início, 1/5 das horas voadas por seus helicópteros sejam atribuídas aos aviões.

Os aviões da Força Aérea Brasileira abastecem os Pelotões de Fronteira uma vez por mês, ou, em alguns casos, uma vez a cada três semanas. A entrada em operação dos aviões do Exército permitirá que tais vôos sejam mais freqüentes.

Os destacamentos de fronteira lidam com muitas adversidades derivadas de sua condição de isolamento: necessidade de evacuação aeromédica de urgência, problemas no funcionamento dos geradores a diesel que garantem o fornecimento de energia elétrica (durante algumas horas ao dia), e dificuldades de comunicação, já que, em certas regiões, a captação do sinal de internet é absolutamente precário.

Fonte: http://www.forte.jor.br/2014/12/29/exercito-preve-ter-seus-proprios-avioes-operando-em-ate-cinco-anos/

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Exército Brasileiro quer aeronaves de asa fixa
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Connecticut (EUA) – A Empresa Sikorsky Aircraft recebeu, no dia 16 de dezembro de 2015, a visita de uma comitiva de cinco militares do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), que visitou a sede da empresa, em Stratford (Connecticut). Os visitantes foram recebidos pela Sra Kate Grammer, Business Acquisition Manager, e pelo Sr Vaugham Askue, Project Engineer. A visita foi acompanhada por João de Souza Dantas e pelo Coronel R1 João Luiz de Negreiros Guerra, ambos executivos da Powerpack, representante da Sikorsky no Brasil.

Durante a visita, os oficiais puderam conhecer as linhas de produção dos helicópteros Black Hawk UH-60M, destinados ao Exército, à Força Aérea e aos Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América. O Sr Stephen Owen, Chief Engineer – International Programs, realizou uma apresentação sobre o Black Hawk S-70i, a moderna versão tipo exportação do consagrado helicóptero militar. A comitiva visitante teve, também, a oportunidade de se familiarizar com o avião bimotor M-28, produzido pela PZL Mielec, subsidiária da Sikorsky na Polônia.

Por sua versatilidade, capacidade de carga e rusticidade, o M-28 pode atender ao projeto de aquisição de aeronaves de asa fixa para o Exército, uma vez que requer pistas curtas para pouso e decolagem. O Exército Brasileiro opera quatro helicópteros Black Hawk S-70A desde 1998, quando foram empregados na missão de paz na fronteira entre Peru e Equador. Encerrada essa operação, as aeronaves foram incorporadas ao 4º BAvEx, em Manaus (AM), onde permanecem, assegurando confiabilidade e operacionalidade às missões na Amazônia. A Força Aérea Brasileira possui uma frota de 16 helicópteros Black Hawk UH-60L.

A Sikorsky Aircraft Corporation é uma empresa de aviação líder no fornecimento de soluções inovadoras no projeto, fabricação e serviço de helicópteros militares e comerciais. Fundada em 1923, a Sikorsky Aircraft mantém-se fiel ao legado de Igor Sikorsky, com constantes iniciativas de desenvolvimento de tecnologia que estão mudando a cara da indústria. Com programas de desenvolvimento incluindo o demonstrador da tecnologia X2™, os helicópteros S-70i™ Black Hawk, o CH-53K de carga pesada e o S-76D™, a Sikorsky Aircraft continua a explorar e apresentar tecnologia de ponta para os mercados comercial e militar.

A Sikorsky foi adquirida recentemente pela Lockheed-Martin, uma das maiores empresas globais nos setores aeroespacial, de defesa, de segurança e de tecnologia.

FONTE: Exército Brasileiro

 

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Meus prezados:

Já que os oficiais do Exército tiveram acesso ao PZL Mielec M-28, seria extremamente interessante, smj, visitarem a fábrica da aeronave RUAG Dornier 228NG

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Meus prezados

O Exército brasileiro já usou aeronaves de asa fixa, quando teve disponibilizado pela FAB uma aeronave Bandeirante, que foi utilizada em um projeto na Amazônia. Esse Bandeirante recebeu um logo do projeto.

Este assunto foi publicado em uma revista, cujo nome não me lembro. Talvez a ASAS, Força Aérea ou AEROMagazine.

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Meus prezados

O Exército brasileiro já usou aeronaves de asa fixa, quando teve disponibilizado pela FAB uma aeronave Bandeirante, que foi utilizada em um projeto na Amazônia. Esse Bandeirante recebeu um logo do projeto.

Este assunto foi publicado em uma revista, cujo nome não me lembro. Talvez a ASAS, Força Aérea ou AEROMagazine.

 

 

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Meus prezaqdos
EXCLUSIVO: EB considera prioritária a aquisição de uma aeronave de asa fixa para reduzir os custos gerados pelo emprego de helicópteros na Amazônia
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Cessna 208B Grand Caravan

O Comando de Logística do Exército está priorizando a obtenção de uma aeronave de asa fixa a ser entregue ao seu 4º Batalhão de Aviação (4º BAVEx), de Manaus, como forma de reduzir os altos custos da operação de helicópteros na Região Amazônica.
Nos últimos dias de março, o então Comandante Militar da Amazônia, general Guilherme Cals Teóphilo Gaspar de Oliveira, que já havia sido designado para assumir (em mais duas semanas) o Comando de Logística da Força Terrestre (COLOG), viajou ao Chile para visitar a mostra aeronáutica FIDAE 2016 e, nessa oportunidade, inspecionar aeronaves que possam interessar ao Comando Militar da Amazônia.
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General Guilherme Teóphilo Gaspar de Oliveira
Os Exércitos do Brasil e da Colômbia estão em entendimentos para estreitar o seu relacionamento na divisa entre os dois países.
Essa integração de procedimentos passa pela padronização de comunicações militares e o compartilhamento de combustível e de pistas de aviação na faixa de fronteira, mas esses aspectos ainda não são tão decisivos, quanto a necessidade que o Exército do Brasil tem de, nesse momento, reduzir despesas com o apoio aéreo aos seus pelotões especiais de fronteira.
ECEME – O peso dos custos do apoio aéreo para o Exército na Região Amazônico vem sendo estudado em profundidade desde o início da década passada.
Exemplo disso são os dados e tabelas constantes no longo texto intitulado “O emprego de aeronaves de asa fixa orgânicas na Aviação do Exército”, tese apresentada, em 2008, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), pelo então major QMB Warley França Abreu (a 30 de abril de 2013 promovido a coronel), com o objetivo de obter o título de Doutor em Ciências Militares daquela instituição de Ensino.
Um estudo do Comando de Operações Terrestres reproduzido pelo major Warley mostrou que, somente nos anos de 2002 e 2003, as aeronaves SA-365K Pantera (HM-1), Sikorsky Black Hawk (HM-2) e Cougar (HM-3) do 4º BAVEx consumiram 636.716,46 dólares.
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Aeronave Black Hawk do 4º BAVEx, de Manaus
Segundo o mesmo trabalho, caso as missões por elas realizadas tivessem ficado a cargo de um modesto bimotor CASA C-212 400M Aviocar – aeronave de concepção antiquada e aviônica de sofisticação limitada –, esse valor cairia para (inacreditáveis) 62.189,40 dólares – ou seja, 10% da quantia gasta pelo 4º BAVEx…
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Bimotores de carga do modelo CASA C-212 400 pertencentes à Marinha da Colômbia
Parecer – E o articulista prossegue:
“Em 2004, o CAvEx realizou o Parecer Nr 01-E3, a 12 de julho. Nesse documento é estudada a viabilidade da aquisição pelo EB de aeronaves de asa fixa. Na conclusão do parecer são feitas, basicamente, as mesmas considerações do estudo realizado pela DMAvEx em 2001. Cabe destacar da apreciação o seguinte:
[…]A logística da Aviação do Exército exige rapidez e flexibilidade dos seus meios de transporte, uma vez que suas unidades apoiadas atuam com essas mesmas condicionantes – premissas básicas para a Aviação. O comandante da Aviação do Exército não pode ficar dependendo do apoio da Força Aérea ou de empresas particulares para suprir suas unidades. A utilização dos helicópteros nesse mister, apesar de previsto, é contraproducente em várias situações, por motivos econômicos e operacionais. Com aeronaves de asa fixa orgânicas, o comandante de Aviação do Exército terá mais liberdade de manobrar, sem ficar limitado pelo apoio logístico, porque todo o transporte logístico aéreo estará sob seu comando. Tal raciocínio também é válido para o comandante terrestre, que passará a ter mais certeza quanto à parte aérea do apoio logístico. […] […] O atual sistema de manutenção da Aviação do Exército e a infra-estrutura existente permitem ao Exército possuir aviação de asa fixa orgânica, sendo desnecessárias grandes modificações nesses aspectos, dependendo, obviamente, da quantidade de aeronaves que forem adquiridas. […] […]
Para que o Exército possa pensar em adotar tal aviação é necessário, sem sombra de dúvida, que seu orçamento seja repensado. Nas condições atuais, a Av Ex está ociosa, pois não voa toda a capacidade da frota e não consegue nem manter o crescimento previsto, visando a atingir as metas estabelecidas em seu Plano de Implantação. Qualquer gasto extra será bastante nocivo a essa intenção. Cabe ressaltar que o incremento or- çamentário deve conter não só as verbas de investimento, como também as de custeio. Essa última numa proporção até maior que a primeira, ou seja, cerca de 5% do valor investido para a aquisição da frota. […]”
Proposta – O major Warley também revela a proposta recebida pelo Exército, há quase nove anos, para ter acesso aos préstimos da aeronave Cessna 208B Grand Caravan.
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Diz o major:
“Em julho de 2007, a TAM Táxi Aéreo Marília S.A., representante exclusiva da Cessna Aircraft Company no Brasil, apresentou ao Estado-Maior do Exército uma proposta comercial para a venda de 3 (três) aeronaves Cessna 208B Grand Caravan. Tratava-se de aeronaves novas que deveriam ser entregues ao Exército em outubro e novembro de 2008. Na proposta apresentada, o preço unitário das aeronaves (em dólares americanos) era o abaixo relacionado, não incluindo os gastos com impostos, taxas, trâmite legal, despachante aduaneiro, nacionalização, traslado (de Wichita, Kansas, EUA) e demais custos operacionais envolvidos na importação da aeronave.
1) AERONAVE STANDARD (com Garmin G1000)…………………….US$ 1.730.450,00
Descrita no livro “Specification & Description – Cessna Grand Caravan.
2) EQUIPAMENTOS OPCIONAIS (*)
Garmin GWX-68 4 color Weather Radar…………………………….……………26.525,00
TAWS- B GARMIN…………………………………………………..………………..8.625,00
Traffic Advisory System – KTA 870 Bendix / King……………………………….29.200,00
KRA 405B Radar Altimeter…………………………………..……………………..20.850,00
Tires, 29’ (Exchange)……………………………………….……………….………..2.100,00
Cargo Pod Installation……………………….……………….…………….……….60.375,00
Gill Liner……………………………………………………………………....………..1.800,00
Commuter Seating, 14 Place (4 RH Doubles & 4 LH singles)…………...……..40.325,00
Aero Twin Exhaust Deflector (loose equipment)…………….………….....………2.205,00
Roll-Up Cargo Door to Support Parachute Jumping Operations……….....……95.450,00
BrazilianCertificationKitPassenger……………………………………......………..11.600,00
Subtotal..……………………………………………………....………..US$ 299.055,00
3)Preço total com os equipamentos opcionais…….................US$ 2.029.505,00
É preciso notar que tais valores eram válidos, aquela época, para o fornecimento de três aeronaves, e não de apenas uma – como parece ser o objetivo do Comando da Aviação do Exército nesse momento.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 30 de maio de 2016 at 11:01

Gran Caravan, O avião...

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Meus prezados
ASA FIXA NO EXÉRCITO: Bimotor aposentado pela Guarda Nacional dos EUA está entre as opções mais baratas que o EB tem para agilizar o Sisfron e ampliar sua mobilidade na Amazônia
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O C-23B com as cores do Exército americano

 

O bimotor Shorts C-23B Sherpa, desprogramado há cerca de dois anos pela Guarda Nacional dos Estados Unidos* e estocado pelo US Army, está entre as opções mais baratas examinadas pelos Comandos Logístico (COLOG) e de Aviação do Exército brasileiro, para dar início à Aviação de Asa Fixa da Força.

Quinze unidades do Sherpa modernizadas em 2011 pela empresa M7 Aerospace (filial da israelense Elbit nos Estados Unidos) – todas com mais de 20 anos de uso –, se encontram disponíveis para clientes estrangeiros na cidade de San Antonio, Texas, a um preço unitário de, aproximadamente, 2 milhões de dólares.
A M7 tem programada uma visita de dois militares brasileiros: o Comandante Logístico da Força Terrestre, general Guilherme Cals Teóphilo Gaspar de Oliveira, e o coronel (QMB) Washington Rocha Triani, também do COLOG. Esses oficiais vão se inteirar das condições de manutenção dos aviões, como as horas de voo que restam às células e os estoques de peças de reposição e demais suprimentos.
Movido por dois propulsores Pratt&Whitney Canada PT6 A65AR, de 1.425 HP cada um, o C-23B é capaz de transportar até 30 militares completamente equipados (ou carga equivalente) a uma velocidade média de 390 km/h.
Seu alcance máximo é de 1.240 km, operando, inclusive, em pistas curtas e não preparadas – como são, normalmente, os campos de pouso junto às fronteiras mais remotas do país.
Oferta – Uma segunda alternativa, em estudo há cerca de dez anos, é o monomotor americano Cessna 208B Gran Caravan – de fuselagem alongada (em relação ao modelo 208A).
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Um Gran Caravan recebido, recentemente, pelo Exército argentino
Nos últimos dias de março passado, o general Teóphilo – então Comandante Militar da Amazônia –, que já havia sido designado para assumir (em mais duas semanas) o Comando de Logística da Força Terrestre, viajou ao Chile para visitar a mostra aeronáutica FIDAE 2016 e, nessa oportunidade, inspecionar aeronaves que pudessem interessar às operações de sua Força no cenário amazônico.
Em julho de 2007 a TAM Táxi Aéreo Marília S.A., representante brasileira da Cessna Aircraft Company, apresentou ao Estado-Maior do Exército uma proposta para a venda de três aeronaves 208B Grand Caravan novas.
Cada uma sairia para o Exército, já com opcionais (não incluindo os gastos com impostos, trâmites legais, despachante aduaneiro, nacionalização e traslado desde o estado americano do Kansas), por 2.029.505,00 dólares – mas esse era um valor válido para três aeronaves, nove anos atrás.
A estimativa que se faz hoje é de que o custo de cada aparelho ultrapassaria, facilmente, os 2,3 milhões de dólares.
Polônia – Outras opções examinadas pelo Exército são a do PZL M-28 Skytruck – bimotor polonês projetado na metade inicial da década de 1980 e ainda hoje fabricado pela PZL Mielec (subsidiária da United Technology Corporation) –, e o checo LET 410 UVP-E.
O modelo Skytruck voou pela primeira vez em 1993. Ele pode transportar até 19 passageiros a uma velocidade de cruzeiro de 270 km/h – parâmetros bem inferiores aos do C-23B. Conta a seu favor o fato de ter sido selecionado como transporte do Comando de Forças Especiais do Exército americano.
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PZL da Força Aérea dos Estados Unidos
Uma quarta opção considerada pelo Exército é o bimotor checo L-410UVP-E, dotado de motores M601E, de cinco pás, e tanques de combustível suplementares nas pontas das asas.
A aeronave recebeu certificação para operar no Brasil e em mais 11 países, incluindo Alemanha, Suécia, Dinamarca, Austrália e Rússia. A empresa LET, que a fabrica, informa que ao menos uma dúzia de forças aéreas emprega o aparelho mas, à exceção, da Aviação Militar russa, não há, nesse grupo, nenhuma outra corporação militar de grande importância.
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LET com o “uniforme” da Aviação Militar da Eslováquia
Projetado nos anos de 1970, sua velocidade de cruzeiro varia entre 365 e 388 km/h, mesma faixa do C-23B, mas a capacidade de transporte, de 19 passageiros, rivaliza apenas com a do Skytruck. Em compensação, o seu histórico de acidentes é, de longe, o mais extenso e relevante entre todas as opções examinadas pelos Comandos Logístico e de Aviação do Exército.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 29 SET 2016
*http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/108131-a-aposentadoria-dos-shorts-c-23-sherpas-no-exercito-americano/?hl=sherpa

Edited by jambock

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Exército poderá ter aviões nos próximos anos

Brasil negocia a compra de aeronaves usadas nos Estados Unidos

 

Recentemente, o Comando Logístico da Força Terrestre do Exército Brasileiro esteve nos Estados Unidos verificando a situação de um lote de Short C-23B Sherpa recentemente retirados de serviço pelo US Army National Guard.

 

Desde a década de 1990 o Exército Brasileiro tem estudado empregar aeronaves de asa fixa, especialmente de transporte. Atualmente o Comando de Aviação do Exército, localizado em Taubaté, SP, estuda a aquisição de uma aeronave de transporte para cargas e pessoal, com capacidade de voar nas imensidões amazônicas da região norte e que seja equipado com rampa traseira. O projeto é estruturado na Estratégia Nacional de Defesa, elaborada pelo Ministério da Defesa em meados da década passada.

 

 

 

C-23B possui capacidade de operar em pistas curtas e não preparadas. Pesa contra a idade e as poucas unidades produzidas.

Os C-23 Sherpa foram desenvolvidos pela irlandesa Short Brothers, de Belfast, a partir do Short 330 um turbo-hélice bimotor de asa alta, com capacidade de pouso e decolagem curtos (STOL) em pistas não preparadas e capacidade para até 30 passageiros. A versão militar, manteve as características básicas, mas ganhando uma rampa de acesso traseira e perdendo parte das janelas da fuselagem. O primeiro voo ocorreu em dezembro de 1982, logo recebendo uma encomenda de 18 aeronaves por parte do Military Airlift Command, o comando de transporte aéreo militar dos Estados Unidos. As aeronaves passaram a servir na base aérea de Zweibrücken, na Alemanha, realizando o transporte de pessoal e de carga entre as principais bases dos Estados Unidos e da Otan no continente europeu.

 

O C-23B Sherpa surgiu em 1988, quando a Guarda Nacional do Exército dos Estados Unidos especificou algumas melhorias na versão anterior. As principais mudanças incluiram uma fuselagem alongada, derivada do Short 360 e janelas laterais, motores Pratt & Whitney Canada PT6A­-65AR de 1.425 shp (1.063 kW) cada, trem de pouso reforçado, portas para lançamento de paraquedistas de abertura interna e uma rampa de carga com capacidade de operar em voo. Essa versão teve apenas 16 unidades produzidas, que operaram até 2014, quando foram oficialmente aposentadas, assim como os C-23B+ Super Sherpa. As aeronaves deverão ser substituídas pelos C-27J Spartan, com maior capacidade.

 

 

Exército e Guarda Nacional dos Estados Unidos substituíram os C-23B pelos C-27J Spartan

O processo de aquisição em andamento prevê a aquisição de um lote inicial de quatro que serão utilizadas inicialmente no processo de retomada da aviação de asa fixa pelo Exército, além de servir para avaliar a operação da aeronave e sua taxa de disponibilidade na região amazônica. A previsão é que caso cumpra os requisitos estabelecidos, um segundo lote, com outras sete aeronaves selecionadas pelos militares brasileiros, seja adquirido.

 

Caso o Brasil finalize a compra dos C-23B, as aeronaves deverão passar por um processo de revisão e modernização na M7 Aerospace, subsidiária da israelense Elbit Systems, com sede em Santo Antonio, nos Estados Unidos. A empresa realiza serviços de manutenção, reparos, manufatura de aeroestruturas, e suporte logísticos, etc para diversos operadores militares. A M7 Aerospace foi escolhida como a responsável pelo processo de manutenção e modernização dos veteranos Grumman C-1A Trader adquiridos recentemente pela Marinha do Brasil.

 

No caso dos C-23B a empresa norte-americana é atualmente a única distribuidora de partes e componentes de aeronaves da família Shorts 330, da qual o Sherpa é derivado, e a única capaz de realizar qualquer serviço de modernização na frota existente.

 

A expectativa é que os C-23B possam voar no Brasil por apoximadamente duas décadas, permitindo o Exército retomar suas capacidades operacionais com baixo custo de aquisição e operação.

 

 

Todavia, críticos à aquisição apontam o pequeno número de aeronaves produzidas e existentes, o que tende a aumentar o custo de operação ao longo dos anos. Além disso, afirmam que a idade avançada das aeronaves, com média de 20 anos de uso, mesmo possuindo um número relativamente baixo de horas de voo, pode comprometer o planejamento de longo prazo. Os aviões selecionados embora fossem da Guarda Aérea Nacional, o que significa que voaram pouco, nunca foram modernizados ou atualizados, o que representa maiores custos para o país afirma o consultor militar Olavo Gomes. No passado, o Brasil adquiriu os P-3 Orion e os A-4 KU Skyhawk com a mesma premissa, e o tempo mostrou que o barato saiu caro.

 

Por outro lado, existem poucas opções na mesma classe de aeronaves novas, como o NC212, a versão atual do CASA C212, atualmente produzido em parceria entre a Airbus Military e a PT Dirgantara Indonesia, fabricados em Bandung, na Indonésia.

 

Temos o Bandeirante, que não é produzido a mais de duas décadas, mas existem poucas células disponíveis para modernização e todas estão dedicadas a atender a Força Aérea pontua o coronel da reserva Ari Ferro. Outra opção são modelos produzidos por pequenos fabricantes do leste-europeu, que não melhoram em nada a expectativa a longo prazo. Ao contrário, podem nos trazer mais riscos.

 

A aquisição dos C-23B ainda depende da oficialização e da destinação de orçamento. Mas, é vista como prioritária para a estratégia de defesa brasileira. Atualmente a Força Aérea opera próximo ao limite e sem condições de ampliar seu suporte ao Exército ou mesmo à Marinha.

 

 

 

Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/exercito-podera-ter-avioes-nos-proximos-anos_3057.html#ixzz4SrfMqcTq

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Asa Fixa no Exército: Comando de Aviação da Força Terrestre, em Taubaté (SP), conhecerá de perto o bimotor PZL Mielec M-28 ‘Skytruck’
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Cargueiro leve M28 “Skytruck”

 

A criação de um segmento de Asa Fixa na Aviação do Exército Brasileiro continua a agitar os interesses das empresas e corporações militares que possuem aeronaves de transporte leves disponíveis.
A página IHS Jane’s Defence Weekly publicou, nesta segunda-feira (16.01), que a empresa Sikorsky, hoje pertencente ao grupo Lockheed Martin, trará ao Brasil, para voos de demonstração, o bimotor STOL (de decolagem e pouso em pistas curtas) PZL Mielec M28 Skytruck (“Caminhão do Ar”) – fabricado originalmente (no período 1984-1993) pela empresa polonesa PZL Mielec.
A presença do avião em território nacional acontecerá no âmbito de um tour de dois meses que o bimotor irá cumprir em nações latino-americanas e do Caribe.
De acordo com o texto do repórter do grupo Jane’s Victor Barreira, o pequeno cargueiro – de apenas 13,10 m de comprimento – entrará no espaço aéreo brasileiro pelos céus do estado do Amazonas, e de 25 a 30 de março permanecerá na cidade de Manaus.
Entre os dias 1º e 3 de abril ele estará em Brasília; de 3 a 9 no Rio de Janeiro, e ainda no dia 9 chegará à base do Comando de Aviação do Exército, na cidade paulista de Taubaté, onde permanecerá até 11 daquele mês.
A última etapa dessa passagem pelo Brasil será cumprida em Curitiba, de 11 a 13 de abril.
Preços – O Exército Brasileiro (EB) prevê comprar, inicialmente, quatro transportes leves – quantidade essa que seria, mais tarde, ampliada para sete unidades.
Nessa fase de conhecimento dos modelos que podem atender os seus requisitos operacionais, a Força Terrestre já demonstrou interesse pelo Cessna Caravan 208A (que a Força Aérea Brasileira opera), e pelo C-23B Sherpa, dos estoques de aeronaves usadas do Exército americano.
Apesar desses modelos exibirem capacidades de carga bastante diferentes – a do Sherpa é cerca de 2,2 vezes maior que a do Caravan –, o preço unitário deles está no mesmo patamar, de 2 a 4 milhões de dólares (considerando-se que o Caravan seria adquirido novo, e o Sherpa de segunda mão).
O Skytruck é capaz de transportar 19 passageiros (mais 2 tripulantes) ou uma carga útil de até 2.300 kg, e é mais caro.
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A aeronave está avaliada em 14 milhões de dólares, mas o Comando de Operações Especiais do Exército americano acaba de descomissionar 11 aparelhos (nos Estados Unidos conhecidos como C-145A), e não se sabe por quanto eles poderão, eventualmente, ser cedidos ao Brasil.
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Um “Skytruck” da Força Aérea dos Estados Unidos

 

A transferência das aeronaves para o depósito da US Air Force em Davis-Monthan, no estado americano do Arizona, começou em maio do ano passado e terminou em agosto. Muitos desses aviões voaram nos teatros de operação de alto risco do Iraque e do Afeganistão.
O M28 se caracteriza por ter:
– trem de pouso triciclo não-retrátil robusto, e trem de pouso do nariz manobrável, que permite ao avião operar em pistas curtas e não-preparadas;
– Excelente controlabilidade de voo em baixas velocidades;
– Acesso fácil pela porta traseira de carga;
– Fácil e rápida conversão da configuração da cabine; e
– Baixo custo operacional.
Fonte: Roberto Lopes site Plano Brasil 16 JAN 2017

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Nobre Jambock, como você está ‘afiado’ no tema, poderia, por favor, me esclarecer qual é a relação entre o ZL Mielec M-28 ‘Skytruck’ e a Lockheed Martin?

 

Fico muito grato antecipadamente.

 

Navegador

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Nobre Jambock, como você está ‘afiado’ no tema, poderia, por favor, me esclarecer qual é a relação entre o ZL Mielec M-28 ‘Skytruck’ e a Lockheed Martin?

 

Fico muito grato antecipadamente.

 

Navegador

https://www.pzlmielec.pl/

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Prezado BLUE SPEED

Agradeço a pronta cooperação e, aproveitando o site por você mencionado, extraí um trecho (em inglês) que creio responder ao nosso colega Navegador.

Polskie Zakłady Lotnicze Sp. z o.o. – PZL Mielec A Sikorsky Aircraft Company is the biggest Polish manufacturer of aircraft, currently expanding its production profile to include aerostructures and helicopters. On March 16, 2007, 100% of the shares of Polskie Zakłady Lotnicze Sp. z o.o. were purchased from ARP S.A. by United Technologies Holdings S.A. (UTH), a subsidiary of United Technologies Corporation (UTC). The new era was initiated not only in the history of Mielec aviation industry but also in the history of the company itself.

In 2015, Sikorsky was acquired by Lockheed Martin. Headquartered in Bethesda, Maryland, Lockheed Martin is a global security and aerospace company that – with the addition of Sikorsky – employs approximately 98,000 people worldwide :

M28 – a turbo-prop, twin-engine, STOL class (short takeoff & landing) aircraft designed for passenger and/or cargo transportation, paradrop, medical evacuation, marine reconnaissance and patrol flights, and Search & Rescue missions.

M28B Bryza - the military version of the M28 model, designed for special operations (depending on configuration…).

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Prezado BLUE SPEED

Agradeço a pronta cooperação e, aproveitando o site por você mencionado, extraí um trecho (em inglês) que creio responder ao nosso colega Navegador.

Polskie Zakłady Lotnicze Sp. z o.o. – PZL Mielec A Sikorsky Aircraft Company is the biggest Polish manufacturer of aircraft, currently expanding its production profile to include aerostructures and helicopters. On March 16, 2007, 100% of the shares of Polskie Zakłady Lotnicze Sp. z o.o. were purchased from ARP S.A. by United Technologies Holdings S.A. (UTH), a subsidiary of United Technologies Corporation (UTC). The new era was initiated not only in the history of Mielec aviation industry but also in the history of the company itself.

 

In 2015, Sikorsky was acquired by Lockheed Martin. Headquartered in Bethesda, Maryland, Lockheed Martin is a global security and aerospace company that – with the addition of Sikorsky – employs approximately 98,000 people worldwide :

M28 – a turbo-prop, twin-engine, STOL class (short takeoff & landing) aircraft designed for passenger and/or cargo transportation, paradrop, medical evacuation, marine reconnaissance and patrol flights, and Search & Rescue missions.

 

M28B Bryza - the military version of the M28 model, designed for special operations (depending on configuration…).

 

 

 

Nobre Jambock, muito obrigado pelas informações complementares.

 

Abraços,

 

Navegador

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Meus prezados

Comando Militar da Amazônia (CMA) realiza avaliação operacional em aeronave Twin Otter.
17361750_1886987094920410_25589893708632
O Comando Logístico (COLOG), em cumprimento aos Objetivos Estratégicos do Exército (OEE), contidos no Plano Estratégico do Exército (PEEx) 2016-2019 (Ampliação das capacidades de mobilidade e elasticidade; Prosseguir na estruturação da Aviação do Exército; e Apresentar estudos para adoção de Aviação de asa fixa no CMA), está realizando, por meio do CMA, testes em aeronaves.
17457342_1886987088253744_51077554532125

Dentre as várias aeronaves estudadas, a Viking, fabricante da aeronave Twin Otter, está realizando um circuito no Brasil para uma avaliação operacional por parte do Exército Brasileiro.
O CMA estará, nos dias 21, 22 e 23 MAR 17, realizando testes de módulos logísticos para verificação das possibilidades e limitações da referida aeronave.
17309137_1886987111587075_56880830224037
Fonte: Ghost site Plano Brasil 21 MAR 207
Em outubro de 2016 uma aeronave Twin Otter já esteve no Brasil em voos de demonstração.

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/120498-empresa-canadense-traz-o-twin-otter-400-ao-brasil/?hl=%2Btwin+%2Botter.

Edited by jambock

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Alguém tem ou já viu um comparativo entre;

 

DORNIER 228NG

TWIN OTTER

PZL M28

 

Acredito que a melhor opção seria o DO228NG, por mais difíceis que seja os lugares onde o EB opera, todos esses lugares tem condições de ter uma pista de 1500 metros bem cuidado!

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Alguém tem ou já viu um comparativo entre;

 

DORNIER 228NG

TWIN OTTER

PZL M28

 

Acredito que a melhor opção seria o DO228NG, por mais difíceis que seja os lugares onde o EB opera, todos esses lugares tem condições de ter uma pista de 1500 metros bem cuidado!

nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar

agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa

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nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar

agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa

Realmente você está certo, a melhor opção seria o C212

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nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar

agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa

 

 

Realmente você está certo, a melhor opção seria o C212

Prezados Landing e VCP-SBKP

Só se for devido à existência de uma porta traseira de carga no C212

Mas, porta traseira por porta traseira, o M-28B PZL Mielec também tem.

697e87287ec23382cffc368c29b52d0b.jpg

M-28B PZL Mielec

No caso do C-212-400 Aviocar, existe uma rampa e no M-28B PZL Mielec temos uma porta, dividida em duas folhas.

Edited by jambock

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Alguém tem ou já viu um comparativo entre;

 

DORNIER 228NG

TWIN OTTER

PZL M28

 

Acredito que a melhor opção seria o DO228NG, por mais difíceis que seja os lugares onde o EB opera, todos esses lugares tem condições de ter uma pista de 1500 metros bem cuidado!

Prezado VCP-SBKP

Eis um comparativo entre duas aeronaves de transporte de passageiros e de carga, com porta traseira de carga: PZL M-28 e CASA 212-400

Configuração...........................................PZL M-28...........................................CASA 212-400

Envergadura...............................................22m..........................................................20,28m

Comprimento.............................................13m...........................................................16,20m

Autonomia de voo..................................1.500km......................................................1.811km

Velocidade máxima.................................355km/h.....................................................370km/h

Velocidade de cruzeiro............................270km/h.....................................................300km/h

Motor........................................P&W Canada PT6A-65B.................................Garrett AiResearch

Assentos……………………….........……..19pax/17pqt………………………….…26pax/24pqt

Carga útil.................................................2.300kg......................................................2.700kg

Teto máximo............................................7.620m.......................................................7.925m

Razão de subida.......................................11m/s.........................................................8,3m/s

Distância para decolagem........................325m............................................................402m

Distância para aterrissagem.....................490m............................................................273m.

Edited by jambock

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Meus prezados
Mercado de Usados: Exército Brasileiro decide adquir aviões C-23B Sherpa
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Após vários estudos e análises visando a aquisição de uma aeronave afim de dotar o Exército Brasileiro de capacidade logística através da operação de “asa fixa”, o Exército Brasileiro finalmente definiu sua opção pelo C-23B Sherpa de segunda mão oriundos dos estoques norte americanos do AMARG.
O C-23B Sherpa foi o escolhido dentre três aeronaves avaliadas pelo Exército Brasileiro, sendo os outros concorrentes o Viking DHC-6 Twin Otter 400 Series, apontado pela nossa equipe como um dos melhores para atender ao Exército brasileiro, levando em consideração seu custo de aquisição e operação, além é claro do desempenho excelente em pouso e decolagem em pistas curtas e rústicas, outro forte candidato foi o Sikorsky/PZL M-28, versão oferecida através da parceria com a polaca PZL e a gigante norte americana, apresentando uma excelente pontuação em sua avaliação e oferecendo uma ótima capacidade de operação em pistas curtas, aliado ao baixo custo operacional e apresentando rampa traseira. Ambos concorrentes dos vetustos C-23B Sherpa, seriam aeronaves novas e no estado da arte.
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C-23 Sherpa 93-1325 from AK-NG

 

O EUA através de sua oferta via FMS, disponibilizou 15 células afim de atender as necessidades do Exército Brasileiro em retomar suas capacidades logísticas após 76 anos sem operar aeronaves de asa fixa, porém, o COLOG foi mais cauteloso, onde irá adquirir inicialmente apenas 4 aeronaves do tipo, tendo em vista sua dotação orçamentária, onde tal aquisição irá conseguir desenvolver a doutrina operacional de asa fixa sem impactar em sua capacidade já muito limitada orçamentária á manter a operação das mesmas e de seus helicópteros.
Na última sexta feira (25), dia em que se comemora o “Dia do Soldado”, o comandante do Exército Brasileiro, o General Eduardo Villas Boas Correia, assinou o despacho que dá como decidida a aquisição dos C-23B Sherpa pelo Exército Brasileiro, lançando a pedra fundamental no retorno da operação de asa fixa pela força terrestre brasileira.
foto2-1.jpg

Os “Sherpa” tem previsão de operar no Brasil sob o cocar do Exército Brasileiro por cerca de 15 anos, sendo o primeiro entregue após um extenso processo de revisão e modernização, sendo a entrega prevista para 2020.
A chegada dos “novos” C-23B irão reduzir significativamente os custos logísticos do EB, que hoje em muito depende do fretamento de aeronaves civis para atender suas necessidades, uma vez que a Força Aérea Brasileira tem apresentando limitações á prover o suporte necessário ao Exército Brasileiro.
Esperamos que a escolha venha a cumprir com o que se espera, e tenhamos uma bem sucedida retomada da operação com aeronaves de asa fixa pelo EB, com um melhor atendimento aos batalhões de fronteira e outras unidades militares
Fonte: Ghost para site Plano Brasil 29 AGO 017

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